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Blog do Desemprego Zero

Carta IEDI n. 381 – Sustentar a Retomada

Postado em 23 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

O Brasil logrou expansão de 1,9% no segundo trimestre, frente ao trimestre imediatamente anterior, pela série livre de efeitos sazonais. Tal incremento decorreu do aumento no consumo das famílias (2,1%), fomentado por iniciativas do governo no sentido de dirimir o impacto da crise internacional, via aquecimento do mercado interno. O resultado mostra o êxito desse esforço.

Esse ponto traz de volta a questão do papel do investimento. Se o consumo privado e mesmo o consumo do governo desempenharam papel relevante para mitigar os efeitos da crise sobre o PIB, inclusive sobre o próprio investimento fixo, por outro, a sustentação da expansão econômica exige que o foco das iniciativas públicas se volte com mais contundência para a formação bruta de capital fixo. Leia mais…

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Lula mantém índice de aprovação acima de 80%, diz pesquisa

Postado em 23 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Fonte: BBC Brasil

A aprovação dos brasileiros à maneira como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva administra o país manteve índice elevado, superior a 80%, no terceiro trimestre de 2009, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta terça-feira.

A pesquisa indica que 81% dos entrevistados aprovam a forma como o país está sendo administrado e 17% desaprovam. No levantamento anterior, divulgado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) no final de junho, esses percentuais eram de 80% e 16%.

Esta é a 27ª pesquisa CNI/Ibope realizada desde o início do governo Lula, em janeiro de 2003. Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 142 municípios brasileiros entre os dias 11 e 14 de setembro.

Segundo os autores, o novo levantamento confirma o movimento de melhora de expectativa da população em relação à economia, já observado ao longo do ano. Leia o resto do artigo »

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O poder regenerador do crescimento

Postado em 23 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Durante dois dias, a Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo, juntou economistas, advogados, cientistas sociais para analisar o novo momento da economia brasileira.

Dentre os vários temas levantados, um dos mais relevantes – e pouco estudado pela literatura econômica – é a dinâmica que momentos de crescimento impõem à economia.

O caso brasileiro é exemplar. Durante anos, a discussão pública se restringia a bordões recorrentes sobre superávit fiscal, taxa Selic e inflação. Como lembrou Yoshiaki Nakano, na própria FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) havia um clima permanente de velório.

Era impossível virar o disco, buscar uma agenda de desenvolvimento. Cada movimento era afogado por toneladas de alertas quanto à volta da inflação, o déficit público, como se fosse impossível compatibilizar crescimento e inflação controlada. Leia o resto do artigo »

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Lição de nacionalismo e política

Postado em 21 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira

Publicado na FSP de 21/09/2009

O Estado precisa, sem dúvida, da crítica, mas não à custa de desmoralizarmos o que já conquistamos

O PRESIDENTE Lula, em entrevista ao “Valor Econômico”, deu uma lição de nacionalismo e do que significa a política em uma sociedade democrática. Em relação ao primeiro ponto, Lula declarou-se nacionalista, cobrou dos empresários que também o sejam, e disse que há tempos vem demandando que a Vale construa usinas siderúrgicas no Brasil em vez de exportar apenas minério de ferro. Suas palavras: “Tenho cobrado sistematicamente da Vale a construção de usinas siderúrgicas no país. Todo mundo sabe o que a Vale representa para o Brasil. É uma empresa excepcional, mas não pode se dar ao luxo de exportar apenas minério de ferro (…). Os empresários têm tanta obrigação de ser brasileiros e nacionalistas quanto eu!”. Acrescentaria, e com mais ênfase, que os economistas também deveriam ser tão patrióticos ou nacionalistas quanto reclama o presidente.

A política de não exportar bens primários, mas bens manufaturados com mais elevado valor adicionado per capita, é mais antiga do que a Sé de Braga. Os grandes reis mercantilistas ingleses, no final do século 15 (sic), já adotavam a política industrial de proibir a exportação de lã para que fosse exportado apenas o tecido fabricado com a lã. Os chineses, recentemente, impuseram imposto à exportação de aço porque querem exportar os bens acabados produzidos com o aço. Dessa forma, além de criarem empregos, criam empregos com maior conteúdo tecnológico, que pagam maiores salários, e assim seu desenvolvimento econômico se acelera. Enquanto isso, nossos economistas nos dizem que o problema deve ser deixado por conta do mercado. Dessa forma, mesmo quando exportamos aço, exportamos principalmente o aço bruto, e estamos concordando em exportar soja em grãos para os chineses que não querem comprar o óleo de soja! Leia o resto do artigo »

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Uma entrevista histórica com Lula

Postado em 18 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Há tempos, era possível vislumbrar o que seria a crise global do financismo e o que viria depois. No meu livro “Os Cabeças de Planilha” – lançado em 2005, mas com escritos de alguns anos antes – preconizo a volta do nacionalismo, da defesa da produção e do emprego nacional, como um dos elementos centrais da nova política do país. E, nessa linha, a convocação das grandes empresas brasileiras, das estatais, a articulação das pequenas em cima de um pensamento comum.

No seu primeiro mandato, Lula marcou passo, manteve a ortodoxia do Banco Central, avançou pouco em novas políticas. No segundo, pegou no breu, com a massificação de políticas sociais. Com a crise mundial, o ganho de competência na gestão (com PACs, Luz Para Todos etc) e, agora, o pré-sal, consolidou seu pensamento. No jornal O Valor de ontem, concedeu sua mais importante entrevista. Pela primeira vez, ficou claro o que o mundo viu em Lula. Na entrevista, Lula sintetiza de forma singular qual o país que irá legar. Não foi uma lista de obras ou de feitos, mas uma conjunção de princípios econômicos e políticos que entrará para a história. Leia o resto do artigo »

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Lula propõe uma “Consolidação das Leis Sociais”

Postado em 17 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Fonte: Valor Econômico (17/09/2009)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende mandar ao Congresso ainda este ano um projeto de lei para consolidar as políticas sociais de seu governo. A ideia é amarrar no texto da lei uma “Consolidação das Leis Sociais”, a exemplo do que, na década de 50, Getúlio Vargas fez com a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Diz que, para este projeto, não vai pedir urgência. “É bom mesmo que seja discutido no ano eleitoral”.

Faz parte dos planos do presidente também para este ano encaminhar ao Congresso um projeto de inclusão digital. “Será para integrar o país todinho com fibras óticas”, adiantou.

Na primeira entrevista concedida após a grande crise global, Lula criticou as empresas que, por medo ou incertezas, se precipitaram tomando medidas desnecessárias e defendeu a ação do Estado. “Quem sustentou essa crise foi o governo e o povo pobre, porque alguns setores empresariais brasileiros pisaram no breque de forma desnecessária”.

Ele explicou porque está insatisfeito especialmente com a Vale do Rio Doce, a quem tem pressionado a agregar valor à extração de minério, construir usinas siderúrgicas e fazer suas encomendas dentro do país, em vez de recorrer à importação, como tem feito. “A Vale não pode ficar se dando ao luxo de ficar exportando apenas minério de ferro”, diz ele. Hoje, disse, os chineses já produzem 535 milhões de toneladas de aço por ano, enquanto o Brasil, o maior produtor de minério do mundo, produz apenas 35 milhões de toneladas. “Isso não faz nenhum sentido.”

O presidente defendeu a expansão de gastos promovida por seu governo, alegando que o Estado forte ajudou o país a enfrentar a recente crise econômica. “A gente não deveria ficar preocupado em saber quanto o Estado gasta. Deveria ficar preocupado em saber se o Estado está cumprindo com suas funções de bem tratar a população.” Leia o resto do artigo »

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Perspectivas de um pacto suprapartidário pelo desenvolvimento

Postado em 16 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Gustavo dos Santos e Rodrigo L. Medeiros

Publicado no Monitor Mercantil de 16/09/2009

Ao que tudo indica a sagacidade do presidente Lula conseguiu influenciar os rumos dos debates políticos de 2010. O debate do pré-sal deverá polarizar ideologicamente governo e oposição. Pensamos que essa polarização não deveria ser objeto de desagregação política. Afinal, quem é contra o desenvolvimento brasileiro?

Há certamente visões conflitantes sobre como esse processo de desenvolvimento se daria. Nada de anormal em uma democracia que busca se aprofundar e consolidar. Ademais, o jogo político prevê o dissenso e o contraditório em sistemas democráticos, ainda que muito imperfeitos.

Defendemos que o pré-sal poderia se tornar peça de um importante pacto novo-desenvolvimentista por compreendermos que os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações dos países desenvolvidos e dos tigres asiáticos, e por mais de dois terços das patentes industriais. Chamamos esses setores de indústrias centrais.

As indústrias centrais constituem a base das inovações e da competitividade das nações desenvolvidas, cujos gastos em P&D respondem por 70% dos globais. Quem desejar se tornar desenvolvido precisará estar presente competitivamente nessas indústrias. Leia o resto do artigo »

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Corrupção e governabilidade

Postado em 13 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Rubens Ricupero

Publicano na FSP de 13/09/2009

No país, substituíram-se a violência e a tortura como suposta condição para ter segurança e governar

A CORRUPÇÃO passou a ser condição da governabilidade. É essa a justificativa de dirigentes de partidos do governo para sua cumplicidade no enterro dos escândalos parlamentares. A diferença com o regime militar é uma só: substituíram-se a violência e a tortura pela corrupção como suposta condição para ter segurança e governar.

Corrupção e violência, ensinava o filósofo Norberto Bobbio, são os dois tipos de câncer que destroem a democracia. No regime militar sacrificou-se a democracia em nome da segurança, elemento da governabilidade. Hoje a situação mudou e se usa o mesmo pretexto para fazer engolir o conluio ou a indulgência com a corrupção. Não sendo apanágio apenas de um governo, o vício se agrava ano a ano.

Nem a seriedade dos últimos escândalos, que comprometem instituições inteiras, conseguiu alterar a complacência dos governos, que pode não ser eterna, mas tem se revelado infinita enquanto dura.

Outro escândalo, agora de caráter intelectual, é que os politicólogos julgam o sistema de “presidencialismo de coalizão” como perfeitamente funcional, pois produziria governabilidade. Aparentam-se os nossos sábios aos fundamentalistas do mercado, que também acreditavam na neutralidade moral do mercado, que seria autorregulável, capaz de se corrigir automaticamente. Leia o resto do artigo »

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