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Blog do Desemprego Zero

Menos de 2% dos doutores vão para indústria, diz estudo

Postado em 8 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Com a recente média alcançada de cerca de 10 mil doutores formados por ano, o Brasil ainda não conseguiu levar esses profissionais para dentro das empresas, mantendo a maior parte na academia. Estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que apenas 1,9% dos 26 mil doutores empregados está na indústria, enquanto 66% permaneciam na universidade. Outros 18% estão empregados no setor público. Leia mais no Estadão online…

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Leis de incentivo são pouco eficazes para a inovação

Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Dificuldades de acesso aos recursos de apoio afetam principalmente micro e pequenas empresas

Jornal da Ciência

A segurança jurídica e a desburocratização no acesso ao crédito são os itens mais importantes para o estímulo à inovação no Brasil. As empresas, no entanto, encontram dificuldades para usar os instrumentos de apoio à inovação e por isso relutam em buscar os benefícios das leis de incentivo. Essa foi a principal constatação do grupo que participou da temática “Inovação e Produtividade na Indústria”, realizada durante o 3º Encontro Nacional da Indústria (Enai).

A inovação tecnológica é reconhecida pela maioria dos executivos mundiais como essencial para uma trajetória competitiva e obrigatória na estratégia das empresas de sucesso, segundo a definição que consta do documento “Mobilização Nacional para a Inovação – MEI”.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, disse que o maior problema para o estímulo à inovação é a burocracia. Segundo ele, as dificuldades de acesso aos recursos afetam principalmente as micro e pequenas empresas.

“As empresas só conseguem ter acesso se tem a Certidão Negativa de Débitos e, segundo levantamento da Abimaq, quase 70% dos associados tem algum problema com a receita, o que é natural em um país com uma das maiores cargas tributárias do mundo”, afirmou Aubert Neto.

O presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Luis Manuel Rebelo, concordou que há uma burocracia excessiva no financiamento. Ele destacou que ela é fruto de um contexto em que a organização tinha poucos recursos para investir. “Com a escassez de recursos, a Finep tinha processos mais complexos de financiamento, para diminuir a demanda”, explicou Rebelo. “Hoje a situação é de abundância relativa de recursos e isso implica mudança cultural dentro da Finep, que tende a ampliar o acesso ao crédito.” Leia o resto do artigo »

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Cientistas pedem mais investimentos privados em pesquisa

Postado em 31 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Jornal da Ciência    

Presidente da SBPC defende em audiência no Congresso que é preciso investir em inovação nas empresas

A elevação de investimentos feitos pelo governo em ciência e tecnologia deve ser acompanhada de maior participação do setor privado em pesquisa e desenvolvimento. Esse foi um dos principais pontos ressaltados pelos participantes de audiência pública promovida sobre o tema, nesta quarta-feira (29), pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).

O Brasil investe atualmente cerca de 1% de seu Produto Interno Bruto (PIB) em ciência e tecnologia, segundo informou o presidente do CNPq, Marco Antonio Zago. É o país que mais dedica recursos ao setor na América Latina, acrescentou, tanto em relação ao PIB como em valores absolutos. Mas 80% das pesquisas, ressaltou, encontram-se nas universidades.

- Se queremos usar a ciência e a tecnologia para o desenvolvimento, esse quadro deve mudar. Precisamos de mais pesquisadores no setor produtivo – disse Zago.

A mesma sugestão foi apresentada pelo presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Marco Antonio Raupp. De acordo com ele, os cientistas estão “sensibilizados” com os avanços feitos no setor durante o atual governo. Entre eles, como mencionou, a integração da ciência e da tecnologia com a formulação de políticas nacionais de desenvolvimento. O presidente da SBPC considerou, porém, “crucial” o aumento dos investimentos privados em pesquisa. Leia o resto do artigo »

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Maior parte do investimento em C&T nos EUA vai para a área de defesa

Postado em 18 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Fonte: Jornal da Ciência

Segundo a Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), orçamento federal para P&D em 2009 terá aumento de 3,4% (4,9 bilhões) em relação ao ano passado, totalizando 147,4 bilhões de dólares.

Um recente estudo divulgado pelo diretor para política e orçamento da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), Kei Koizumi, aponta tendências que revelam as prioridades do Governo dos EUA em matéria de C&T.

Tais tendências podem ser resumidas nos seguintes aspectos, contidos na proposta orçamentária do Executivo para o ano fiscal de 2009, atualmente em tramitação no Congresso:

(a) Se aprovada a proposta, o orçamento federal para pesquisa e desenvolvimento em 2009 terá aumento de 3,4% (4,9 bilhões) em relação a 2008, totalizando 147,4 bilhões de dólares. Desse total, os programas com maior aumento real serão os de desenvolvimento de veículos espaciais (NASA) e de armamentos (Departamento de Defesa – DoD).

(b) Do total orçamentário para o setor, o DoD continuará a receber a maior parcela (80,7 bilhões de dólares). Desse valor, programas de desenvolvimento de armamentos receberão acréscimo de 6,9 por cento em relação a 2008, num total de 69 bilhões de dólares (quase metade de todo o orçamento federal para P&D). O investimento de P&D em defesa, o qual se procura justificar pelo apoio ao esforço de guerra no Iraque, mantém o DoD como a principal agência para o fomento à pesquisa neste país.

(c) As agências contempladas na Iniciativa de Competitividade da América – Instituto Nacional de Padrões Tecnológicos (NIST), Fundação Nacional de Ciências (NSF) e Escritório Científico do Departamento de Energia (DoE-SO) – terão os maiores aumentos percentuais (16,1, 15,5 e 20,7 por cento, respectivamente).

Os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) manterão o mesmo valor nominal de 2007, enquanto que outras agências terão seus orçamentos reduzidos, notadamente nos setores de agricultura, meio ambiente e monitoramento da Terra.

(d) A pesquisa relacionada à segurança interna (“homeland security”) terá acréscimo de 10,2 por cento, totalizando 5,5 bilhões, em apoio a programas de pesquisa em defesa química, defesa biológica e redução de ameaças.

(e) O apoio à pesquisa básica (57,3 bilhões) continuará a ter declínio, em termos reais, pelo quinto ano consecutivo. As disciplinas de física, astronomia e química terão ganhos reais, enquanto que ciências comportamentais, ciências da vida e biológicas e ciências da Terra tendem a ter orçamentos declinantes.

(f) O Governo seguirá priorizando iniciativas de pesquisas multidisciplinares e interagências, como a Iniciativa Nacional de Nanotecnologia (NNI) (que receberá 1,5 bilhão de dólares), a Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias de Informação e Redes (NITRD) (3,5 bilhões) e o Programa Científico sobre Mudança do Clima (CCSP) (2 bilhões). Leia o resto do artigo »

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