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Blog do Desemprego Zero

O fim do modelo político-midiático

Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Tempos atrás escrevi que a transparência trazida pela Internet e pelo acesso aos bancos de dados mais reservados liquidaria com o modelo político.

Os escândalos de hoje são um bom exemplo.

Com os partidos preparando-se para as eleições, não sobra um. Aí está o DEM envolvido, o PPS, na hora em que se quiser levantam-se os esquemas políticos por trás do Detran-SP, as compras da Secretaria da Educação e tudo o mais. Diria que hoje em dia o partido mais cuidadoso é o PT, mas por uma razão externa: é o mais visado pela mídia. Em compensação, a falsa certeza de blindagem tornou São Paulo suscetível a uma série de futuras denúncias graves. Clique aqui para ler o artigo.

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A oposição dependendo de Serra

Postado em 26 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Por Maria Inês Nassif

Do Valor Econômico de 26/11/2009:

Decisão deve afunilar nas mãos de um só

O resultado da última pesquisa CNT-Sensus, divulgada na segunda-feira, reflete em números uma realidade que já estava presente há pelo menos dois meses nas análises e nos debates internos dos partidos de oposição. Essas análises justificaram as pressões de parcelas do PSDB, do DEM e do PPS sobre o candidato tucano com mais votos nas pesquisas, José Serra, para que ele decida até o final do ano se será o candidato a presidente da República pela coligação. As informações de dentro do bloco oposicionista já apontavam a tendência registrada na pesquisa CNT-Sensus trazida a público essa semana, cujos dados foram coletados entre 16 e 20 de novembro.

Moveram as pressões sobre Serra: o fato de os índices de intenção de voto em Dilma Rousseff, a candidata do presidente Lula e do PT, estarem subindo devagar, mas sustentadamente; a lenta e constante queda de Serra nas pesquisas de intenção de voto; a constatação de que a candidatura de Ciro Gomes (PSB) produziu, sim, estrago nas intenções de voto à oposição, em especial se o candidato for o governador de São Paulo; a percepção de que Dilma saiu de uma posição de fragilidade, logo após um traumático tratamento de saúde – durante o qual manteve pouca exposição pública e índices quase declinantes de intenções de voto – para outro, em que assumiu a sua posição de candidata e se manteve ao lado de Lula, caracterizando-se como aquela a quem os simpatizantes do presidente devem transferir o voto. Leia o resto do artigo »

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Dupla Lula-Dilma dá de 10 a zero em FHC-Serra

Postado em 25 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Por que será? Clique aqui e tire suas próprias conclusões…

Apesar da política monetária.

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Adeus, FHC

Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Por Leandro Fortes

Fernando Henrique Cardoso foi um presidente da República limítrofe, transformado, quase sem luta, em uma marionete das elites mais violentas e atrasadas do país. Era uma vistosa autoridade entronizada no Palácio do Planalto, cheia de diplomas e títulos honoris causa, mas condenada a ser puxada nos arreios por Antonio Carlos Magalhães e aquela sua entourage sinistra, cruel e sorridente, colocada, bem colocada, nas engrenagens do Estado. Eleito nas asas do Plano Real – idealizado, elaborado e colocado em prática pelo presidente Itamar Franco -, FHC notabilizou-se, no fim das contas, por ter sido co-partícipe do desmonte aleatório e irrecuperável desse mesmo Estado brasileiro, ao qual tratou com desprezo intelectual, para não dizer vilania, a julgá-lo um empecilho aos planos da Nova Ordem, expedida pelos americanos, os patrões de sempre.

Em nome de uma política nebulosa emanada do chamado Consenso de Washington, mas genericamente classificada, simplesmente, de “privatização”, Fernando Henrique promoveu uma ocupação privada no Estado, a tirar do estômago do doente o alimento que ainda lhe restava, em nome de uma eficiência a ser distribuída em enormes lucros, aos quais, por motivos óbvios, o eleitor nunca tem acesso. Clique aqui para ler mais o artigo.

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As mudanças que virão na mídia

Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

A Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que está ocorrendo em vários estados, é uma ruptura com o modelo atual de mídia. Não será propriamente resultado da Confecom, mas das mudanças que ocorreram nos últimos anos na tecnologia e no mercado publicitário.

Desde fins dos anos 60, montou-se um modelo de cartelização no mercado publicitário que impediu o crescimento de mídias de fora do cartel – incluindo a mídia do interior. (Clique aqui para ler a matéria.)

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Os dilemas da comunicação no Brasil

Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Os proprietários dos grandes meios de comunicação no Brasil defendem, entre seus ideais, a liberdade de expressão, a pluralidade, a competição e o livre mercado. No entanto, o poder midiático no Brasil está concentrado nas mãos de um pequeno grupo de famílias e suas respectivas empresas, que dominam o sistema de produção e difusão de informações e detém a imensa maioria dos recursos de publicidade. Se fossem coerentes deveriam defender uma revolução capitalista na comunicação brasileira, com mais proprietários, mais veículos, mais produtores de comunicação, produtos de melhor qualidade, consumidores mais exigentes e descentralização dos centros produtores. O artigo é de Joaquim Ernesto Palhares.

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Lula, filho do Brasil, responde às críticas de FHC e Caetano

Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Clique aqui para ver o vídeo

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BNDES põe mais R$ 4 bi na BrOi. A BrOi é a P36 do Governo Lula

Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Nos últimos 11 anos, o BNDES já aprovou R$ 29,4 bilhões em financiamentos para empresas do setor de telecomunicações. O banco argumenta que o setor é o segundo maior empregador e o maior gerador de primeiro emprego do País (graças ao setor de call center). A Oi sozinha recebeu até hoje R$ 6,7 bilhões do banco e a BrT, R$ 6,135 bilhões. Cerca de 3% a 4% do orçamento anual do BNDES é destinado ao setor de telecomunicações. (Clique aqui para ler mais.)

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