Postado em 9 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Fonte: Carta Capital
Em pronunciamento à nação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que este dia 7 de setembro significa uma nova independência para o Brasil. O nome desta nova independência, acrescentou, é pré-sal, e seu conteúdo são as gigantescasjazidas de petróleo e gás descobertas nas profundezas do nosso mar. O presidente pediu que a população acompanhe o debate das leis para a exploração do pré-sal, enviadas ao Congresso, para garantir que a maior parte dessa riqueza fique nas mãos dos brasileiros e que seja aplicada em educação, ciência e tecnologia, cultura, defesa do meio ambiente e combate à pobreza.
Redação – Carta Maior
Íntegra do pronunciamento do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, à nação brasileira, ontem à noite, em cadeia nacional de rádio e televisão:
“Queridas Brasileiras e Queridos Brasileiros,
É comum que o 7 de setembro sirva para a gente enaltecer o passado e pensar o presente. Desta vez é diferente: este é o 7 de setembro do Brasil festejar o futuro. De celebrar uma nova independência.
Esta nova independência tem nome, forma e conteúdo. Seu nome é pré-sal; seu conteúdo são as gigantescas jazidas de petróleo e gás descobertas nas profundezas do nosso mar; sua forma é o conjunto de projetos de lei que enviamos, há poucos dias, ao Congresso Nacional. E que vai garantir que esta riqueza seja corretamente utilizada para o bem do Brasil e de todos os brasileiros. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.51, ano 2 – 19/08/2009 a 25/08/2009
Economia
Política
Internacional
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Postado em 12 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Acabei de descobri esse blog recém-criado do conhecido ativista político Marcelo Morel.
Como era de se esperar, lá encontramos notícias fresquinhas dos bastidores políticos e boas análises.
Vale à pena conferir.
Abraços,
Gustavo
Por Marcelo Morel
Há trinta dias o Senado afunda em si mesmo.
Após 1994, durante o governo Fernando Henrique, o Senado Federal passou por um processo de rejuvenescimento; na época os analistas políticos previam uma efervescência nos debates e um papel mais dinâmico para a casa, até então tida como um repouso de políticos veteranos, uma espécie de sub-sede da Academia Brasileira de Letras. Não deu outra.
Com a entrada dos jovens senadores, veio junto a popularização da TV Senado e os discursos começaram quentes e inflamados, até nos dias em que a plenária estava vazia. De vez em quando havia umas disputas regionais e trocas de acusações entre as excelências. Vale lembrar também que as nossas oligarquias tiveram suas desarticulações políticas às vésperas do Lula se tornar presidente.
Fernando Henrique leia mais>>
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Postado em 6 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Ex-ministro de Assuntos Estratégicos nega ter abdicado de suas ambições políticas para 2010 ao voltar para Harvard
Filiado ao PRB, Mangabeira diz que saída de secretaria lhe dá “mais liberdade” para viajar pelo país, sem as amarras do cargo ministerial
Fonte: Folha de S.Paulo
Por ELIANE CANTANHÊDE
O professor e ex-ministro Roberto Mangabeira Unger saiu da Secretaria de Assuntos Estratégicos para voltar a lecionar em Harvard, mas não abdicou de suas ambições políticas. Ontem anunciou que está disposto a retomar suas viagens pelo Brasil ainda neste semestre e avalia todas as possibilidades, inclusive a de se candidatar à Presidência da República no ano que vem.
Falando à Folha por telefone, dos Estados Unidos, Mangabeira disse que sente “muito afeto” pela ministra Dilma Rousseff, candidata da preferência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para sua sucessão, mas que não descarta ser adversário dela. Leia o resto do artigo »
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Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Independente de sermos contra ou à favor, o STF já encerrou a discussão de maneira arbitrária
Fonte:Folha Online
Por MÁRCIO FALCÃO
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, chamou nesta segunda-feira de casuísmo a movimentação de Congressistas em torno da proposta que prevê um terceiro mandato para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Um outro grupo parlamentar defende a prorrogação por mais dois anos dos atuais mandatos de presidente, governadores, deputados e senadores. Mendes afirmou que são mínimas as chances da Suprema Corte referendar as propostas.
"Acho extremamente difícil fazer essa compatibilização com o princípio republicano. As duas medidas têm muitas características de casuísmo e, por isso, vejo que elas dificilmente serão referendadas ou ratificadas pelo STF", disse. Leia o resto do artigo »
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Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Não gostava nem um pouco do César Maia como prefeito aqui do Rio,
mas ele é um gênio do marketing eleitoral e a análise abaixo do amigo dele parece realmente muito interessante!
Gustavo
Por César Maia,
(Recebido de publicitário de renome nacional, pós-graduado em comunicação política)
”O ex-blog já fez alguns comentários sobre a percepção do eleitor em relação a candidatos no Brasil. Realmente, se o perfil/imagem de um candidato de um partido é muito diferente de outro candidato do mesmo partido, não há razão nenhuma no eleitor brasileiro para que mantenha seu voto dentro desse partido. Lula é um personagem visto como de extração popular que subiu na vida. E, mesmo que já esteja de fato na classe média há mais de 25 anos, ou mais da metade de sua vida adulta, entendeu a importância de manter sua imagem de origem. “.
“Dilma é de outra ‘família’, assim como Dirceu, Palocci, Mercadante, Jacques Wagner, Tarso Genro, profissionais de classe média que se vestem, falam e pensam como classe média. É assim que o eleitor os vê. Por isso, será muito difícil Lula transferir votos para quaisquer deles, além do que, a máquina conduzirá. Seria algo como o ex-presidente Fernando Henrique pedir votos para a ex-senadora Benedita”.
“Há apenas um nome para substituir Dilma (em minha visão, mal escolhida por Lula). Esse nome é o Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Fonte: Carta Capital
Por Delfim Netto
Uma das perguntas mais interessantes, das que se apresentam aos brasileiros, é a seguinte: a visível continuidade da política macroeconômica do governo Lula com relação à de FHC mostra que nada mudou, que apenas tivemos mais do mesmo? Significaria essa realidade uma traição aos ideais socialistas do Partido dos Trabalhadores, como murmuram na sombra alguns ex-quase grandes revolucionários?
Desde a sua origem, o Partido Comunista Brasileiro refletiu as desventuras da esquerda europeia e seu precário cimento de um marxismo superficial e duvidoso, que teria infartado o pobre Karl. Sempre houve, no Brasil, uma oposição de esquerda (até católica) ao PCB.
Boa parte do pensamento marxista brasileiro, refletindo a oposição ao centralismo autoritário, dividiu-se entre trotskistas, luxemburguistas, kautskystas e tutti quanti…
O Partido dos Trabalhadores é uma organização quase autóctone construída em São Bernardo do Campo por um gênio político de extração católica. Ele recolheu em seu seio vários grupos de oposição e seduziu a esquerda intelectual, que tentou controlá-lo sem nenhum sucesso. Sonhou, originalmente, transformar o Brasil em um país socialista e democrático com pluralidade partidária… Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Guilherme C. Delgado*
Há forte evidência na agenda de Medidas Provisórias e outras iniciativas do Executivo no Congresso, ou ainda na ação autônoma do governo federal, de que o desenho estratégico que continua a orientar o governo Lula em 2009, preparando a sucessão de 2010, pauta-se pela mesma aliança de economia política do início do governo. “Banqueiros, usineiros e empreiteiros”, nesta ordem, como protagonistas invisíveis dos poderes da República, na feliz expressão do amigo há pouco falecido Tamás Szmrecsanyi.
Essa aliança perseguiu, ainda que com defasagens e retardos, a inserção da economia brasileira no “boom” do crescimento da economia mundial, pela via do setor primário exportador.
Do primeiro para o segundo mandato do presidente a tônica de prioridades vai se deslocando do sistema financeiro, para também arranjar espaços ao agronegócio e aos investimentos em infraestrutura de energia (prioridade do PAC). Mas esse movimento sempre se fez preservando uma máxima “renda mínima” aos credores da dívida pública brasileira – prioridade que restringiu o crescimento econômico a níveis bastante aquém do seu potencial de expansão. Leia o resto do artigo »
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