prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

The Capture of Keynesianism

Postado em 17 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Thomas Palley

Communist revolutionary Che Guevara rapidly became an inspirational figure for revolutionary socialist change after his execution in Bolivia in 1967. Forty years later, Che lives on but his image now adorns t-shirts that have become popular fashion statements. This transformation reflects the extraordinary power of markets to capture and transform, turning an avowed enemy of the market system into a profit opportunity.

The process of capture also holds for economic policy, which has witnessed the conservative capture of Keynesianism. This capture is now on display as U.S. policymakers struggle to contain the effects of a collapsing house price bubble that was recklessly funded by Wall Street. The sting is that the full powers of Keynesian policies are being invoked to save an economy that no longer generates Keynesian outcomes of full employment and shared prosperity.

The political economic philosophy of Keynesianism emerged after World War II following the catastrophic experience of the Great Depression. The new paradigm advocated an economy with full employment and shared prosperity, and gave government the critical role of regulating markets and adjusting monetary and fiscal policy to ensure levels of demand sufficient to generate full employment.

These Keynesian tools are now being applied forcefully. The Federal Reserve has dramatically cut its interest rate target in response to financial sector weakness. Its goal has been to shore up asset prices, prevent further financial losses, lower mortgage rates to make houses more affordable and prevent further defaults, and to stimulate spending by lowering the cost of capital. Moreover, the Fed has done this despite consumer price inflation being above four percent.

Simultaneously, the Bush administration has pushed for fiscal stimulus, albeit with its usual preference for tax cuts benefiting business and the rich that deliver little bang for buck. The Democratically controlled Congress has also gotten in on the act with stimulus packages that are better designed, but still contain plenty of expensive and relatively ineffective tax cuts.

On one level, policymakers are absolutely right taking these measures, as the costs of a financial and economic meltdown are so large. But true Keynesian policy would also address the failure to generate full employment and shared prosperity. The current U.S. economic expansion looks like being the first ever in which median household income fails to recover its previous peak. Job growth has been tepid for much of the time, and the employment-to-population ratio has remained well below its previous peak. This dismal experience comes on top of three decades of wage stagnation during which household income only grew because of longer working hours and having both household heads work.

The capture of Keynesianism has been a gradual process. In the 1950s military Keynesianism became the hallmark of American policy, with defense spending becoming a huge and permanent component of government spending, to the benefit of the war industry. President Reagan continued the process of capture, pushing rhetoric and policies that undermined working families while simultaneously running budget deficits that kept the lid on unemployment. In the last recession of 2001, the Bush administration again invoked Keynesian stimulus for tax cuts that contained minimal stimulus and were closer to looting of government finances. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, Política Econômica | Sem Comentários »

Soberania do consumidor?

Postado em 25 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Rodrigo L. Medeiros*

Há cinqüenta anos atrás, John Kenneth Galbraith publicou um clássico livro sobre as transformações que se passavam no capitalismo. A sociedade afluente foi traduzido para diversos idiomas e instigou reflexões sobre os rumos das sociedades industriais. Em um dos capítulos do respectivo clássico, Galbraith questiona até que ponto a soberania do consumidor se sustenta como um fato.

Em síntese: “À medida que uma sociedade se torna mais afluente, as necessidades são cada vez mais criadas pelo processo por meio do qual são satisfeitas” (Galbraith essencial. Futura, 2007. p.47). Uma pessoa com fome não precisa ser informada sobre a sua necessidade de alimento. Ela simplesmente sente uma necessidade. Para as necessidades de segunda classe, isto é, aquelas resultantes do esforço de manter-se adiante ou acima do seu próximo, quanto maior o seu nível, mais altas elas serão. Elas são praticamente insaciáveis, afirmou John M. Keynes.

Como economista institucionalista de corte liberal-democrata, Galbraith afirma que não se deve simplesmente defender qualquer forma de produção para satisfazer as necessidades individuais das pessoas. Em sociedades brutalmente desiguais em termos de distribuição de renda, o quadro analisado por Galbraith torna-se ainda mais dramático. Até que ponto a modernidade associada aos padrões de consumo propagados pelos grandes interesses pecuniários estabelecidos estão em consonância com as reais necessidades das sociedades retardatárias e, em que medida, ela se associa a uma estratégia de desenvolvimento sustentado para essas respectivas sociedades? Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Rodrigo Medeiros | Sem Comentários »

Keynes e a conjuntura: breves comentários

Postado em 15 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Rodrigo L. Medeiros*

Há muitos anos atrás John Maynard Keynes escreveu: “Os dois principais defeitos da sociedade em que vivemos são sua incapacidade para proporcionar o pleno emprego e a sua arbitrária e desigual distribuição da riqueza e das rendas” (Teoria geral. Cap. 24, I). Keynes não atacou a inconseqüente degradação do meio ambiente causada pela fúria industrialista, pois isso alargaria o escopo de sua obra clássica. As prioridades de seu tempo eram outras.

Keynes revolucionou a ciência econômica então estabelecida ao descrever como um sistema econômico poderia operar abaixo do pleno emprego dos fatores de produção e quais as suas conseqüências sociopolíticas para os sistemas democráticos. Estado e mercado, assim como havia descrito Adam Smith, eram complementares no processo de desenvolvimento das nações. Keynes demonstrou também como a teoria neoclássica estabelecida nas crenças dos seus adeptos mais ortodoxos negava a possibilidade do desemprego involuntário. Oferta e demanda encontravam periodicamente os seus pontos de equilíbrio abaixo do pleno emprego do fator trabalho.

Onde estariam as causas desse fenômeno? Keynes detectou nas expectativas dos agentes econômicos elementos psicológicos capazes de influenciar o nível dos investimentos produtivos numa economia. Em situações de grandes incertezas quanto à demanda por bens e serviços, a preferência pela liquidez era exercida com freqüência. Recursos financeiros acabavam sendo drenados da economia real para as aplicações financeiras. Os investimentos produtivos, medidos pela formação bruta de capital fixo, eram travados e a ociosidade dos fatores de produção tornava-se uma realidade crônica. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Política Brasileira, Política Econômica, Rodrigo Medeiros | 2 Comentários »

La vulnerabilidad moral de los mercados

Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Robert Skidelsky

by Robert Skidelsky

Fonte: Project Syndicate

Hoy parece no existir ninguna alternativa coherente para el capitalismo. Sin embargo, los sentimientos anti-mercado están bien en forma, lo cual queda de manifiesto, por ejemplo, en la reacción moralista contra la globalización. Como ningún sistema social puede sobrevivir mucho tiempo sin un sustento moral, las cuestiones planteadas por los defensores de la antiglobalización son urgentes -mucho más en medio de la actual crisis económica.

Es difícil negar cierto valor moral del mercado. Después de todo, le adjudicamos valor moral a los procesos así como a los resultados, como en la frase “el fin no justifica los medios”. Es mejor, desde un punto de vista moral, que nuestros productos sean suministrados por mano de obra libre que por esclavos y que podamos elegir nuestros productos en lugar de que el Estado los elija por nosotros. El hecho de que el sistema de mercado sea más eficiente a la hora de crear riqueza y satisfacer las necesidades que cualquier otro sistema es un beneficio adicional.

Las críticas morales del mercado se centran en su tendencia a favorecer un tipo de personalidad moralmente deficiente, privilegiar motivos desagradables y promover resultados indeseables. Al capitalismo también se le adjudica la falta de un principio de justicia.

Consideremos la personalidad. Muchas veces se dijo que el capitalismo retribuye la cualidad de autocontrol, trabajo arduo, inventiva, austeridad y prudencia. Por otra parte, deja afuera todas las virtudes que no tienen ninguna utilidad económica, como el heroísmo, el honor, la generosidad y la piedad. (El heroísmo sobrevive, en parte, en la idea romántica del “empresario heroico”).

El problema no es sólo la insuficiencia moral de las virtudes económicas, sino su desaparición. El trabajo arduo y la inventiva siguen siendo retribuidas, pero el autocontrol, la austeridad y la prudencia seguramente empezaron a desvanecerse con la primera tarjeta de crédito. En el Occidente opulento, todos piden dinero prestado para consumir tanto como sea posible. Estados Unidos y Gran Bretaña están ahogándose en deuda. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, Política Econômica | Sem Comentários »

Alargando as perspectivas teóricas

Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Rodrigo L. Medeiros*

Um dos temas de grande controvérsia entre as correntes do pensamento econômico é a da inflação. Para a ortodoxia liberal, inflação é pressão de demanda. Quando a demanda cresce além da oferta há um desajustamento que se expressa pela elevação dos preços. Os adeptos da heterodoxia econômica, por sua vez, não negam que possa haver pressões de demanda e, conseqüentemente, inflação.

No entanto, os heterodoxos reconhecem que os mercados não são perfeitos e que existem desequilíbrios entre oferta e demanda que extrapolam o simplório arcabouço teórico dos ortodoxos. Em um artigo publicado no jornal O Globo, de 07/06/2008, Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia 2001, afirma:

“Os bancos centrais formam um fechado clube, dado a manias e modismos. No início dos anos 80 sucumbiram ao encanto do monetarismo, teoria econômica simplista de Milton Friedman. Depois que o monetarismo caiu em descrédito – com elevado custo para os países que o adotaram – começou a busca de um novo mantra. A resposta veio na forma do regime de metas de inflação, segundo o qual sempre que os preços sobem acima de determinado nível os juros devem ser elevados. A receita se baseia em rala teoria econômica ou evidência empírica; não há razão para esperar que, qualquer que seja a fonte de inflação, a melhor resposta seja elevar os juros. Espera-se que a maioria dos países tenha o bom senso de não implementar esse regime; minha simpatia vai para os infelizes cidadãos daqueles que já o fizeram. O regime de metas (inflation targeting) está sendo testado – e quase certamente falhará. Países em desenvolvimento enfrentam taxas mais altas de inflação, não devido a problemas na política macroeconômica, mas porque os preços da energia e dos alimentos estão em alta, e estes itens pesam muito mais no orçamento doméstico do que nos países ricos. Na China, a inflação se aproxima dos 8% ao ano. No Vietnã, deverá chegar a 18,2% este ano, e na Índia está em 5,8%. Em contraste, a inflação nos EUA se mantém em 3%. Isto quer dizer que esses países em desenvolvimento deveriam subir suas taxas de juro muito mais do que os EUA? A inflação nesses países é, na maior parte, importada”.

O título do artigo é ‘A falência das metas de inflação’. Mercados perfeitos só existem nas cabeças dos adeptos da ortodoxia econômica liberal. Segundo Keynes, trata-se do “tipo de coisa em que nenhum homem poderia acreditar se não tivesse a cabeça entulhada de idéias insensatas durante anos e anos” [1]. Não há desculpas para a estreiteza teórica da ortodoxia econômica liberal, pois o trabalho de Keynes é amplamente conhecido há pelos menos 70 anos. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Política Econômica, Rodrigo Medeiros | Sem Comentários »

“O fim do laissez-faire” – Keynes

Postado em 31 dEurope/London maio dEurope/London 2008

John Maynard Keynes apresentou na década de 1920 uma instigante reflexão em “The end of laissez-faire”. A Grande Guerra (1914-18) provocara mudanças profundas e algumas pessoas sentiam que o mundo entraria em uma nova fase. Keynes foi um expoente de seu tempo e sua obra ainda instiga profundas reflexões.

THE END OF LAISSEZ-FAIRE (1926)

John Maynard Keynes

Note

This essay, which was published as a pamphlet by the Hogarth Press in July 1926, was based on the Sidney Ball Lecture given by Keynes at Oxford in November 1924 and a lecture given by him at the University of Berlin in June 1926.

 

I

The disposition towards public affairs, which we conveniently sum up as individualism and laissez-faire, drew its sustenance from many different rivulets of thought and springs of feeling. For more than a hundred years our philosophers ruled us because, by a miracle, they nearly all agreed or seem to agree on this one thing. We do not dance even yet to a new tune. But a change is in the air. We hear but indistinctly what were once the clearest and most distinguishable voices which have ever instructed political mankind. The orchestra of diverse instruments, the chorus of articulate sound, is receding at last into the distance. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Internacional, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »

A ordem mundial segundo Keynes

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A resistência do então assessor da Coroa britânica à dominação econômica norte-americana, então emergente e hoje ameaçada, e suas receitas para países como o Brasil, poderiam ser uma fonte de inspiração para os dias de hoje.

James Galbraith*

Fonte: LMD Brasil

Keynes imaginava um sistema em que as grandes nações não fossem obrigadas a colocar o cumprimento de acordos comerciais acima dos objetivos do progresso social.

Em 1944, no final da II Guerra Mundial, a Conferência de Bretton Woods criou o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. O renome conquistado por John Maynard Keynes com suas retumbantes críticas ao Tratado de Versalhes de 1919 [1] e, em seguida, sua revolução teórica, em meados da década de 30, e suas inovadoras propostas para enfrentar a Grande Depressão, valeu-lhe a liderança da delegação britânica. Como relata Robert Skidelsky em sua trilogia [2], Keynes enfrentou a vontade do Tesouro norte-americano de impor à Grã-Bretanha, à beira da bancarrota, uma rigorosa dependência financeira. O presidente Franklin D. Roosevelt terminaria por resolver o problema por meio de um empréstimo prévio referente ao período de duração da guerra. Mas o assessor da Coroa britânica iria ter que enfrentar questões muito mais sérias para a ordem mundial daquela época. Sua resistência à dominação econômica norte-americana, então emergente, poderia ser uma fonte de inspiração até os dias de hoje.

Para o pós-guerra, Keynes imaginava um sistema em que as grandes nações não fossem obrigadas a colocar o cumprimento de acordos comerciais acima dos objetivos do progresso social, particularmente o do pleno emprego. Previa a coexistência do livre comércio com um generoso sistema de proteção, garantido por instituições financeiras internacionais. Este teria como principal mecanismo um creditor adjustment (ajuste de créditos) que iria impor sanções aos países com excedentes comerciais, e não àqueles em situação deficitária. Isso obrigaria os primeiros a optarem entre aceitar uma discriminação em relação a suas vendas comerciais ou ampliar a demanda de seus mercados internos para absorver mais importações. Paralelamente, os devedores teriam direito a uma linha de crédito num sistema de pagamentos internacional baseado num mecanismo de compensação e numa moeda de reserva mundial – o bancor.

Ordem inaceitável para norte-americanos

Ele previa a coexistência do livre comércio com um generoso sistema de proteção, garantido por instituições financeiras internacionais. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, O que deu na Imprensa | 1 Comentário »

Quem confia na sabedoria convencional?

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Rodrigo L. Medeiros*

Causa certo espanto o silêncio que a coletânea de artigos de John Kenneth Galbraith (1908-2006) provoca. Sob o título ‘Galbraith essencial’ (Futura, 2007), o livro reúne os principais textos do grande economista radicado nos EUA.

Galbraith foi um contestador do senso comum e cunhou expressões famosas como “poder compensatório” e “sabedoria convencional”. Foi antes de tudo um inovador da escola institucionalista e apoiou-se academicamente em intelectuais do porte de Thorstein Bunde Veblen e John Maynard Keynes.

No que diz respeito ao momento brasileiro, suas observações sobre a sabedoria convencional merecem atenção. Segundo Galbraith, a sabedoria convencional apóia-se nas idéias aceitáveis para buscar estabilidade. Sua articulação é prerrogativa de pessoas que buscam influenciar processos. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Rodrigo Medeiros | Sem Comentários »