Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
País fica em cima de uma região de falha geológica
Para os cientistas, não foi surpreendente o novo tremor de terra ocorrido no Haiti ontem pela manhã. O abalo foi o mais intenso desde o terremoto há nove dias, que chegou a 7.0 na escala Richter. Ocorrido a 45km de distância do epicentro da tragédia de 12 de janeiro, o de ontem chegou a uma intensidade de 5.9 – segundo o US Geological Survey. O que impressionou especialistas foi essa magnitude para um efeito considerado secundário. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Brad Delong e Stephen Cohen
Fonte: O Estado de S.Paulo, 10.01.2010.
Ao longo de mais de um quarto de século, todos os países alimentaram o sonho neoliberal: tentaram restringir a influência do Estado às suas competências básicas, ou seja, a promoção da eficiência econômica, a integração econômica global e o crescimento, e reduzir ao máximo a burocracia, a busca desenfreada de lucros e a corrupção. Procuraram ainda privatizar os ativos estatais e a participação do Estado em companhias de grande porte nos principais setores da economia.
Mas agora estão despertando: o sonho neoliberal está no fim. Para compreender os motivos, teremos de voltar à metade do século passado. O advento da 2ª Guerra Mundial fez com que os recursos que ainda restavam à Grã-Bretanha se esgotassem muito rapidamente. Franklin Roosevelt governava um país isolacionista, que ele pretendia convencer a entrar na guerra contra Hitler da maneira mais rápida e completa possível. Mas parte da estratégia de Roosevelt consistia em quebrar a Grã-Bretanha antes que o dinheiro dos contribuintes americanos fosse empregado no conflito. Depois que a Grã-Bretanha quebrou, os Estados Unidos finalmente se apressaram a ajudar sua aliada. Mas enquanto nos equipávamos para resgatá-la, tiramos do povo britânico todo o dinheiro que ele tinha, e quando a guerra acabou, o dinheiro tinha passado para as mãos dos EUA. Os empréstimos feitos pelos EUA à Grã-Bretanha seriam pagos em dólares, e não em libras. E as importações britânicas tiveram de ser racionadas até meados da década de 50. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
“Esperar que o TNP impeça completamente a proliferação de armas nucleares a outras nações não é uma opção muito realista”
José Goldemberg é físico, professor da Universidade de São Paulo e ex-presidente da SBPC. Artigo publicado em “O Estado de SP”:
Em 6 de agosto de 1945 um único avião lançou sobre Hiroshima, no Japão, uma bomba atômica que provocou a destruição que mil aviões de bombardeio com 50 toneladas de explosivos (e bombas incendiárias) causariam, matando cerca de 140 mil pessoas (civis, e não combatentes). Três dias depois outra bomba arrasou Nagasaki.
Os Estados Unidos, na época, acreditavam que conseguiriam manter o monopólio da posse de armas atômicas por muitos anos, o que não ocorreu. Apenas três anos depois, em 1948, a União Soviética produziu bombas com poder explosivo maior do que a bomba de Hiroshima, o que foi também conseguido logo após pela Inglaterra, pela França e, depois, pela China. Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
By George Akerlof and Joseph E. Stiglitz
The economic and financial crisis has been a telling moment for the economics profession, for it has put many long-standing ideas to the test. If science is defined by its ability to forecast the future, the failure of much of the economics profession to see the crisis coming should be a cause of great concern. Clique aqui para ler mais
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Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
By Jomo Kwame Sundaram
Inequality appears to have been on the rise in recent decades at the international level and in most countries. More than 80% of the world’s population live in countries where income differentials are widening. The poorest 40% of the world’s population account for only 5% of world income, while the richest 20% account for 75%. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
A insistência da Coréia do Norte em avançar com seu programa de rearmamento, inclusive nuclear, tornou-se um dos principais focos de crise na Ásia Oriental e um dos elementos de pressão na política externa de Obama. O artigo é de Francisco Carlos Teixeira. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Folha de S.Paulo, 11.01.2010
Um presidente eleito segundo todas as boas regras da democracia cria um fundo fiscal usando para isso uma parte modesta das reservas do país no banco central. O presidente desse banco, em nome da “independência do BC”, opõe-se ao uso das reservas do país depositadas no banco para constituir o fundo porque o governo teria outros recursos fiscais para pagar as dívidas. A presidente do país demite o presidente do banco por decreto. Indignação geral – indignação da direita e da esquerda: dos que querem que se pague a dívida do Estado e dos que não querem. Esse país é a Argentina. A presidente é Cristina Kirchner, que, como seu marido, embora fiel à democracia, tem um estilo de governo autoritário que foi fundamental para que o país lograsse sair muito bem da grande crise de 2001. Agora, porém, em nome da democracia, da lei, e do princípio da independência do BC, a oposição de direita, que nunca se conformou com o êxito da redução da dívida externa lograda pelos Kirchner, e a oposição de uma esquerda que está sempre em busca do governo perfeito, apoiam o presidente do BC e criam uma grave crise política no país. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Ao receber o Nobel da Paz, Obama recorreu às idéias de São Agostinho e de Santo Tomás de Aquino sobre a legitimidade moral das “guerras justas”. Ao fazer isso, retomou a tese medieval de que existiria uma única moral internacional, situada acima de todas as culturas e civilizações. O artigo é de José Luís Fiori. Clique aqui para ler mais.
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