‘Mídia trata Honduras de modo caricato, grosseiro e preconceituoso’
Postado em 6 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Por Rodrigo Mendes, colaborou Valéria Nader
Um golpe de estado em um país da América Latina, região com bagagem de golpes e ditaduras, colocou Honduras na pauta do jornalismo internacional. O presidente eleito democraticamente, Manuel Zelaya, foi tirado à força do poder, com o aval de diversas instituições do país.
Roberto Micheletti foi alçado à posição de presidente. Seguiu-se intensa polêmica na interpretação da Constituição do país, onde especialistas favoráveis, contrários e também em posição de neutralidade relativamente ao golpe têm se manifestado de diferentes maneiras na análise quanto ao respaldo que as leis do país dão à deposição de Zelaya. Condenações a esse processo têm vindo, no entanto, de todas as partes do mundo e, principalmente, do povo hondurenho, que foi às ruas protestar contra o golpe e o atentado à democracia.
Por vários dias, Honduras foi o principal destaque dos noticiários. Mas a engrenagem precisa rodar, o jornalismo é um negócio como outro qualquer. Portanto, aos poucos, Honduras foi desaparecendo das principais manchetes e parecia seguir seu rumo inevitável em direção às pequenas notas de pé de página. Leia o resto do artigo »
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