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Blog do Desemprego Zero

Boletim Semanal: Juros, Celso Furtado, Sarney

Postado em 28 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.47, ano 2 – 22/07/2009 a 28/07/2009    

Economia

A hora do planejamento

Governo reduz em R$ 3 bilhões a previsão de arrecadação deste ano

Juros da dívida consomem R$ 1tri 

Política

Democracia e crescimento

Se correr, ele pega; se ficar, ele come; mas se mobilizar, é ele que se ferra

Celso Furtado não merecia isso

Sobre o caso Sarney

Internacional

O combate à lavagem de dinheiro

Um Bric “no topo do mundo”

Desdobramento de uma crise inacabada 

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Juros da dívida consomem R$ 1tri

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Correio Braziliense

Corte de 0,50 ponto na taxa Selic, que deve ser anunciado hoje, ajudará o governo a economizar cerca de R$ 40 bi até o fim do ano com o pagamento de encargos do endividamento público

Por Vicente Nunes
Desde que foi empossado, em janeiro de 2003, até maio deste ano, o governo do presidente Lula já pagou R$ 1 trilhão em juros da dívida pública. Esse volume de dinheiro corresponde a um terço do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas pelo país. Somente nos quatro primeiros anos da atual administração, a dívida consumiu R$ 603,2 bilhões em juros, gasto 53% superior ao registrado nos últimos quatro anos da administração Fernando Henrique Cardoso (R$ 393,3 bilhões). Essa comparação é apontada pelos economistas como a mais correta, pois, nos dois períodos, a economia brasileira esteve sustentada pelo mesmo tripé: câmbio flutuante, superávit primário e metas de inflação. 

Não é à toa que Lula torce, dia e noite, para que o Banco Central (BC) não interrompa o processo de ciclo de corte da taxa básica de juros (Selic), iniciado em janeiro deste ano. No seu entender, despesas menores com a dívida permitem ao governo destinar mais recursos para projetos que tenham maior impacto na atividade econômica, como a redução de impostos e o aumento a servidores públicos e à remuneração do Bolsa Família. Lula já foi avisado pelo presidente do BC, Henrique Meirelles, que, pelo menos hoje, a Selic cairá mais um pouco – 0,5 ponto percentual, segundo o mercado. Mas não há garantias de novas baixas a partir daí, apesar de a inflação estar sob controle e o nível da atividade se mostrar bastante fraco. 
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Juro cai a 10,25%, o menor nível da história do País:

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil 

Com o corte de um ponto percentual na taxa Selic, o Banco Central (BC) colocou os juros nominais no menor patamar da história, a 10,25% ao ano. O juro real (descontada a inflação), que já era um dos mais baixos registrados no País, caiu para 5,88% ao ano. Com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) – unânime e sem viés – o Brasil deixa a posição incômoda de líder mundial em juros reais. Levantamento da consultoria UpTrend aponta a China no topo do ranking, com 6,6% ao ano, seguido da Hungria com 6,4%. O Brasil é agora o terceiro na lista.

O corte realizado ontem, o terceiro consecutivo no ano e inferior à redução de 1,5 ponto percentual na reunião de março, veio em linha com as expectativas do mercado financeiro. Os primeiros sinais de recuperação do crédito doméstico, da atividade econômica e os chamados efeitos defasados da política monetária – que demoram até seis meses para se materializarem – já indicavam uma desaceleração no ritmo. No entanto, o comunicado divulgado pelo BC, ao informar a nova Selic, surpreendeu. Leia o resto do artigo »

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Juros

Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2009

O problema do custo dos financiamentos

As taxas de juros e o spread bancário no Brasil retomaram uma escalada de ascensão muito forte. Spread é a diferença entre a taxa dos financiamentos para o tomador e a taxa com que os bancos captam recursos. Para as pessoas físicas, o custo médio em fevereiro último chegou a 52,7% ao ano, contra 43,9% ao ano em dezembro de 2007; já o spread evoluiu de 31,9 pontos percentuais para 41,5 p.p. no mesmo período. No crédito para as empresas, a taxa de juros foi de 30,8% a.a. em média em fevereiro de 2009, contra 22,9% a.a. em dezembro de 2007; o spread nesse caso aumentou de 11,9 p.p. para 18,9 p.p..

Para as empresas os aumentos de juros no período recente estão tornando gradativamente incompatíveis o custo do dinheiro e o retorno da atividade produtiva, especialmente em um momento como o atual, de retração da economia em função da crise internacional. Isso leva ao retraimento de novos investimentos e das atividades, o que deprime o crescimento econômico. Para as famílias, juntamente com o encurtamento dos prazos de pagamento, as taxas de juros maiores concorrem para majorar os valores das prestações dos financiamentos e deprimir as compras a prazo, com o mesmo efeito sobre o crescimento.

Remover ou ao menos reverter em uma medida significativa esses retrocessos recentes no custo dos financiamentos para empresas e famílias, é fundamental para que a economia possa responder positivamente aos desafios determinados pela atual conjuntura. Um conjunto articulado de medidas, ao invés de ações que isoladamente não têm efeito relevante, é a diretriz requerida de uma política de crédito no país. Exemplo de ação isolada foi a redução de recolhimentos compulsórios que alcançou um total de R$ 100 bilhões. Como não houve indução ou estímulo para que os recursos adicionais se traduzissem em maior oferta de crédito e redução de juros, nada “passou” para o plano do financiamento. As linhas de ações envolveriam:

Leia mais em IEDI…

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PIB fraco leva BC a fazer maior corte de juro desde 2003

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Redução de 1,5 ponto porcentual leva Selic a 11,25% e abre caminho para que a taxa chegue a 1 dígito

Por Fabio Graner

Com uma decisão antecipada pela maioria do mercado, por causa dos desastrosos números do Produto Interno Bruto (PIB) no último trimestre de 2008 e da produção industrial em janeiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu ontem reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 1,5 ponto porcentual. A medida reduz o juro a 11,25% ao ano, igual à taxa do período de setembro de 2007 a abril de 2008, a menor da série histórica. O movimento também abre caminho para a taxa brasileira, uma das maiores do mundo, chegar ainda este ano a um dígito. Um corte da magnitude de ontem ocorreu pela última vez em novembro de 2003.

Ao contrário do que ocorreu em janeiro, a decisão da diretoria colegiada do BC foi unânime e tomada em tempo relativamente curto, cerca de duas horas. Dessa forma, a autoridade monetária tenta fortalecer sua posição no debate político do juro, pois uma decisão dividida poderia dar força aos críticos. Leia o resto do artigo »

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As culpas do Banco Central

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2009

Ontem o governo da Nova Zelândia cortou os juros básicos em 3 pontos percentuais. A taxa era de 6,5% ao ano, caiu para 3,5%.

Enquanto isto, com a produção industrial registrando quedas recordes, com o PIB do quarto trimestre de 2008 mostrando queda recorde, com os preços sob controle, reunido ontem o Copom (Comitê de Política Monetária) resolveu reduzir a taxa Selic em apenas 1,5 ponto percentual, caindo para ainda expressivos 11,25% ao ano.

Durante a tarde, a FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgou um estudo comparativo entre as diversas economias mundiais. Constatou que a queda do PIB (Produto Interno Bruto) brasileira foi a segunda maior do mundo, desde o início da retração da economia global. Saiu de um crescimento de 1,7% no terceiro trimestre para uma queda de 3,6% no quarto.

Mesmo assim, não se identificava uma recessão clássica, daquelas definidas nos livros-texto.

Alguns dias atrás, o economista Yoshiaki Nakano havia identificado bem as razões da expressiva queda dos investimentos e da produção industrial nos últimos meses.

Constatou que houve queda discreta no consumo e praticamente nenhuma queda em serviços.

Qual a razão, então, de queda tão grande? Dois motivos, segundo ele. Primeiro, o corte repentino das linhas externas, que apavorou as empresas, muitas delas enroladas com operações especulativas. Depois, as altas taxas de juros do Banco Central, que aprofundaram o temor geral das empresas.

Leia mais em Luís Nassif

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Bancos cortam juros mas spread amplo limita o alívio para clientes

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Valor Econômico

Por Fernando Travaglini e Arnaldo Galvão

Na esteira da redução da Selic pelo Copom, os bancos já anunciaram corte nas taxas de juros para algumas linhas de empréstimos. A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil foram os mais agressivo. A Caixa reduziu os juros em até 0,94 ponto percentual. As instituições privadas limitaram as baixas a 0,08 ponto percentual ao mês, equivalente a um ponto por ano, repasse da redução feita pelo Banco Central. A exceção foi o Grupo Santander Brasil, que chegou a cortes de 0,33 ponto, para pessoas físicas.

O Banco do Brasil afirmou que a partir de sexta-feira algumas modalidades já terão os juros reduzidos. A taxa mínima do cheque especial, por exemplo, será reduzida de 1,42% para 1,34% ao mês. A maior queda se deu no BB Crediário, de 3,19% para 2,62% ao mês. Para as empresas as quedas variam entre 0,08 e 0,1 ponto percentual

A Caixa Econômica Federal informou que reduziu juros pela segunda vez em janeiro. Para as micro e pequenas empresas (faturamento anual até R$ 7 milhões), por exemplo, as reduções chegam a 23,56% (duplicatas e cheque eletrônico), de 3,99% para 3,05%. No consignado, baixou os juros de 2,5% ao mês para 2,39%. Leia o resto do artigo »

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”Não faz sentido um juro tão alto”, alerta o ex-economista-chefe da FEBRABAN

Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Banco Central deveria punir os bancos por exagero nas taxas dos empréstimos

Fonte: Estadão

A economia brasileira está sendo prejudicada pelo abuso de alguns bancos no campo do crédito e o Banco Central (BC) não deveria tolerar esse comportamento. A crítica não é de nenhum sindicalista, economista de esquerda ou consumidor que tenha se sentido esfolado pelos recentes aumentos no custo dos empréstimos. Seu autor é Roberto Troster, que foi economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) por quase seis anos.

De acordo com pesquisas de várias entidades de acompanhamento econômico, nas últimas semanas o setor financeiro aumentou os juros dos empréstimos e reduziu o prazo de pagamento. Troster avalia que não há razões para que os bancos tenham subido tanto as taxas de juros e acha que eventuais abusos devem ser punidos pelo governo.

Troster deixou a entidade há pouco mais de dois anos, após criticar publicamente algumas medidas do governo que afetavam o setor. Do outro lado do balcão, tornou-se um crítico freqüente das instituições financeiras, embora sua consultoria, a Integral Trust, tenha bancos como clientes. Ele nega ter mágoa da entidade. “Tanto na Febraban quanto fora da Febraban, sempre preservei minha independência”, diz ele, nesta entrevista ao Estado.

O crédito está voltando?

Os indicadores mais recentes estão menos pessimistas do que os de um mês atrás, mas ainda é cedo para indicar uma retomada. Há bancos que reduziram as suas estruturas de distribuição de crédito. É uma área que se desmonta rapidamente, mas demora para montar. O crédito está mais caro e escasso. Neste ano, o crédito para grandes empresas cresceu a uma taxa que é o dobro das pequenas. Há crédito para grandes tomadores, mas, para os pequenos, não. O impacto disso é muito ruim no consumo e no investimento. Se você não tem crédito, não vende.

Por que alguns bancos não emprestam?

É uma visão imediatista. Não faz sentido emprestar com taxas tão altas e por prazos tão curtos. Estão visando ao lucro no curto prazo, em vez de lucros sustentáveis no médio e longo prazos.

Trata-se de não querer ou é resultado da piora da conjuntura?

A conjuntura piorou, mas também aproveita-se da falta de liquidez para emprestar a taxas desproporcionalmente mais altas. Não há justificativa para aumentarem as taxas na velocidade em que aumentaram. Leia o resto do artigo »

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