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Blog do Desemprego Zero

Boletim Semanal:BC, salário mínimo, PSDB, Senado, Gilmar Mendes, G20, Irã

Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.43, ano 2 – 24/06/2009 a 30/06/2009  

Economia

Carta IEDI n. 368 – A Relevância de São Paulo na Indústria Regional e a Melhora do Emprego

O BC, câmbio e juros

POR QUE 80% DOS EMPREGOS GERADOS NO BRASIL SÃO DE APENAS E TÃO SOMENTE DE ATÉ 2 SALARIOS MÍNIMOS?

Palestra do economista e professor José Carlos de Assis NO LEVY INSTITUTE/BARDEN COLLEGE, NY

 Política

FHC é a favor da descriminalização da cocaína. Serra também é? O PSDB é?

Crise no Senado…

Relações perigosas

Internacional

Priorizar G 20 pode não ter sido melhor estratégia para o Brasil

Irão: A mentira das “eleições roubadas”

 

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Petrobrás, os inimigos estão de volta

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Agência Petroleira de Notícias  

Por Emanuel Cancella*

O tucanato e o demo investem mais uma vez contra a Petrobrás. Não bastaram os oito anos de governo FHC, quando tentaram, em vão, privatizar a empresa e mudar seu nome para “Petrobrax”.  

O governo FHC conseguiu quebrar o monopólio estatal do petróleo, por meio de um artifício que fere a Constituição, mas a resistência popular não permitiu que fosse além, privatizando a empresa como um todo.

É fato que, com as unidades de negócios, conseguiram fatiar e desmontar a companhia, progressivamente. Além disso, nos oito anos de governo PSDB/Democratas, ao suspenderem os concursos públicos, esvaziaram a empresa de quadros técnicos. Leia o resto do artigo »

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Boletim Semanal: PSDB, CPI da Petrobrás, Crise mundial.

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Boletim semanal do blog Desemprego Zero

n. 37, ano 2 – 12/05/2009 a 19/05/2009 

Economia

Por que o PSDB quer a CPI? É para privatizar o pré-sal

Falsa Questão

Produção Industrial em Março de 2009: Colapso do Investimento

Política

CPI da Petrobras: O objetivo é produzir manchetes para o Ali Kamel

O petróleo é nosso, PSDB!

Profundidade da crise coloca desafios cruciais para a classe trabalhadora

Internacional

Argentina, Brasil e México diante da crise internacional

Qual o futuro do “sonho americano”?

Postado em Boletim Semanal | Sem Comentários »

A CPI da Petrobrax e a tucanalhada

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Blog do Emir 

Os tucanos queriam privatizar a Petrobrás, como parte dos acordos assinados com o FMI, trocaram o nome da empresa – orgulho e patrimônio nacional – para Petrobrax, para tirar essa marca de “Brasil”, negativa para eles, e torná-la uma “empresa global”, a ser submetida a leilão no mercado internacional. Não conseguiram. Seu ímpeto entreguista durou menos de 24 horas diante do clamor nacional. Se deram conta que naquele momento tinham avaliado mal os sentimentos do povo brasileiro, que tinham ido longe demais no seu ardor privatizante e entreguista. Tiveram que recuar, mas nunca abandonaram seu projeto, tanto assim que venderam 1/3 das ações da Petrobras na Bolsa de Valores de Nova York, como primeiro passo para a privatização da empresa. Leia o resto do artigo »

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“O PSDB não gosta da Petrobras. Nem do Brasil”

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Carta Maior

Por Gabriel Brito e Valéria Nader – Correio da Cidadania

Em entrevista concedida ao Correio da Cidadania, em janeiro deste no, o presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras, Fernando Siqueira, alertava para uma nova campanha de desmoralização da empresa diante do público. Entre outras coisas, ele recorda que a gestão do PSDB governando o país foi responsável pela quebra do monopólio do petróleo, pela venda de 36% das ações da Petrobrás na Bolsa de Nova York por menos de 10% do seu valor real. Para Siqueira, o governo depende da participação popular para defender o nosso petróleo.

Maior e talvez mais emblemática empresa brasileira, a Petrobrás começa 2009 da mesma maneira que terminara 2008, isto é, no centro dos mais importantes, e acalorados, debates nacionais. Acusações de má gestão, empréstimos questionados, pesadíssimo jogo de influência nos corredores políticos em torno do marco regulatório petroleiro foram todos pontos respondidos por Fernando Siqueira, novo presidente da AEPET (Associação dos Engenheiros da Petrobrás), em entrevista concedida ao Correio da Cidadania.

Explicando serem de rotina os empréstimos tomados no final do ano passado, Siqueira alerta para uma nova campanha de desmoralização da empresa diante do público, o que seria estratégico para os setores interessados na manutenção do atual marco regulatório do petróleo.

No entanto, não referenda completamente a gestão da empresa, como, por exemplo, no que se refere à situação de alguns funcionários, especialmente terceirizados, que trabalham sob condições precárias (foram 15 mortes em 2008). Tal deterioração de sua infraestrutura, aliás, poderia não ser mera coincidência em meio às descobertas do pré-sal e à grande interrogação nacional sobre quem exercerá o controle dessa fortuna não renovável. Leia o resto do artigo »

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O discurso da oposição para 2010 e as pré-candidaturas de Serra e Aécio

Postado em 26 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Do Blog do Jefferson Marinho 

A oposição baseada no discurso de quanto pior melhor tem tudo para não emplacar, pois a população é esclarecida o suficiente para entender que a crise não é responsabilidade do governo Lula. As medidas que o governo vem tomando podem não debelar os efeitos da crise sobre o Brasil, mas é do reconhecimento da maioria que elas estão na direção correta. Ou seja, o governo está cumprindo seu papel de governar, fazendo aquilo que está ao seu alcance. A economia provavelmente não conseguirá sustentar o ritmo atual de crescimento, mas nada catastrófico. Na crise atual, o país tem tudo para sair dela mais fortalecido no cenário econômico mundial. Não adianta pensar que a população colocará a culpa no governo Lula, pois sabe que não é o culpado. Para vencer as eleições de 2010, não basta para a oposição a torcida do quanto pior melhor. O eleitor vota em liderança não em algozes. Se a oposição não for capaz de convencer o eleitor que pode conduzir o país melhor que um candidato de continuidade (governista) pode acabar morrendo na praia. Um escorregão da oposição pode consagrar o triunfo lulista.

Os operadores políticos dos principais postulantes oposicionistas (Serra e Aécio) já entenderam o sinal, e dificilmente embarcarão no discurso tosco do aprofundamento da crise buscando colá-la no governo Lula. A tendência é pouparem o governo Lula, que seguirá popular, apostando num discurso em direção ao futuro, pois o passado recente não é bom para a oposição política. O discurso pós-Lula de Aécio e a incessante tentativa de Serra de mostrar-se próximo a Lula em temas importantes é prova de que os únicos políticos da oposição com chances de chegar ao Planalto preferem aproximação com o eleitorado lulista que bater de frente com um presidente popular. Não é por acaso que são líderes da oposição. Afinal, uma dose de inteligência política nunca é demais. Leia o resto do artigo »

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O PSDB e a crise

Postado em 11 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por Luís Nassif

Recebo email de Luiz Paulo Velloso Lucas, presidente do Instituto Theotonio Vilela, o centro de estudos do PSDB. O Instituto acaba de produzir o primeiro documento de análise da crise financeira global e do papel do governo.

O resultado final foi objeto de muita discussão interna, já que o partido tem uma área mercadista ainda bastante influente. E, com os aliados na mídia – brandindo um neoliberalismo que foi enterrado pela crise – fica o receio de incomodar o pensamento ainda hegemônico.

Mas prevaleceu a crítica óbvia, aos erros do Banco Central – incensado por dez entre dez jornalistas ligados ao PSDB como a melhor parte do governo Lula.

Confirma o que escrevi no começo do ano aqui. Quando a crise viesse, os pontos de vulnerabilidade do governo Lula seriam o déficit em transações correntes, promovido pelo Banco Central, e a loucura do swap reverso.

Se o provável candidato tucano, José Serra, não estivesse tão envolvido com os novos aliados, e não fosse tão temeroso em assumir posições, estaria esbravejando desde o começo do ano contra essas loucuras, ajudando o PSDB a se posicionar, fortalecendo a posição dos desenvolvimentistas consistentes, e não passando a noção de oportunismo com a crise.

De qualquer modo, o jogo começa agora. As baixarias do jornalismo de esgoto, as forçadas de barra, os preconceitos prosseguirão porque o baixo nível ainda impera na política brasileira.

Mas agora há uma vulnerabilidade a ser explorada.

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ONZE CONTRA UM… POR CAUSA DE UM GOL CONTRA

Postado em 21 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Do Blog do Jefferson Marinho

O Blog do Bruno, outro blogueiro que apóia a candidata Jô Moraes (PC do B) em Belo Horizonte, publicou uma matéria sobre a disputa eleitoral naquela cidade. De forma bem direta, a matéria mostra como o PT, com sua bancada na Câmara dos Deputados, proporciona horário eleitoral para aparição de um adversário político, o governado mineiro Aécio Neves (PSDB). Se alguém ainda tinha dúvidas de que Aécio é oposição ao governo Lula, agora acabou a dúvida. Basta ver suas críticas às ações do governo federal, acusando-o de gastar mal os recursos públicos. De fato, o governador mineiro e seu partido, o PSDB, sentem-se incomodados com um pecado para os padrões tucanos: o gasto com os pobres. Por esse motivo, os tucanos em nota à imprensa deixam escapar a revolta com a possibilidade do governo utilizar os recursos extras do pré-sal para a melhorar a vida dos brasileiros. Mas essa é outra discussão.

Do Blog do Bruno

Começou ontem na TV o horário eleitoral gratuito dos candidatos a Prefeito. Em Belo Horizonte, o tempo destinado ao candidato indicado pelo Governador Aécio Neves foi de pouco mais de onze minutos. Já a candidata Jô Moraes, que lidera as pesquisas de opinião pública, teve pouco mais de um minuto de espaço para se apresentar ao eleitor e expor suas propostas.

E por que o tempo do candidato do Governador Aécio Neves foi tão extenso? A resposta é simples: o critério de divisão do tempo entre os candidatos leva em conta o número de deputados federais que tem cada coligação. O PT, como é sabido, tem uma grande bancada na Câmara dos Deputados em Brasília (tanto é que fez o Presidente da Câmara) e está na coligação que apoia o candidato indicado pelo Governador Aécio Neves, juntamente com vários outros partidos.

Como já era esperado, o Governador Aécio Neves apareceu e ocupou parte mais do que significativa no programa eleitoral de seu candidato, embora o PSDB “formalmente” não componha a coligação PSB-PT.

Assim, graças ao grande tamanho da bancada do PT na Câmara dos Deputados em Brasília, o Governador Aécio Neves, do PSDB,  teve bastante tempo no programa eleitoral gratuito. Leia o resto do artigo »

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