prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Boletim semanal: BNDES, Privatização, Lula x PBF, Sarney, Política Industrial, Obama

Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.48, ano 2 – 29/07/2009 a 04/08/2009  

Economia

“O BNDES além da crise”

Folha esconde que privatização prejudicou os mais pobres

Política

Para Lula, reajuste do Bolsa Família impulsionará a economia

50 CONSELHOS PARA OS POLÍTICOS!

Quem quer liquidar Sarney?

Muitas políticas industriais = nenhuma 

Internacional

As opções muito limitadas de Obama

A lição do juiz Falcone

Imigração e nacionalismo

Postado em Boletim Semanal | Sem Comentários »

Projeto de Lei 92 significa a privatização de todos os serviços essenciais do país

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Gabriel Brito e Valéria Nader   

Mais uma vez, o país se depara com um projeto de lei de claro caráter privatista, com o enfraquecimento do Estado em suas áreas de atuação essencial. No caso, o projeto de Lei Complementar 92, que tramita na Câmara, com o apoio dos próprios quadros governamentais. Prova emblemática de seus perigos é a confluência com os partidos de oposição de direita na aprovação do projeto.  

Com vistas a analisar mais essa proposta de desmonte do Estado, que de uma tacada só abriria a porteira para as fundações estatais de direito privado em todas as áreas de importância social – de educação e saúde, passando pela cultura, ciência e tecnologia -, o Correio da Cidadania conversou com o deputado federal do PSOL Ivan Valente, que em linhas gerais conclama a mobilização popular como maneira de barrar outro projeto de alta influência na promoção dos direitos constitucionais brasileiros. 

Para o deputado, o projeto nada mais é que uma busca de privatização dos mais essenciais e rentáveis serviços públicos, de modo a aplicar o projeto de reforma do Estado iniciado por Luiz Carlos Bresser Pereira, ex-ministro de FHC. Também diz que o projeto apenas contempla a conhecida lógica de apoio incondicional aos setores mais poderosos de cada área, passando por cima da consulta popular e esfacelando ainda mais os direitos dos trabalhadores que serão atingidos. 

A entrevista completa pode ser conferida a seguir. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Brasileira | Sem Comentários »

Por que o PSDB quer a CPI? É para privatizar o pré-sal

Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Paulo Henrique Amorim

Os tucanos quer em desmoralizar e desestabilizar a maior empresa brasileira para servir a seus patrões: os privatizadores. Fernando Henrique abriu a exploração aos grupos estrangeiros na esperança de destruir a Petrobrás e vendê-la.
Fernando Henrique era a favor da privatização da Petrobrás. Ele e aquele que ele chama de “brilhante”, Daniel Dantas.

Daniel Dantas recebeu de Antonio Carlos Magalhães a incumbência de estudar a privatização da Petrobrás como forma de o PFL contribuir com o governo que se iniciava, o de Fernando Henrique Cardoso.

Como primeiro passo do marketing de privatização da Petrobrás, os cérebros que cercavam Fernando Henrique iam mudar o nome da empresa para “Petrobrax”, marca evidentemente mais globalizada… O sufixo “brás” provocava comichão em Fernando Henrique, que, em entrevista à Revista Piauí, qualificou a solenidade do 7 de Setembro de “uma palhaçada” (ele deve comemorar o 4, o 9 ou o 14 de Julho, em silêncio). Leia o resto do artigo »

Postado em A questão do Petróleo, Petróleo do Pré-Sal e o Futuro do Brasil, Política Brasileira, Política Econômica | 2 Comentários »

O modelo Collor-FHC

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Wladimir Pomar*

Desde que o Brasil ingressou fortemente na industrialização, na Era Vargas, houve um pacto entre os capitais estatais e os capitais privados, tanto nacionais quanto estrangeiros. Ao longo do tempo, o grau de participação do capital estrangeiro variou, seja em decorrência de problemas internacionais, seja devido a movimentos sociais pela estatização de setores econômicos, seja ainda por disputas internas entre os próprios segmentos capitalistas.

O período JK, como vimos, foi marcado por um ingresso intenso de capitais estrangeiros, embora acompanhado pelo fortalecimento relativo dos capitais estatais e privados nacionais. O regime militar, nascido com um forte discurso anti-estatal, paradoxalmente ficou marcado por uma abertura ainda maior à entrada de capitais externos (em 1985, a participação estrangeira na produção industrial havia se elevado a 31%), mas também por um intenso processo de criação de novas estatais. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Política Brasileira, Política Econômica, política industrial | Sem Comentários »

Por que privatizar?

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Carta Capital

Perpétua Almeida*

Nesta questão não cabem indefinições. 

O modelo de privatização dos lucros e socialização dos prejuízos vem mostrando os seus resultados ao longo da última década, através da crescente concentração de renda e todas as mazelas consequentes. Mesmo assim a sanha privatista, que julgávamos um capítulo encerrado na nossa história, arma novo bote. 

De acordo com Fernando Rizzolo, da OAB de São Paulo, quem iniciou a defesa da privatização dos aeroportos brasileiros foi o ex-senador Jorge Bornhausen (DEM-SC), em um seminário realizado em São Paulo em 2007, em que reivindicou que a administração dos aeroportos, subordinados à Infraero, fosse concedida a grupos privados. Bornhausen, segundo Rizzolo, é apontado como sócio de uma empresa que explora os free shops de alguns dos principais aeroportos internacionais do País, a Brasif, da qual foi vice-presidente.  Leia o resto do artigo »

Postado em Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

Perguntas Sem Resposta

Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

“Onde estudar ECONOMIA?”

Por: Gilson Schwartz

Algumas perguntas, nos muitos debates que ocorreram durante os 25 anos desde que comecei a escrever sobre economia em jornais e na internet, permanecem em aberto.

Nesse momento de crise profunda do centro financeiro mundial, re-coloco-as na mesa. Os autores das propostas estapafúrdias continuam por aí, escrevendo, dando aulas e até (ainda!) no governo. São (ainda!) considerados gênios das finanças e da teoria econômica, ostentando nas paredes seus diplomas obtidos em escolas do Primeiro Mundo.

É uma satisfação ao João, que escreveu ontem perguntando onde é melhor estudar economia no Brasil, já que Harvard, Chicago, MIT e semelhantes abasteceram os “templos” do saber financeiro que agora desabam.

Bem, João, infelizmente a maioria das escolas de economia brasileiras nada mais são que ombros para papagaios que, por sua vez, repetem o que aprenderam nessas escolas do Primeiro Mundo. USP, FGV, PUC-RJ… as filias espalharam-se pelo Brasil e os PhDs fizeram mil e uma trapalhadas nas últimas décadas.

Onde foi parar a turma que defendia a dolarização da economia brasileira para acabar de vez com a inflação e integrar o país ao Primeiro Mundo? Continuam instalados em confortáveis fundos de investimento.

E o pessoal da privatização? Além dos que viraram consultores ou dirigentes das empresas que ajudaram a vender, nenhum deles vem a público explicar porque nunca avançou a regulamentação dos setores privatizados no Brasil. Enquanto isso, como lembrei no comentário de ontem, o mundo dos países emergentes marcha batido rumo à reestatização de setores estratégicos. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »

Mr. Paulson and the New Yazoo Land Scandal

Postado em 23 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

By Dr. Michael Hudson

         Present discussions of the mortgage mess are lapsing into an unreal world. Advocates of the $700 bailout are now rounding up a choir of voices to proclaim that the problem is simply a lack of liquidity. This kind of problem, we are told, can be solved “cleanly” (that is, with no Congressional add-ons to protect anyone except the major Bush Administration campaign contributors) by the Federal reserve “pumping credit” into the system by buying securities that have no market when “liquidity dries up.”

         What is wrong with this picture? The reality is that there is much too much liquidity in the system. That is why the yield on U.S. Treasury bills has fallen to just 0.16 percent – just one sixth of one percent! This is what happens when there is a flight to safety. By liquid investors. Many of which are now fleeing abroad, as shown by the dollar’s 3% plunge against the euro yesterday (Monday, Sept. 22).

         The question that the media avoid asking is what people are trying to be safe from? The answer should be obvious to anyone who has been reading about the junk mortgage problem. Investors – especially in Germany, whose banks have been badly burned – are seeking to be safe from fraud and misrepresentation. U.S. banks and firms have lost the trust of large institutional investors here and abroad, because of year after year of misrepresentation as to the quality of the mortgages and other debts they were selling. This is Enron-style accounting with an exclamation point – fraud on an unparalleled scale.

         How many tears should we shed for the victims? The Wall Street firms and banks stuck with junk mortgages are in the position of fences who believed that they had bought bona fide stolen money (“fallen off a truck”) from a bank-robbing gang, only to find that the bills they bought are counterfeit – with their serial numbers registered with the T-men to make spending the loot difficult. Their problem now is how to get this junk off their hands. The answer is to strike a deal with the T-men themselves, who helped them rob the bank in the first place.

         There is a long pedigree for this kind of behavior. And it always seems to involve a partnership between kleptocratic insiders and the Treasury. Today’s twist is that the banksters have lined up complicit accomplices from the accounting industry and bond-rating companies as well. The gang’s all here.

         In view of the mass media these days calling Henry Paulson the most powerful Treasury Secretary since Alexander Hamilton, I think it is relevant to look at two leading acts of Mr. Hamilton that represent remarkable precursors of Mr. Paulson’s present $800 billion “cash for trash” deal with the Bush Administration’s major Wall Street campaign contributors.

         The two most appropriate parallels are the government’s redemption of “continentals” – paper money issued by the colonies during the Revolutionary War – and the Yazoo land grants. During the Revolution, states had issued paper currency to pay the troops and meet other basic expenses. These paper notes had depreciated, hence the term “not worth a continental” (not least because of large-scale counterfeiting by the British to cause economic disruption here). In the crisis, men with hard cash went around buying continentals at a great discount. In one of the most notorious and debated acts of the Constitutional  Convention, the new United States Government redeemed this depreciated paper currency at par.

         It was like the Treasury today buying junk mortgages at face value. But it is in the ensuing Yazoo scandal that we find a perfect combination of financial and real estate fraud on a magnitude that helped establish some of America’s great founding fortunes, creating dynastic wealth that has survived down to the present day.

         The Yazoo land fraud in Bourbon County, Georgia is one of the most notorious incidents of our early Republic. In January 1795 the state sold 35 million acres to four land companies for less than 1½¢ an acre. This was the result of bribery arranged by James Wilson – whom George Washington subsequently rewarded by naming him to the Supreme Court. (Moral: Crime pays.) To add insult to injury, the state was paid in depreciated currency, the “continentals.” So great was the outcry that a new state legislature was elected, and revoked the sale in February 1796, accusing its beneficiaries of “improper influence.”

         But a month before this new legislature was convened, one of the companies (the Georgia Mississippi Land Company) sold over 10 million acres, nominally at 10¢ cents an acre, to the New England Mississippi Land Company, which was quickly organized for just this purpose by some eminent Bostonian speculators, headed by William Wetmore. Only part of the money actually was paid in cash, and the transaction was largely a paper one. The company quickly hired agents to began selling shares to the public. Widespread speculation ensued in many states, each new investor becoming a partisan urging the national and state governments go along with the original fraud.

         New fraudsters jumped on board. Patrick Henry (“Give me liberty, or give me death”) headed up the Virginia Yazoo Company, which made a deal with Virginia Governor Telfair to buy twenty million acres of land at a penny an acre – paid for with the worthless continentals. The public was furious, but the “free marketers” of the day asked, what was wealth, anyway, but a reward for risk-taking. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, Internacional, Política Econômica | Sem Comentários »