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Blog do Desemprego Zero

Carta IEDI n. 393 – Indústria e Investimento Puxando a Expansão

Postado em 12 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

O aumento de 1,3% do PIB no terceiro trimestre do ano, frente ao segundo trimestre (série dessazonalizada), aponta para uma retomada consistente da economia, mesmo tendo registrado variação aquém do esperado. Vulto menor não significa menor consistência: embora frustrante para o próprio governo, os investimentos e a indústria estão mostrando fôlego.

Resumindo:

* O citado incremento de 1,3% do produto agregado teve como destaque a expansão de 6,5% da formação bruta de capital fixo, pelo lado da demanda, e crescimento de 2,9% na indústria;

* No contraponto com o mesmo trimestre de 2008, o PIB recuou 1,2%, devendo-se assinalar, porém, que, embora negativa, a taxa tem melhorado;

* Nessa mesma base de comparação, a indústria retrocedeu 6,9%, enquanto os investimentos fixos declinaram 12,5%, asseverando o forte impacto da crise e que as taxas positivas trimestre a trimestre ainda não lograram o retorno ao patamar pré-crise;

* No acumulado do ano, a economia declinou 1,7% também acusando melhora ante as taxas experimentadas nos dois trimestres anteriores;

*Já ao se comparar o acumulado dos quatro trimestres encerrados em setembro com ao mesmo acumulado anterior, o PIB recuou 1,0%, sendo a quarta vez consecutiva em que essa taxa recua, além de ser a primeira taxa negativa desde o terceiro trimestre de 1999, quando declinara 0,8%.

Com o crescimento menor do que o aguardado, porém com o investimento sendo destaque positivo, permite questionar a manutenção da taxa de juros básica da economia por parte das autoridades monetárias na presente semana. Considerando a expansão lograda e a recuperação da taxa de investimento também ampliam as chances de expansão com menor pressão sobre os preços. Leia o resto do artigo »

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Nove meses de crise: O impacto na indústria segundo a intensidade tecnológica

Postado em 25 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Em um contexto em que se difunde a crença de que a recuperação econômica brasileira já se iniciou, cabe analisar como os setores da indústria de transformação classificados por densidade tecnológica se portaram na crise. A produção física acumulada no primeiro semestre de 2009 registrou queda de 13,4% frente aos seis meses iniciais de 2008. E no acumulado de outubro/2008 a junho/2009 (acumulado de nove meses terminados em junho) contra igual período de um ano antes, a produção da indústria de transformação caiu 10,9%. Leia mais do IEDI…

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Constante, mas lenta

Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Em maio, pelo quinto mês consecutivo, a produção industrial brasileira registrou crescimento em relação ao mês anterior. Desta vez, o aumento foi de 1,3%, já descontadas as influências sazonais. Para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que pesquisa mensalmente a produção física da indústria brasileira, esse resultado “reforça os sinais de recuperação da atividade fabril”.

De fato, depois de atingir seu nível mais baixo na passagem de 2008 para 2009, a produção industrial vem crescendo de maneira contínua e, nos cinco primeiros meses do ano, acumulou uma expansão de 7,8%. Mas a queda no fim do ano passado foi tão forte que, apesar dessa notável expansão ao longo de 2009, estamos onde estávamos há três anos. A indústria ainda registra um nível de produção parecido com o de junho de 2006. Leia o resto do artigo »

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O País não completou a industrialização

Postado em 17 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Monitor Mercantil

Brasil teve déficit de US$60 bilhões em metal-mecânica, química e alimentos.

“O Brasil não é um país industrilizado, apenas detém alumas regiões desenvolvidas”. Afirmação do economista Gustavo Santos em entrevista exclusiva ao Monitor Mercantil .  A defesa parte de um estudo no qual se propõe o desenvolvimento de indústrias dos setores metal-mecânico, químico e eletrônico na região Nordeste, a exemplo dos países desenvolvidos.

Clique aqui para ler na íntegra a entrevista

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O Brasil nunca foi um país industrializado e ainda está regredindo

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Mudança estrutural cria vulnerabilidade

Publicado originalmente na Gazeta Mercantil

Por Simone Cavalcanti

 Embalada pelo aumento do preço das commodities e a valorização do real ante o dólar nos últimos anos, a estrutura industrial brasileira se modificou e hoje está mais centrada em setores extrativos em detrimento daqueles relacionados à transformação. Essa mudança, pouco comum em economias emergentes, pode fazer com que as importações de manufaturados, hoje vistas como um fenômeno conjuntural, se incorporem de vez ao sistema econômico brasileiro. E mais: caso a cotação dos produtos básicos recue, essa situação traria dificuldades para a balança comercial e, conseqüentemente, para o equilíbrio externo do País.

“Estamos criando uma nova vulnerabilidade para o Brasil”, diz Júlio Gomes de Almeida, consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industria (Iedi), cujo estudo foi obtido com exclusividade pela Gazeta Mercantil.  Assim, afirma, se essa dependência por importações se consolidar, não há mudança de câmbio que conserte, pois não se consegue rearmar os elos de uma cadeia produtiva facilmente.

O economista exemplifica: o Brasil já foi grande produtor e exportador de componentes eletrônicos e atualmente “nem com incentivos” há uma indústria grande o suficiente para atender ao mercado interno.  O estudo, elaborado com dados sobre o desempenho global da indústria entre 1996 e 2006, mostra que o peso na estrutura industrial dos setores intensivos em recursos naturais foi crescendo em detrimento das categorias de maior tecnologia. No primeiro ano de análise, eram cinco os setores que representavam 51,8% do chamado valor de transformação (diferença entre o valor bruto da produção industrial e os custos das operações). Pela ordem, os fabricantes de alimentos e bebidas, de químicos, de veículos e carrocerias, de coque, refino de petróleo e produção de álcool e o de máquinas e equipamentos.

Passados 11 anos, 50,3% se concentra em apenas quatro setores. Mantiveram-se na lista, as indústrias de coque (que dobrou a participação de 7% para 16,5%), de alimentos e bebidas e de químicos. Ascendeu em participação a metalúrgica básica. Já setores intensivos em tecnologia e ciência, como de máquinas para escritório e equipamentos de informática e o de transporte, incluindo aí a indústria aeronáutica, mantêm peso de 0,6% e 1,9%, respectivamente, na estrutura produtiva brasileira.  Leia o resto do artigo »

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