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Blog do Desemprego Zero

PSDB, DEM, PPS e PMDB apanhados com a mão na botija

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: PH Amorim

Aí está a fina flor da oposição brasileira: PSDB, DEM e PPS (Alô, alô, Roberto Freyre e Raul Jungmann…).

Com o PMDB não há por que se surpreender.

Mas, o que dirão os cardeais da oposição ?

E, agora, como vão para a eleição de 2010 ?

Esse é o dólar na cueca deles ?

Ou o dinheiro que eles pegavam com a Camargo Correia é santo ?

E o dinheiro do Daniel Dantas, também é santo ?

E a privatização dos telefones é santa ?

É preciso enforcar o corajoso Juiz Fausto De Sanctis HOJE!

A elite branca de olhos azuis não pode conviver com esse homem, especialmente se a cabeça dele ficar em cima do pescoço !

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STF: “Espetacularização” contra pobre pode…

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2009

A lei, então, não vale para todos ?

Por Paulo Henrique Amorim

Fotos de O Globo (24/03/09) contradizem Gilmar Mendes

Na sabatina da Folha, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, afirmou que não sabia de alguma desobediência à súmula das algemas. E que se orgulha muito dela. Como, na mesma sabatina, ele disse que acorda cedo, lê e responde a e-mails, e lê jornais, fica uma pergunta: O ministro não lê O Globo?

Pois na página 11 da edição do jornalão dos Marinho (com quem Gilmar teria almoçado ontem) temos estas duas fotos a seguir, que mostram claramente que a súmula das algemas só está valendo para os de sempre, os ricos. Os pobres continuam tratados assim, algemados, cabeça para baixo, e até com a botina do milico sobre a cabeça, como na foto maior.

PMs do Rio algemam e pisam na cabeça de presos.

Leia mais…Gilmar na Folha de S.Paulo

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Esse Congresso “bambo” é o que deu a reeleição de FHC

Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2009

Ph Amorim

Deu no Estadão Online:

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou nesta segunda-feira que o Congresso Nacional, cercado de inúmeras denúncias, está “bambo” e “não representa mais nada”. Para ele, apenas uma mudança no sistema eleitoral pode alterar essa situação.

“Nosso sistema de representação, está bambo, não representa mais nada. Isso é visível, provocando um efeito de desmoralização extraordinário”, disse o ex-presidente em palestra da Associação Comercial de São Paulo.

Esse Congresso que está aí é o mesmo que aprovou a reeleição de Fernando Henrique. É o mesmo que apoiou o governo Fernando Henrique, a privatização e as três idas triunfais ao FMI.

O defeito desse Congresso é que agora ele apóia o governo Lula.

Se é que apóia.

A reforma partidária que o Farol de Alexandria prega é o voto distrital e o parlamentarismo.

No Brasil, com o voto distrital é o mesmo que a amostra eleitoral das pesquisas da Folha: o voto do rico vale mais do que o voto do pobre.

O parlamentarismo é um truque dos tucanos quando estão fora do poder.

Por duas vezes, em plebiscito, o povo brasileiro já rejeitou o parlamentarismo.

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Basta de superávits primários!

Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Último Segundo

Por José Paulo Kupfer

Com a  queda na arrecadação e a perspectiva de redução nas metas anuais de superávit primário, mesmos os fiscalistas carecas estão com os cabelos em pé. Avançam as divisões motorizadas contra os “gastos correntes”, aqueles que, segundo a versão martelada pelos neocons e retransmitida dia e noite pela mídia que os vocaliza, se não forem contidos e decepados, sufocarão os investimentos públicos.

 ”Gastos correntes”, tratados assim o mais genérico possível, são os primeiros suspeitos de sempre entre os culpados pelos erros da política econômica, na visão desnaturada do neoliberalismo de casaca. Lançada ao ar com a recorrência das mentiras que se tornam verdades, a acusação contra os “gastos correntes” confunde a plebe ignara, que os identifica apenas como a expressão de salários exorbitantes de indistintos servidores públicos. E também de mordomias hollywoodianas. Ou, ainda, de escandalosos desperdícios de recursos. Sim, sim, tem salários exorbitantes, mas só para uma parte bem pequena do funcionalismo – o grosso trabalha direito e ganha pouco. Tem mesmo mordomias incríveis, mas, de novo, é moleza para uns poucos amigos dos reis e nobres das cortes. Desperdício, idem com batatas, mas desperdiçar recursos públicos não é exatamente a regra.

Uma parte relevante dos “gastos correntes” ou seu sinônimo com roupa ideológica, a “gastança”, nada mais é do que o conjunto de recursos aplicados em áreas essenciais, como saúde pública e educação pública – parte do que chamam, pejorativamente, de “custeio da máquina”, sempre apedrejada sem as necessárias ressalvas. Também fazem parte dos gastos correntes que vão no saco das mordomias e dos aproveitamentos, os programas sociais, a Previdência e subsídios – estes, aliás, um balaio de gatos que inclui um tanto para pobres e, vamos combinar um monte para ricos. É preciso deixar claro: sem gastos correntes, restaria aos desprovidos apenas a proteção social dos viadutos.

Se, então, o analista das políticas fiscais for honesto, se sentirá, antes de qualquer coisa, na obrigação de separar os alhos dos bugalhos. Além disso, saberá observar o campo de uma perspectiva histórica. Por exemplo: por que meta de superávit primário? Boa pergunta que nunca é feita, logo, nunca respondida. Por que, enfim, não meta fiscal nominal, como em todas as economias civilizadas do planeta? Leia o resto do artigo »

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A crise e o papel de cada um

Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2009

O discurso agressivo e otimista estava correto. Não otimista por um complexo de Poliana, mas porque a reação era (e ainda é, apesar dos riscos terem crescido exponencialmente) possível. Mas é preciso que cada um faça o seu papel, e o do governo é dar seguimento à sua retórica com políticas precisas e vigorosas. O discurso do presidente, a esta altura, não deveria estar dirigido a manter o moral do público, mas, sim, de seu próprio ministério. A análise é de Fernando Cardim de Carvalho.

Como já é conhecimento de todos, a crise americana não nos atingiu de forma tão dura como ocorreu com outros países, porque o sistema financeiro brasileiro está ha anos pendurado na dívida pública doméstica e não viu necessidade de se envolver em esquemas mirabolantes como os financiamento de hipotecas subprime para ganhar muito dinheiro.

Leia mais em Carta Maior…

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A lógica das licitações

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Do Diário Oficial do Estado de São Paulo, sobre licitações no Departamento de Estradas e Rodagem. Selecionei apenas as quatro primeiras licitações. Confira as diferenças de preços entre a segunda e a terceira colocada em relação à vencedora. Diferenças irrelevantes. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Diferenças dessa ordem não existem em concorrências verdadeiras. É evidente o arranjo entre elas. Quem tiver paciência e se dispuser a uma boa pesquisa no Diário Oficial do Estado poderá ajudar a mapear quem são os donos da terceirização em São Paulo.

Você encontrará todos os documentos relacionados à Tejofran, no período 2008-2009. A empresa é uma das prediletas do governo de São Paulo – como a Federal é em Brasília.

Se um de vocês se dispuser a levantar os dados, como deveria ser a pesquisa:

1. Contratos por setor (DER, Secretaria da Educação, hospitais etc).

2. Áreas de competência: limpeza, saneamento, assessoria técnica etc.

3. Valores dos contratos.

Quem quiser ir mais fundo poderia pegar, por exemplo, todos os contratos de determinado órgão (como o DER) e analisar todas as empresas que participam e quais as vencedoras, para uma tabela final.

Uma pesquisa no Diário Oficial da União ajudará a mapear os donos da terceirização federal.

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Governo está perdendo a capacidade de usar os instrumentos de política econômica para enfrentar a crise

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2009

Nota Técnica: Governo está perdendo a capacidade de usar os instrumentos de política econômica para enfrentar a crise*.

Por José Luis Oreiro**

Tal como previsto por vários analistas econômicos[i], a crise econômica internacional atingiu fortemente a economia brasileira no quarto trimestre de 2008. O produto interno bruto caiu 3,6% no quarto trimestre do ano passado, o que representa uma queda em bases anuais de mais de 13%. Trata-se de uma das maiores quedas de produto observadas no mundo no ultimo trimestre de 2008, superando até mesmo as retrações observadas nos Estados Unidos e na Europa, as regiões que são o epicentro da atual crise econômica.

A atitude do governo brasileiro frente à crise tem sido tíbia e meramente reativa. No que se refere a política monetária, existe hoje um certo consenso entre os economistas brasileiros de que a gestão da política monetária atuou no sentido de ampliar os efeitos da crise financeira mundial sobre o Brasil[ii]. Com efeito, o Banco Central do Brasil reiniciou o ciclo de queda da taxa de juros básica apenas na reunião de janeiro de 2009 do COPOM. Naquela ocasião foi decidida uma queda da taxa de juros de 100 pontos base relativamente ao patamar prevalecente em dezembro de 2008. Na reunião de março, após os anúncios dos dados alarmantes sobre queda da produção industrial nos primeiros meses de 2009 e de aumento do desemprego, o COPOM acelera o ritmo de queda da taxa de juros para 150 pontos base. Dessa forma, a taxa de juros básica da economia brasileira encontra-se atualmente em 11,25% a.a. De acordo com a nota divulgada em 19/03/2009 pelo Banco Central, as previsões de inflação para 2009 encontram-se abaixo do centro da meta inflacionária, de 4,5% a.a. para 2009. Sendo assim, o juro real ex-ante encontra-se atualmente no patamar de 6,75% ao ano. Trata-se de um número que, em condições de crescimento acelerado como a experimentada pela economia brasileira no primeiro semestre de 2008, poderia ser considerado alto, mas razoável. Entretanto, as condições atuais não são de crescimento acelerado, mas de recessão. Nesse contexto, um juro real de 6,75% a.a. não é motivo para comemoração. Pelo contrário, um juro real nesse patamar, nas condições que a economia brasileira enfrenta no momento, é altamente recessivo.

O quadro de queda do nível de atividade econômica justifica, portanto, uma intensificação do uso das políticas monetária e fiscal para minimizar os efeitos da crise sobre a economia brasileira. No entanto, nas condições atuais prevalecentes na economia brasileira corre-se o risco de se alcançar uma situação na qual os instrumentos de política anti-cíclica, principalmente a política monetária, atinjam o seu limite máximo de utilização. Leia o resto do artigo »

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Gilmar Mendes, o censor…

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2009

Carta aberta aos jornalistas do Brasil

Por Leandro Fortes

Fonte: CartaCapital

No dia 11 de março de 2009, fui convidado pelo jornalista Paulo José Cunha, da TV Câmara, para participar do programa intitulado Comitê de Imprensa, um espaço reconhecidamente plural de discussão da imprensa dentro do Congresso Nacional. A meu lado estava, também convidado, o jornalista Jailton de Carvalho, da sucursal de Brasília de O Globo. O tema do programa, naquele dia, era a reportagem da revista Veja, do fim de semana anterior, com as supostas e “aterradoras” revelações contidas no notebook apreendido pela Polícia Federal na casa do delegado Protógenes Queiroz, referentes à Operação Satiagraha. Eu, assim como Jailton, já havia participado outras vezes do Comitê de Imprensa, sempre a convite, para tratar de assuntos os mais diversos relativos ao comportamento e à rotina da imprensa em Brasília. Vale dizer que Jailton e eu somos repórteres veteranos na cobertura de assuntos de Polícia Federal, em todo o país. Razão pela qual, inclusive, o jornalista Paulo José Cunha nos convidou a participar do programa.

Nesta carta, contudo, falo somente por mim.

Durante a gravação, aliás, em ambiente muito bem humorado e de absoluta liberdade de expressão, como cabe a um encontro entre velhos amigos jornalistas, discutimos abertamente questões relativas à Operação Satiagraha, à CPI das Escutas Telefônicas Ilegais, às ações contra Protógenes Queiroz e, é claro, ao grampo telefônico – de áudio nunca revelado – envolvendo o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás. Em particular, discordei da tese de contaminação da Satiagraha por conta da participação de agentes da Abin e citei o fato de estar sendo processado por Gilmar Mendes por ter denunciado, nas páginas da revista CartaCapital, os muitos negócios nebulosos que envolvem o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de propriedade do ministro, farto de contratos sem licitação firmados com órgãos públicos e construído com recursos do Banco do Brasil sobre um terreno comprado ao governo do Distrito Federal, à época do governador Joaquim Roriz, com 80% de desconto. Leia o resto do artigo »

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