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Blog do Desemprego Zero

MEMORIAL SOBRE A ATUAÇÃO DO BANQUEIRO DANIEL DANTAS E DO GRUPO OPPORTUNITY

Postado em 3 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Fonte: Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão (ANAPAR)

Doze fundos de pensão aportaram recursos em fundos de investimentos e participações acionárias em empresas de telefonia e infra-estrutura, em sociedade com o Banco Opportunity, controlado por Daniel Dantas. Apesar de ter investido grande parte do capital, os fundos de pensão foram alijados pelo Opportunity das decisões e do controle destas empresas, o que lhes tem causado graves prejuízos ao longo do tempo.

Os fundos de pensão têm obtido vitórias judiciais sucessivas na Justiça brasileira e em denúncias apresentadas à Comissão de Valores Mobiliários, com base no descumprimento do dever fiduciário e em prejuízos impostos a cotistas e acionistas por parte dos controladores do Opportunity. O banco e seus prepostos vêm sendo afastados do controle e administração de fundos de investimento e empresas-veículo que controlam a Brasil Telecom, Amazônia Celular, Telemig Celular, Metrô do Rio de Janeiro e Santos Brasil. Os fundos de pensão e o fundo CVC Brazil, acionistas majoritários, nomeiam novos administradores para as empresas.

Aos poucos vão se comprovando os descalabros praticados pelo Opportunity e seus prepostos. Mostram-se evidentes os prejuízos causados a centenas de milhares de trabalhadores cuja aposentadoria, para a qual contribuíram durante toda uma vida de trabalho, depende dos investimentos dos fundos de pensão.

A ANAPAR oferece à opinião pública este Memorial que elucida a atuação do senhor Daniel Dantas. Tudo foi elaborado a partir de informações publicadas nos veículos de imprensa e de processos públicos, que podem ser acessados por qualquer cidadão brasileiro.

Os participantes da PREVI, PETROS, FUNCEF, CENTRUS, ELETROCEEE. CELOS, FORLUZ, FACHESF, VALIA, TELOS, FUNDAÇÃO COPEL, SISTEL e FUNDAÇÃO 14 querem ver apuradas as denúncias e ressarcidos eventuais prejuízos.

Leiam mais em: anapar

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Nos balanços corporativos, a arte de reduzir cabeças

Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008

Ceci Juruá

Durante os anos 1990 muitas decisões determinantes da repartição da renda nacional foram transferidas aos mercados, como resultado de privatizações de estatais e da mercantilização crescente de bens e serviços outrora orientados para o interesse público e social (transporte público, luz e gás, telefonia, educação, saúde, entre outros).

 

O setor elétrico, exposto à desnacionalização, à centralização/concentração de capital e aos padrões anglo-saxões de governança corporativa [1] [2], constitui hoje bom exemplo das preferências dos mercados em matéria de distribuição perversa dos frutos do progresso, conforme explicamos neste artigo com base em dados retirados dos demonstrativos financeiros de 2007. Agregando os resultados de três dos maiores conglomerados do setor elétrico, podemos observar a seguinte distribuição do Valor Adicionado (VA) a custo de fatores :

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39% são canalizados para o pagamento de dividendos,

37% destinam-se ao pagamento de juros e de aluguéis,

8% é a parcela poupada (lucros retidos e reservas)

16% é a parte dos trabalhadores

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Os conglomerados selecionados realizaram, em conjunto, valor adicionado superior a R$ 5 bilhões, dos quais 84%, isto é R$ 4,2 bilhões, constituiram remuneração do capital. Comparando-se dividendos pagos com o capital social inscrito nos balanços, é possível estimar que a taxa de remuneração do capital social superou 20%. Ao mesmo tempo, centenas ou milhares de « colaboradores », expressão adotada para designar trabalhadores mal pagos, ficaram com a diminuta parcela de 16% daquele total. Leia o resto do artigo »

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