Postado em 11 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Para Paraguai problema foi na CESP:
Descartan que sabotaje al sistema eléctrico nacional haya provocado el apagón
La Nacion, Py
La Administración Nacional de Electricidad (ANDE), descarta que el apagón generalizado producido anoche en nuestro país y el Brasil haya sido consecuencia de un sabotaje al sistema eléctrico. “Hasta el momento las informaciones recabadas desde el Centro Nacional de Operaciones de la Ande y del sector de Operaciones de la Itaipú Binacional, a las 21:13 hs. de ayer se registró la desconexión total de las unidades generadoras de Itaipú de 50 y 60 Hz, en principio como consecuencia de una falla en una línea de 440.000 Voltios perteneciente a la empresa brasileña CESP, que atiende la región de la ciudad de Sao Paulo”, según la ANDE. (Clique aquí para ler mais.)
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Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Câmara dos Deputados
A CPI da Aneel, que vai investigar a política tarifária para o setor de energia elétrica, realiza hoje sua primeira audiência. Serão ouvidos o contador Ronaldo da Silva de Abreu e o economista Gustavo Antônio Galvão dos Santos, co-autores de artigo sobre o setor elétrico brasileiro, publicado na Revista do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
No artigo, os dois servidores do BNDES afirmam que o sistema elétrico brasileiro é um dos sistemas mais confiáveis e de mais baixo custo operacional e ambiental do mundo. Eles demonstram, no entanto, que, depois das privatizações, a tarifa se tornou uma das mais caras do mundo. A privatização do sistema, segundo eles, aumentou os custos desnecessários e tornou o sistema menos confiável.
Eles defendem o retorno do sistema de remuneração pelo custo e do gerenciamento e planejamento do sistema pela Eletrobrás. A audiência está marcada para as 14 horas no plenário 11.
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Postado em 29 dEurope/London julho dEurope/London 2009
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Postado em 16 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.41, ano 2 – 10/06/2009 a 16/06/2009
Economia
Política
Internacional
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Postado em 13 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Algumas sugestões bem concretas para facilitar a análise de projetos de hidroelétricas pela ANEEL e o seu licenciamento ambiental, acelerando as obras e os efeitos do PAC.
O secretário Altino Ventura Filho trouxe uma ótima notícia do MME na última semana. Mas falta agora alocar pessoal, estreitar contato com o setor ambiental nos estados e não dar mais “aceite” a projetos incompletos e de baixa qualidade. Nem na ANEEL nem nos órgãos ambientais.
Por Ivo Pugnaloni*
São extremamente alvissareiras as afirmações do secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho, durante audiência nessa semana da Comissão Mista Permanente de Mudanças Climáticas para debater mudanças na matriz energética.
Mas tenho quase certeza que as palavras do Dr Altino, perante a Comissão, foram mal interpretadas quando ele explicou com “a falta de projetos de hidroelétricas” a primazia das termoelétricas nos leilões realizados até aqui.
Afinal, está no site da própria ANEEL, para quem quiser saber: a agência tinha 37.000 MW em inventários e projetos para analisar, elaborados pelas estatais e por centenas de empreendedores privados, interessados em investir.
De qualquer forma se as noticias se confirmarem na prática e o Governo Federal quiser realmente retomar a prioridade das hidroelétricas para o atendimento do crescimento planejado da demanda de energia elétrica, estaremos corrigindo o rumo do nosso caminho ao desenvolvimento sustentável. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Fonte: Valor Econômico
Por Cristiano Romero
O BNDES tem desempenhado papel crucial na expansão do setor elétrico brasileiro. O banco é hoje o principal financiador de longo prazo do setor. De 2003 a junho de 2008, apoiou 210 projetos, liberando R$ 32,2 bilhões para um investimento total de R$ 54,5 bilhões. Apenas em geração de energia elétrica, ajudou na expansão de 15% da potência instalada do país. Dois fatos concorreram decisivamente para esse fato: a instituição de um novo marco regulatório para o setor, em 2004; e a adoção da modalidade de financiamento conhecida, na expressão inglês, como “project finance”.
Nesse tipo de financiamento, o fluxo de caixa do projeto é a principal fonte de pagamento do serviço e da amortização do empréstimo. No financiamento corporativo tradicional, as garantias dos financiamentos são baseadas nos ativos dos investidores. Se estes não possuem ativos no valor exigido pelo financiador, o empréstimo não sai. O “project finance” é, portanto, ideal para viabilizar projetos de infraestrutura num país com escassez de capital, como o Brasil.
Antes, porém, é preciso fazer o dever de casa. O marco regulatório do setor elétrico, instituído pela Lei 10.848 e pelo decreto 5.163, ambos de 2004, procurou atrair investimentos tanto do setor privado quanto do público. Talvez, o ideal tivesse sido adotar um regime que estimulasse mais o investimento privado, dadas as limitações fiscais do Estado brasileiro, mas o fato é que o novo modelo, mesmo com suas imperfeições, deu previsibilidade ao setor elétrico, recuperou a capacidade de planejamento e garantiu a segurança do abastecimento, além de ter promovido a modicidade tarifária. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008
Por: Roberto Pereira d’ Araujo* 
O resultado do leilão A-5 de 2008 mostra um estranho resultado para um país dotado de tantos recursos naturais. Como poderia o detentor de um dos maiores potenciais hídricos do planeta realizar um certame por novas usinas e obter 75% de usinas térmicas movidas a óleo combustível e carvão, caras, poluidoras e movidas por combustíveis não renováveis?
Não há uma única razão para tal façanha. Primeiro, é necessário relembrar o desmonte do planejamento realizado pelo governo Fernando Henrique. Usinas hidroelétricas não podem ser licitadas para construção antes de um completo estudo de inventário, que, hoje, é muito mais exigente. Não há novas hidroelétricas por conta do enorme hiato de novas candidatas, já que a ideologia “o mercado resolve” dominava a década passada[1].
Entretanto, o poluente e caro resultado do leilão também é resultado da mimetização. Infelizmente, ainda há resquícios da filosofia “do mercado resolve”, apesar dos avanços conseguidos pelos atuais gestores da política energética brasileira. Complicadas equações tentam imitar a realidade concorrencial de sistemas de base térmica. Como aqui a questão não se resume à geração de cada uma, mas sim ao seu efeito sobre o sistema, inventou-se uma fórmula que associa uma “garantia física” às usinas. Apesar do nome, essa grandeza não pode ser lida em nenhuma placa ou manual de operação. É um atributo calculado pelo governo através de uma controvertida metodologia. Leia o resto do artigo »
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