Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Mauro Santayana
Fonte: JB Política
Nada nos poderá dizer Uribe que não saibamos. Ele pertence a uma oligarquia de brancos de origem europeia, que gostariam de transformar a Colômbia em estado associado norte-americano, como é Porto Rico. Não entendem esses grandes senhores que Porto Rico é uma ilha, como também o Havaí, e que o destino da Colômbia está ligado ao futuro da América do Sul, a que pertence, na história e na geografia.
A imprensa colombiana defende o presidente Uribe, afirmando que Chávez quer instalar bases russas na Venezuela. O Brasil, em razão de sua história, se opõe à presença de tropas norte-americanas em sua vizinhança e não deve aceitar as russas. Amanhã ou depois, a China talvez queira ter também suas forças no continente. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Matthew Lynn
Fonte: Valor Econômico (05/08/2009)
A bolha dos bônus estourará, pois não se pode esperar que governos mantenham eternamente uma elite remunerada
Nos últimos 18 meses, explodiram praticamente todas as bolhas de investimentos no mundo. O mercado imobiliário foi ao colapso, ações despencaram, commodities desabaram e até mesmo no mundo das artes os preços baixaram da estratosfera. Mas há uma bolha que se recusa a estourar: os bônus pagos aos executivos do setor bancário.
Mesmo depois de receber bilhões de dólares em dinheiro governamental para socorrer o setor – cuja “cultura de benefícios” foi identificada como uma das causas da crise de 2008 -, os executivos de bancos de investimentos reassumiram seus velhos hábitos. No entanto, a lição que podemos tirar do ano passado é que todas as bolhas acabam estourando. Os bônus gigantescos estão se mantendo à tona, sobre uma onda de dinheiro barato e com o suporte do contribuinte do fisco. Um dia, essa sustentação será removida e as consequências danosas serão enormes. O setor bancário deveria ter se modificado enquanto teve a chance. Agora pode ser tarde demais for tentar. Leia o resto do artigo »
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Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Nouriel Roubini
A recessão global poderá terminar no fim deste ano, e não mais cedo, e a recuperação global em 2010 será anêmica e muito abaixo da tendência, pois as famílias, firmas e instituições financeiras alavancadas e com problemas de renda/lucro têm limitada sua capacidade de captar recursos, emprestar e gastar. Enquanto isso, uma tempestade de déficits fiscais persistentemente grandes e acúmulo de dívida pública, a monetarização desses déficits que acabará elevando a expectativa de inflação, o aumento da renda dos títulos do governo, a alta dos preços do petróleo, os lucros baixos, os empregos que continuam caindo e o crescimento estagnado se aproximam um pouco mais no radar dessa perspectiva econômica global nebulosa. Leia mais…
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Postado em 3 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Obama tem sofrido pressões consideráveis, principalmente das forças conservadoras dentro dos Estados Unidos, para assumir uma posição “mais dura” sobre as eleições iranianas e em outros temas. O que pode um presidente fazer? Refugiar-se na famosa citação de John F. Kennedy, uma citação que Obama fez mais que uma vez: “Não devemos nunca negociar por medo, mas nunca devemos ter medo de negociar.” Isto não quer dizer que o presidente dos EUA seja impotente. Significa apenas que o melhor que pode fazer é negociar, ao mesmo tempo que se esquiva das críticas em casa. A análise é de Immanuel Wallerstein.
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Postado em 30 dEurope/London julho dEurope/London 2009
By Paul Krugman
Right now the fate of health care reform seems to rest in the hands of relatively conservative Democrats – mainly members of the Blue Dog Coalition, created in 1995. And you might be tempted to say that President Obama needs to give those Democrats what they want. Op-Ed Columnist
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Postado em 30 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
O nacionalismo econômico é inevitável porque o mundo e cada indivíduo estão organizados em famílias, organizações e países que competem e colaboram entre si. Dificilmente será reeleito um governo de um país rico se não tomar decisões de acordo com os interesses nacionais. Nesses países, o nacionalismo hoje é econômico e étnico. Poucos são os cidadãos que têm dúvida de qual seja o papel de seu governo, poucos são os que reconhecem a exploração dos países mais fracos, e muitos são aqueles que discriminam e rejeitam os imigrantes.
Em certos casos, a única defesa contra o nacionalismo dos outros é o nosso nacionalismo, é nos organizarmos como Estado-Nação. Leia mais…
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Postado em 26 dEurope/London julho dEurope/London 2009
A partir dos anos 90, o Banco Central e órgãos reguladores, como a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), foram cúmplices de processos de lavagem de dinheiro no país. Não só fecharam os olhos para crimes ostensivos – como o de brasileiros residentes aplicando em fundos instalados em paraísos fiscais e que retornavam ao país na forma de capital externo – como estimularam esse jogo, como no episódio do Banco Araucária atuando em Foz do Iguaçu. Leia mais em Luís Nassif…
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Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Um dos ângulos mais complexos está nos campos da educação e da saúde, na valoração de seus benefícios.
Washington Novaes é jornalista
Fonte: Jornal da Ciência
Há poucas semanas (3/7) foi mencionado aqui o relatório produzido pela chamada Comissão Stiglitz-Sen-Fitoussi, liderada pelos Prêmios Nobel Joseph Stiglitz e Amartya Sen e encarregada pelo presidente da França de definir novos caminhos para avaliar a situação do mundo que superem as limitações dos indicadores apenas econômicos e financeiros – cuja precariedade ficou evidenciada na não-previsão da atual crise global.
Seria importante que muitas pessoas tomassem conhecimento dessa primeira versão já trabalhada durante mais de um ano e a discutissem, já que os autores pedem “contribuições da sociedade”.
O texto começa pela afirmação de que “há grande distância” entre as medidas comumente usadas por especialistas para avaliar importantes variáveis socioeconômicas (como crescimento, inflação, desigualdades sociais, etc.) e a percepção que delas tem a sociedade. O “gap” é tão profundo e universal, diz a comissão, que não pode ser explicado apenas por ilusões monetárias ou pela psicologia humana. Leia o resto do artigo »
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