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Blog do Desemprego Zero

O fundo político da atual crise econômica

Postado em 18 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Entrevista com Michael Hudson

Fonte: Agência Carta Maior

Alguns trechos selecionados:

“A explicação mais rápida para o fato dos Democratas não terem tributado a riqueza está no poder dos lobistas, mercenários de interesses particulares, e no poder dos think tanks, contratados por eles para promover uma teoria econômica lixo. A maior parte da riqueza é obtida, hoje, por meio de privilégios fiscais especiais, e o setor financeiro é o maior contribuinte das campanhas políticas, seguido pelo setor dos bens imobiliários. Os Democratas têm suas bases, tradicionalmente, nas grandes cidades. E, como disse Thorstein Veblen, em Absentee Ownership, a política urbana é, substancialmente, um projeto de promoção dos bens imobiliários. (…) o preço que a economia dos EUA tem que pagar, em seu conjunto, por ter sucumbido a um processo de financeirização e privatização completamente disfuncional. A idéia de que uma economia que vai mal pode curar-se por si mesma faz parte da ideologia hostil ao trabalho do FMI e da propaganda da Escola de Chicago”.

“A lição que se pode tirar disso é que a fortaleza econômica consiste na capacidade de criar crédito que alimente o crescimento econômico. Mas o setor bancário privatizado está, neste mesmo momento, destruindo essa fortaleza nos EUA. Em vez de criar crédito para financiar a formação de capital, o que faz o sistema bancário são empréstimos destinados a salvar a nefasta piramidalização financeira. (…) uma causa importante de que a poupança vá parar nesses bancos é que as leis tributárias tornam mais rentável esse endividamento do que o investimento em capital industrial. O sistema tributário formou um mercado em que compensa mais especular do que investir na formação de novos meios de produção. O setor financeiro foi desregulamentado, segundo a lógica de que o que gera mais dinheiro é sempre o mais eficiente. O produto que estão vendendo os bancos é dívida, e ajuda a tomar o controle de empresas, ajuda as fusões e aquisições. O crédito é um produto cuja criação sai praticamente de graça”.

“Em 1985, havia nos EUA apenas 13 bilionários. Agora há mais de 1.000. Em 2005, somaram-se 227.000 novos milionários. Um relatório mostrou que a riqueza de todos os milionários norte-americanos juntos chegava a 30 trilhões de dólares, mais do que a soma do PIB da China, Japão, Brasil e a União Européia. Os ricos criaram agora sua própria economia para satisfazer suas necessidades, em uma época em que os aumentos de salário do trabalhador médio só consegue acompanhar a inflação e em que 36 milhões de seres humanos vivem, nos EUA, abaixo da linha de pobreza.”

“O problema é que o sistema econômico como tal está falido. Ou seja, que vamos voltar ao começo desta entrevista: o que vai ser necessário é uma alternativa para a teoria econômica pós-clássica dos Chicago Boys e seus amiguinhos, os lobistas financeiros”.

Íntegra da entrevista: Leia o resto do artigo »

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Os tiros sobre Gilmar

Postado em 16 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Fonte: Projeto Brasil

Fiquei o dia inteiro no Seminário de FGV e só agora – alertado por um comentarista – fui ler a seção de Opinião de “O Globo”. Pelo visto, nenhum jornal está conseguindo resistir mais à avalanche de protestos de seus leitores.

Leia o artigo, que rompe com o pacto de silêncio em defesa de Gilmar:

Súmula não é lei

KLEBER COUTO

A proibição do uso de algemas pelo Supremo Tribunal Federal por meio de uma súmula merece uma abordagem mais reflexiva. O STF não proíbe nada, até mesmo porque não lhe cabe fazê-lo. Ninguém pode ser obrigado a fazer ou deixar de fazer algo senão em virtude de lei, e súmula não é lei.

A súmula não tem o peso e a importância que lhe quer dar o STF, em sua postura invasiva e pouco democrática. É mera declaração de um entendimento sobre uma controvérsia jurídica, e não há qualquer divergência nos tribunais que justifique sua expedição. Há, sim, uma polêmica anulação de um julgamento de um acusado por ter sido algemado em plenário do júri. A sua condição de pedreiro, sabemos, não será inútil ao STF nos futuros julgamentos de banqueiros.

Por essa visão técnica a referida súmula caracteriza-se como flagrante lesão constitucional.

Não se discute que o aspecto nocivo das prisões da PF está em transformá-las em humilhante espetáculo.

Mas, quando um policial vende ou vaza informes sobre a prisão a ser efetuada está em flagrante abuso de sua atividade. A vítima do abuso, com ou sem algemas, sempre teve meios próprios para buscar o ressarcimento de suas lesões, e a lei também já prevê as punições necessárias. Ou seja, não precisava o Judiciário indicar o que já foi claramente dito pelo Legislativo.

A questão de fundo é saber por que a súmula foi expedida. O STF não a expediu em seu conceito jurídico.

Na verdade, o seu presidente bradou com raiva e arrogância uma ameaça a todos pela segunda prisão do banqueiro Daniel Dantas.

O desejo de buscar a severa punição para o magistrado que a determinou só não foi adiante em razão da corajosa resistência da magistratura e do MP de todo o país. Mudou a estratégia. Preferiu exigir a queda da cúpula da Abin (Agência Brasileira de Inteligência).

A natureza política dessa súmula que revela a delicadeza do momento político do STF faz surgir a indagação: como e quando surgem no processo de privatização das teles Daniel Dantas e o ministro Gilmar Mendes, à época advogado-geral da União no governo Fernando Henrique? Vale uma reflexão à parte.

Comentário

Falta, agora, os jornais romperem com esse corporativismo que está desgastando a todos e cobrar da Veja a apresentação das provas sobre o suposto grampo em Gilmar Mendes.

Se houver uma pesquisa nas redações, garanto que a maioria absoluta dos jornalistas dirá que sua convicção é que o tal grampo foi armado pela revista.

Até quando a mídia vai varrer esse elefante para baixo do tapete, pagando em conjunto pelas manipulações de uma revista?

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El impotente poder de la socialdemocracia europea

Postado em 2 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Michel Rocard

Texto em inglês

A primera vista, la democracia social europea parece estar en crisis. El desplome de Gordon Brown en el Reino Unido, la brutal conmoción de la recesión económica de España, las dificultades para renovar la dirección socialista en Francia, el desplome de la coalición de centro izquierda en Italia y las graves luchas intestinas dentro del PSD alemán son, todos ellos, ejemplos de la aparente incapacidad de la socialdemocracia para aprovechar la oportunidad, que la actual crisis financiera debería brindar, de ejercer una mayor influencia.

Pero la simultánea aparición y el carácter palmario de esos problemas son menos importantes de lo que parecen. Los errores o torpezas en el gobierno no son exclusivos de la izquierda: Bélgica está paralizada por la amenaza de ruptura, Austria sigue intentando consolidar una improbable coalición conservadora, Polonia está esforzándose por lograr un equilibrio estable para sus numerosos impulsos reaccionarios y el Presidente de Francia está alcanzando niveles de impopularidad sin precedentes.

Dos factores ayudan a explicar las incertidumbres europeas actuales: en primer lugar, la crisis económica y financiera internacional, que estamos superando bastante lentamente; en segundo lugar, la forma como los medios de comunicación están presentándola. A la combinación de los dos es, a mi juicio, a la que se debe la sensación de impotencia que está afectando ahora a toda Europa y puede parecer que caracteriza a la socialdemocracia en particular.

Al informar sobre la crisis, los medios de comunicación han insistido demasiado en la situación financiera y no han prestado la atención suficiente a la marcada desaceleración del crecimiento económico, pero es la recesión económica la que vuelve a todos los países desarrollados menos resistentes a las conmociones financieras resultantes del problema de las hipotecas de riesgo elevado y de los planes de préstamos mixtos a los que se recurre después para diluir los riesgos que entraña la deuda de aquéllas. De hecho, la combinación de incertidumbres bancarias, crecimiento más lento, mayor riesgo de desempleo y trabajo precario es la causante de la debilidad política que ahora vemos en el Reino Unido, España, Italia y otros países.

En eso estriba un problema ideológico real. En la segunda mitad del siglo XX se produjo la victoria de la economía de mercado sobre la economía colectivista. La izquierda, que antes había recurrido a Marx, quedó desorientada. Incluso la socialdemocracia, que era una excelente reguladora del capitalismo, en particular en Escandinavia, se quedó muda en la controversia entre keynesianos y monetaristas y éstos vencieron en todo el mundo desarrollado.  El principio aceptado actualmente es el de que los mercados se equilibran óptimamente, sea cual fuere su estado, lo que quiere decir que ninguna intervención o regulación gubernamental sería eficiente ni deseable. Leia o resto do artigo »

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De Karl Popper a Karl Rove: ida y regreso

Postado em 2 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

George Soros

Texto em inglês

En su novela 1984 , George Orwell describió de manera escalofriante un régimen totalitario en el que todas las comunicaciones son controladas por un Ministerio de la Verdad y los disidentes son perseguidos por la policía política. Estados Unidos sigue siendo una democracia regida por una constitución y el imperio de la ley, con medios de comunicación pluralistas, y sin embargo hay señales perturbadoras de que los métodos de propaganda descritos por Orwell han echado raíz aquí.

De hecho, las técnicas para engañar han mejorado enormemente desde los tiempos de Orwell. Muchas de ellas fueron desarrolladas en relación con la publicidad y el mercadeo de productos y servicios comerciales, y luego se adaptaron a la política. Su característica distintiva es que se pueden comprar con dinero. En tiempos más recientes, la ciencia cognitiva ha ayudado a hacer estas técnicas más eficaces, dando origen a profesionales de la política que se concentran sólo en “lograr resultados”.

Estos profesionales se enorgullecen de sus logros y hasta pueden llegar a disfrutar del respeto de un público estadounidense que admira el éxito sin importar cómo se consiga. Ese hecho tiende una sombra de duda sobre el concepto de Karl Popper de una sociedad abierta basado en el reconocimiento de que, si bien no es posible lograr un conocimiento perfecto, podemos llegar a una mejor comprensión de la sociedad a través del pensamiento crítico.

Popper no vio que, en la política democrática, obtener el apoyo público cobra mayor importancia que la búsqueda de la verdad. En otras áreas, como la ciencia y la industria, el impulso de imponer las visiones propias sobre el mundo encuentra la resistencia de la realidad externa. Pero en política la percepción del electorado acerca de la realidad se puede manipular fácilmente. Como resultado, el discurso político, incluso en las sociedades democráticas, no necesariamente lleva a una mejor comprensión de la realidad. Leia o resto do artigo »

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O poder das mulheres

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

Sejam petistas, comunistas, liberais, radicais ou verdes, elas têm chances reais de chegar ao poder em várias capitais na eleição de outubro. Nunca se viu as mulheres tão em alta quanto nas eleições municipais deste ano. O eleitor acredita que as mulheres são mais transparentes e menos corruptas.  

Publicado em: Revista Isto é

Por: SÉRGIO PARDELLAS

1 – BELO HORIZONTE – BH – JÔ MORAES (PCDOB)
Apesar do apoio de Aécio e Fernando Pimentel a Márcio Lacerda, Jô, 62 anos, lidera com 20% dos votos

2 – SÃO PAULO – SP – MARTA SUPLICY (PT)
A ex-prefeita, 63 anos, lidera as pesquisas com 35% dos votos, mas tem uma taxa de rejeição alta

3 – NATAL – RN – MICARLA DE SOUSA (PV)
A jornalista e deputada estadual, 38 anos, lidera a disputa na capital potiguar, com 48,7%

Nunca se viu as mulheres tão em alta quanto nas eleições municipais deste ano. A cena política brasileira ainda é de domínio majoritariamente masculino, mas as mulheres ocupam espaço cada vez maior. A julgar pelas mais recentes pesquisas de opinião sobre as eleições municipais de outubro, elas estão bem colocadas em sete importantes capitais do País: São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Fortaleza, Natal e Belém. Embora já não representem uma novidade na política, a maioria dos analistas concorda que, no imaginário do eleitor, as mulheres personificam a coragem, a integridade e a transparência, aliadas à capacidade de comando. Características consideradas fundamentais para o bom administrador. Por isso, não surpreende que conquistem, na largada da campanha, a preferência de parte significativa do eleitorado tanto feminino quanto masculino. É o caso de Marta Suplicy (PT), em São Paulo, Jô Moraes (PCdoB), em Belo Horizonte, e Micarla de Sousa (PV), em Natal. As três lideram a corrida eleitoral em suas respectivas capitais. “A população está cansada de políticos tecnocratas que agem com base em levantamentos”, afirma a deputada estadual Micarla, que montou uma coligação de seis partidos (PV, DEM, PR, PTB, PP e PMN) e detém hoje, segundo as pesquisas, 48,7% das intenções de voto. “O povo quer alguém que conheça os problemas, mas que também possua sensibilidade para resolvê-los e isso as mulheres têm de sobra”, diz ela. Leia o resto do artigo »

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Pedro Simon: ‘O Brasil está se decompondo’

Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

CORREIO DA CIDADANIA  (30-Nov-2007)

Escrito por Valéria Nader (Colaborou Mateus Alves)

O desenrolar dos acontecimentos da arena política nesse ano foi a mais nítida expressão de como decorrem as negociações para a construção da nação. Seria mesmo construção? A absolvição de um presidente do Congresso cujos indícios de desvio de comportamento eram mais do que cristalinos, a desfaçatez com que este continuou a circular por uma das mais importantes Casas do país, o recentíssimo toma lá, dá cá patrocinado pelo governo para aprovar a outrora tão abominada CPMF são alguns dos espetáculos que nos são propiciados pelos Poderes da nação. Obviamente, e infelizmente, concorrem para a sua desconstrução.

O Correio da Cidadania foi a Brasília para conversar sobre alguns grandes temas atuais com uma das figuras públicas que matem seu destaque no cenário nacional por sua conduta continuamente atuante, propositiva, corajosa e ética. Se esses são atributos que deveriam ser obrigatórios no currículo de qualquer político ou ocupante de cargo público, são, atualmente, sem dúvida alguma, uma raridade. Leia o resto do artigo »

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Referendum venezuelano: “não” ao projeto chavista

Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

http://raulbaduel.blogspot.com/, 05/11/2007.

Raúl Baduel

GRAL. (R) do EXÉRCITO E EX-MINISTRO DE DEFESA DA VENEZUELA

Como bien ustedes recordaran, mi trayectoria pública ha estado siempre caracterizada por un profundo respeto y apego a las leyes y una defensa a ultranza de la Constitución. En los sucesos de abril de 2002 como militar activo al mando de tropas, me correspondió el privilegio de acompañar al pueblo de Maracay, al pueblo del Estado Aragua y al pueblo venezolano en la restitución del hilo constitucional, tras el tristemente recordado golpe de Estado del 11 de Abril. Por lo tanto, para nadie es un secreto que me identifico plenamente con el proyecto de país plasmado en la Constitución de 1.999, de contenido profundamente democrático que privilegia los principios de igualdad, solidaridad, participación y justicia para el pueblo venezolano, proyecto que fue el motivo de que el pueblo votara en las elecciones del 98 por un cambio a través de este modelo.

Es por estas razones que, luego de haberme tomado un tiempo para reflexionar y meditar sobre el rumbo que lleva nuestra patria y teniendo en cuenta que la nación está siendo conducida en los actuales momentos a un proceso de reforma constitucional, cuyas consecuencias hay que valorar, me siento en la obligación y el deber moral como ciudadano responsable, de establecer algunas consideraciones al respecto y alertar a todos los venezolanos ante este engaño cuyas consecuencias son inciertas. Leia o resto do artigo »

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“Lula é moderno, Chávez é primitivo” – Teodoro Petkoff.

Postado em 13 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Revista Época, Edição 492 – Out/07

Este é o duelo entre as duas esquerdas existentes na América Latina, diz o ex-guerrilheiro venezuelano.

É difícil tentar desqualificar a crítica de Teodoro Petkoff ao governo Hugo Chávez, na Venezuela, como se ela partisse de um direitista furibundo. Desde a juventude, Petkoff é um ativista da causa da esquerda latino-americana. Depois de romper nos anos 70 com o Partido Comunista, virou também um militante das causas democráticas. Em 2002, foi uma das primeiras vozes na Venezuela a denunciar o golpe que tentou derrubar Chávez. Na semana passada, antes de viajar para o Brasil, para participar em Caxambu, Minas Gerais, do congresso da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs), Petkoff deu esta entrevista a ÉPOCA.

QUEM É: Teodoro Petkoff, economista e político venezuelano de 75 anos, filho de imigrantes búlgaros.

O QUE FEZ: Foi dirigente do Partido Comunista da Venezuela. Na década de 60, participou de movimentos guerrilheiros. Na de 90, foi ministro do governo Rafael Caldera.

O QUE FAZ: Um dos principais nomes da oposição a Chávez, dirige hoje o jornal Tal Cual, fundado por ele. Leia o resto do artigo »

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