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Blog do Desemprego Zero

Boletim Semanal: Confecom, Requião, PIB, Copenhague, Paul Samuelson

Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.60, ano 2 – 09/12/2009 a 15/12/2009  

Economia

PAÍS SAQUEADO

Governador defende aprofundamento do debate sobre política do Banco Central

O descompasso da política econômica 

Política

A Confecom e a soberania informativo-cultural

Leia a carta de Quércia de apoio a Requião

PIB abaixo do esperado derruba fatalidade da alta de juros em 2010 

Internacional

Mais engenheiros para o Brasil, artigo de Roberto Leal Lobo e Silva Filho

A lógica brasileira na conferência do clima

Paul Samuelson, Nobel de Economia, morre aos 94 anos

 

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PIB x CO2: há preço justo?

Postado em 9 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Fonte: Valor

Por Antonio Delfim Netto 

Numa larga medida a história do homem foi construída por sua experiência prática e pela acumulação de conhecimento num movimento circular “aberto” cujo final é insondável. Às vezes, com arrogância, ele tenta teorizar como “criou” seu criador à sua própria imagem…

O resultado desta “construção aberta” é que ela foi libertando o homem de seus mitos e condicionamentos. As grandes teorias históricas, a grande história e suas “filosofias” foram esquecidas; múltiplas civilizações alteraram o “centro de gravidade geográfico” da história humana; já não se crê em raças “superiores” (somos agora, cientificamente, todos afrodescendentes); não existem religiões privilegiadas. Parece que sobrou um pequeno resíduo de verdade na explicação pedestre do desenvolvimento: ele tem condições de se materializar quando se combinam (por acidente?): 1º ) um Estado-indutor razoavelmente inteligente capaz de produzir paz e Justiça; 2º ) garantia de uma relativa igualdade; 3º ) uso eficiente dos recursos que retira da sociedade como impostos; e 4º ) permissão de ampla liberdade individual para cada um apropriar-se dos resultados de suas iniciativas. Leia o resto do artigo »

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Um retrato mais claro da crise

Postado em 1 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Carta Capital

Por Delfim Netto

 Com a publicação pelo IBGE da estimativa do crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2009, ficou um pouco mais clara a magnitude dos efeitos do choque externo sobre a economia brasileira. As taxas de crescimento anual do PIB (medidas entre os mesmos trimestres de 2008/067 e 2009/08) são as da tabela 1.
Vínhamos num processo de rápida aceleração do crescimento da economia, que gerava algumas preocupações com relação ao comportamento da taxa de inflação. Esta somava dois efeitos: 1. Uma componente interna produzida pelo desequilíbrio entre oferta e procura em alguns setores e 2. Uma pressão inflacionária mundial sobre os preços dos alimentos e do petróleo, cuja importação era minorada pela oportunística sobrevalorização do real construída sobre a política de juros do Banco Central.  Leia o resto do artigo »

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Boletim semanal: Protógenes, PIB, Superávit, Pré-sal

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.40, ano 2 – 03/06/2009 a 09/06/2009 

Economia

País teve superávit de US$3,13 bi

Entender o PIB

Queima de estoques reduz PIB, diz Sicsú 

Política 

Pré-sal ou pré-escola?

O sucesso de Jobim na França

Protógenes acusa FH e Fraga de fraude com dívida

Internacional

 A política está funcionando

Beleza e verdade, artigo de Marcelo Gleiser

A esquerda e a crise

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Queima de estoques reduz PIB, diz Sicsú

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Agência Brasil, de Brasília

Ao optarem por queimar estoques em vez de aumentar a produção, para dar conta da crescente demanda do mercado consumidor varejista, as indústrias brasileiras contribuem para que o Produto Interno Bruto (PIB) seja menor do que o esperado. A afirmação é do diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsú, feita ontem durante o lançamento da publicação “Conjuntura em Foco”, que aborda o tema Flutuação de Estoques e Produto Industrial. Leia o resto do artigo »

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Entender o PIB

Postado em 4 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Folha de S. Paulo  

Por Antonio Delfim Netto

HÁ MUITOS anos sabemos que o “homem comum”, com o qual tem de lidar a política econômica, é um ser gregário, altruísta, mais emocional e menos racional do que o frio e calculista “homem econômico”. Este é uma conveniente máquina individualista e egoísta, que maximiza seus benefícios e minimiza seus sacrifícios, com a qual a profissão às vezes se diverte na tentativa de entender como funciona o sistema econômico.
Sendo assim, a reação de cada agente econômico às novas informações depende não apenas do seu entendimento mas também do entendimento e da reação dos outros.
Cria-se uma espécie de rede informal e invisível que “coordena” a resposta coletiva. É por isso que existem “ondas” de “otimismo” ou “pessimismo” e o comportamento da sociedade ou é de “rebanho” (quando há certeza sobre o futuro) ou de “manada” (quando o nível de incerteza cresce). Isso mostra a importância de prevenir os agentes econômicos sobre o significado real da informação, de forma que possam sempre relativizá-la dentro do contexto e evitar a resposta exagerada. Para dar um exemplo, tomemos as possíveis informações sobre o comportamento do nosso PIB em 2009. Leia o resto do artigo »

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Um futuro sombrio

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Carta Capital

Por Nouriel Roubini

O site RGE Monitor acaba de rever suas projeções para a economia global em 2009. Estamos em meio a uma contração sincronizada, que resultará no primeiro encolhimento do Produto Interno Bruto (PIB) global em décadas. Será a pior crise financeira desde a Grande Depressão. As transações comerciais mundiais sofrerão a maior redução desde o Pós-Guerra. O comércio deverá recuar 12% em 2009, em razão da séria e prolongada aversão da demanda, do excesso de oferta e da capacidade instalada e da falta de liquidez nos mercados financeiros.

Muitos analistas enfatizam que a segunda derivada da atividade econômica está se tornando positiva. As economias ainda registram contração, mas a um passo menos acelerado, o que seria a antessala da recuperação. A análise do RGE sustenta que a recessão mundial profunda e prolongada, no formato de U, ainda está a todo vapor. Em 2008, evaporou o consenso de que haveria uma crise curta e não muito profunda em forma de V. Ainda que o ritmo da desaceleração econômica esteja menor, em comparação à queda livre do último trimestre do ano passado e primeiro de 2009, ainda estamos muito distantes do fundo do poço. Particularmente na Europa e no Japão, há pouquíssima evidência de que a segunda derivada esteja em curso.

Ao fim do primeiro trimestre de 2009, houve alguns sinais de que o ritmo da contração estava arrefecendo, principalmente nos Estados Unidos e na China, onde as respostas de política econômica foram mais agressivas e a produção industrial pode ter registrado o pior momento em um período anterior ao da Europa e do Japão. No entanto, isso não é verdadeiro para as maiores economias do G-7. Leia o resto do artigo »

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Efeito no PIB só deve vir no fim do ano

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: O Globo  

Para economistas, redução de juro não terá benefício direto sobre emprego

Por Cássia Almeida

 Professor da PUC especialista em inflação, o economista Luiz Roberto Cunha é pessimista sobre os efeitos do corte da Taxa Selic, promovido ontem pelo Comitê de Política Monetário (Copom), na atividade econômica e, consequentemente, na geração de empregos. Para ele, o desenrolar da crise internacional é que ditará o movimento da economia brasileira nos próximos meses. Mesma opinião tem o diretor da Nossa Caixa Joaquim Elói Cirne de Toledo, mas com uma dose de otimismo maior. Para ele, o corte pode trazer benefícios para o investimento das empresas e das famílias, no último caso no financiamento habitacional e de veículos, mas somente no fim do ano ou início de 2010:

-Não há efeito direto no aumento da demanda interna. Os juros subiram de abril a setembro de 2008 e a atividade econômica manteve-se em alta com criação recorde de vagas – afirmou Cirne de Toledo.

Os dois economistas esperam que o afrouxamento da política monetária leve a taxa básica de juros, a Selic, para 10,75% ao ano, com mais dois cortes de dois pontos. E a inflação, sempre o foco do Comitê de Política Monetária, deixou de preocupar. Leia o resto do artigo »

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