Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2010
Por Yoshiaki Nakano
Com a recuperação da economia brasileira, as importações estão voltando a crescer rapidamente e as previsões são de um déficit em transações correntes de mais de US$ 50 bilhões neste ano. Mantida a tendência, o déficit poderá atingir US$ 80 bilhões em 2011, com déficit na balança comercial depois de muitos anos de superávit.
Além da recuperação econômica, esse quadro deve-se à sobreapreciação do real. O aumento do compulsório dos bancos comerciais e a sinalização clara, pelo Banco Central, de que a taxa de juros sofrerá elevação, deve agravar o quadro de sobre apreciação, pois a elevação da taxa de juros neutralizará os efeitos sobre os custos de IOF dos especuladores com o real. Volto a recolocar neste artigo algumas questões de fato muito simples para desmistificar a ideia de que a taxa de câmbio flutuante responderia antecipadamente a esse déficit, fazendo o ajuste necessário. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2010
Luiz Carlos Bresser-Pereira é um economista de muitas ideias na cabeça, todas contrárias à ortodoxia. Uma pode facilmente ser classificada como uma autêntica obsessão, conforme reconhece o professor da FGV-SP e ex-ministro da Fazenda (governo Sarney) e da Reforma Administrativa (FHC). “Há dez anos venho falando do equívoco que é o país crescer com poupança externa”, diz Bresser-Pereira, no confortável escritório onde recebe CartaCapital, em sua casa no bairro do Morumbi, em São Paulo. Cultivada em seminários mundo afora, sua ideia fixa ganhou corpo a ponto de virar um livro (Globalização e Competição, de 2009), com direito a versões em inglês, francês e, ainda no prelo, espanhol.
“Somente na introdução da edição espanhola cheguei ao nome da teoria que está por trás, que inventei depois do livro pronto, a Macroeconomia Estruturalista do Desenvolvimento.” Na entrevista a seguir, Bresser navega por essas e outras águas. Sempre sem perder a chance de alfinetar os seus colegas de ofício, em especial os “phdezinhos” de corte ortodoxo. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 4 dEurope/London março dEurope/London 2010
Por José Dirceu
Superado o período agudo da maior crise econômica internacional desde 1929, o mundo entra em uma fase de constatação da real dimensão e efeitos do estouro da bolha imobiliária americana, com adequação e ajustes à nova realidade. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 2 dEurope/London março dEurope/London 2010
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Uma alternativa é financiar o aumento dos gastos do Estado nos países ricos com impostos adicionais e progressivos Nos países ricos -nos EUA, na União Européia, no Japão-, a recuperação depois da crise financeira global de 2008 é lenta e insuficiente. O desemprego continua crescendo e já está em torno de 10% da população economicamente ativa. Apenas as Bolsas se recuperaram; mas isso não decorreu da melhoria da economia real, e sim do fato que os bancos centrais baixaram os juros e inundaram seus países de liquidez.
Dessa forma, essa recuperação é antes causa de preocupação do que de alegria, porque indica novas bolhas especulativas. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, sugeriu que países desenvolvidos limitaram suas opções para lidar com a crise econômica global ao se preocuparem muito em manter metas inflacionárias baixas. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Luís Nassif
O artigo abaixo é um bom modelo de como brandir slogans e argumentos simplórios na questão econômica. E mostra como, gradativamente, o Valor vai perdendo a diversidade e a sofisticação de articulistas que o consagraram nos últimos anos. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 26 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Fonte: Folha de S.Paulo, 26.01.2010
A manchete do caderno Dinheiro desta Folha no último dia 18 é significativa: “Deficit externo é herança maldita”. O Brasil está de volta ao deficit em conta-corrente, que neste ano deverá ser de cerca de US$ 50 bilhões, e volta, portanto, a aumentar uma dívida externa que já causou tantos problemas. Desta maneira, assinala o jornal, o governo Lula deixa para seu sucessor uma “herança maldita” semelhante à deixada por FHC.
Será mesmo “maldita” essa herança? Na matéria, um competente economista, Reinaldo Gonçalves, não tem dúvida quanto a isso. Já dois economistas convencionais supõem que, endividando-se, o Brasil aumenta sua capacidade de investimento. Ledo engano de uma ortodoxia local que aceita os conselhos dos nossos concorrentes ricos para tentarmos crescer através de deficits em conta-corrente. Em vez de aumentar o investimento, o que a poupança externa faz quase sempre é apreciar a moeda local, aumentar o consumo e substituir a poupança interna pela externa. Na política econômica, tanto o novo desenvolvimentismo como a ortodoxia convencional são contra o populismo econômico -gastar mais do que se arrecada- e são contra os deficits públicos crônicos, ou seja, criticam o populismo fiscal. Qual a diferença? Está no populismo cambial, que o novo desenvolvimentismo rejeita e os ortodoxos alegremente esposam ao defenderem deficits em conta-corrente, ou seja, tentar crescer com poupança externa. “Porque assim financiamos o investimento”, diz o populista cambial ortodoxo. Na verdade, quando o país incorre em deficit em conta geralmente sua taxa de investimento não aumenta ou pouco aumenta, porque a inevitável apreciação do câmbio provoca o aumento artificial dos salários e do consumo e a substituição da poupança interna pela externa. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Paulo Nogueira Batista Jr.
Fonte: FSP (24.12.2009)
Em entrevista recente à Folha, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, confirmou que está em estudo “a modernização da legislação cambial”. Bem, leitor, o economista que ora vos escreve -e lamento reconhecê-lo- é macaco velho. Sabe, por exemplo, que “modernização” -palavra tão simpática, repleta de conotações tão positivas- já serviu para encobrir muita barbeiragem no nosso país. Desde os tempos de Fernando Collor e FHC, toda vez que escuto essa palavra um reflexo pavloviano me faz tremer da cabeça aos sapatos.
Espero que desta vez seja diferente. O presidente do Banco Central estava um pouco reticente nas respostas -o que pode ser bom sinal, isto é, sinal de dúvidas e hesitações-, mas admitiu que os estudos “envolvem aplicação de recursos de brasileiros no exterior” e possivelmente a abertura de contas em moeda estrangeira no Brasil. Leia o resto do artigo »
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