Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Do Estadão
China vai usar reservas para comprar empresas
A China vai usar suas reservas internacionais, que já superam os US$ 2,132 trilhões, para expandir e apoiar aquisições de empresas no exterior pelas companhias chinesas, afirmou Wen Jiabao, o primeiro-ministro chinês. “Devemos acelerar a execução de “estratégias de saída” e combinar o uso de reservas de divisas com a “saída” das nossas empresas”, disse a diplomatas chineses, segundo informou o jornal britânico Finantial Times.
O governo quer que as empresas chinesas aumentem sua participação nas exportações mundiais, disse Wen. A estratégia de saída da crise para a China é o incentivo aos investimentos e aquisições no exterior, principalmente por grandes grupos industriais, de propriedade estatal, como a PetroChina, Chinalco, China Telecom e o Banco da China. Leia o resto do artigo »
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Postado em 22 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Os desdobramentos da crise norte-americana não são promissores. Leia mais em Luís Nassif…
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Postado em 22 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Por Luiz Gonzaga Belluzzo
Fonte: Valor Econômico (21/07/09)
Em um de seus posts no site do Financial Times, o economista Willem Buiter apontou as armas da crítica na direção das autoridades encarregadas de supervisionar e regulamentar os sistemas financeiros nos últimos 30 anos. Buiter detona o processo de criação e operação de um sistema financeiro “intrinsecamente disfuncional, ineficiente, injusto e regressivo, vulnerável a episódios de colapso”, um exemplo de “capitalismo de compadres”, sem paralelo na história econômica do Ocidente. “É uma questão interessante, para a qual não tenho resposta, saber se os que presidiram e contribuíram para a criação e operação [desse sistema] eram ignorantes, cognitivamente e culturalmente capturados ou, talvez, capturados de forma mais direta e convencional pelos interesses financeiros”.
Buiter lista as personalidades envolvidas na administração da economia americana e seu desempenho na avaliação dos riscos decorrentes da desregulamentação. Ao longo dos 20 anos em que presidiu o Federal Reserve, Alan Greenspan foi incapaz de enxergar um palmo adiante do nariz; o mesmo pode ser dito de Ben Bernanke, membro do Board of Governors do Federal Reserve System de 2002 a 2005, chairman do President’s Council of Economic Advisers de junho de 2005 a janeiro de 2006 e chairman do Fed desde fevereiro de 2006. Hank Paulson, esse não percebeu qualquer ameaça de crise financeira, quer no período em que trabalhou na Goldman Sachs (1974-2006), quer durante os anos de sua função como secretário do Tesouro (de julho de 2006 à janeiro de 2009). Tim Geithner também fracassou ao não antecipar a crise enquanto subsecretário do Tesouro (1998-2001), sob o comando de Bob Rubin e Larry Summers, ou como presidente do Fed de Nova Iorque (2003-2009). Larry Summers ficou embevecido com as luzes da ribalta durante o período em que ocupou o posto de secretário do Tesouro dos Estados Unidos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2009
By PAUL KRUGMAN
The American economy remains in dire straits, with one worker in six unemployed or underemployed. Yet Goldman Sachs just reported record quarterly profits – and it’s preparing to hand out huge bonuses, comparable to what it was paying before the crisis. What does this contrast tell us?
First, it tells us that Goldman is very good at what it does. Unfortunately, what it does is bad for America.
Second, it shows that Wall Street’s bad habits – above all, the system of compensation that helped cause the financial crisis – have not gone away.
Third, it shows that by rescuing the financial system without reforming it, Washington has done nothing to protect us from a new crisis, and, in fact, has made another crisis more likely.
Let’s start by talking about how Goldman makes money.
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Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2009
El patrimonio de la presidenta Cristina Fernández y su esposo Néstor Kirchner creció un 158 por ciento entre 2007 y 2008. Es decir pasó de 17,8 millones a 46 millones de pesos, según la declaración jurada de bienes de la jefa de Estado.
Los Kirchner habían declarado un patrimonio neto de $ 6.851.810 a su llegada al Gobierno en 2003, por lo que sus bienes se acrecentaron desde entonces en un 572 por ciento.
El aumento patrimonial registrado entre 2007 y 2008, afirmó Cristina, se basa en la venta de 16 inmuebles en la provincia de Santa Cruz por 14,5 millones de pesos, la casi triplicación de sus depósitos bancarios y la creación de nuevas empresas como Hotesur SA y Co Ma SA.
A través de estas dos firmas, la pareja expandió sus negocios hoteleros. La empresa Hotesur SA adquirió el año pasado el hotel Alto Calafate, el segundo más grande de esa ciudad. También se destaca la operación con terrenos fiscales en El Calafate que el ex presidente compró en 2006 por $ 132.079 y los vendió en enero de 2008 por $ 6.300.000, negocio con el que ganó $ 6.167.921. Esas tierras fiscales las compró durante la gestión del ex intendente Néstor Méndez y hoy son lentamente investigadas en otra causa.
Fonte: Clarín
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Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Do ponto de vista teórico, Giovanni Arrighi foi um “heterodoxo”, que soube retomar com criatividade a tradição da grande teoria social dos séculos XIX e XX, de Marx, Weber, Schumpeter e Braudel, para estudar as “ondas longas” econômicas e políticas do capitalismo. Sua ousadia intelectual merece reconhecimento e homenagem em um tempo de mesquinharias e de grande pobreza de idéias.
Por José Luís Fiori
Fonte: Carta Maior
Morreu nos Estados Unidos, dia 19 de junho de 2009, na cidade de Baltimore, o economista italiano Giovanni Arrighi, que foi professor na Universidade Johns Hopkins nos últimos anos de sua vida. Arrighi nasceu em Milão, em 1937, estudou na Universidade de Bocconi, e na década de 1960 participou da geração de cientistas sociais europeus e norteamericanos que trabalharam na África e se dedicaram ao estudo do desenvolvimento econômico nos países da periferia capitalista. De volta à Itália, na década dos 70, e depois nos Estados Unidos, a partir dos anos 80, Giovanni Arrighi dedicou quase três décadas de sua vida intelectual ao estudo da “crise da hegemonia norteamericana” dos anos 70, e das transformações econômicas e políticas mundiais das décadas seguintes, que passaram pela expansão vertiginosa da China e de grande parte da Ásia, e chegaram até a crise financeira de 2008.
Pouco a pouco, Arrighi mudou sua preocupação teórica do tema do crescimento econômico dos países periféricos e atrasados, para o estudo mais amplo do desenvolvimento histórico do capitalismo e do “sistema mundial moderno”, que se formou, se expandiu e se consolidou a partir da Europa, desde o século XVI. Marx teve uma presença decisiva na formação do pensamento de Giovanni Arrighi, mas sua extensa investigação sobre os ciclos e as crises econômicas e políticas da história capitalista partiu de outro lado, de três teses “heterodoxas” do historiador francês Fernand Braudel. Segundo Braudel, o capitalismo não é igual à economia de mercado, pelo contrário, é o “anti-mercado”, e o segredo de seu crescimento contínuo são os “lucros extraordinários” dos “grandes predadores” que não se comportam como o empresário típico ideal da teoria econômica convencional. Em segundo lugar, para Braudel, a força originária do capitalismo não veio da extração da mais valia dos trabalhadores, mas sim da associação entre os “príncipes” e os “banqueiros” europeus, que se consolida muito antes do século XVI. E, finalmente, sempre segundo Braudel, todos os grandes ciclos de expansão do capitalismo chegam a uma fase “outonal”, onde as finanças substituem a atividade produtiva, na liderança da produção da riqueza. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2009
From The Economist
What Britain’s MPs might learn from Brazilian Senators
THE president of Brazil’s Senate sits in a fine blue leather chair designed by Oscar Niemeyer, a celebrated Brazilian architect. Comfortable it may be, but its occupants have also found it to be an insecure perch. Three senate presidents have been suspended or have resigned because of scandals in the past eight years. Now a fourth, José Sarney, a former president of Brazil and part-time novelist, is teetering.
The Senate has just 81 members but somehow they require almost 10,000 staff to take care of them. Many of these are appointed as favours to senators’ friends or political supporters. One former staffer says that his fellow-employees used to say that the senate was like a mother to them. Others liken it to a country club. The benefits of membership include free health insurance for life for all senators and their families, generous pension arrangements and housing allowances. This much was already familiar to Brazilians and, perhaps, not so different from the goings on in many other legislatures around the world. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira (website)
Estamos ficando para trás dos países asiáticos, e os países ricos também. Eles porque acabaram sendo vítimas da globalização nós, porque dependentes. Quando, no início do século XIX, os países da América Latina alcançaram a independência, foi pela metade. Já quando a China e a Índia se tornaram independentes após a Segunda Guerra Mundial, foi para valer.
Neste ano, devido à crise global, as taxas de crescimento dos países ricos serão fortemente negativas, as da América Latina serão moderadamente negativas e os países asiáticos continuarão a crescer, ainda que a taxas um pouco menores. Não há novidade nesse fato. Como os países asiáticos contam com nações e elites independentes, que adotam políticas econômicas segundo seus interesses nacionais e não segundo a recomendação dos países ricos, desde o fim da Segunda Guerra crescem muito mais que o Brasil e a América Latina. Leia o resto do artigo »
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