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Blog do Desemprego Zero

O Brasil, entre o passado e o futuro

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Em uma co-edição da Boitempo e da Editora da Fundação Perseu Abramo, o livro “Brasil, entre o passado e o futuro” busca contribuir com o debate sobre o que virá após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para tanto, contou com a colaboração de alguns intelectuais – integrantes do governo ou não – que nunca deixaram de pensar e sistematizar ideias sobre o processo em curso no país: Marco Aurélio Garcia, Emir Sader, Marcio Pochmann, Guilherme Dias, Luiz Dulci, Nelson Barbosa, José Antonio Pereira de Souza e Jorge Mattoso. Além dos artigos, completa o volume uma entrevista com a ministra Dilma Rousseff, feita por Garcia, Sader e Mattoso. Clique aqui para ler mais.

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André Singer: O lulismo pode durar 30 anos

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

DEU NA REVISTA ÉPOCA

Para o ex-porta-voz de Lula, a conquista dos eleitores pobres levará o PT à hegemonia política

Autor de um artigo que causou grande repercussão nos meios acadêmicos e políticos, o cientista político e ex-porta-voz da Presidência André Singer diz que as eleições presidenciais de 2010 serão o grande teste de força do lulismo. Para Singer, o lulismo alia um projeto de redistribuição de renda à manutenção da ordem social, o que atraiu eleitores conservadores e de baixa renda historicamente avessos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Singer acompanhou Lula ao longo do primeiro mandato e estudou o comportamento eleitoral brasileiro nas cinco últimas eleições para presidente. Segundo ele, o lulismo reorganizou o eleitorado brasileiro e poderá virar uma força política hegemônica por décadas.

ÉPOCA – Como o senhor define o lulismo?

André Singer – O lulismo é a execução de um projeto político de redistribuição de renda focado no setor mais pobre da população, mas sem ameaça de ruptura da ordem, sem confrontação política, sem radicalização, sem os componentes clássicos das propostas de mudanças mais à esquerda. Foi o que o governo Lula fez. A manutenção de uma conduta de política macroeconômica mais conservadora, com juros elevados, austeridade fiscal e câmbio flutuante, foi o preço a pagar pela manutenção da ordem. Diante desse projeto, a camada de baixa renda, cerca de metade do eleitorado, começou a se realinhar em direção ao presidente.

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Pecado capital

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Por Mino Carta

É do conhecimento até do mundo mineral que Fernando Henrique é vaidoso. Mesmo os amigos mais chegados lhe apontam o pecado desde os tempos em que iam às calçadas paulistanas na noite da corrida de São Silvestre para torcer pelo tcheco Emil Zatopek, a “locomotiva humana”, por enxergar nele o perfeito representante do império soviético.

Pecado capital, a vaidade, segundo os católicos. Se esse aspecto da personalidade do ex-presidente não passa despercebido aos olhos do Pão de Açúcar e da Pedra do Baú, imaginem o que se dá com Lula, um expert em FHC. As mais recentes reações do príncipe dos sociólogos às comparações promovidas na área petista entre seu governo e o de Lula servem somente para demonstrar que FHC é pecador contumaz, de sorte a alegrar seus adversários e, assim me parece, inquietar José Serra. Clique aqui para ler mais

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O que une FHC, Artur Virgílio e Álvaro Dias? Arruda?

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

A resposta está nessa nota, publicada na coluna “Panorama Político”, de Ilimar Franco, em “O Globo”:

Esqueçam o que escrevi?

Em baixa depois do mensalão, o governador José Arruda (DF) já foi muito festejado.

Em 2008, foi editado o livro “Brasília: Preservação e Legalidade. Desafios do Governo.

A orelha da publicação é recheada de elogios.

1. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: “Pela boa administração que exerce no DF, José Roberto Arruda é hoje uma das principais lideranças do cenário político nacional”.

2. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM): “Arruda serve para ser candidato a presidente da República pelo Democratas”.

3. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR): “Arruda não fez barganha. Não instalou um balcão de negócios para oferecer a este ou àquele partido.

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O caso Arruda expõe as mazelas de Gilmar

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Por Luís Nassif

Dia desses, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, se arvorou no grande defensor dos direitos humanos, pelas decisões que tomou no caso Daniel Dantas – a mais controversa das quais foi o habeas corpus contra sua prisão. Disse que, graças a ele encerrou-se a fase de espetáculos da Polícia Federal.

Praticou um exercício de auto-engano.

Gilmar pegou uma bandeira necessária – a do respeito aos direitos individuais ATÉ dos criminosos – e desmoralizou-a. Colocou o direito dos criminosos acima, até, de princípios básicos de investigação. Clique aqui para ler mais.

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Projeto anticorrupção é insuficiente, diz juiz

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Para De Sanctis, medidas sugeridas pela ONU, como o estabelecimento de crime de enriquecimento ilícito, são mais eficazes. Segundo magistrado, o país se ressente de mecanismos para investigar corrupção, e as pessoas são acovardadas pela ineficácia do sistema.

O juiz federal Fausto Martin de Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de SP, diz que o projeto de lei do governo para combater a corrupção é válido, mas “totalmente insuficiente” quando comparado a mecanismos propostos pela ONU (Organização das Nações Unidas) em convenções internacionais.

Juiz de casos rumorosos como os do banqueiro Daniel Dantas e da Camargo Corrêa, ele diz que duas das medidas preconizadas pela ONU seriam mais eficazes: a criação do crime de enriquecimento ilícito e a possibilidade de se processar criminalmente uma empresa. Clique aqui para ler mais.

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Subir os juros?

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Por José Dirceu – dvogado e ex-ministro da Casa Civil

A divulgação da ata da reunião da semana passada do Copom e do relatório Focus do Banco Central fizeram crescer no mercado a avaliação de que haverá em breve aumento da Selic de 8,75% em março ou abril.

Tal raciocínio rentista é velho. A partir das projeções de inflação de 4,78% para 2010, distante somente 0,28 ponto do centro da meta de 4,5%, alardeiam a necessidade de conter as pressões inflacionárias usando o remédio dos juros altos. Clique aqui para ler mais.

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Serra e Dilma dividem preferências no mercado financeiro

Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Por Luiz Sérgio Guimarães

O mercado financeiro prefere Serra ou Dilma? A austeridade fiscal defendida e posta em prática pelo governador de São Paulo, José Serra, sempre conquistou a simpatia de instituições e investidores. Mas a facilidade com que o mercado ampliou seus lucros ao longo dos dois mandatos de Lula introduz um elemento novo capaz de balançar as convicções. E os analistas não descartam uma opção mercadista pela candidatura da ministra Dilma Rousseff. Clique aqui para ler mais.

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