Os efeitos da crise…
Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2009
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Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2009
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Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2009
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Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Por José Luis Oreiro
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Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Por Luís Nassif
Há uma guerra declarada do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes contra Ministério Público, Polícia Federal e juízes de primeira. Não se tente personalizar o conflito. Ele tem implicações muito mais profundas, é reflexo de um dos fenômenos mais importantes dos últimos tempos: a mudança total de paradigmas no sistema de informações do país, obrigando a uma mudança completa em hábitos políticos e empresariais consolidados.
É esse processo de transformações que está trazendo de volta o fenômeno do tenentismo. Não mais oficiais do Exército tentando derrubar o poder, mas policiais, procuradores, juízes, jornalistas independentes tentando impor o primado da lei, enquanto tribunais superiores – e o presidente do Supremo – tentam conter a onda moralizante.
Não tem volta. Apesar das invectivas de Gilmar Mendes, não tem como tapar a peneira. É o mesmo que pretender parar o tempo e o avanço da civilização.
No meu livro “Os Cabeças de Planilha”, procuro traçar paralelo entre as primeiras décadas do século e as últimas. Primeiro, a República, coincidindo com um período de esbórnia financeira global. Os chamados financistas controlam a política econômica, garantem a política de governadores – com práticas cada vez mais corruptas – ao mesmo tempo em que emerge uma nova sociedade urbana e eclodem revoltas a partir das bases do Exército – os tenentes. Essas mudanças são aceleradas pelas novas mídias – na época, o rádio, que permite a explosão da informação e da cultura urbana brasileira.
Agora se tem a volta do pêndulo repetindo o ciclo. Primeiro a esbórnia dos primeiros anos de redemocratização. Depois, a financeirização absurda, que permitiu que sistemas de crime organizado participassem dos esquemas de poder.
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Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Na perspectiva do economista Reinaldo Gonçalves, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o capitalismo sobreviverá ainda mais injusto, irracional, instável e mais regulado. Nessa batalha, a esquerda continuará lutando por liberdade, dignidade e felicidade, assegura
Na entrevista que segue, concedida por e-mail à IHU On-Line, o economista aponta o “salvacionismo apresentado pela fórmula ‘keynesianismo + regulacionismo’” como superado e insuficiente para acalmar os ânimos do mercado e reestruturar a economia. Na ótica da esquerda, alerta, “a saída está na ‘purificação’ do grande capital com recursos públicos financiados pela taxação dos ganhos do capital financeiro nos últimos anos, bem como a redistribuição de riquezas e na apropriação dos meios de produção estratégicos pelo Estado”. A alternativa, dispara, é “a reestruturação do aparelho produtivo e a reconfiguração do poder econômico a favor da classe trabalhadora”. Nessa busca pela “purificação”, Gonçalves lembra que “recursos públicos não podem ser usados para salvar o grande capital sem condicionalidades que favoreçam o trabalhador”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2009
O problema do custo dos financiamentos
As taxas de juros e o spread bancário no Brasil retomaram uma escalada de ascensão muito forte. Spread é a diferença entre a taxa dos financiamentos para o tomador e a taxa com que os bancos captam recursos. Para as pessoas físicas, o custo médio em fevereiro último chegou a 52,7% ao ano, contra 43,9% ao ano em dezembro de 2007; já o spread evoluiu de 31,9 pontos percentuais para 41,5 p.p. no mesmo período. No crédito para as empresas, a taxa de juros foi de 30,8% a.a. em média em fevereiro de 2009, contra 22,9% a.a. em dezembro de 2007; o spread nesse caso aumentou de 11,9 p.p. para 18,9 p.p..
Para as empresas os aumentos de juros no período recente estão tornando gradativamente incompatíveis o custo do dinheiro e o retorno da atividade produtiva, especialmente em um momento como o atual, de retração da economia em função da crise internacional. Isso leva ao retraimento de novos investimentos e das atividades, o que deprime o crescimento econômico. Para as famílias, juntamente com o encurtamento dos prazos de pagamento, as taxas de juros maiores concorrem para majorar os valores das prestações dos financiamentos e deprimir as compras a prazo, com o mesmo efeito sobre o crescimento.
Remover ou ao menos reverter em uma medida significativa esses retrocessos recentes no custo dos financiamentos para empresas e famílias, é fundamental para que a economia possa responder positivamente aos desafios determinados pela atual conjuntura. Um conjunto articulado de medidas, ao invés de ações que isoladamente não têm efeito relevante, é a diretriz requerida de uma política de crédito no país. Exemplo de ação isolada foi a redução de recolhimentos compulsórios que alcançou um total de R$ 100 bilhões. Como não houve indução ou estímulo para que os recursos adicionais se traduzissem em maior oferta de crédito e redução de juros, nada “passou” para o plano do financiamento. As linhas de ações envolveriam:
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Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2009
(…) it has become increasingly clear over the past few days that top officials in the Obama administration are still in the grip of the market mystique. They still believe in the magic of the financial marketplace and in the prowess of the wizards who perform that magic.
The market mystique didn’t always rule financial policy. America emerged from the Great Depression with a tightly regulated banking system, which made finance a staid, even boring business. Banks attracted depositors by providing convenient branch locations and maybe a free toaster or two; they used the money thus attracted to make loans, and that was that.
Underlying the glamorous new world of finance was the process of securitization. Loans no longer stayed with the lender. Instead, they were sold on to others, who sliced, diced and puréed individual debts to synthesize new assets. Subprime mortgages, credit card debts, car loans – all went into the financial system’s juicer. Out the other end, supposedly, came sweet-tasting AAA investments. And financial wizards were lavishly rewarded for overseeing the process.
But the wizards were frauds, whether they knew it or not, and their magic turned out to be no more than a collection of cheap stage tricks. Above all, the key promise of securitization – that it would make the financial system more robust by spreading risk more widely – turned out to be a lie. Banks used securitization to increase their risk, not reduce it, and in the process they made the economy more, not less, vulnerable to financial disruption.
Much discussion of the toxic-asset plan has focused on the details and the arithmetic, and rightly so. Beyond that, however, what’s striking is the vision expressed both in the content of the financial plan and in statements by administration officials. In essence, the administration seems to believe that once investors calm down, securitization – and the business of finance – can resume where it left off a year or two ago.
As you can guess, I don’t share that vision. I don’t think this is just a financial panic; I believe that it represents the failure of a whole model of banking, of an overgrown financial sector that did more harm than good. I don’t think the Obama administration can bring securitization back to life, and I don’t believe it should try.
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Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2009
A critical aspect of animal spirits is trust, an emotional state that dismisses doubts about others. In talking about animal spirits, Keynes sought to convey the message that swings in confidence are not always logical. The business cycle is in good part driven by animal spirits. There are good times when people have substantial trust and associated feelings that contribute to an environment of confidence. They make decisions spontaneously. They believe instinctively that they will be successful, and they suspend their suspicions. As long as large groups of people remain trusting, peoples somewhat rash, impulsive decision-making is not discovered. Unfortunately, we have just passed through a period in which confidence was blind. It was not based on rational evidence.
The more complex the transaction the more trust is needed to sustain the transaction. So what must we do to revive our animal spirits and economic growth? The Treasury and the Federal Reserve not only need a fiscal target, they also need a credit target. The banks, whose managers are suffering from the same flagging animal spirits as the rest of the economy, will not expand their credit much just because they are more solvent.
Robert Shiller is professor of economics at Yale University. His new book, with George Akerlof, “Animal Spirits: How Human Psychology Drives the Economy and Why It Matters for Global Capitalism”, is published by Princeton.
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