Postado em 24 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: O Globo
Maior poder a Petrobras no pré-sal e Eletrobrás nas novas usinas cria incógnita sobre papel do setor privado
Por Gustavo Paul
BRASÍLIA. Além de estabelecerem o novo marco regulatório para o setor do petróleo, as regras que estão sendo desenhadas para a exploração da camada do pré-sal consolidam a estratégia governamental de recolocar o Estado brasileiro como protagonista do desenvolvimento econômico. Nos últimos sete anos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem perseguindo essa meta. A decisão de dar à Petrobras privilégios no modelo do pré-sal – operadora única, com pelo menos 30% de participação em todos os blocos e possibilidade de operar exclusivamente campos estratégicos – se soma às ações adotadas recentemente em relação à Eletrobrás.
A estatal do setor elétrico ganhou maior poder de atuação no Brasil e no exterior e conseguiu emplacar suas subsidiárias como sócias das duas maiores usinas hidrelétricas em construção no momento: Jirau e Santo Antônio.
Por esse modelo, o poder público assume a função estratégica de planejamento e operador econômico, com a ajuda de suas controladas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 26 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Wladimir Pomar*
As críticas que pretendem comparar a política do governo Lula com as políticas neoliberais dos governos Collor e FHC possuem ângulos diferenciados. Um deles diz respeito ao que chamam de sacrificar o imenso potencial natural e as imensas bacias hidrográficas em função de interesses imediatistas dos setores agroexportadores e produtivistas. Os recursos naturais e a natureza do Brasil estariam sendo utilizados como mecanismos de “barateamento” dos custos operacionais das grandes empresas, representando perdas irreversíveis para a população.
O PAC, por seu turno, teria a mesma lógica de crescimento dos projetos daqueles setores que se tornaram dinâmicos justamente em meio ao processo de fragmentação e desmonte do país. Desse ponto de vista, o PAC seria um programa perverso, pois?reforçaria os que já são fortes e não estabeleceria nenhuma prioridade para resgatar os setores que encadeiam a economia nacional, ou seja, aqueles voltados para o mercado interno, para os mercados regionais, para processos de agregação de valor e multiplicação de talentos, de capacidade, de geração de tecnologias. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Por: Luciana Sergeiro
O Ipea e a Fundação Getulio Vargas trazem as boas notícias de que a classe média já é maioria na população brasileira, chegando a 51,89% das pessoas, e que 3 milhões de brasileiros deixaram a faixa da pobreza absoluta. A demanda aumentou, come-se melhor e cada vez mais gente ingressa no mundo da sedução dos anúncios de produtos sofisticados, outrora fora do alcance das pessoas. Lula agora colhe o que plantou.
Publicado em: Jornal do Brasil
Por: José Sarney
Entre as notícias de crise no mundo inteiro, com os Estados Unidos comandando os receios de recessão, o Ipea e a Fundação Getulio Vargas trazem as boas notícias de que a classe média já é maioria na população brasileira, chegando a 51,89% das pessoas, e que 3 milhões de brasileiros deixaram a faixa da pobreza absoluta. É uma importante etapa vencida e uma grande mudança, causada pela queda do desemprego, pelo aumento do número de trabalhadores com carteira assinada, pela melhoria do salário mínimo e pelos grandes programas sociais.
Como a unanimidade não existe – parafraseando o nosso sempre lembrado Nelson Rodrigues, de irresistível memória – alguns economistas de uma universidade do Rio de Janeiro reconhecem que houve melhoria de renda, mas afirmam que o processo de aferição dos números divulgados não é tão confiável.
Vamos ficar com o bom senso e reconhecer que, com métodos de pesquisa confiáveis ou nem tanto, a vida melhorou e a melhor pesquisa está nos nossos olhos. A demanda aumentou, come-se melhor e cada vez mais gente ingressa no mundo da sedução dos anúncios de produtos sofisticados, outrora fora do alcance das pessoas. Lula agora colhe o que plantou. Leia o resto do artigo »
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