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	<title>Comentários sobre: Serra e as carreiras típicas de Estado</title>
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	<description>Eu sou eu e minha circunstância. Se não salvo a ela, não salvo a mim. &#34;Ortega y Gasset&#34;</description>
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		<title>Por: Góes</title>
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		<dc:creator>Góes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 02:31:59 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Por outro lado, expressou a visão de que há vários servidores públicos vagabundos, que querem se esconder atrás de uma divisória de repartição pública e ganhar altos salários sem fazer nada&quot;.

Qual a mentira disso, Leandro? Não há MUITOS servidores públicos vagabundos? Não há poucos incentivos para que os funcionários públicos produzam o máximo que podem?

Depois que alguém já passou no concurso e tem estabilidade, as regras do funcionalismo são uma beleza. Mas para o conjunto da população só gera ineficiência e transferência de renda para uma elite burocrática que ganha muito mais que a média dos brasileiros.

&quot;É mais uma versão da máxima que diz que o Setor Privado é muito mais competente que o Setor Público&quot;

Mas isso é evidente. Todos os índices disponíveis demonstram que o setor privado é mais eficiente que o setor público. Pela própria natureza do serviço público e pelos trâmites burocráticos (muitos dos quais necessários para garantir transparência) o serviço é menos eficiente. Além disso, o tipo de estabilidade que há no Brasil não há em qualquer lugar do mundo.

É por demais ideologizada a ideia de que seria um demônio qualquer tipo de terceirização. O que importa para a população é que o serviço seja realizado, independentemente de ser gerido pelo governo ou não. Se, no longo prazo, for mais barato para o governo o mesmo serviço, é natural optar-se por um regime de concessão. 

Não é regra, pois há claras exceções, mas esses regimes podem funcionar muito bem. É só comparar a qualidade das estradas de São Paulo (ou do Chile) com as estradas de Minas Gerais. E no caso em questão sequer haveria cobrança para o usuário no momento do uso.

Com todo o respeito, em última instância, para mim, toda essa questão é um discurso corporativista e hipócrita, pois reflete a busca por mais renda por parte de um grupo que já ganha mais que o resto do país mas quer travestir-se de suposto &quot;interesse social&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Por outro lado, expressou a visão de que há vários servidores públicos vagabundos, que querem se esconder atrás de uma divisória de repartição pública e ganhar altos salários sem fazer nada&#8221;.</p>
<p>Qual a mentira disso, Leandro? Não há MUITOS servidores públicos vagabundos? Não há poucos incentivos para que os funcionários públicos produzam o máximo que podem?</p>
<p>Depois que alguém já passou no concurso e tem estabilidade, as regras do funcionalismo são uma beleza. Mas para o conjunto da população só gera ineficiência e transferência de renda para uma elite burocrática que ganha muito mais que a média dos brasileiros.</p>
<p>&#8220;É mais uma versão da máxima que diz que o Setor Privado é muito mais competente que o Setor Público&#8221;</p>
<p>Mas isso é evidente. Todos os índices disponíveis demonstram que o setor privado é mais eficiente que o setor público. Pela própria natureza do serviço público e pelos trâmites burocráticos (muitos dos quais necessários para garantir transparência) o serviço é menos eficiente. Além disso, o tipo de estabilidade que há no Brasil não há em qualquer lugar do mundo.</p>
<p>É por demais ideologizada a ideia de que seria um demônio qualquer tipo de terceirização. O que importa para a população é que o serviço seja realizado, independentemente de ser gerido pelo governo ou não. Se, no longo prazo, for mais barato para o governo o mesmo serviço, é natural optar-se por um regime de concessão. </p>
<p>Não é regra, pois há claras exceções, mas esses regimes podem funcionar muito bem. É só comparar a qualidade das estradas de São Paulo (ou do Chile) com as estradas de Minas Gerais. E no caso em questão sequer haveria cobrança para o usuário no momento do uso.</p>
<p>Com todo o respeito, em última instância, para mim, toda essa questão é um discurso corporativista e hipócrita, pois reflete a busca por mais renda por parte de um grupo que já ganha mais que o resto do país mas quer travestir-se de suposto &#8220;interesse social&#8221;.</p>
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