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Blog do Desemprego Zero

A volta da política dos governadores, o fim do dilema PT x PSDB e o resurgimento do Desenvolvimentismo

Postado em 1 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos * e Rodrigo L. Medeiros **


José Murilo de Carvalho descreve em um belo livro, ‘A formação das almas: o imagiário da república no Brasil’ (Companhia das Letras, 1990), ser uma tarefa complexa a substituição de um regime. Entre as suas diversas e preciosas observações sobre a formação republicana brasileira, merece destaque a seguinte: “O instrumento clássico de legitimação de regimes políticos no mundo moderno é, naturalmente, a ideologia, a justificação racional da organização do poder” (p.9).

Desde 1873, havia em São Paulo o partido republicano mais organizado do país. A respectiva província encontrava-se asfixiada politicamente pela centralização monárquica e experimentava um surto de expansão cafeeira. Para os grandes proprietários que compunham o Partido Republicano Paulista (PRP), uma república ideal deveria basear-se no federalismo norte-americano. A esses era conveniente uma constituição individualista do pacto social, pois a mesma evitaria a ampliação da participação popular. Não se pode olvidar que a postura liberal do PRP baseava-se no darwinismo social, inspirado em Spencer, a grande influência do principal teórico paulista da República, Alberto Sales. No Brasil, o liberalismo adquiria progressivamente um caráter de acomodação e naturalização das desigualdades.

O que a Nova República teria a ver com isso? Tratar-se-ia do passado que se repete como tragédia e farsa? Luis Nassif, por exemplo, disse o que muitos cientistas políticos estão demorando para perceber: o presidencialismo brasileiro torna os governos reféns da “governabilidade” e que a realidade está esfacelando tudo o que se imagina ser partido político no Brasil. Leiam aqui

Onde então estariam efetivamente os partidos de base popular e das demais classes sociais? A professora Maria da Conceição Tavares, por sua vez, disse que eles não existem nas Américas. De fato, Conceição Tavares tem alguma razão, pois os partidos de classe no Brasil não resistem à realidade nacional. Em São Paulo, por exemplo, essa concepção pôde fazer um pouco mais de sentido, dado que na grande ABC havia um grande operariado. Leia o resto do artigo »

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Prosperidade do país é superficial e frágil, diz Mangabeira

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Cristiano Romero

Fonte: Valor Econômico ( 14/04/2008 )

Trabalhando a toque de caixa num “projeto de desenvolvimento” para o país, o filósofo Roberto Mangabeira Unger diz que a atual prosperidade brasileira, decantada em prosa e verso por seu chefe, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é “aparente”, “superficial” e “frágil”. Ela é muito dependente, diz o ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, do boom dos preços de commodities e da exportação de produtos primários. Se nada for feito, alerta, o Brasil se transformará no resultado da combinação de uma “grande fazenda” com uma “grande maquiladora”.

“Essa prosperidade superficial e frágil não nos deve enganar a respeito da situação em que estamos. Ainda não encontramos o caminho necessário da reconstrução industrial”, sustenta o ministro, que embarcou há oito meses no governo sob o olhar desconfiado do próprio presidente da República, que o nomeou num gesto de deferência ao vice-presidente José Alencar, colega de partido de Mangabeira – o PRB. Graças à sua ligação com o empresário Daniel Dantas, arquiinimigo de petistas próximos de Lula, o professor quase foi desconvidado na véspera da posse. Leia o resto do artigo »

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Convergências entre PT e PSDB?

Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008

Nilton Monteiro diz que acordo entre petistas e tucanos em BH faz parte do esquema corrupto montado em Furnas, em 2002. 

Fonte: Novo Jornal, 14/03/2008.

Nome bastante temido por integrantes do PSDB e do DEM, que tentam desesperadamente desqualificá-lo, o consultor de empresas Nilton Monteiro agora parte para cima do PT.

Monteiro declarou que vai impedir a aliança entre PT e PSDB na sucessão municipal em Belo Horizonte.

“Mando um recado para o prefeito Fernando Pimentel e para o governador de Minas Gerais: em breve vou revelar fatos gravíssimos envolvendo nomes importantes que atualmente articulam esta vergonhosa aliança entre petistas e tucanos. Portanto, abandonem essa idéia. Essa parceria é o trunfo que eu tenho nas mãos. Ela começou no final de 2002, em Furnas. Isto é resultado do esquema sujo que funcionou em Furnas”, afirmou.

O consultor de empresas disse que vai expor parte da gigantesca gama de informações e documentos que acumulou nos últimos anos da prática de atos ilícitos ocorridos a partir do final de 2002, em Furnas, a fim de provar que a inusitada aliança eleitoral na capital está ligada com a corrupção na estatal. Leia o resto do artigo »

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Cidade Maravilhosa

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Por DRAUZIO VARELLA , 19/01/08 (Folha de São Paulo)

Não fosse a violência, doença contagiosa, haveria no mundo lugar com mais atrativos?

O RIO de Janeiro continua um cenário de encantos mil, mas está distante da cidade maravilhosa.

Semana passada gravei um programa de TV em locações que me obrigaram a circular entre casarões coloniais e becos do início do século passado ainda preservados na região central. Nos espaços entre eles, a visão das montanhas.

O sol não deu um minuto de trégua; parecia um crematório. Gravamos até as sete da noite, sem parar sequer para um lanche. Eu tinha acordado às cinco da manhã, em São Paulo. Quando entrei no carro que me levaria de volta para o aeroporto, estava alquebrado, com fome, sede e com a sensação pegajosa de que haviam derramado um galão de cola em meu corpo.

Na frente do cemitério São João Baptista, em Botafogo, o trânsito ficou congestionado. Em contraposição à impaciência do motorista carioca, enfrentei a adversidade com resignação paulistana.

Em dado momento, ouvi um batuque que vinha do fim da rua. Quando nos aproximamos, pude ver que se originava de um botequim abarrotado de mulatos, negros e brancos que pulavam e batiam nos surdos e tamborins com a energia do herói que cumpre a derradeira missão da existência. Mulheres de calça agarrada e ombros de fora cantavam com os braços para cima e requebravam na calçada. Leia o resto do artigo »

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