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	<title>Comentários sobre: Jaqueline Roriz: De quem é a culpa?</title>
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	<description>Eu sou eu e minha circunstância. Se não salvo a ela, não salvo a mim. &#34;Ortega y Gasset&#34;</description>
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		<title>Por: Góes</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/minhacircunstancia/2011/08/jaqueline-roriz-de-quem-e-a-culpa/#comment-442</link>
		<dc:creator>Góes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 22:00:17 +0000</pubDate>
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		<description>A culpa? A culpa é de quem criou o precedente de que atos cometidos antes do exercício do mandato não são justificativa pra cassar deputado, como método de salvar mensaleiros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A culpa? A culpa é de quem criou o precedente de que atos cometidos antes do exercício do mandato não são justificativa pra cassar deputado, como método de salvar mensaleiros.</p>
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		<title>Por: freitascouto</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/minhacircunstancia/2011/08/jaqueline-roriz-de-quem-e-a-culpa/#comment-366</link>
		<dc:creator>freitascouto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 13:41:53 +0000</pubDate>
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		<description>Curro, 
na sua habitual insanidade revolucionária, toca em pontos centrais.
Na prática, creio que a redução dos requisitos para projetos de iniciativa popular seja um bom caminho. Isso, até onde eu sei, estava caminhando junto com o limitado projeto de reforma política.
Acho que a mobilização popular que culminou com a Lei da Ficha Limpa pode servir de exemplo de um caminho possível.
Outra é a atuação política mais direta, cobrando as instituições para que se posicionem sobre a questão. A começar pelas organizações que fazemos parte. Estou levantando o tema nos fóruns que participo.
A discussão já se iniciou no Congresso. Parece que a alteração já foi aprovada em primeiro turno. O negócio é fazer disso um movimento nacional, que atinja todas as casas legislativas.
Aí quero ver se esse compadrio continua.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Curro,<br />
na sua habitual insanidade revolucionária, toca em pontos centrais.<br />
Na prática, creio que a redução dos requisitos para projetos de iniciativa popular seja um bom caminho. Isso, até onde eu sei, estava caminhando junto com o limitado projeto de reforma política.<br />
Acho que a mobilização popular que culminou com a Lei da Ficha Limpa pode servir de exemplo de um caminho possível.<br />
Outra é a atuação política mais direta, cobrando as instituições para que se posicionem sobre a questão. A começar pelas organizações que fazemos parte. Estou levantando o tema nos fóruns que participo.<br />
A discussão já se iniciou no Congresso. Parece que a alteração já foi aprovada em primeiro turno. O negócio é fazer disso um movimento nacional, que atinja todas as casas legislativas.<br />
Aí quero ver se esse compadrio continua.</p>
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		<title>Por: Carlos Curro</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/minhacircunstancia/2011/08/jaqueline-roriz-de-quem-e-a-culpa/#comment-365</link>
		<dc:creator>Carlos Curro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 13:30:30 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo plenamente.

O complicado, porém, é fazer essa mudança pois, assim como na reforma política e em outras questões, quem tem a responsabilidade de fazer a mudança é quem se beneficiará (ou será prejudicado) diretamente por ela.

Precisamos imaginar uma forma prática de pressão democrática para que isso avance. Devemos pensar em um projeto de lei de iniciativa popular? Ou em pressão individual em deputados e senadores para que coloquem o tema em pauta? Ou ainda cobrar uma postura dos partidos políticos, a ser disseminada por seus líderes não apenas em discurso, mas na prática?

Penso que temos um problema maior de fundo, mais complexo, que atinge as limitações da democracia representativa, em especial a nossa com todas as suas disfunções. Talvez tenhamos que tocar em assuntos bem mais espinhosos sobre ciência política, cidadania e força popular.

Não sei a resposta, claro, mas me parece que precisamos de alguma forma incorporar alguns elementos de democracia direta em certos assuntos.

E, novamente, voltamos ao problema original: mesmo para fazer essa mudança, haveria resistência corporativa dos parlamentares, que precisam aprovar a nova regra. Mas a diferença é a seguinte: se a nossa briga vingar e conseguirmos uma mudança ESTRUTURAL, outras mudanças futuras importantes que necessitarmos - mais pontuais, como o caso do voto secreto, por exemplo - não poderão ser barradas tão facilmente pelas limitações da democracia representativa da forma como é hoje.

Não acho que seja possível mudar de modelo por completo, claro. Seria inviável tratar TODAS as questões via democracia direta. Mas algumas talvez sim, e elas seriam justamente questões centrais que limitariam a arbitrariedade dos parlamentares. Com a ajuda da tecnologia, não acho isso utópico. Só precisamos achar a medida certa, sem exageros, e fazer uma luta de pressão popular para aprovar a mudança estrutural.

Bom, não entendo nada do assunto, sou mais que leigo. Mas coloco essas minhas loucuras para discussão!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente.</p>
<p>O complicado, porém, é fazer essa mudança pois, assim como na reforma política e em outras questões, quem tem a responsabilidade de fazer a mudança é quem se beneficiará (ou será prejudicado) diretamente por ela.</p>
<p>Precisamos imaginar uma forma prática de pressão democrática para que isso avance. Devemos pensar em um projeto de lei de iniciativa popular? Ou em pressão individual em deputados e senadores para que coloquem o tema em pauta? Ou ainda cobrar uma postura dos partidos políticos, a ser disseminada por seus líderes não apenas em discurso, mas na prática?</p>
<p>Penso que temos um problema maior de fundo, mais complexo, que atinge as limitações da democracia representativa, em especial a nossa com todas as suas disfunções. Talvez tenhamos que tocar em assuntos bem mais espinhosos sobre ciência política, cidadania e força popular.</p>
<p>Não sei a resposta, claro, mas me parece que precisamos de alguma forma incorporar alguns elementos de democracia direta em certos assuntos.</p>
<p>E, novamente, voltamos ao problema original: mesmo para fazer essa mudança, haveria resistência corporativa dos parlamentares, que precisam aprovar a nova regra. Mas a diferença é a seguinte: se a nossa briga vingar e conseguirmos uma mudança ESTRUTURAL, outras mudanças futuras importantes que necessitarmos &#8211; mais pontuais, como o caso do voto secreto, por exemplo &#8211; não poderão ser barradas tão facilmente pelas limitações da democracia representativa da forma como é hoje.</p>
<p>Não acho que seja possível mudar de modelo por completo, claro. Seria inviável tratar TODAS as questões via democracia direta. Mas algumas talvez sim, e elas seriam justamente questões centrais que limitariam a arbitrariedade dos parlamentares. Com a ajuda da tecnologia, não acho isso utópico. Só precisamos achar a medida certa, sem exageros, e fazer uma luta de pressão popular para aprovar a mudança estrutural.</p>
<p>Bom, não entendo nada do assunto, sou mais que leigo. Mas coloco essas minhas loucuras para discussão!</p>
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