Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
A utilização da Lei de Inovação Tecnológica, juntamente com a Lei do Bem, teve em 2008 o maior avanço desde que foi lançada, há cinco anos,
De 2007 para 2008, a Lei do Bem – que visa estimular setores como TIC, biotecnologia, nanotecnologia, energia, saúde e desenvolvimento social – teve um incremento de 75% no seu proveito, segundo o mais recente Relatório Anual da Utilização dos Incentivos Fiscais, publicado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) no final do ano passado. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Luís Nassif
O artigo abaixo é um bom modelo de como brandir slogans e argumentos simplórios na questão econômica. E mostra como, gradativamente, o Valor vai perdendo a diversidade e a sofisticação de articulistas que o consagraram nos últimos anos. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
O Tribunal de Contas da União (TCU) verificou que existem problemas sérios na política de desenvolvimento regional desenvolvida pelo governo federal, como o fato de cidades com renda mais alta receberam mais dinheiro do que municípios carentes e emendas parlamentares desviarem fundos de desenvolvimento regional de seus objetivos iniciais. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
“Exportamos cinco toneladas de soja ou quatro de minério de ferro pelo preço de um laptop, cuja produção gerou muito mais empregos e renda”
Roberto Nicolsky é físico e diretor-geral da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec). Artigo publicado no “Correio Braziliense”: Clique aqui para ler mais.
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Postado em 26 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Fonte: Folha de S.Paulo, 26.01.2010
A manchete do caderno Dinheiro desta Folha no último dia 18 é significativa: “Deficit externo é herança maldita”. O Brasil está de volta ao deficit em conta-corrente, que neste ano deverá ser de cerca de US$ 50 bilhões, e volta, portanto, a aumentar uma dívida externa que já causou tantos problemas. Desta maneira, assinala o jornal, o governo Lula deixa para seu sucessor uma “herança maldita” semelhante à deixada por FHC.
Será mesmo “maldita” essa herança? Na matéria, um competente economista, Reinaldo Gonçalves, não tem dúvida quanto a isso. Já dois economistas convencionais supõem que, endividando-se, o Brasil aumenta sua capacidade de investimento. Ledo engano de uma ortodoxia local que aceita os conselhos dos nossos concorrentes ricos para tentarmos crescer através de deficits em conta-corrente. Em vez de aumentar o investimento, o que a poupança externa faz quase sempre é apreciar a moeda local, aumentar o consumo e substituir a poupança interna pela externa. Na política econômica, tanto o novo desenvolvimentismo como a ortodoxia convencional são contra o populismo econômico -gastar mais do que se arrecada- e são contra os deficits públicos crônicos, ou seja, criticam o populismo fiscal. Qual a diferença? Está no populismo cambial, que o novo desenvolvimentismo rejeita e os ortodoxos alegremente esposam ao defenderem deficits em conta-corrente, ou seja, tentar crescer com poupança externa. “Porque assim financiamos o investimento”, diz o populista cambial ortodoxo. Na verdade, quando o país incorre em deficit em conta geralmente sua taxa de investimento não aumenta ou pouco aumenta, porque a inevitável apreciação do câmbio provoca o aumento artificial dos salários e do consumo e a substituição da poupança interna pela externa. Leia o resto do artigo »
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Postado em 26 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Autor(es): MARCELO VIANA
Correio Braziliense – 25/01/2010
Secretário de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e Especialista em políticas públicas e gestão governamental
O aumento da população, o dinamismo econômico, a ascensão da nova classe média e os avanços tecnológicos traduzem-se em demandas por mais e melhores serviços públicos de crescente complexidade, associados, paradoxalmente, a processos novos de trabalho mais simples e mais rápidos. O desafio que se coloca é a construção de um Estado “inteligente”, que seja instrumento da ação coletiva dessa sociedade em transformação na consecução de estratégia nacional de desenvolvimento.
Esse novo papel estratégico do Estado é incompatível com a passividade neoliberal, o que ficou claro nas repercussões da crise que atingiu o mundo a partir de 2008. Por seu lado, com o avanço da democracia, não se cogita o retorno ao modelo tecnocrático do passado. Espaços hierarquizados estão lenta e gradativamente sendo substituídos por organizações estruturadas de forma mais horizontal, com crescente participação cidadã na formulação, na implementação, na avaliação e no controle de políticas públicas. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
A pedido do ministro, Congresso aumenta de R$ 30 milhões para R$ 59 milhões previsão orçamentária do setor. Valor representa 11% de todo o orçamento do tribunal em 2010. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Bruno Daniel e Marilena Nakano
Há oito anos, no dia 20 de janeiro, Celso Daniel foi encontrado morto, assassinado com diversos tiros depois de ter sido sequestrado e torturado. Decorrido tanto tempo, até hoje não foram julgados nem os executores e nem mandantes deste crime. Também não foram devidamente esclarecidas outras inúmeras mortes relacionadas a ele. Clique aqui para ler mais.
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