Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
O presidente Barack Obama distanciou os EUA de quase toda América Latina e Europa ao aceitar o golpe militar que derrubou a democracia hondurenha em junho passado. O apoio ao processo eleitoral garantiu para os EUA o uso da base aérea de Palmerola, em território hondurenho, cujo valor para o exército estadunidense aumenta na medida em que está sendo expulso da maior parte da América Latina. Obama abriu a brecha ao apoiar um golpe militar, repetindo uma prática dos EUA bem conhecida na América Latina. O artigo é de Noam Chomsky. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 14 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por Luís Nassif (blog)
Há uma questão das mais relevantes sendo tratada na reunião de Copenhague: a responsabilidade objetiva pelo aquecimento do planeta.
A busca dos “culpados” está ligada à questão fundamental: quem paga pela preservação.
Muitos atores pretendem que o jogo seja bancado exclusivamente pelo mercado, através dos créditos de carbono.
A posição brasileira – assumindo a liderança dos emergentes – é que os Estados nacionais financiem a luta contra o aquecimento, através de uma medida objetiva: PIB per capita. Países com PIB per capita maior, em tese, são os que se desenvolveram no velho modelo predatório. E são os mais ricos, razão para que financiem os emergentes.
Para inverter a pauta de discussão e aumentar a responsabilidade dos mais ricos, a estratégia brasileira consistiu em apresentar suas próprias metas – indicativas – e exigir metas objetivas e compromissos de financiamento da parte dos desenvolvidos. Como se trata de uma negociação, as metas estipuladas para o Brasil – por ele próprio – não podem ser ambiciosas, justamente para dar espaço para negociação.
O lance brasileiro, ousado, revitalizou o acordo. Se sairão resultados concretos ou não, se verá nos próximos dias.
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Postado em 13 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por Gillian Tett
Publicado na Folha de S.Paulo de 29.11.2009:
Nos tempos anteriores à crise financeira, os banqueiros tinham a tendência a considerar que diplomas em antropologia eram coisas de hippie. Mas isso mudou. À medida que foram acontecendo os desastres financeiros dos dois últimos anos, ficou dolorosamente claro que os banqueiros tinham acreditado demais em seus modelos quase científicos.
Também ficou claro que a compreensão de dinâmicas culturais é crucial para compreender como funciona -ou deixa de funcionar- o mundo financeiro moderno. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
BOSTON (Reuters) – Paul Samuelson, cujo trabalho ajudou a formar a base da economia moderna, morreu neste domingo em sua casa em Belmont, Massachusetts, depois de uma breve doença. Ele tinha 94 anos.
Sua morte foi anunciada pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT).
Samuelson ficou conhecido por seu trabalho ao aplicar rigorosa análise matemática ao equilíbrio entre preços e oferta e procura.
“Paul Samuelson transformou tudo o que tocou: as fundações teóricas do seu campo, o modo como a economia era discutida ao redor do mundo, o ethos e a estatura de seu departamento, as práticas de investimento do MIT e a vida de seus colegas e estudantes”, disse a presidente do MIT, Susan Hockfield, em um comunicado. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por Delfim Netto
A China propôs reduzir 45% na relação CO2/PIB até 2020, condicionada ao piso de 9% de crescimento anual da economia. Espero que o Brasil tenha fixado a variável do seu ajuste num mínimo de 5% a 6% de crescimento do PIB. Não é nada fora de propósito, porque, partindo da matriz mais limpa, nosso esforço poderá ser maior do que o chinês. Clique aqui para ler mais na CartaCapital.
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Postado em 12 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou, nesta sexta-feira, um amplo plano de reforma de regulação do sistema financeiro que está sendo considerado a maior revisão do sistema desde a Grande Depressão da década de 30. Clique aqui para ler mais na BBC Brasil.
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Postado em 12 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por Marli Olmos
Do Valor (11/12/09):
Chevrolet Volt, exposto no American International Auto Show: a General Motors renova ambições com seu carro elétrico, depois da experiência frustrada de 1996
Como numa trama policial, no filme “Quem Matou o Carro Elétrico?” buscam-se culpados pelo desaparecimento do EV (“electric vehicle”), um automóvel movido a baterias que de fato chegou a ser produzido pela General Motors e vendido na Califórnia em 1996. O documentário aponta quatro suspeitos pelo “assassinato”: as companhias petrolíferas, por motivos óbvios; a indústria automobilística, que estaria mais interessada nos lucrativos carrões movidos a combustão; as baterias, que, além de caras e pesadas, limitavam a autonomia; e o próprio consumidor, que, menos envolvido com a causa ambiental na época, não estava disposto a pagar por um veículo mais caro.
Lançado em 2006, o filme americano causou polêmica por exibir testemunhos de consumidores, políticos, ambientalistas e dirigentes das montadoras. Nos dias de hoje, no entanto, se alguém se interessasse em produzir um filme sobre o mesmo tema a história seria outra. O veículo movido a eletricidade certamente ganharia papel de herói, em substituição ao vilão do motor poluente, acusado como um dos principais responsáveis pelo aquecimento global. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
O financiamento de ações de combate às mudanças climáticas em países em desenvolvimento é uma das principais lacunas do rascunho de acordo apresentado na manhã desta sexta-feira em Copenhague. Clique aqui para ler mais na BBC Brasil.
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