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	<title>Minha Circunstância &#187; Manchete 2</title>
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	<description>Eu sou eu e minha circunstância. Se não salvo a ela, não salvo a mim. &#34;Ortega y Gasset&#34;</description>
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		<title>As diferenças entre FHC e Lula na relação com a América do Sul</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 18:10:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>freitascouto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manchete 2]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.desenvolvimentistas.com.br/minhacircunstancia/2010/07/as-diferencas-entre-fhc-e-lula-na-relacao-com-a-america-do-sul/' addthis:title='As diferenças entre FHC e Lula na relação com a América do Sul '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>O Brasil assume a América do Sul como componente regional da sua identidade internacional a partir dos anos 1990. A sul-americanidade começa a ser instrumentalizada principalmente a partir de 2000, com uma série de iniciativas postas em marcha pelo governo &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/minhacircunstancia/2010/07/as-diferencas-entre-fhc-e-lula-na-relacao-com-a-america-do-sul/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.desenvolvimentistas.com.br/minhacircunstancia/2010/07/as-diferencas-entre-fhc-e-lula-na-relacao-com-a-america-do-sul/' addthis:title='As diferenças entre FHC e Lula na relação com a América do Sul ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.desenvolvimentistas.com.br/minhacircunstancia/2010/07/as-diferencas-entre-fhc-e-lula-na-relacao-com-a-america-do-sul/' addthis:title='As diferenças entre FHC e Lula na relação com a América do Sul '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p>O Brasil assume a América do Sul como componente regional da sua identidade internacional a partir dos anos 1990. A sul-americanidade começa a ser instrumentalizada principalmente a partir de 2000, com uma série de iniciativas postas em marcha pelo governo brasileiro. Todavia, há diferenças substanciais entre a estratégia da política externa brasileira para a região entre Lula e Cardoso, na qual se destaca a opção pela institucionalização do multilateralismo regional em Lula, com a implantação da UNASUL.</p>
<p>A ampliação da agenda do processo integracionista, com atenção especial à questão das assimetrias, e diferenças fundamentais no tocante à iniciativa para a Integração da Infra-estrutura Regional Sul-americana, incluindo a presença mais ativa do BNDES no financiamento dos projetos de infra-estrutura na região, são outros pontos que tornam possível fazer uma diferenciação clara entre as estratégias adotadas pelos dois governos no relacionamento com a vizinhança.</p>
<p>Um breve resumo do meu artigo que acaba de ser publicado na Revista Civitas, da PUC-RS.</p>
<p>Pode ser assessado pelo link:</p>
<p><a href="http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/view/6591">http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/view/6591</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.desenvolvimentistas.com.br/minhacircunstancia/2010/07/as-diferencas-entre-fhc-e-lula-na-relacao-com-a-america-do-sul/' addthis:title='As diferenças entre FHC e Lula na relação com a América do Sul ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>De Getúlio a Lula &#8211; e, novamente, ao banco central</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 03:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>freitascouto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manchete 2]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.desenvolvimentistas.com.br/minhacircunstancia/2010/06/de-getulio-a-lula-e-novamente-ao-banco-central/' addthis:title='De Getúlio a Lula &#8211; e, novamente, ao banco central '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Mais uma vez, volto ao livro Brasil: entre o passado e o futuro.Agora é a vez do artigo do Emir Sader, Brasil, de Getúlio a Lula.O texto, sucinto para tentar abranger 8 décadas da história social, política e econômica brasileira, &#8230; <a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/minhacircunstancia/2010/06/de-getulio-a-lula-e-novamente-ao-banco-central/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.desenvolvimentistas.com.br/minhacircunstancia/2010/06/de-getulio-a-lula-e-novamente-ao-banco-central/' addthis:title='De Getúlio a Lula &#8211; e, novamente, ao banco central ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.desenvolvimentistas.com.br/minhacircunstancia/2010/06/de-getulio-a-lula-e-novamente-ao-banco-central/' addthis:title='De Getúlio a Lula &#8211; e, novamente, ao banco central '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p>Mais uma vez, volto ao livro Brasil: entre o passado e o futuro.<br />Agora é a vez do artigo do Emir Sader, Brasil, de Getúlio a Lula.<br />O texto, sucinto para tentar abranger 8 décadas da história social, política e econômica brasileira, discorre sobre os grandes movimentos contraditórios da sociedade brasileira, na defesa do atraso ou afirmação da vontade do progresso, na explicitação de valores pretensamente universais ou defesa do interesse nacional, a articulação do movimento social brasileiro ou a satisfação da redemocratização no plano jurídico-político, a vitória e o fracasso neoliberal dos anos 90 ou a redescoberta do Estado na presente década, já com um país completamente mudado.<br />Como não poderia deixar de ser, do ponto de vista acadêmico o texto apresente lacunas. Sua passagem superficial por pontos centrais da história brasileira podem questionar a validade de uma ou outra afirmação ou viés interpretativo. No entanto, é válido, do ponto de vista ensaístico, o paralelo estabelecido entre os &#8220;Brasis&#8221; de Getúlio e Lula, e determinante os desafios aventados para os próximos anos.<br />O paralelo se dá em três aspectos: a) Governo: tanto em Getúlio, como Jango ou Lula, marcado por coalização de classes, pluriclassistas, que assumiram projetos de unidade e desenvolvimento nacional, com intenso enfoque em políticas sociais; b) a base popular, c) as forças antagônicas são as mesmas, baseadas no hegemonia do capital financeiro, agronegócio e mídia oligárquica.<br />E, diante disso, os desafios, para Emir, estão na superação da base desses elementos que sustentam os defensores do atraso: hegemonia do capital financeiro, modelo agrícola e a ditadura da mídia privada.<br />A pergunta que fica é se um possível, talvez agora mais provável, governo Dilma Roussef teria condições e vontade, na nova coalização que se estabelece, de enfrentar esse tripé do antagonismo conservador. Parece sim disposta a discutir um marco regulador para a comunicação, o que, pelos gritos dos velhos oligarcas da grande imprensa tradicional, embora decadente, deve ser muito complicado. No que diz respeito ao campo, suas posições, ora vestindo o boné do MST e ora tentando enquadrar o movimento, não dão certeza de que conseguirá avançar, seja pela força do agronegócio ou pela falta de ousadia no avanço da reforma agrária que, de tão atrasada, já é falsamente acusada de anacrônica. E a hegemonia do capital financeiro se manteve no governo Lula, peso da herança dos anos neoliberais e fruto de escolhas desalinhadas de um governo que, como qualquer outro, não consegue aparar todas as contradições do processo decisório no plano estritamente interno.<br />O mais dramático, a meu ver, é que essa hegemonia está na base de sustentação desse governo. Se, a base da pirâmide social é acomodada por forte políticas de transferência de renda, o cume é agraciado com a benevolência do rentismo. Se não tão alto quanto no período anterior, ainda a ponto de garantir aos bancos os maiores lucros desse país. Não creio ser correta a insistência numa ruptura do modelo institucional do Banco Central, mas está claro que caberá ao sucessor de Henrique Meirelles um papel central para o êxito do enfrentamento desse desafio. Que, dessa vez, não seja escolhido no ninho tucano ou dentre os representantes do atraso, justamente essas forças antagônicas conservadores apontadas por Emir Sader.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_32x32_style" addthis:url='http://www.desenvolvimentistas.com.br/minhacircunstancia/2010/06/de-getulio-a-lula-e-novamente-ao-banco-central/' addthis:title='De Getúlio a Lula &#8211; e, novamente, ao banco central ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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