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Blog do Desemprego Zero

Estratégia e inovação numa hora dessas?

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Adriano Proença

Fonte: Valor Econômico (15/07/2009).

Rupturas no padrão de concorrência impõem reconsiderações sobre estratégias até  então bem-sucedidas

Em meio à turbulência financeira global em curso, o arco-reflexo empresarial é acertar o caixa, reduzir o endividamento e poupar-se de investimentos arriscados. Apostas para o futuro se apresentam muito perigosas; como avaliar esforços de mudança de estratégia e de promoção da inovação quando não se sabe nem mesmo que mercados e que concorrentes estarão lá no futuro?

Estamos, de fato, de forma radical, sob o império da incerteza. A crise financeira global se desdobra de maneiras variadas e imprevisíveis pela chamada economia real, afetando de diferentes formas setores e empresas. As reações em curso incluem não só os grandiosos movimentos de governos nacionais, mas também a própria revisão das ideias, convenções e instituições que regiam a ordenação da economia global. Tais perspectivas de mudança vêm a se compor com outros processos complexos e de andamento imprevisível, tais como o desenvolvimento dos esforços de prevenção do aquecimento global, os grandes avanços em ciência e tecnologia em diversas áreas, e a dinâmica de inserção da China e das empresas chinesas no tecido produtivo global. Leia o resto do artigo »

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Governo e empresários querem inserir inovação na agenda anticrise Finep pode ser capitalizada para ampliar sua capacidade de concessão de crédito

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Francisco Góes escreve para o Valor Econômico (14/07/09):

Governo e indústria estão juntando forças para aumentar os investimentos em inovação. A ação quer, ao mesmo tempo, evitar que a crise reduza os gastos das empresas em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e preparar o Brasil para uma maior concorrência quando a economia mundial voltar a crescer.

No âmbito público, depois das reduções dos juros nas linhas de financiamento, a agenda volta-se para ampliação do crédito, o que passa pela capitalização da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia.

O presidente da Finep, Luis Fernandes, disse ao Valor que até o fim deste mês deverá estar desenhada uma solução para a capitalização da empresa, tema encaminhado na área econômica do governo, o que lhe permitirá ampliar as operações de crédito para inovação. A Finep também quer definir até agosto formas de ampliar a captação de recursos de financiamento para atender a demanda de projetos em carteira que, em junho, somava R$ 3,4 bilhões. Leia o resto do artigo »

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Boletim semanal:Emprego, Plano Real, Socialismo, Inovação, Honduras, China

Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.44, ano 2 – 01/07/2009 a 07/07/2009  

Economia

Uma ameaça ao emprego

Os 15 anos do Real

Socialismo para ricos

Política

Produção industrial em maio de 2009: recuperação gradual

Inovação e desenvolvimento em tempos de crise

Informação é a arma da burocracia 

Internacional 

América Latina: aprofundamento ou restauração?

Persistente racismo no sul dos Estados Unidos

Negócios com a China, mas não um “negócio da China”

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Inovação e desenvolvimento em tempos de crise

Postado em 4 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes e Rodrigo L. Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil (04/07/09)

A preocupação de parcelas expressivas do empresariado brasileiro com a temática da inovação merece destaque positivo. Os debates iniciaram-se há algum tempo, porém a crise econômica presente reforça a necessidade de se passar rapidamente do discurso à prática.

Chama a atenção o fato de apenas 28% do empresariado conhecer as linhas específicas de crédito do BNDES. A pesquisa foi realizada pela Fiesp para sondar como anda o conhecimento dos empresários sobre a Lei de Inovação, de dezembro de 2004. Esta, por sua vez, ainda é muito pouco conhecida pelo empresariado.

Um arcabouço institucional capaz de estreitar a colaboração entre academia e empresariado chegou a entusiasmar no primeiro momento. No entanto, mudanças de mentalidades demandam tempo e esforços coletivos. Esse parece ser um momento oportuno para tanto, pois a crise econômica presente demanda políticas públicas mais ousadas no campo dos estímulos à inovação e ao desenvolvimento. Leia o resto do artigo »

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Nível de inovação nas empresas brasileiras ainda é baixo.

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Falta capital de risco

Fonte: TIC Brasil Mercado 27.05.2009

O Brasil tem capacidade empreendedora e pesquisadores científicos de excelência. O problema é a falta de um ambiente que encoraje a inovação, para que o país possa transformar conhecimento em desenvolvimento econômico. Para isso, seria preciso investir mais em pesquisa e desenvolvimento e melhorar vários aspectos, como burocracia, custos de implantação de uma empresa, alta carga tributária, difícil acesso ao capital de risco, entre outros. São fatores que desmotivam a inovação nas empresas brasileiras. Prova disso é que, segundo a última edição do ranking do Índice Global de Inovação, preparado pelo braço de pesquisas da revista britânica “Economist”, o Brasil perdeu uma posição, caindo do 48º para o 49º posto, entre 82 países. Ao mesmo tempo, a China, que ocupava a 59ª posição no ranking entre 2002 e 2006, subiu cinco posições no período entre 2004 e 2008. O ranking também mostra o Brasil atrás de outros dois países latino-americanos em desenvolvimento – a Argentina, que está na 42ª posição, e o México, na 48ª. O problema se agrava quando se refere às pequenas e micro empresas, que operam com níveis de competitividade e de inovação relativamente baixos se comparados aos padrões exigidos pelo mercado globalizado. Mas, na medida em que a economia brasileira passou a experimentar níveis maiores de inserção internacional, alguns segmentos foram mais desafiados e passaram a conviver com maior competição. Como fazem parte de cadeias produtivas em que a concorrência é mais acirrada, o nível de competitividade e de inovação é mais percebido. Em entrevista exclusiva à TIC Mercado, Paulo Benetti, diretor geral da Inteligência Natural Consultoria e especialista em criatividade, inovação e estratégias, disse que a inovação no Brasil está, principalmente, nas incubadoras. Para ele, as micros e pequenas empresas dependem de capital de risco para começar e expandir, e no País não há, ainda, uma cultura de investimento de risco.

TIC – Segundo a revista britânica “Economist”, o Brasil perdeu uma posição no ranking de inovação, caindo do 48º para o 49º posto, entre 82 países. O que significa para o país perder posição nessa área, principalmente, agora, com a crise financeira, onde a inovação é fator de sobrevivência? Ou uma posição, na prática, não significa muito? Leia o resto do artigo »

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Desafios da ciência e da tecnologia no Brasil, artigo de Marco Antonio Raupp

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2009

A ciência brasileira está cerca de 70% localizada na Região Sudeste. Por razões estratégicas e de justiça federativa, é uma situação que não pode perdurar, constituindo um desafio para o planejamento estratégico e para as políticas de C&T. Temos de redirecionar investimentos federais e estimular as FAPs locais, como já vem ocorrendo em alguns Estados.

Fonte: Jornal da Ciência

Marco Antonio Raupp, matemático, é presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Nos últimos 50-60 anos, a atividade organizada de produção de conhecimento científico estabeleceu-se no País. No centro desse processo estiveram a reforma universitária, institucionalizando a pós-graduação, e a estruturação de um sistema de apoio e financiamento à pesquisa e aos pesquisadores nas universidades e nos centros de pesquisa governamentais.

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e as fundações de amparo à pesquisa (FAPs) foram e são agentes executores dinâmicos do processo.

Como indicador sinalizando efetivos resultados desse sistema, temos hoje que o Brasil participa com 2% da produção científica mundial – resultado bastante significativo, pois mostra que o nosso sistema básico de produção de ciência está do “tamanho econômico do País”, já que esse índice é basicamente o mesmo da participação do produto interno bruto (PIB) brasileiro no (PIB) mundial.

Estabelecida uma plataforma básica importante para ciência e tecnologia (C&T), a responsabilidade de ampliação com qualidade e atenção às demandas e necessidades da sociedade e do desenvolvimento do País, pelo seu bom e pleno funcionamento, é grande. Implica o enfrentamento de desafios que merecerão dedicação e esforços iguais ou maiores do que os já empregados na construção do sistema básico.

Apresento aqui cinco desses desafios, cuja superação é crucial para a saúde e o bom funcionamento do próprio sistema de C&T, para o reconhecimento de sua utilidade pela sociedade e para que as atividades dos cientistas contribuam também para o equilíbrio social e regional no País. Leia o resto do artigo »

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Ministérios da C&T e do Desenvolvimento definem prioridades da política industrial e tecnológica nacional

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Jornal da Ciência    

Entre elas, as ações sistêmicas, destaques estratégicos e programas estruturantes definidos na Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), lançada em maio de 2008

O Diário Oficial da União desta segunda-feira (19/1) publica portaria que estabelece as prioridades da política industrial e tecnológica nacional. O objetivo é promover e incentivar o desenvolvimento de produtos e processos inovadores em empresas nacionais e nas entidades nacionais de direito privado, sem fins lucrativos, voltadas para atividades de pesquisa, mediante a concessão de recursos financeiros, humanos, materiais ou de infra-estrutura destinados a apoiar atividades de pesquisa e desenvolvimento.

De acordo com a portaria, essas prioridades compreendem as ações sistêmicas, os destaques estratégicos e os programas estruturantes definidos na Política de Desenvolvimento Produtivo – PDP.

Lançada em maio do ano passado, a PDP tem como metas até 2010 a ampliação do investimento fixo em desenvolvimento, a elevação e a dinamização do gasto privado em pesquisa e desenvolvimento (P&D), e a ampliação da participação das exportações brasileiras.

Mais informações sobre a Política de Desenvolvimento Produtivo estão disponíveis no endereço: http://www.desenvolvimento.gov.br/pdp/index.php/sitio

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Crise econômica: grande oportunidade de “inovação disruptiva” para as empresas

Postado em 28 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fonte: Wharton Universia

Com a globalização veio o declínio do domínio americano nos setores de fabricação, energia e até mesmo no setor financeiro. Uma coisa, porém, continua de pé: a boa e velha engenhosidade americana.

Mas até isso parece estar em perigo atualmente. A China, cujas indústrias são motivo de inveja no Ocidente mais por sua tenacidade do que por sua engenhosidade, criou uma estrutura que, ao longo de alguns anos, deverá torná-la mais inovadora e, portanto, mais competitiva. Cingapura fez o mesmo. A Finlândia juntará sua principal escola de negócios à escola de design e de tecnologia para formar uma “universidade da inovação” multidisciplinar no ano que vem.

Membros do conselho da Academia Nacional de Ciências e da Academia Nacional de Engenharia mostraram-se “preocupados com o fato de que o enfraquecimento da ciência e da tecnologia nos EUA possa degradar as condições sociais e econômicas do país e, de modo particular, comprometer a capacidade dos seus cidadãos de competir por empregos de maior qualidade”, conforme relatório de 600 páginas das Academias Nacionais publicado em 2007 com o título “Para vencer a tempestade que se aproxima”.

O fator imprevisível atualmente diz respeito ao futuro da inovação – isto é, ao avanço das idéias progressistas na ciência, na tecnologia e nos negócios. O que será dela agora que a economia mundial está em crise? É opinião corrente que empresas, o governo e o mundo acadêmico vão estar menos dispostos a correr riscos e a trabalhar com os custos de curto prazo que acompanham o território da inovação.

Contudo, Paul J. H. Schoemaker, diretor de pesquisas do Centro de Inovação Tecnológica Mack (Mack Center for Technological Innovation), diz que, no caso de algumas empresas, a crise econômica pode muito bem servir de plataforma para a inovação. “A crise tem impactos variados”, diz Schoemaker. “Os prejuízos com receita e lucros vão instilar, num primeiro momento, uma mentalidade de corte de custos, o que não é bom para a inovação. No entanto, quando o paciente estiver sangrando, primeiro é preciso estancar a hemorragia. Em seguida, começa uma fase em que os líderes procuram saber que partes do seu modelo de negócios não vão bem (e, talvez, sejam até mesmo insustentáveis). Daí poderá decorrer a reestruturação e a reinvenção.” Leia o resto do artigo »

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