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Blog do Desemprego Zero

Dantas, Obama e Condoleezza

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2009

Luís Nassif

Protógenes escreveu a carta a Obama. A carta está sendo apresentada como prova de desequilíbrio. O advogado de Daniel Dantas escreveu carta a Condoleezza Rice. A carta foi vista como estratégia para, em caso de uma derrota jurídica, Dantas solicitar asilo político.

O ponto central dessa história é que o caso Satiagraha já transcendeu o território nacional. Tornou-se um episódio símbolo da atuação de organizações criminosas internacionais e da dificuldade de alguns países, como o Brasil, em coibir uma ação criminosa ostensiva.

Alguns comentaristas cobram do Blog posições fechadas a favor ou contra. Não existe isso. O apoio a De Sanctis e a Protógenes não é cheque em branco. É em cima da análise dos fatos, muitos deles trazidos por vocês.

Por não ser cheque em branco, todos os fatos devem ser considerados. E a análise dos fatos demonstra, até agora, uma ampla conspiração de setores influentes visando abafar um escândalo que já transcende as fronteiras do país.

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Carta ao Presidente Obama (Protógenes Queiroz)

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2009

Estimado Presidente Barack Obama

Como é amplamente reconhecido, a sua eleição ao cargo supremo dos EUA reafirma e fortalece a luta pela democracia e pela justiça travada por cidadãos honrados em nações do mundo inteiro. Acreditamos que existe, de fato, “uma luta em andamento que vai além do oceano” dizendo respeito ao bem-estar de toda a coletividade humana. É nesse espírito que estamos enviando essa comunicação à sua atenção.

O Brasil vive momentos de fragilidade, pois evidências de esquemas de corrupção que ameaçam a soberania de nosso país estão presentemente sendo avaliadas nos EUA. Precisamos, portanto, do seu apoio. Sabemos, afinal, que o crime organizado internacional não tem qualquer comprometimento com o valor público das nações do planeta, mas apenas com a sua dizimação, fato que perpetua o flagelo e o sofrimento de centenas de milhões de seres humanos em todos os países.

A luta brasileira contra a corrupção tem se tornado mais intensificada nesses últimos meses conforme a operação Satiagraha da Polícia Federal tem evidenciado ao povo brasileiro o envolvimento dos três poderes da república em esquemas de corrupção. Isso se tornou público a partir da apreensão e condenação do banqueiro-bandido Daniel Dantas, o agente financeiro de inúmeras fraudes e atos criminosos realizados nos últimos 15 anos em conjunto com os mais altos representantes públicos dos poderes executivo, legislativo e judiciário do Brasil.

Como resultado desse quadro lamentável, os poderes da república brasileira têm agido de forma patentemente arbitrária e antidemocrática, visando obstruir os processos da lei e da ordem, dessa forma traindo os interesses 190 milhões de cidadãos brasileiros ao favorecer bandidos já condenados pelas leis do país.

O fato é que os 2 bilhões de dólares já bloqueados com a ajuda de governos estrangeiros – do total de U$ 16 bilhões desviados pelo banqueiro-bandido Daniel Dantas – mostram a veracidade dos crimes e provam que a luta vai, sim, além dos oceanos. Mesmo assim e apesar de ter sido condenado a dez anos de prisão bem como ao pagamento de multa de R$ 12 milhões por tentar subornar um delegado da Policia Federal, o banqueiro-bandido condenado responde a sentença em liberdade após receber dois Hábeas Corpus sucessivos contrariando todo o histórico de julgamentos e súmulas da Suprema Corte brasileira.

Infelizmente, não é apenas o judiciário que está no payroll do banqueiro-bandido Daniel Dantas. O próprio presidente da república, o Lula, acaba de colocar los amigos para assumir controle do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) com um decreto no dia 19 de fevereiro de 2009, visando obstruir processos relativos à soberania da nação – aliás, uma jogada não muito distante do Patriot Act do presidente G.W. Bush que custou aos EUA um atraso que o senhor pode mensurar melhor do que ninguém. No caso em questão, 11 entidades autônomas, incluindo as forças armadas brasileiras, formavam um conselho consultivo que coordenava a Sisbin. Esse conselho foi agora substituído por um comitê de seis indivíduos amigos de Lula, todos com um passado ético extremamente questionável. Leia o resto do artigo »

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A Miséria da Crítica Ortodoxa

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2009

Algumas reflexões preliminares sobre os comentários de Tony Volpon ao artigo “A Crise Econômica Mundial e a Retomada do Desenvolvimento no Brasil”.

Por José Luis Oreiro¹ e Flavio Basílio²

Os comentários de Volpon ao artigo “A Crise Econômica Mundial e a Retomada do Desenvolvimento no Brasil” nos proporcionaram uma oportunidade ímpar de fazer uma crítica sistemática da “ortodoxia” brasileira no que se refere a sua avaliação dos efeitos da crise econômica mundial sobre a economia brasileira, bem como as suas propostas de enfrentamento da mesma. Sob esse aspecto, os comentários de Volpon são extremamente úteis. Em particular, como ficará claro ao longo das próximas páginas, podemos constatar a “miséria da crítica ortodoxa”, ou seja, a sua total incapacidade de apresentar críticas consistentes e honestas ao Keynesianismo no Brasil. Talvez seja um problema específico dos ortodoxos brasileiros ou talvez seja a demonstração cabal da superioridade do paradigma keynesiano. Cabe ao leitor o veredicto final. 

Uma das características mais notáveis do pensamento ortodoxo brasileiro é a sua pretensão de ser o “dono da verdade” dos assuntos econômicos. Todas as posições que diferem/divergem do “saber convencional” são taxadas de “bobagem”, “besteira” e outros adjetivos do mesmo gênero ou até de baixo-calão. O comentário de Tony Volpon, embora mais educado e respeitoso do que a média da “ortodoxia” brasileira, também incorre nesse mesmo vício. Logo na primeira página somos surpreendidos com a frase “Não obstante também nossos colegas keynesianos ainda demonstram algumas posições infelizes, especialmente em relação a política monetária e ao papel do Banco Central”. Em outras palavras, nós, os keynesianos ignorantes, talvez apenas marginalmente mais inteligentes do que os demais, ainda não nos convertemos a verdade auto-evidente sobre o funcionamento da política monetária, a qual será anunciada pelo autor do comentário.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

¹ Professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília, Pesquisador Nível I do CNPq e Membro da Associação Keynesiana Brasileira. E-mail: jlcoreiro@terra.com.br.

2 Economista, Doutorando em Economia pela Universidade de Brasília e Membro da Associação Keynesiana Brasileira. E-mai: flaviobasilio@gmail.com.

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O corregedor fanfarão

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2009

Luís Nassif

Cada vitória sobre Protógenes é uma derrota da CPI e de todo o esquema de apoio a Dantas. Cada avanço sobre De Sanctis, a comprovação de que há, de fato, uma conspiração em curso. No começo, o álibi para defender Dantas era o antilulismo. Esse álibi não existe mais. Ficaram sem álibi e tiveram que expor de maneira escarrada o objetivo final: desqualificar o inquérito para livrar Dantas.

Quem entrou nesse jogo se lambuzou, publicações, revistas e políticos. Prosseguindo, a sujeira vai se espalhar. Vai-se subir na escala hierárquica e liquidar com algumas lideranças nacionais expressivas.

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A ficha do advogado de Gilmar. Quem são os advogados de Dantas (alguns)?

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2009

PH Amorim

Com a notícia de que Sergio Bermudes será o advogado do Supremo Presidente Gilmar Dantas, segundo Ricardo Noblat, na ação que move contra a Carta Capital,  o Conversa Afiada recebeu de um amigo navegante esse link e essa notícia da Teletime sobre uma relação (parcial) dos advogados de Daniel Dantas e as respectivas (modestas …) remunerações.

Veja que Bermudes cobrou de Dantas a módica importância de R$8,8 milhões.

Quanto cobraria de Gilmar Dantas, segundo Noblat?

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Ipea sugere redução gradual da taxa Selic em 2009

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2009

País economizaria R$30 bilhões com corte de 5,75 p.p. até outubro

“É possível enfrentar a crise de uma forma contundente, fazendo algo que o mundo inteiro está fazendo: reduzindo a taxa de juros.” A afirmação foi feita pelo diretor da Diretoria de Estudos Macroeconômicos (Dimac) do Ipea, João Sicsú, ao apresentar ontem, em Brasília, a nota técnica  “A gravidade da crise e a despesa de juro do governo”

Produzida pela Dimac, a nota aponta uma esperada queda de arrecadação em 2009 e sugere que  “a melhor política é cortar as despesas com juros, que remunera o carregamento da dívida pública”. A redução da taxa básica de juros em 2009 traria economia de recursos públicos.

O documento analisa as expectativas empresariais de investimento diante da crise, além de apresentar projeções de economia fiscal em simulações para diferentes cenários de redução da taxa de juros.

“Cortar gastos sociais, correntes, ou de investimento significa reduzir a demanda da economia e as possibilidades de crescimento. Com menor crescimento, haverá menos arrecadação. Portanto, cortar gastos públicos cujos multiplicadores de renda e emprego são relevantes significa ampliar as dificuldades de arrecadação, criar um problema fiscal e aprofundar a crise de demanda que se instalou no setor privado da economia”, alerta João Sicsú.

Segundo a nota, a explicação mais plausível para a crise da economia brasileira parece ser que os agentes econômicos estão apreensivos e, em conseqüência, tomam a decisão mais racional do ponto de vista individual: reduzem, de forma drástica, seus gastos. Por um lado, os empresários “engavetam” projetos de investimento, reduzem custos e volume de produção; por outro, os trabalhadores, temendo o desemprego, reduzem seu consumo para formar poupança motivada pela precaução. “Nesse modelo, as “profecias” se auto-realizam”, lamenta Sicsú. Em outras palavras, na expectativa de futuro adverso, diminuem-se os gastos no presente e o futuro, de fato, se torna ruim.

O documento defende que “a reação a partir da demanda governamental é o único instrumento de combate à crise que pode ser utilizado”. Mas adverte que o aumento do gasto público não é suficiente: “o gasto público deve ser ampliado com o objetivo de mudar o quadro expectacional e, por conseguinte, estimular o gasto privado”. Leia o resto do artigo »

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Folha de S.Paulo – PF investiga se Dantas doou R$ 30,4 milhões “ao partido”

Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2009

PF investiga se Dantas doou R$ 30,4 milhões “ao partido”

PF fez apreensão durante a Satiagraha; em 2008 foi divulgado um documento que citava “contribuições ao clube” no valor de R$ 36 mi. A Operação Satiagraha apreendeu, no apartamento do banqueiro Daniel Dantas, no Rio, dois papéis descritos como “extratos” e intitulados “contribuições ao partido”, num total de R$ 30,44 milhões, segundo o auto de apreensão assinado pelo delegado federal responsável pelas buscas.

Leia mais…

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Por que o desespero de Gilmar, Itagiba e Dantas?

Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2009

PH Amorim

Saiu na Folha, reportagem (excelente) de Rubens Valente, pág. A4:

O auto de apreensão do material que a equipe do ínclito delegado Protógenes Queiroz recolheu na casa do bandido condenado Daniel Dantas registra a existência de:

- 14 HDs externos;

- 2 HDs internos;

- 7 CDs;

- 5 notebooks;

- 2 pen drives;

- 1 palm top;

- 1 agenda eletrônica.

É por isso que o Supremo Presidente do Supremo censura o voto de um colega. É por isso que o deputado serrista Marcelo Lunus Itagiba vem a São Paulo constranger, humilhar e desqualificar o corajoso Juiz Fausto De Sanctis.

É por isso que o “repórter” Fausto Macedo diz pela enésima vez no Estadão, na pág. A8 que o ínclito delegado Protógenes Queiroz vai ficar seis anos na cadeia !

(Tomara que prendam o delegado Protógenes !)

É por isso que o Presidente Supremo do Supremo processa a revista Carta Capital e o repórter Leandro Fortes, e usa um notório advogado de Daniel Dantas.

É por isso que o Supremo Presidente do Supremo ameaça jornalista no Acre.

Sabe por que, caro amigo navegante ?

Porque vão abrir esses computadores todos – e a República está lá dentro !

Como disse aquela alta autoridade ao Mino Carta: se abrirem o HD do Dantas a República para por dois anos !

Tomara !

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