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Blog do Desemprego Zero

Cisões e impasses marcam reunião do G2

Postado em 24 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Bruno Garcez

Enviado especial da BBC Brasil a Pittsburgh

A reunião do G20 começa nesta quinta-feira na cidade americana de Pittsburgh em meio a divergências que perduram desde o encontro de abril do bloco, em Londres.

A cúpula, que reune os países mais ricos do mundo e as principais economias emergentes, ocorre dias após os Estados Unidos terem imposto uma tarifa de 35% sobre pneus produzidos na China, gerando protestos por parte dos asiáticos.

E tem início horas depois de sindicatos americanos terem pedido a adoção de impostos sobre papel importado da China e da Indonésia.

Tudo isso apesar de, na última reunião, os países do G20 terem divulgado um comunicado conjunto, no qual se comprometiam a combater o protecionismo e a adotar medidas em defesa do livre comércio.

Pouco antes da realização da reunião de abril, o Banco Mundial avaliava que 17 das 20 nações do G20 haviam adotado pelo menos 47 medidas protecionistas.

E um relatório divulgado nesta semana pelo instituto World Trade Alliance, de Genebra, afirmou que, em média, um integrante do G20 quebrou sua promessa de não-protecionismo uma vez a cada três dias.

Controle financeiro

Outro ponto que pouco avançou desde o último encontro é a divergência entre americanos e europeus sobre mecanismos de controle do sistema financeiro. Leia o resto do artigo »

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Democracia ajuda a diminuir pobreza no mundo

Postado em 24 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Fonte: IPEA

Duncan Green, da Oxfam International, lança livro no Ipea e revela como cidadãos ativos podem mudar a realidade

Países onde os cidadãos são mais ativos politicamente resolvem problemas de desigualdades sociais mais facilmente e com maiores chances de se perpetuar. A afirmação foi feita pelo inglês Duncan Green, da Oxfam International, ao lançar nesta quinta-feira, 18, em Brasília, na sede do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o livro Da pobreza ao poder – Como Cidadãos Ativos e Estados Efetivos Podem Mudar o Mundo.

A Oxfam é uma associação de organizações internacionais que trabalham pelo fim da pobreza e da desigualdade no planeta. Atualmente, três instituições associadas desenvolvem projetos em parceria com instituições brasileiras: a Intermón Oxfam (Espanha), a Oxfam Grã-Bretanha e a Oxfam Novib (Holanda).

Green defende que as pessoas em situação de pobreza devem ter o direito de participar de decisões que definam seu destino. Ao Estado compete apoiar, articular, e garantir o direito dessas pessoas. O autor tem mais de 20 anos de experiência e de reflexão nos temas de desenvolvimento e de combate à pobreza e às desigualdades. Desde 2004, Green dirige a área de Estudos e Pesquisas de Oxfam Grã-Bretanha. É também professor visitante da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos. Leia o resto do artigo »

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O discurso e a prática

Postado em 21 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Luiz Gonzaga Belluzzo

Fonte: CartaCapital

O discurso do presidente Obama sobre a nova regulamentação financeira foi recebido entre sorrisos de Mona Lisa e carantonhas aborrecidas: na plateia figuravam ilustres personagens de Wall Street. Os figurões da finança pareciam apreensivos diante das ameaças de redução no valor dos bônus que ainda esperam receber como reconhecimento por seu estrondoso sucesso pessoal e rotundo fracasso institucional.

Muita gente desconfia, no entanto, que o presidente dos Estados Unidos vá sucumbir diante das resistências e humores dos senhores da finança. É cada vez maior o contingente de analistas céticos em relação à disposição de Obama de impor aos mercados regras prudenciais e medidas capazes de reverter o impulso de buscar inovações capazes de satisfazer o apetite feroz por ganhos maiores.

Nos anos 90, os democratas de Clinton patrocinaram a extinção das regras que determinavam a separação das funções entre os bancos comerciais, de investimento e instituições encarregadas do crédito hipotecário, imposta pelo Glass-Steagall Act na crise bancária dos anos 30. A rápida ampliação dos mercados de capitais, ao promover a securitização dos créditos, não só abriu espaço para as trampolinagens do subprime, como também estimulou as operações de tesouraria por parte dos bancos ou quase-bancos. Leia o resto do artigo »

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Redução do papel do Estado na economia sempre foi mito

Postado em 15 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Publicado na FSP de 14 de Setembro de 2009

A PESAR de todas as manchetes sobre a volta do Estado à economia, ele nunca se retirou, e os EUA são o maior exemplo disso, afirma Linda Weiss, especialista em desenvolvimento e professora do Departamento de Governo e Relações Internacionais da Universidade de Sydney (Austrália). Weiss cita especificamente a política de inovação tecnológica americana, organizada por meio de encomendas da área militar do governo, como exemplo do que chama de “ativismo estatal” que nunca diminuiu nas economias mais ricas.

Weiss afirma que a China está adaptando o modelo americano para começar a produzir tecnologias próprias, e sugere que o Brasil estude o exemplo.

Ela deu entrevista à Folha depois de participar, no Rio de Janeiro, de seminário no Instituto de Economia da UFRJ sobre Reposicionamentos Estratégicos, Políticas e Inovação em Tempo de Crise. Abaixo, os principais trechos.

FOLHA – A senhora diz que não é possível falar em volta do Estado à economia porque ele nunca foi embora. Pode explicar?

LINDA WEISS – A ideia predominante no debate sobre a globalização e a sua relação com as opções de política econômica é que o Estado foi posto numa camisa de força e recuou da economia.

Fez isso para atrair investimentos num mundo de capitais móveis. O melhor governo é o que reduz impostos e regulações. O Estado atua nas margens da economia, sem presença ativa e muito menos desenvolvimentista. Contesto essa ideia olhando para o que os Estados mais poderosos vêm fazendo.

FOLHA – E quais são os principais exemplos?

WEISS – O primeiro é o paradoxo de que a desregulamentação requer rerregulamentação. Por exemplo, o governo privatiza, mas acaba se tornando muito ativo na arena regulatória, criando agências.

Isso de certo modo aumentou o envolvimento do Estado, sem necessariamente passar pelas autoridades executivas, que têm que responder ao eleitorado. Leia o resto do artigo »

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Tendências globais para 2025

Postado em 13 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

O relatório “Tendências Globais 2025: um Mundo Transformado” – lançado em forma de livro no país, com o nome “O Novo Relatório da CIA” (Geração Editorial) – é uma amplo apanhado sobre as tendências que serão dominantes na economia global, assim como os fatores de incerteza.

O trabalho foi coordenado pelo Conselho Nacional de Inteligência, grupo constituído por 16 agências de inteligência, incumbido de definir as estratégias de médio e longo prazo da comunidade de inteligência dos EUA.

No campo econômico, o trabalho faz uma boa avaliação sobre a volta do capitalismo de Estado, que se fortalece a partir do modelo asiático e da crise internacional de setembro do ano passado.

As principais características dessa volta do capitalismo de Estado, no fundo retomam ideias já defendidas pela CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina) nos anos 50: Leia mais…

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Energia no Brasil custa o mesmo que a europeia

Postado em 13 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Publicado na FSP de 12/09/2009

Tarifa para consumidor residencial do país  é mais cara que a cobrada na Suíça

Em abril houve aumento de mais de 20% na tarifa de consumidores residenciais; câmbio, chuvas e modelo de privatização explicam custo

Os brasileiros pagam pela energia elétrica tarifas semelhantes às dos principais países europeus. Em ranking feito com base em dados divulgados pela Agência Internacional de Energia, o Brasil fica no meio, em 11º lugar em uma lista com 23 países. Os consumidores residenciais da Suíça, por exemplo, pagam menos pela energia do que os brasileiros.

Segundo a lista feita pela AIE (Agência Internacional de Energia), a tarifa mais cara é cobrada pelos consumidores residenciais da Dinamarca e a mais barata é a que vigora em Taiwan. A diferença entre a mais cara e a mais barata é de quase cinco vezes. Leia o resto do artigo »

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Muito cedo para tirar estímulos

Postado em 12 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Martin Wolf

Publicado no Valor Econômico de 11/09/2009

Os países ricos discutem qual será o momento ideal para retirar o estímulos dados para a recuperação da economia.

Nossa política de ação coordenada, decisiva e sem precedentes ajudou a deter a queda e a estimular a demanda global. Dessa forma, os ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais das principais economias de alta renda e emergentes que compõem o G20 se deram tapinhas nas costas durante o fim de semana. Eles estavam certos em fazê-lo. A resposta à crise foi essencial e também bem-sucedida. Mas é cedo demais para cantar vitória.

Ben Bernanke, recentemente nomeado por Barack Obama para um segundo mandato como presidente do Federal Reserve, reforçou o argumento no simpósio monetário Jackson Hole deste ano: “Sem estas ações prontas e contundentes, o pânico de outubro provavelmente teria se intensificado, mais firmas financeiras importantes teriam falido e o sistema financeiro global como um todo teria ficado em grave risco. O que sabemos sobre os efeitos de crises financeiras sugere que a recessão global resultante teria sido extraordinariamente profunda e prolongada”.

Dois grupos de pensadores rejeitam esse ponto de vista. Um deles sustenta que a economia está sempre em equilíbrio. Se a taxa de desemprego explodiu para cima, só pode ser porque, depois que o Lehman implodiu, os trabalhadores resolveram tirar férias. Uma opinião alternativa é que depressões são conseqüência natural de excessos. Tanto o culpado como o inocente devem sofrer, à medida que os erros do passado são expurgados. Essas opiniões foram rejeitadas. As economias não estão sempre em equilíbrio e, apesar de uma correção dos excessos em preços de ativos, mercados financeiros e consumo ter se tornado inescapável, uma espiral decrescente cumulativa não era inevitável. Leia o resto do artigo »

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Estados Unidos fascistas: Já chegamos lá?

Postado em 11 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

As elites conservadoras dos Estados Unidos jogaram abertamente seu futuro com o das legiões de descontentes da extrema-direita. Elas deram apoio explícito e poder às legiões para que ajam como um braço político nas ruas americanas, apoiando ameaças físicas e a intimidação de trabalhadores, liberais e autoridades que se neguem a defender seus [das elites] interesses políticos e econômicos. Chegamos. Estamos estacionados exatamente no lugar onde nossos melhores especialistas dizem que o fascismo nasce. O artigo é de Sara Robinson, do blog For Our Future. Leia mais…

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