Postado em 6 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Petrobras fará até ilha artificial para explorar o pré-sal
Fonte: Valor
Por Danilo Fariello, de Brasília
A exploração e produção do pré-sal vai exigir uma revolução logística da Petrobras. Os principais campos da empresa, atualmente na Bacia de Campos, estão localizados a uma distância entre 120 e 150 quilômetros da costa, e os poços de exploração do pré-sal estarão, em geral, a uma distância ente 200 e 300 quilômetros. Por isso, serão necessários novos investimentos em infraestrutura para que a operação no mar tenha o máximo de autonomia possível.
“Estamos diante de circunstâncias totalmente diferentes das conhecidas”, diz o gerente-geral da unidade de serviços de transporte e armazenagem do setor de Exploração e Produção da Petrobras, Ricardo Albuquerque. “Como os campos são gigantes e distantes, isso leva a um planejamento distinto daquele já conhecido.”
Apesar das muitas incertezas, há dados preliminares suficientes para planejar. Já está definido, por exemplo, que a estratégia envolverá o modelo de “hub” (termo em inglês que significa ponto de conexão) para três itens específicos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Governo transferiu ao banco R$ 4,4 bilhões em ações de grandes empresas, como Eletrobrás, Petrobrás e Vale
Fonte: O Estado de São Paulo
Por Adriana Fernandes e Nicola Pamplona, BRASÍLIA e RIO
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quer intensificar ainda mais sua participação no financiamento a investimentos privados e, para isso, estuda o lançamento de um lote de debêntures, títulos de renda fixa, no mercado financeiro. Se confirmada a operação, os papéis serão emitidos pela BNDESPar, subsidiária do BNDES que concentra as participações acionárias do banco em outras empresas. A intenção é fazer o lançamento ainda este ano.
Além de captar recursos para aumentar investimentos em empresas consideradas importantes para o desenvolvimento econômico, a operação faz parte da estratégia de política econômica traçada pelo governo de estímulo à poupança interna. A estratégia é financiar novos projetos de investimentos de longo prazo aproveitando um cenário de aceleração do crescimento. Procurado pela Agência Estado, o BNDES não quis comentar o assunto.
Com a perspectiva de retomada dos investimentos após o período de “pé no freio” da crise, há preocupação no governo com a sustentação da oferta de crédito de longo prazo, concentrada hoje no BNDES. “Voltar a depender de poupança externa para financiamento não é a melhor estratégia”, disse uma fonte do BNDES. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Mauro Santayana
Quando, em outubro de 1953, o presidente Vargas sancionou a Lei 2.004, criando a Petrobras, o Brasil importava 95,6% de todos os derivados do petróleo que consumia: gasolina, querosene, óleo diesel, óleo combustível, gás liquefeito, aguarrás, óleo lubrificante – e outros produtos. As refinarias, que eram privadas, só tinham capacidade de transformar 2.300 barris de petróleo bruto por dia – que equivaliam a 3% de nossas importações totais do combustível. Produzíamos, em poços pioneiros, apenas 2% de petróleo bruto. Naquele momento, a prioridade era construir grandes refinarias no país – a fim de comprar mais petróleo bruto do que derivados e, assim, aliviar o peso das importações de energia. Conforme relata o general Arthur Levy – o segundo presidente da Petrobras (Juracy Magalhães foi o primeiro) – em seu livro Energia não se importa, as compras de derivados eram crescentes, e absolutamente necessárias ao desenvolvimento do país. Não tínhamos outra saída que não fosse a do endividamento. Chegaria o momento em que o país se tornaria inviável, pela impossibilidade de gerar recursos para a administração dos compromissos internacionais. A Petrobras foi, assim, uma imposição da necessidade. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Mauro Santayana
Fonte: JB online
Quando, em outubro de 1953, o presidente Vargas sancionou a Lei 2.004, criando a Petrobras, o Brasil importava 95,6% de todos os derivados do petróleo que consumia: gasolina, querosene, óleo diesel, óleo combustível, gás liquefeito, aguarrás, óleo lubrificante – e outros produtos. As refinarias, que eram privadas, só tinham capacidade de transformar 2.300 barris de petróleo bruto por dia – que equivaliam a 3% de nossas importações totais do combustível. Produzíamos, em poços pioneiros, apenas 2% de petróleo bruto. Naquele momento, a prioridade era construir grandes refinarias no país – a fim de comprar mais petróleo bruto do que derivados e, assim, aliviar o peso das importações de energia. Conforme relata o general Arthur Levy – o segundo presidente da Petrobras (Juracy Magalhães foi o primeiro) – em seu livro Energia não se importa, as compras de derivados eram crescentes, e absolutamente necessárias ao desenvolvimento do país. Não tínhamos outra saída que não fosse a do endividamento. Chegaria o momento em que o país se tornaria inviável, pela impossibilidade de gerar recursos para a administração dos compromissos internacionais. A Petrobras foi, assim, uma imposição da necessidade.
O projeto enviado pelo governo ao Congresso, para a exploração do petróleo do pré-sal autoriza a continuação dos leilões de áreas, também para o pré-sal. Isso significa que as empresas petrolíferas internacionais aumentarão a sua presença na exploração do óleo, com a consequente exploração intensiva dos lençóis do pré-sal. Essa situação trará outro efeito colateral perigoso para o futuro estratégico do país. Haverá entrada brusca de divisas e, conforme quem ocupar o governo, esse dinheiro, não sendo absorvido pelas necessidades de investimento, acabará aplicado em títulos do Tesouro dos Estados Unidos ou em bancos europeus. Haverá, ainda, outra sangria de divisas, com a remessa de lucros. A velha sabedoria aconselha não ir tão depressa ao poço. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Se os tucanos tivessem ganhado em 2002, hoje provavelmente a festa do pré-sal seria no Texas, ou em Cingapura – na sede da empresa que teria assumido o controle da Petrobrax. Os tempos do “pensamento subalterno”, os tempos de tirar os sapatos para os Estados Unidos, esses ficaram pra trás. “Altas personalidades naqueles anos chegaram a dizer que a Petrobras era um dinossauro – mais precisamente, o último dinossauro a ser desmantelado no país. E, se não fosse a forte reação da sociedade, teriam até trocado o nome da empresa”, disse o presidente Lula no lançamento do pré-sal. O artigo é de Rodrigo Vianna. Leia mais…
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Postado em 31 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Folha de São Paulo
Por Vinicius Torres Freire
Na véspera da festa do pré-sal, ainda era medonha a confusão sobre quem vai deter o capital da maior empresa do Brasil
A HISTÓRIA do aumento do capital da Petrobras começou a vazar em agosto de 2008 (uma empresa aumenta seu capital quando vende novas ações: fica “maior” e com “mais dinheiro”). Em março de 2009, ouvia-se, aqui e noutras páginas, que o governo compraria de “R$ 40 bilhões a R$ 70 bilhões” das novas ações da Petrobras.
Quitaria a operação por meio da transferência de blocos do pré-sal para a Petrobras, áreas não licitadas nem avaliadas. Ou, então, a Petrobras não precisaria pagar dividendos à União até a quitação do negócio. Ou, ainda, o governo federal faria dívida para comprar ações e, assim, reestatizar parte da empresa.
A amplitude da estimativa e dos esquemas de financiamento ilustra o tamanho dos delírios brasilienses, para nem mencionar a dificuldade de quitar a compra de ações por meio de um ativo do qual não se conhece nem o tamanho nem o preço (as tais áreas do pré-sal). Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Vejam!
Do amigo leitor Stanley Burburinho:
Até novela da Globo entrou na campanha de lesa-pátria demo-tucana, capitaneada por José Serra, para entregar o pré-sal aos estrangeiros.
A novela defende que a Petrobras abandone prospecção e exploração de Petróleo, com o argumento canhesto que os investimentos para perfurar poços, dariam para construir escolas, poços de saúde, pontes, etc.
Será que a Globo crê que seus telespectadores são tão idiotizados assim?
Ora, o petróleo é riqueza, é com o dinheiro da riqueza do Petróleo, que são de trilhões, que o Brasil terá muito mais dinheiro para construir escolas, hospitais, moradia, transporte públicos, pagar bem servidores públicos como policiais, professores, médicos, enfermeiros, servidores militares.
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Postado em 27 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
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