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Blog do Desemprego Zero

Governo tira monopólio de campo de petróleo da Petrobras

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

O governo Lula decidiu não entregar à Petrobras todas as áreas da camada do pré-sal que ainda serão leiloadas. Os motivos alegados pelo governo são a participação de capital privado na Petrobras e o risco da empresa tornar-se poderosa demais. Para acabar com o temor, discute-se a criação de uma empresa puramente estatal para gerir as áreas dos megacampos.

Publicado em: Folha Online

Embora o governo Lula ainda não tenha posição final sobre as regras para explorar os novos megacampos de petróleo na costa brasileira, já decidiu que não deve entregar à Petrobras todas as áreas da camada do pré-sal que ainda serão leiloadas. A informação é da reportagem de Valdo Cruz publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Os motivos alegados no governo são a participação de capital privado na Petrobras e o risco de a empresa tornar-se poderosa demais. Teme-se o “efeito PDVSA” –no qual diretores da petrolífera venezuelana participaram de articulações golpistas contra Hugo Chávez.

Nas reuniões sobre o tema foi destacado que esse risco não existe, pois o atual presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, é totalmente afinado com o governo. O risco estaria no médio e no longo prazos. “Hoje, a Petrobras já é um outro país. Felizmente, um país amigo”, afirmou um ministro que acompanha os estudos.

Para acabar com o temor, discute-se, entre outras propostas, a criação de uma empresa puramente estatal para gerir as áreas dos megacampos, que contrataria outras petrolíferas para a exploração. Essa é a alternativa que conta com mais simpatia no governo. A aprovação do novo modelo pelo Legislativo deve ocorrer só em 2009. Leia o resto do artigo »

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Petrobras acha mais petróleo no mar do Rio

Postado em 8 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

A Petrobras informou ter descoberto mais óleo em um novo poço perfurado na área próxima a Tupi. O óleo é leve, de boa qualidade. O novo poço foi denominado de Iara e está em área menor do que Tupi, a 230 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro. Com o anúncio de Iara, já são nove descobertas no pré-sal, entre as quais as áreas de Júpiter, Bem-Te-Vi, Guará e Carioca.

Publicado em: JB Online

Poço Iara, a 250 km da costa, tem óleo de boa qualidade

A Petrobras informou ontem ter descoberto mais óleo em um novo poço perfurado na área próxima a Tupi, no bloco BM-S-11, na camada pré-sal. Segundo a companhia, o óleo é leve, de boa qualidade, com densidade em torno de 30º API (American Petroleum Institute). Quanto mais alto o grau, mais aproveitável é o óleo – a escala API vai até 50º.

O bloco é composto por duas áreas exploratórias. A maior delas foi informalmente chamada de Tupi, cuja descoberta havia sido anunciada em julho de 2006, mas a estimativa de reservas entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris só foi confirmada no final de 2007.

O novo poço foi denominado de Iara e está em área menor do que Tupi, a 230 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro. O óleo foi encontrado em reservatórios a 5.600 metros de profundidade. A Petrobras continua fazendo perfurações no local, e não deu estimativas de reservas.

A empresa detém 65% do bloco, e tem como sócios o grupo britânico British Gás, com 25%, e a portuguesa Galp Energia, com 10%. Leia o resto do artigo »

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Escopeta não é chocalho

Postado em 30 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

A reativação da IV Frota Naval dos Estados Unidos, na zona do Atlântico Sul, provocará uma mudança radical e permanente, nas relações militares dos EUA com a América Latina. Ela ocorre no momento que está em curso uma nova “corrida imperialista” entre as grandes potências, que lutam por sua segurança alimentar e energética, exatamente como ocorreu no início do século XX.

“Pode-se perguntar por que um estado mais forte desejaria atacar um mais fraco, mas certamente esse não é o ponto. O fato decisivo é que, no nível interestatal, a unidade maior pode atacar os grupos mais fracos. Como não há quem possa impedir esses ataques, os grupos humanos mais fracos vivem em contínuo e inevitável estado de insegurança”

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: José Luís Fiori

A reativação da IV Frota Naval dos Estados Unidos, na zona do Atlântico Sul, provocará uma mudança radical e permanente, nas relações militares dos EUA com a América Latina. Foi por isto que surpreenderam tanto, as primeiras explicações americanas, a respeito da reativação da sua Frota – criada em 1943, e desmantelada em 1950 – que teria sido uma simples decisão “administrativa”, tomada com objetivos “pacíficos, humanitários e ecológicos”. A mentira não é um pecado grave no campo das relações internacionais. Pelo contrário, mentir ou dizer meias-verdades, com competência, foi sempre uma arte e uma virtude essencial da diplomacia, entre as nações. Portanto, não foi isto que chamou atenção, na declaração das autoridades americanas, foi o seu desrespeito pela inteligência dos interlocutores, e o seu deboche com relação à impotência dos governos afetados pela sua decisão.

Mesmo quando se falasse também da necessidade de “combater a pirataria, o tráfico de drogas, de pessoas e de armas”, sem explicar, ao mesmo tempo, porque que a IV Frota não foi reativada durante a Guerra Fria, ou mesmo, depois da Revolução Cubana e da Crise dos Foguetes, de 1962, quando o “fluxo ilegal de armas e pessoas”, e o “tráfico de drogas” era igual ou maior do que hoje. Por isto, tiveram grande repercussão as declarações “corretivas”, das autoridades navais dos EUA, feitas na Base Naval Mayport, na Flórida, no dia 11 de julho de 2008. Em particular, o discurso inaugural do almirante Gary Roughead, chefe de Operações Navais da Marinha Americana, quem redefiniu o objetivo principal da nova Frota, destinada a “proteger os mares da região, daqueles que ameaçam o fluxo livre do comércio internacional“, ao mesmo tempo em que advertia, aos desavisados, que “ninguém deve se enganar: porque esta frota estará pronta para qualquer operação, a qualquer hora e em qualquer lugar, num máximo de 24 a 48 horas“.

Com respeito à proteção do comércio marítimo, todos os especialistas sabem que só tem capacidade de proteger o “livre fluxo do comércio mundial”, quem também tem a capacidade de interrompê-lo. Ou seja, quem tem poder para proteger, também tem o poder de excluir concorrentes, se for o caso, quando se acirra a competição entre os estados e os capitais privados, como está acontecendo, neste início do século XXI. Depois de quase uma década de crescimento contínuo e acelerado, a economia mundial enfrenta neste momento, uma disparada dos preços, da especulação e da escassez de algumas commodities fundamentais, como é o caso do petróleo, dos alimentos e dos minerais estratégicos. E neste momento, já está em curso uma nova “corrida imperialista”, entre as grandes potências, que lutam por sua segurança energética e alimentar, exatamente como aconteceu no final do século XIX, e início do século XX. Leia o resto do artigo »

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Uma proposta para MEGA-RESERVAS de petróleo do PRÉ-SAL

Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Paulo MetriPaulo Metri *
Sergio Ferolla *

Jornal do Commercio, 19/02/08

A maior parte do lucro obtido pela exploração econômica dos recursos naturais de um país deve ser usufruída por sua sociedade. Tal conceito merece especial atenção em decorrência da descoberta de reserva na região do pré-sal, batizada de campo Tupi, com cinco a oito bilhões de barris de petróleo, representando riqueza imensa. Além disso, todo o pré-sal mostra-se extremamente promissor, podendo conter até 60 bilhões de barris. Leia o resto do artigo »

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