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Blog do Desemprego Zero

Estudo etnográfico sobre Wall Street mostra como o mercado se deslumbra com a própria retórica

Postado em 13 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Gillian Tett

Publicado na Folha de S.Paulo de 29.11.2009:

Nos tempos anteriores à crise financeira, os banqueiros tinham a tendência a considerar que diplomas em antropologia eram coisas de hippie. Mas isso mudou. À medida que foram acontecendo os desastres financeiros dos dois últimos anos, ficou dolorosamente claro que os banqueiros tinham acreditado demais em seus modelos quase científicos.

Também ficou claro que a compreensão de dinâmicas culturais é crucial para compreender como funciona -ou deixa de funcionar- o mundo financeiro moderno. Leia o resto do artigo »

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Reform or Bust

Postado em 22 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

By PAUL KRUGMAN

Published in the NYT (September 21, 2009)

In the grim period that followed Lehman’s failure, it seemed inconceivable that bankers would, just a few months later, be going right back to the practices that brought the world’s financial system to the edge of collapse. At the very least, one might have thought, they would show some restraint for fear of creating a public backlash.

But now that we’ve stepped back a few paces from the brink – thanks, let’s not forget, to immense, taxpayer-financed rescue packages – the financial sector is rapidly returning to business as usual. Even as the rest of the nation continues to suffer from rising unemployment and severe hardship, Wall Street paychecks are heading back to pre-crisis levels. And the industry is deploying its political clout to block even the most minimal reforms.

The good news is that senior officials in the Obama administration and at the Federal Reserve seem to be losing patience with the industry’s selfishness. The bad news is that it’s not clear whether President Obama himself is ready, even now, to take on the bankers. Leia o resto do artigo »

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Rewarding Bad Actors

Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

By PAUL KRUGMAN

Americans are angry at Wall Street, and rightly so. First the financial industry plunged us into economic crisis, then it was bailed out at taxpayer expense. And now, with the economy still deeply depressed, the industry is paying itself gigantic bonuses. If you aren’t outraged, you haven’t been paying attention.

But crashing the economy and fleecing the taxpayer aren’t Wall Street’s only sins. Even before the crisis and the bailouts, many financial-industry high-fliers made fortunes through activities that were worthless if not destructive from a social point of view. Op-Ed Columnist

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O poder financeiro

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Martin Wolf

Fonte: Valor Econômico, 15/04/2009.

Os EUA estão presos entre o medo das elites ante a possibilidade de falências e o repúdio popular aos resgates

Os Estados Unidos são a Rússia? A pergunta parece provocativa, se não ultrajante. O autor da pergunta, no entanto, é Simon Johnson, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) e professor da Sloan School of Management, no Massachusetts Institute of Technology. Em artigo na edição de maio do “Atlantic Monthly”, o professor Johnson compara o controle da “oligarquia financeira” sobre as políticas dos EUA com o das elites empresariais em países emergentes. Tais comparações fazem sentido? A resposta é “sim”, mas apenas até certo ponto.

“Em sua profundidade e subitaneidade”, argumenta o professor Johnson, “a crise econômica e financeira dos EUA é surpreendentemente rememorativa de momentos que vimos recentemente nos mercados emergentes”. A similaridade é evidente: grandes influxos de capital estrangeiro; crescimento tórrido do crédito; alavancagem excessiva; bolhas nos preços dos ativos, particularmente nas propriedades; e, por fim, a catástrofe financeira e desabamento do preço dos ativos.

“Mas”, acrescenta o professor Johnson, “há uma similaridade mais profunda e perturbadora: os interesses da elite empresarial – financistas, no caso dos EUA – desempenharam papel central na criação da crise, até o colapso inevitável”. Além disso, “a grande riqueza que o setor financeiro criou e concentrou deu aos banqueiros enorme peso político”.

Agora, argumenta o professor Johnson, o peso do setor financeiro está evitando a resolução da crise. Os bancos “não querem admitir a extensão total de suas perdas, porque isso provavelmente os exporia como insolventes [...] Este comportamento é corrosivo: bancos doentes ou não emprestam (para acumular dinheiro e reforçar as reservas), ou fazem apostas desesperadas em créditos e investimentos de alto risco que podem trazer grandes recompensas, mas provavelmente não compensam no fim das contas. Seja qual for o caso, a economia sofre ainda mais e, enquanto sofre, os próprios ativos dos bancos continuam a deteriorar-se – criando um ciclo altamente destrutivo”. Leia o resto do artigo »

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Depois de Berlim, Nova York

Postado em 20 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Por Mino Carta

CartaCapital

Gostaria que os tempos fossem bem menos propícios para os especuladores do que para os economistas. Convém escolher com cuidado os vilões. Creio que a lista tenha de começar pelos grandes sacerdotes da religião do deus mercado. Está na moda dizer que os economistas falharam sinistramente nas suas análises. Nem todos.

Indispensável é reservar um capítulo especial para os jornalistas que no Brasil deitam falação sobre economia no vídeo e nas páginas impressas. Nos últimos anos atingiram um grau de prosopopéia nunca dantes navegado. CartaCapital orgulha-se de veicular nesta edição uma sugestão de Nirlando Beirão na sua seção Estilo: que as senhoras e os senhores acima tirem longas férias. E por que não, digo eu, aposentá-los?

Há os vigários e há quem caiu em seu conto. A crise pune os crédulos com ferocidade. Sabemos de antemão que muitos entre os vendedores de fumaça sairão incólumes da monumental enrascada. Como indivíduos, ao menos. E assim caminha a humanidade. Resta o fato, contudo: mais um muro ruiu. O outro muro. Wall em língua inglesa, idioma do império.

Quando o Muro de Berlim caiu debaixo das picaretas libertadoras, há 19 anos, proclamou-se o fracasso do chamado socialismo real. Agora cai o wall nova-iorquino e se busca, em desespero, a reestruturação de um Estado forte depois da ola global das privatizações. Quem fracassa no caso? No mínimo, o capitalismo neoliberal.

Na queda de Berlim, soçobra a URSS. E na queda de Nova York? O império de Tio Sam, descalço, exibe os pés de argila. Dezenove anos atrás não faltou quem, enquanto esfregava as mãos de puro contentamento, decretasse o fim das ideologias, como se não houvesse mais espaço para as idéias. E agora, que dizer? Que o neoliberalismo foi jogada do acaso, despida do apoio de qualquer idéia? Se for assim, concluiremos que resultou de uma soberba insensatez. O que, de alguma forma, faz algum sentido. O monstro criado virou-se contra os criadores. Talvez não passassem de aprendizes de mágico: conhecem o abracadabra desencadeador, mas não sabem pôr fim à magia desastrada. Leia o resto do artigo »

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‘O poder imensurável dos bancos e do capital acabou’

Postado em 9 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

“Economista alemão previu, em 2006, colapso da economia global até 2010. Para ele, Brasil está bem preparado”

Publicado em: O Globo
Por: Graça Magalhães-Ruether

BERLIM. Nas livrarias de Berlim, o best-seller hoje é um livro de 2006, “Der crash kommt” (“O crash vai chegar”), de Max Otte, da Universidade de Worms, na Alemanha, que prevê o colapso global da economia até 2010. Em entrevista exclusiva, o economista de 45 anos, que nos anos 90 foi aluno de doutorado de Ben Bernanke – o presidente do Federal Reserve, o Fed – afirma que o capitalismo como o conhecemos morreu. Em seu lugar virá uma economia regulamentada. Em sua opinião, o Brasil poderá ser afetado, mas está mais bem preparado que no passado.

No seu livro, o senhor adverte para os erros da economia americana e prevê a crise das hipotecas e a falência dos grandes bancos de investimento. Por que o governo dos EUA não agiu, se o perigo era conhecido?

MAX OTTE: Qualquer um podia ver, há cinco anos, o que havia de errado na economia dos EUA e na especulação global. Eu sou um professor da província e, embora tenha feito minhas advertências em livro, elas não foram registradas. Mesmo que um professor de Harvard tivesse advertido, ninguém teria ouvido. Enquanto os executivos lucravam milhões não tinham qualquer interesse em mudança. E o governo, que pregava o mercado livre, não queria interferir para não perder sua credibilidade de governo capitalista.

Quais foram os principais prenúncios da crise?

OTTE: Um deles podia ser visto nos anos 90: a explosão dos preços dos imóveis nos EUA, associada a um crédito descontrolado. Além disso, o setor especulativo da economia cresceu muito mais do que o produtivo. Em 2005, era possível ver que essa bolha especulativa romperia. Leia o resto do artigo »

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