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Blog do Desemprego Zero

Da Crise à Recuperação: A Indústria Brasileira Segundo a Intensidade Tecnológica em 2009

Postado em 14 dEurope/London março dEurope/London 2010

Ao término de 2009, a indústria de transformação registrou queda de 7,3% no acumulado do ano. Em contraste, na comparação entre quartos trimestres e entre meses de dezembro, a recuperação é notável: 6% e 18,9%, respectivamente. Se é óbvio que o fato da própria base de comparação ter se tornado muito baixa (dezembro de 2008 teve queda violenta da produção), por outro, não há como negar o dinamismo em curso, ainda que sujeito a solavancos.

Procedendo-se a agregação de atividades da indústria de transformação por intensidade tecnológica, foi possível verificar pontos importantes:

As faixas que mais sofreram com o período de crise foram as de média-alta e média-baixa intensidade, com recuos em 2009 de 12,5% e 8,8%, respectivamente. Por outro lado, ambas também lograram as maiores taxas positivas em dezembro: 42,2% e 19,4%, pela mesma ordem.

O segmento composto por indústrias de alto conteúdo tecnológico presenciou declínio de 4,0% em 2009, terminando o ano com aumento na produção de 13,4% em dezembro e de 1,4% na comparação entre outubro-dezembro de 2009 e o mesmo período de 2008.

A faixa de atividades de baixo conteúdo tecnológico, por sua vez, foi a que menos sentiu os reveses de fins de 2008 e começo do ano passado. Em 2009, sofreu queda de 2,5%. E logrou taxas de variação mais contundentes que o conjunto de atividades de alta intensidade, ao crescer 5,0% no contraponto entre meses de dezembro e 3,3% no quarto trimestre frente ao período equivalente do ano anterior.  Clique aqui para ler mais.

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Carta IEDI n. 386 – O Peso da Indústria de Transformação na Economia Global

Postado em 29 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Tomando-se a National Accounts Main Aggregates Database da Divisão de Estatística das Nações Unidas (United Nations Statistics Division), pode-se afirmar que os serviços ampliaram sua parcela no VA da economia mundial entre 1970 e 2007, de 56,9% para 63,1%; de um lado, a agropecuária, produção florestal e pesca viu sua parte na VA mundial cair de 6,8% para 5,0%; de outro, a indústria percebeu uma redução de participação de 36,6% para 32,0%.

Todavia é necessário melhor avaliar tanto a redução da participação da indústria, quanto as particularidades do próprio incremento participativo do VA dos serviços. O menor peso do setor industrial tem ocorrido pelo declínio tanto na participação do VA das indústrias extrativas e serviços industriais de utilidade pública (SIUP), caindo de 5,3% para 4,3%, quanto do VA da construção, de 8,4% para 4,8%. O valor adicionado pela indústria de transformação tem mantido uma proporção estável: em 1970, respondia por 22,8% e, em 2007, por 23,0%.

O segmento de transporte, armazenagem e comunicações, conjunto de serviços associado às atividades produtoras de bens, viu sua parcela no VA mundial subir de 5,9% em 1970 para 8,5% em 2007. Já o conjunto formado pelas atividades comerciais, de alojamento e alimentação, por sua vez, teve uma participação no VA total de 13,6% em 1970, proporção esta que subiu para 15,8%, representando acréscimo de 2,2 pontos percentuais. As demais atividades de serviços observaram aumento em sua parcela no valor adicionado, de 37,4% para 38,8% em 1970.

Em suma, apesar da ampliação da participação dos serviços no valor adicionado mundial, a indústria de transformação tem mantido sua importância. Em paralelo, dentre os grandes grupos de atividades de serviços, o que mais ampliou sua parcela – transporte, armazenagem e comunicações – tem seu dinamismo costumeiramente associado ao desempenho da indústria de transformação. Clique aqui para ler mais.

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Carta IEDI n. 303 – Os Resultados do PIB e a Dimensão Tecnológica do Crescimento Industrial

Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2008

A Carta IEDI aborda dois assuntos referentes ao bom desempenho global da economia em 2007. As principais características da evolução do PIB, que alcançou 5,4%, é o primeiro deles. O segundo analisa o resultado da produção industrial brasileira, que alcançou 6% no ano passado, do ponto de vista da intensidade tecnológica.

Dois sérios problemas revelados pelos resultados do PIB devem merecer estudos e atenção:

(1) A contribuição negativa do comércio exterior de bens e serviços para o crescimento, que em 2007 chegou a 1,5 pontos percentuais. A valorização cambial, é claro, está na base de explicação desse resultado. Analistas não atribuem problema a esse resultado negativo de curto prazo, alegando que o mercado interno serve de compensação. Isso de fato ocorreu em 2007, podendo se repetir em 2008, mas leva a uma sobreutilização do mercado interno, requerendo um crescimento do consumo e do crédito tão acentuados que pode esbarrar em limites. Em uma hipótese ainda não vislumbrada, mas sempre possível, de menor dinamismo do mercado interno, o Brasil sentirá falta de políticas voltadas para assegurar um balanceamento maior entre fonte externa e interna de crescimento.

(2) Como outra conseqüência do câmbio valorizado, pode estar ocorrendo um empobrecimento das cadeias industriais de produção em um silencioso processo que a alta performance do crescimento da produção, mormente na indústria, parece não confirmar. Para pensar e aprofundar: segundo a pesquisa de produção industrial, a indústria de transformação acusou aumento real de 6% em 2007, mas, segundo os dados do PIB, foi menor o crescimento real do valor adicionado da indústria, 4,9%. Cresce a produção, porém com menor agregação de valor.

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Mais detalhes em: IEDI

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