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Blog do Desemprego Zero

Sim, uma outra política cambial é possível

Postado em 9 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Fonte: Valor

José Luis Oreiro e Luiz F. de Paula

A implantação de uma nova política cambial requer a combinação de desenvolvimentismo com fiscalismo

Alguns economistas ortodoxos ficaram desconfortáveis com as declarações de representantes do setor produtivo sobre o caráter desastroso da política cambial brasileira. Para os ortodoxos brasileiros essa afirmação seria desprovida de fundamentação científica, estando mais ancorada nas paixões do que na razão. Além disso, afirmam eles que a adoção de uma política de administração da taxa de câmbio teria o efeito de solapar o regime de metas de inflação brasileiro, pondo em risco a estabilidade de preços duramente obtida nos últimos 15 anos.

Em artigos anteriores, publicados no Valor e em outros veículos, já tivemos a oportunidade de argumentar que a tendência à apreciação da taxa real de câmbio ocorrida desde 2005 tem produzido efeitos fortemente negativos sobre a economia brasileira. Com efeito, a participação dos manufaturados na pauta de exportações brasileira tem se reduzido, assim como a participação da produção doméstica no consumo aparente de produtos manufaturados. Trata-se de sinais inequívocos de desindustrialização da economia brasileira, com efeitos negativos sobre as perspectivas de crescimento de longo prazo, dado que a fonte de retornos crescentes de escala se encontra nas atividades manufatureiras, não nas atividades primárias exportadoras. Leia o resto do artigo »

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Inflação menor isola Meirelles em conselho econômico

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Publicado em: Folha Online

Por: Valdo Cruz

     Fernando Rodrigues

Críticos do BC dizem em reunião que não há excesso de demanda na economia

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ficou praticamente isolado ontem durante reunião do conselho econômico informal do presidente Lula, quando alguns dos presentes fizeram o diagnóstico de que não há excesso de demanda nem forte pressão salarial na economia brasileira.

Esses dois fatores têm sido utilizados pelo Banco Central para justificar o movimento de alta dos juros iniciado desde que a inflação apresentou sinal de elevação, no início do ano. Em sua última reunião, o BC subiu os juros em 0,75 ponto percentual, para 13%.

O economista Delfim Netto, ex-deputado do PMDB-SP, foi quem mais tratou do tema durante a reunião do conselho no Planalto. Crítico dos juros altos, Delfim fez uma avaliação de que a inflação brasileira estava sendo puxada pelo alta do preço internacional das commodities, e não por excesso de demanda interna.

Tanto que, segundo ele, a inflação deu sinais de recuo tão logo os preços internacionais começaram a cair. O ex-deputado destacou também não enxergar uma pressão sobre os preços a partir dos aumentos salariais, já que eles estariam subindo abaixo do crescimento da produtividade registrada na economia brasileira. Leia o resto do artigo »

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