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Blog do Desemprego Zero

Brasil teve quase 22 mil casos de trabalho escravo em 5 anos, diz ONU

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Online

O Brasil teve 21.850 casos de trabalho escravo descobertos no período entre 2003 e 2007, segundo dados do estudo global sobre o tráfico de pessoas divulgado nesta quinta-feira (12) pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês).

O estudo, que considerou dados fornecidos por 155 países, se considera a primeira avaliação global do fenômeno do tráfico de pessoas e das medidas que foram adotadas para combatê-lo.

Os 21.850 casos são apenas de brasileiros. O relatório aponta que vítimas de países da América do Sul que trabalham como escravos no Brasil, como bolivianos, peruanos, paraguaios e equatorianos, não foram disponibilizados para o período de pesquisa. Do total, 2007 foi o ano em que mais ocorrências foram descobertas: 5.975. A fonte da pesquisa para este item foi o Ministério do Trabalho.

O estudo revela ainda que de 2004 até fevereiro de 2008, 41 pessoas foram condenadas por tráfico humano no Brasil. Destes, 18 foram mulheres. Leia o resto do artigo »

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Davos Man’s Depression

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

by Joseph E. Stiglitz

Fonte: Project Syndicate

NEW YORK – For 15 years, I have attended the World Economic Forum in Davos. Typically, the leaders gathered there share their optimism about how globalization, technology, and markets are transforming the world for the better. Even during the recession of 2001, those assembled in Davos believed that the downturn would be short-lived.

But this time, as business leaders shared their experiences, one could almost feel the clouds darkening. The spirit was captured by one participant who suggested that we had gone from “boom and bust” to “boom and Armageddon.” The emerging consensus was that the IMF forecast for 2009, issued as the meeting convened, of global stagnation – the lowest growth in the post-war period – was optimistic. The only upbeat note was struck by someone who remarked that Davos consensus forecasts are almost always wrong, so perhaps this time it would prove excessively pessimistic.

Equally striking was the loss of faith in markets. In a widely attended brainstorming session at which participants were asked what single failure accounted for the crisis, there was a resounding answer: the belief that markets were self-correcting.

The so-called “efficient markets” model, which holds that prices fully and efficiently reflect all available information, also came in for a trashing. So did inflation targeting: the excessive focus on inflation had diverted attention from the more fundamental question of financial stability. Central bankers’ belief that controlling inflation was necessary and almost sufficient for growth and prosperity had never been based on sound economic theory; now, the crisis provided further skepticism. Leia o resto do artigo »

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Antes da luz, as trevas

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif  

Não adianta. Por mais que se decrete o fim da história, os ciclos econômicos e políticos se repetem.

Nos anos 20, o fim do sonho do liberalismo exacerbado levou, ainda durante a Segunda Guerra, à formação da estrutura de governança mundial que, com todos seus defeitos, conduziu o mundo por caminhos mais justos nos trinta anos seguintes. Mas, antes, houve o nacionalismo exacerbado, o nazismo, o fascismo.

O novo mundo que emergirá da crise será melhor. Haverá a volta do trabalho solidário, a afirmação da defesa do meio ambiente, o combate ao consumismo desvariado, o controle das grandes jogadas financeiras.

Mas antes, agora, estamos no meio do terremoto e das sombras. Ataques xenófobos contra a brasileira na Suiça, manifestações contra imigrantes na Europa, manobras protecionistas se disseminando.

Um dos desafios será impedir que essa loucura coletiva contamine as próximas eleições presidenciais. Se bem que há muito esgoto apostando na barbárie.

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Brasil recebe restos high-tech dos EUA

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Fonte: Ambiente Brasil

Em 2006, o Brasil foi parte do lixão high-tech da Califórnia. De acordo com dados obtidos pela Folha no DTSC (sigla em inglês para Departamento de Controle de Substâncias Tóxicas da Califórnia), 1.190 toneladas de lixo eletrônico foram enviadas do Estado norte-americano ao Brasil naquele ano.

Os dados indicam que o Brasil pode ter ignorado a Convenção da Basileia, um tratado internacional do qual o país faz parte e que tenta combater o trânsito internacional de resíduos perigosos dos países desenvolvidos para nações em desenvolvimento.

O lixo eletrônico – televisores, computadores, celulares e outros aparelhos eletrônicos descartados para o uso – é considerado perigoso, pois possui em sua composição substâncias tóxicas como mercúrio e chumbo. Televisores e monitores de computador, por exemplo, possuem de 20% a 25% de chumbo em sua composição. Leia o resto do artigo »

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ENTREVISTA: ROBERTO MANGABEIRA

Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

EL PAIS – 09.02.08

Roberto Mangabeira (Río de Janeiro, 1947) es un ministro atípico. Es catedrático en la facultad de leyes de Harvard, ha escrito numerosos libros sobre política y construcción social y está considerado como uno de los teóricos más brillantes, y polémicos, en el ámbito del pensamiento social contemporáneo. Es autor de un polémico ensayo, España y su futuro, que describe a España como un país sin proyecto, incapaz de aprovechar su potencial. Mangabeira, que se considera de izquierda, fue un crítico muy duro del presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quien, sin embargo, le llamó un día, en su segundo mandato, para ofrecerle una cartera: Asuntos Estratégicos.

Desde Brasilia, Mangabeira analiza las grandes líneas de la vida política, social y económica de Brasil y las grandes corrientes internacionales, pero eso no le parece suficiente. “Lo que intento es definir iniciativas concretas que encarnen o anticipen ese cambio en la trayectoria institucional del país. Escoger iniciativas en políticas públicas sectoriales que tengan efecto práctico inmediato pero que también prefiguren el cambio de rumbo que necesita el país”. Uno de los últimos libros de Mangabeira se titula ¿Qué debería proponer la izquierda?

Pregunta. ¿Qué debería proponer hoy la izquierda en el mundo?

Respuesta. Básicamente hay tres izquierdas en el mundo. Hay una vendida, que acepta el mercado y la globalización en sus formas actuales y que quiere simplemente humanizarlas por medio de políticas sociales. Para esa izquierda, sólo se trata de humanizar lo inevitable. Su programa es el de sus adversarios, con un descuento social y una renta moral y narcisista. Hay otra izquierda, recalcitrante, que quiere desacelerar el progreso de los mercados y la globalización, en defensa de su base histórica tradicional (los trabajadores sindicalizados de grandes industrias). Y hay una tercera izquierda, la que me interesa, que quiere reconstruir el mercado y reorientar la globalización con un conjunto de innovaciones institucionales. Para esa izquierda, lo primero es democratizar la economía de mercado, lo segundo capacitar al pueblo y lo tercero, profundizar la democracia. Yo entiendo ese proyecto como una propuesta de la izquierda para la izquierda. Diría, con un lenguaje provocativo y algo teológico, que la ambición de esa izquierda no es humanizar la sociedad, sino divinizar la humanidad. El objetivo es elevar la vida común de las personas comunes al plano más alto. Leia o resto do artigo »

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A visão sagrada de Israel

Postado em 3 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Duas coisas chamam a atenção nesta ultima guerra: a inclemência de Israel, e sua indiferença com relação à comunidade internacional. Mas existe um aspecto desta história que quase não se menciona, como se as “visões sagradas” do mundo e da história fossem uma característica exclusiva dos países islâmicos.

Por José Luís Fiori

Fonte: Carta Maior

“Se o Hamas quer acabar com Israel, Israel tem que acabar com o Hamas antes” (Efraim, 23 anos, estudante de uma escola religiosa de Jerusalem, FSP 24/01/2009).

Durante vinte e um dias de bombardeio contínuo, Israel lançou 2500 bombas sobre a Faixa de Gaza – um território de 380 km2 e 1.500 milhão de habitantes – deixando 1300 mortos e 5500 feridos, do lado palestino, e 15 mortos, do lado militar israelita. A infra-estrutura do território foi destruída completamente, junto com milhares de casas e centenas de construções civis. E é provável que Israel tenha utilizado bombas de “fósforo branco” – proibidas pela legislação internacional com conseqüências imprevisíveis, no longo prazo, sobre a população civil, em particular a população infantil.

Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, se declarou “horrorizado”, depois de visitar o território bombardeado, e considerou “escandalosos e inaceitáveis” os ataques israelitas contra escolas e refúgios mantidos em Gaza, pelas Nações Unidas. Richard Falk, relator especial da ONU sobre a situação dos Direitos Humanos em Gaza, também declarou que, “depois de 18 meses de bloqueio ilegal de alimentos, remédios e combustível, Israel cometeu crimes de guerra, e contra a humanidade, na sua última ofensiva contra os territórios palestinos. Crimes ainda mais graves porque 70% da população de Gaza tem menos de 18 anos”. Leia o resto do artigo »

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Em busca de um grande líder

Postado em 2 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009

Por Ricardo Young

Fonte: CartaCapital

Além da perplexidade geral que tem sido a tônica desses dias, uma conversa ouvida intensamente nos cafés do Congress Center, nos encontros nos hotéis ou mesmo nas pequenas vans que cuidam suiçamente do transporte dos participantes é sobre a ausência de uma liderança global que possa catalizar as forças na direção da saída da crise.

Busca-se liderança nas áreas da teoria econômica, da ciência política, das relações internacionais e, claro, buscam-se também estadistas. Por outro lado, a saída imaginada é aquela que manteria quase intactos os abalados fundamentos do capitalismo global. Ora, aquelas lideranças buscadas não oferecerão as saídas desejadas pelo simples fato de que as lideranças que poderiam manter os fundamentos intactos já demonstraram a sua incompetência. Portanto, as novas lideranças necessariamente surgirão de uma revisão profunda dos fundamentos do próprio sistema.

E aqui vai uma reflexão importante: quão profunda esta revisão deverá ser? A considerar as falas de Bill Clinton e Tony Blair, ambos ex (presidente e primeiro-ministro, respectivamente), a interdependência mundial foi acelerada por esta crise de tal forma que acabará dando ao G20 um papel similar ao dos aliados na concepção dos acordos implantados após Bretton Woods. Isso significa nada mais nada menos que a revisão radical da participação dos países emergentes na regulação de uma nova ordem mundial. Não é pouco. O processo impactará desde a OMC até o Conselho de Segurança da ONU, quando não o próprio sistema multilateral que hoje a ONU representa. Quem teria coragem de propor tamanha mudança no eixo de poder? De novo, o primeiro ministro da China Wen Jiabao (ao menos em seu discurso). Mas os líderes da América Latina presentes também arriscaram ensaios nesta direção. É certo, porém, que o alinhamento tradicional dos últimos 60 anos está por um triz.

Por outro lado ,em uma recepção mais discreta e com poucas lideranças, Al Gore confidenciou que qualquer adjetivação sobre o compromisso de Barack Obama com uma mudança radical na matriz energética dos EUA pecará pela modéstia. “Se existe um homem hoje que entendeu as implicações da crise no estabelecimento de um novo padrão de desenvolvimento ligado ao baixo carbono, esse homem e o presidente Barack Obama”, afirma Gore. A partir daí, começou a discorrer sobre uma série de iniciativas tomadas nas últimas semanas na Casa Branca que indicam esta direção já sinalizada quando da nomeação do secretario de energia, Stephen Chu, Prêmio Nobel de Física em 1987 e conhecido pelos seus trabalhos em energias renováveis e alterações climáticas.

Seria Obama esta liderança? A conferir. Embora possa sê-lo em questões fundamentais que sinalizem a saída da crise, será uma liderança ainda insuficiente frente a tarefa colossal de esforço mundial que se coloca a nossa frente. A civilização industrial e democrática poucas vezes defrontou-se com a possibilidade de seu esgotamento como agora. E os humores de Davos certamente não estão contribuindo para a amenização desse sentimento.

Enquanto isso, na América Latina… Leia o resto do artigo »

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Intervenção do Estado ou Capitalismo de Estado?

Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Por Ricardo Young

Fonte: CartaCapital  

Hoje à tarde, aqui em Davos, ocorreu uma situação que seria hilária não fosse séria e preocupante. A rede CNBC resolveu organizar, junto com o Fórum Econômico, um dos mais ambiciosos debates em torno da crise global. Convidou os mais renomados comentaristas econômicos e economistas que mantêm colunas em jornais ou revistas de grande penetração junto ao público corporativo. Nesse grupo, encontravam-se personalidades como Nouriel Roubini, Joseph Stiglitz e Nicholas Stern, reconhecidos pelas ferozes críticas que têm feito ao sistema financeiro internacional, sendo o último um dos maiores expoentes do “establishment” a liderar as discussões sobre a necessidade do mundo lançar-se ao desafio de uma economia de baixo carbono (ver relatório Stern).

Pois bem, a intenção do debate era a de responder 3 perguntas-chave sobre a crise:

1. Qual a presunção presente na formulação das políticas que maior dano causou para a economia global?

2. Quais as falhas de regulação que causaram o maior choque sistêmico?

3. Quais as falhas genuínas do mercado?

É interessante notar que já na formulação das perguntas, sobretudo a terceira, há um viés que coloca o mercado como sujeito de uma determinada ação volitiva.

O grupo de experts , cerca de uma centena, se debruçou sobre as perguntas e cada um teve aproximadamente 10 a 15 minutos para expressar sua opinião. Depois do debate, houve uma votação eletrônica para se obter uma posição coletiva próxima ao agregado das contribuições individuais.

Nas primeiras respostas relatadas pelos grupos, relativas a primeira pergunta, ficaram claras algumas tendências que, segundo estes experts, levaram o mundo à bancarrota: falsa crença no poder do mercado de se autorregular; incentivos para se tomar grandes riscos; analfabetismo financeiro por parte dos agentes econômicos; baixa governança e falta de transparência das instituições financeiras; fundamentalismo econômico; crença na modelagem matemática sobre o bom senso; impunidade; falta de orientação ética e moral…enfim, questões que, se colocadas há um ano, seriam consideradas coisas do movimento antiglobalização, mais apropriado ao Fórum Social que ao Econômico.

O debate começou a esquentar quando alguns economistas insinuaram que a omissão dos governos se deu em função da pressão dos grupos de interesse sobre os governantes; estes economistas também cobravam quem pagaria o desastre de 50 milhões de desempregados. “Se eu fabrico produtos tóxicos e os ponho no mercado, sem as precauções necessárias, causarei dano e irei para a cadeia. Quem vai para a cadeia desta vez?” perguntou um revoltado economista inglês. Quem pagará pelas desastrosas conseqüências de um mercado financeiro irresponsável?

No final, o clima só não pesou de vez em função da habilidade da moderadora Maria Bartinomo. Âncora da CNBC e especialista em Wall Street, ela conseguiu que o show continuasse sem maiores danos. Mas ficou evidente que os responsáveis até ontem pela exuberância dos mercados perderam a mão de vez sobre eles e a entrada dos governos passou a ser aceita como um “mal necessário”. Leia o resto do artigo »

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