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Blog do Desemprego Zero

Cristovam pede atenção da mídia para “escândalos invisíveis”

Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Senador afirma que analfabetismo, concentração de renda e ação de governadores contra piso de professor deveriam escandalizar os brasileiros

Fonte: Jornal do Senado

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) lamentou, em pronunciamento feito ontem, que a mídia brasileira dedique muito espaço aos “escândalos visíveis”, enquanto o país convive rotineiramente com “escândalos invisíveis”, que se manifestam na adoção de programas que não interessam à grande maioria da população, e que darão origem, mais tarde, aos “escândalos previsíveis”.

- Temos que nos escandalizar com a corrupção no comportamento, mas também com a corrupção existente nas prioridades. Tornar os escândalos invisíveis também é uma corrupção. A mídia não consegue ver escândalo na falta de prioridades das políticas, mas só no comportamento dos políticos – afirmou.

Como exemplo de “escândalo invisível”, o senador citou o fato de que 27% das crianças do Piauí não sabem ler, deficiência que atinge 11% do total das crianças do país. Isso, para Cristovam, é “um escândalo tão grave como o uso de passagem do Senado sem ser para o trabalho”.

Cristovam também enquadrou na mesma categoria a existência no Brasil de 14 milhões de analfabetos plenos, a concentração de 50% da renda do país em 1% da população, a ação de inconstitucionalidade impetrada por cinco governadores estaduais contra o piso salarial de R$ 950 a ser pago aos professores, as filas para cirurgias em hospitais, a prostituição infantil e a dependência de 50 milhões de pessoas “que só conseguem comer” graças ao programa Bolsa Família do governo federal. Leia o resto do artigo »

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A notícia e a versão

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Carta Capital

Por Delfim Netto 

Um dos fatos mais surpreendentes das análises financeiras que invadem nossa televisão às 7 horas da manhã, mostrando o que aconteceu nas bolsas de valores no Oriente, é a convicção com que fornecem explicações aparentemente razoáveis a partir de suposto conhecimento científico. Nada contra a quantidade e a qualidade de informações objetivas sobre o comportamento dos mercados. Destas sempre um pouco mais é melhor. Quando, entretanto, a informação objetiva é fornecida escondendo um contrabando opinativo, seria preciso deixar isso claro ao receptor e chamar a sua atenção para o fato de “que ela deve ser usada com moderação”. 

É necessário dizer que isso nada tem a ver com a competência ou a habilidade do analista. É resultado da própria natureza do sistema econômico e da sua complexidade. Há algum tempo, o avanço dos estudos da dinâmica de sistema no campo das ciências naturais (meteorologia, biologia e física newtoniana) vem mostrando que mesmo os que aparentam simplicidade podem desenvolver comportamentos surpreendentes e inesperados. Sabemos hoje que modelos econômicos dinâmicos ingênuos podem também exibir comportamentos tão ou mais surpreendentes e inesperados quanto os das ciências naturais.

As análises midiáticas são frequentemente condicionadas pela ideologia hegemônica politicamente correta, construída desde meados dos anos 80 do século passado, em resposta às inadequadas políticas econômicas então executadas. Estas, juntamente com a perversa estrutura do poder político internacional construído durante a Guerra Fria, haviam levado a economia mundial à estagnação e à inflação. Leia o resto do artigo »

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Um povo monitorado pela agenda do capital

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Waldemar Rossi*   

A Rede Globo consegue enquadrar parcela significativa da população brasileira nos limites de sua telinha televisiva. São novelas e mais novelas nos horários “nobres” a invadir os lares brasileiros, de segunda a sábado, seguidas de programas “culturais” tipo BBB, futebol e mais futebol. Transforma drama particular em verdadeiro circo emocional a mexer com a sensibilidade de um povo simples e trabalhador; passa e repassa filmes quase que exclusivamente das produtoras estadunidenses, com a marca privilegiada da violência, recheados ostensivamente de bandeiras da terra do Tio Sam.

Leva ao ar noticiários que, bem feitos tecnicamente, sempre passam apenas aquilo que é de interesse do capital, omitindo fatos importantes para a vida do nosso povo. Com isso, mantém o povo atrelado aos interesses ideológicos dos seus exploradores. Muito embora com um poder de penetração bem menor e com qualidade técnica inferior à da Globo, agem da mesma forma as demais redes televisivas. Levam avante verdadeira lavagem cerebral do povo brasileiro, que busca encontrar no “deus” consumo realização que supere suas frustrações – impostas pelo mesmo capital.  

A pauta eleitoral  

Além desse infernal ataque ideológico diário, a mídia procura nos enquadrar em outra pauta importante para os detentores do poder econômico: a pauta eleitoral. Pois a cada dois anos o povo brasileiro é condicionado a escolher entre os inúmeros candidatos às vagas dos poderes legislativo e, principalmente, executivo. Mal acabamos de sair de um processo eleitoral (votamos para prefeitos e vereadores no ano de 2008) e já estamos sendo condicionados a “pensar” nas eleições para as esferas federal e estadual, a serem realizadas em outubro de 2010 e, com isto, nos esquecermos dos graves problemas que estão dia a dia interferindo em nossas vidas pessoais, familiares e social.   Leia o resto do artigo »

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A responsabilidade social da mídia

Postado em 6 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Carta Maior

Por Venício Lima*

No Brasil, os empresários de mídia continuam a defender seus interesses como se estivéssemos nos tempos da velha doutrina liberal (que, de fato, nunca vivemos). O discurso da liberdade de imprensa e da autoregulação praticado no Brasil é historicamente anterior ao trabalho da Hutchins Commission, de 1947.

Há 62 anos, em 27 de março de 1947, era publicado nos Estados Unidos o primeiro volume que resultou do trabalho da Hutchins Commission – “A free and responsible press” (Uma imprensa livre e responsável). A Comissão, presidida pelo então reitor da Universidade de Chicago, Robert M. Hutchins, e formada por 13 personalidades dos mundos empresarial e acadêmico, foi uma iniciativa dos próprios empresários e foi por eles financiada.

Criada em 1942 como resposta a uma onda crescente de críticas à imprensa, a Comissão tinha como objetivo formal definir quais eram as funções da mídia na sociedade moderna. Na verdade, diante da crescente oligopolização do setor e da formação das redes de radiodifusão (networks), se tornara impossível sustentar a doutrina liberal clássica de um mercado de idéias (a marketplace of ideas) onde a liberdade de expressão era exercida em igualdade de condições pelos cidadãos. A saída foi a criação da “teoria da responsabilidade social da imprensa”. Centrada no pluralismo de idéias e no profissionalismo dos jornalistas, acreditava-se que ela seria capaz de legitimar o sistema de mercado e sustentar o argumento de que a liberdade de imprensa das empresas de mídia é uma extensão da liberdade de expressão individual. Leia o resto do artigo »

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As provas são irrefutáveis

Postado em 11 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Mino Carta

“Agora sou eu quem pergunta aos meus pacientes botões qual seria a razão pela qual figuras como Gilmar Mendes, ou como Daniel Dantas, contam com o pronto amparo da mídia nativa. Arrisco-me a um palpite: antes de qualquer outro interesse eventualmente em jogo, trata-se talvez de exercer a proteção corporativa, pontual e inexorável entre aqueles que, de uma forma ou de outra, participam dos mesmos privilégios e os mantêm com a ferocidade necessária. Os donos do poder, dispostos a vender a alma para deixar as coisas como estão”.

Que diria o atento leitor, o cidadão honrado, ao ser informado que o supremo representante da Justiça brasileira compra terrenos de 2 milhões de reais por um quinto do valor? E que diria ao verificar que, ao aliar à atividade de magistrado a de empresário da educação, fecha contratos sem licitação para cursos diversos com entidades estatais as mais variadas, desde a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional até o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação? É de se supor que o cidadão em pauta ficaria entre atônito e espantado. Leia o resto do artigo »

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Jornalismo partidário na batalha dos cartões corporativos

Postado em 9 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Foi o grande cientista político italiano Antônio Gramsci que classificou a imprensa livre como o grande partido de direita do Ocidente. Pode-se dizer que a classificação é simplista. O que não pode ser dito da grande imprensa brasileira é que ela seja apartidária e neutra. É complicada a tarefa de exigir imparcialidade e equilíbrio da mídia. Quem sabe seja seu direito fazer suas opções, inclusive políticas. Ou será que a sociedade é que tem direito de exigir jornalismo de qualidade e apartidário. A resposta não é simples. O problema é que a mídia brasileira se declara imparcial e apartidária, mas ao mesmo tempo faz suas opções políticas (sem contar para o seu público). Assim, sua cobertura só pode resultar em mau jornalismo. É o que se viu na cobertura sobre os cartões corporativos.

 

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DR. PEDRO SARAIVA: COLUNISTA ” Eliane Cantanhêde ” COMETEU “EXERCÍCIO ILEGAL” DA MEDICINA

Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Eduardo Kaplan Barbosa

A mídia vem tentando empurrar a idéia de que estamos vivendo uma epidemia de febre amarela no Brasil.

Luiz Carlos Azenha do blog Vi o Mundo recebe carta de especialista no assunto. Ele diz que não há nenhum desvio do padrão de ocorrência da febre amarela observado há mais de uma década.

Qual o interesse por trás de notícias alarmistas?

Criar um estado de pânico na população?

Um palpite: a mídia continuará propagando uma pretensa epidemia até conseguir mandar todos brasileiros para uma fila de posto de saúde, buscando tomar uma vacina que só é recomendada para pessoas que entram em zonas de risco. Quando a mídia conseguir multiplicar o desperdício com vacinações desnecessárias e forçar uma falsa “crise de racionamento” de vacinas talvez fique satisfeita. Poderá dizer que essa seria mais uma “demonstração” de “incompetência” do governo. Leiam a entrevista e tirem suas próprias conclusões.

DR. PEDRO SARAIVA: COLUNISTA COMETEU “EXERCÍCIO ILEGAL DA MEDICINA”

Atualizado em 18 de janeiro de 2008

POR PEDRO SARAIVA para o blog eu vi o mundo

Caro Azenha, sou médico clínico geral e nefrologista formado pela UFRJ. Sou seu leitor assíduo, e resolvi escrever-lhe para ver se pelo menos aqui, no seu blog, um médico consegue espaço para falar sobre essa histeria que envolve a febre amarela. Leia o resto do artigo »

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