Postado em 21 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Agência Petroleira de Notícias
Veja fotos do ato em www.apn.org.br
Puxada pela União Nacional dos Estudantes (UNE), a passeata que reuniu cerca de 4 mil pessoas em Brasília, no dia 16, foi um marco na campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso. Essa é a avaliação do secretário geral do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, que representou a Frente Nacional dos Petroleiros (FNP), no palanque. Além da UNE e da FNP, participaram da coordenação do evento o MST, a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) e a CUT. Outras centrais sindicais também estiverem presentes -Intersindical, CTB e CGTB.
De volta ao Rio, Cancella trouxe na bagagem uma dose extra de entusiasmo, convencido de que o envolvimento massivo dos universitários vai contagiar a sociedade, levando a campanha para todos os estados e municípios brasileiros. Independente dos conteúdos das reportagens, em face da relevância política do Congresso da UNE, os principais jornais do país tiveram que destacar a imagem da imensa faixa que abriu a passeata em Brasília, estendida pelos organizadores: “Em defesa do Petróleo e da Petrobrás”. É o grito em favor da soberania nacional que já não pode ser contido nem omitido, estampado nas primeiras páginas da grande imprensa.
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Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
Por Kelly Lima, Nicola Pamplona e Irany Tereza
As duas maiores empresas da América Latina, Petrobrás e Vale, anunciam hoje parceria para explorar petróleo e gás natural no Espírito Santo. O memorando de entendimentos será apresentado pelos presidentes das duas companhias – José Sergio Gabrielli e Roger Agnelli – como um passo na direção de uma estratégia conjunta no setor de energia. Diretores da Vale já adiantaram, porém, que os investimentos da mineradora em energia estão voltados exclusivamente para suprimento próprio.
Esse primeiro acordo visa à aquisição, pela Vale, de 25% da concessão da Petrobrás no bloco BM-ES-22, no norte da Bacia do Espírito Santo, área com elevado potencial de gás natural. Fontes do mercado e das empresas, no entanto, adiantam que outras aquisições não estão descartadas. Há indicações também de que estão em andamento negociações para a produção conjunta de fertilizantes e outros investimentos na produção de gás. Leia o resto do artigo »
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Postado em 16 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.41, ano 2 – 10/06/2009 a 16/06/2009
Economia
Política
Internacional
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Postado em 12 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Jornal do Brasil
Por Emanuel Cancella
SECRETÁRIO GERAL DO SINDICATO DOS PETROLEIROS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Estamos assistindo a uma guerra silenciosa, a guerra do petróleo no Brasil! Em alguns países, essa guerra se dá com mísseis, canhões e porta aviões. Em outros, com a tentativa de derrubada de governos, é assim a geopolítica de petróleo no mundo.
No Brasil, onde o interesse é maior, dado o grande volume de petróleo e gás contido no pré-sal, as principais multinacionais do petróleo não estão caladas, muito pelo contrário, estão agindo nos bastidores, quem sabe, também via CPI do Senado. Reiteradas “denuncias” de corrupção na Petrobras são plantadas na mídia. Campanha para baixar o preço dos combustíveis, etc. E até dentro do próprio governo os lobos estão agindo.
O alvo do inimigo nesse momento, para onde estão mirando todo armamento bélico, é a Petrobras. Lógico, desmoralizar a Petrobras, destruindo a imagem daquela que além de tudo descobriu o pré-sal, é acabar com nossa auto-estima e credibilidade. Assim, as portas ficarão escancaradas para a convocação das multi, para fazer aquilo que a Petrobras fragilizada e descaracterizada não poderia fazer (logo a Petrobras que descobriu tudo e tem a tecnologia mais avançada do mundo). Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Do Eduardo Guimarães
O bordão “O petróleo é nosso” foi criado pela Campanha do Petróleo, desencadeada pelo Centro de Estudos e Defesa do Petróleo e por nacionalistas. Daquela campanha, nasceu a estatal petrolífera nacional, a Petrobras, em 1953.
O Brasil, desde aquela época, vem se dividindo entre nacionalistas e defensores do capital estrangeiro. Em 1938, o governo Getúlio Vargas determinou a exploração de uma jazida de petróleo em Lobato, na Bahia, dando origem ao Conselho Nacional do Petróleo. Desde então, as jazidas minerais passaram a ser propriedade do povo, sendo vedada a propriedade privada.
Criar a Petrobrás, no início dos 50, foi uma decisão acertada. Naquela época, o Brasil importava 93% dos derivados de petróleo que consumia. Hoje, somos autossuficientes.
O monopólio estatal do petróleo durou 44 anos. Foi quebrado em 16 de outubro de 1997 justamente Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Sergio Ferolla e Paulo Metri
Nos jornais brasileiros, com certa freqüência, são publicadas matérias pagas, como se fossem artigos, assinadas por pessoas muito bem remuneradas, defendendo a não modificação da atual lei do petróleo. Dentre as muitas inverdades despudoradamente registradas, destacam, por exemplo, que as descobertas de petróleo depois de 1997, inclusive o pré-sal, são conseqüência da aprovação da “lei do petróleo” (n° 9.478), que substituiu a “lei do monopólio” (n° 2.004), de 1953, sancionada por Getúlio Vargas.
Na verdade, quem descobriu muito petróleo no Brasil, mesmo depois de 1997, foi a Petrobrás, com exuberante índice de acertos, graças aos desenvolvimentos tecnológicos conseguidos por uma equipe altamente capacitada. Considerando que a Petrobrás não seria esta empresa de sucesso se não tivesse existido o monopólio, a totalidade das descobertas depois de 1997 ainda é crédito da “lei do monopólio”, em que pesem os investimentos privados. Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2009
60 bilhões de barris no pré-sal (valor conservador)
US$ 100 / barril – preço médio para 30 anos (valor conservador)
= a 5 trilhões de dólares
Valor dos investimentos e demais custos e despesas, durante 30 anos, US $ 1 trilhão
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2009
Washington pretende poner fin a su dependencia energética de Venezuela
Brasil y EE UU mantienen contactos informales con el objetivo de cerrar un futuro acuerdo comercial que aumente el flujo de petróleo y derivados desde el gigante suramericano hacia su vecino del norte. La recién estrenada Administración de Barack Obama ya ha dejado clara su voluntad de incrementar considerablemente las importaciones de crudo brasileño. De concretarse el pacto comercial, algo que hoy por hoy parece muy probable y que depende únicamente de Brasil, la consecuencia más directa sería el desplazamiento de Venezuela del mercado energético estadounidense, donde actualmente consigue colocar entre el 40% y el 70% de su producción petrolífera.
Si se cumplen las previsiones, Brasil puede ser el octavo productor mundial
Varias fuentes diplomáticas y gubernamentales de Brasilia han confirmado a EL PAÍS el interés del Gobierno de Luiz Inácio Lula da Silva en aumentar la presencia brasileña en el mercado norteamericano de hidrocarburos, aunque ello implique una colisión frontal con los intereses venezolanos. Todo ello dependerá de la cantidad de crudo que la compañía estatal brasileña Petrobras consiga bombear en los próximos años de los pozos perforados frente a los litorales de los Estados de Río de Janeiro y São Paulo, así como del marco jurídico que Washington y Brasilia suscriban. Leia o resto do artigo »
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