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Blog do Desemprego Zero

Boletim Semanal:BC, salário mínimo, PSDB, Senado, Gilmar Mendes, G20, Irã

Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.43, ano 2 – 24/06/2009 a 30/06/2009  

Economia

Carta IEDI n. 368 – A Relevância de São Paulo na Indústria Regional e a Melhora do Emprego

O BC, câmbio e juros

POR QUE 80% DOS EMPREGOS GERADOS NO BRASIL SÃO DE APENAS E TÃO SOMENTE DE ATÉ 2 SALARIOS MÍNIMOS?

Palestra do economista e professor José Carlos de Assis NO LEVY INSTITUTE/BARDEN COLLEGE, NY

 Política

FHC é a favor da descriminalização da cocaína. Serra também é? O PSDB é?

Crise no Senado…

Relações perigosas

Internacional

Priorizar G 20 pode não ter sido melhor estratégia para o Brasil

Irão: A mentira das “eleições roubadas”

 

Postado em Boletim Semanal | Comentários desativados

Mendes diz que STF não deve aprovar propostas “casuístas” de prorrogação de mandato

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Independente de sermos contra ou à favor, o STF já encerrou a discussão de maneira arbitrária

Fonte:Folha Online

Por MÁRCIO FALCÃO

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, chamou nesta segunda-feira de casuísmo a movimentação de Congressistas em torno da proposta que prevê um terceiro mandato para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Um outro grupo parlamentar defende a prorrogação por mais dois anos dos atuais mandatos de presidente, governadores, deputados e senadores. Mendes afirmou que são mínimas as chances da Suprema Corte referendar as propostas.

"Acho extremamente difícil fazer essa compatibilização com o princípio republicano. As duas medidas têm muitas características de casuísmo e, por isso, vejo que elas dificilmente serão referendadas ou ratificadas pelo STF", disse. Leia o resto do artigo »

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Mobilização dia 6 de Maio às 19hrs em frente ao STF!

Postado em 4 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Manifesto do Movimento Saia às Ruas

Luz em nossa democracia inacabada

Há 30 anos o Brasil iniciou um processo árduo de transição democrática.  Combatemos a ditadura militar a custa de sacrifício, sangue e lágrimas.  O povo brasileiro, de maneira direta e contundente, disse não à opressão, não à desigualdade radical, não à pobreza.  O símbolo de nossa vitória foi a Constituição de 1988, que estabeleceu as bases de um novo País.  Um País que valoriza a participação social, que condena a discriminação de gênero, de raça e de classe.  Queremos resgatar o espírito das Diretas! Uma democracia viva é aquela com o povo nas ruas!

O Judiciário é alicerce dos poderes de nossa República. O Supremo, como Corte Constitucional, representa isso em seu grau máximo. Entretanto, o que vimos no último ano foi uma “destruição” na imagem e na credibilidade do Judiciário. O presidente Gilmar Mendes conseguiu colocar a Suprema Corte do País contra o sentimento que está nas ruas! Além disso, contraria o pensamento do próprio tribunal que deixa de decidir como um colegiado e causa um prejuízo ao conjunto do Judiciário Brasileiro que passa a ficar desacreditado. Leia o resto do artigo »

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Os dossiês do Supremo

Postado em 1 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Como diz o manual de jornalismo da BBC, a notícia tem que explicar a quem interessa. Vamos a essas denúncias contra o MInistro Carlos Alberto Direito – de solicitar pequenas mordomias a parentes – e comparar com a atuação de Gilmar Mendes, que tem merecido apoio irrestrito da maioria do Supremo.

Na gestão Gilmar Mendes, o Supremo se transformou em uma fábrica de dossiês, começando com o factóide das escutas ambientais. Mas qual o jogo por trás desse dossiê?

Para efeito de comparação, primeiro confira o histórico de Gilmar:

1. Valeu-se do prestígio conseguido com o cargo de presidente do STF para fazer lobby para atração de empresas para sua cidade, Diamantino.

2. É um dos três sócios do IDP. É ululante que seu poder, como presidente do STF – ou mesmo como Ministro do Supremo – atrai contratos para o Instituto. O que leva um Instituto com atuação superespecífica a colocar propaganda nacional na revista Veja? Ou ter a TV Globo como um de seus clientes? Ou mesmo levar personalidades para dar aulas inaugurais ou ministrar cursos? O que impede uma parte interessada em agradar o Ministro de contratar os serviços do Instituto e beneficiar Mendes de forma indireta? Não o estou acusando dessa prática. Mas é evidente que abre margem a suspeitas. E essa ação público-privada jamais foi questionado por seus pares, menos ainda pelo escrupuloso decano Celso de Mello.

3. Empunhou duas bandeiras relevantes – a fiscalização do Poder Judiciário (no âmbito do CNJ) e o respeito aos direitos individuais (no âmbito do STF) – e desmoralizou-as, transformou-as em álibi para toda sorte de abusos, de acusações generalizadas, de manifestações políticas em favor exclusivamente dos poderosos, transformando o Supremo em um poder suspeito perante parcelas majoritárias da opinião pública.

4. Participou direta ou indiretamente de duas fraudes: o tal grampo e a tal escuta ambiental. O depoimento à CPI, de Aílton Carvalho de Queiroz, Chefe da Seção de Operações Especiais da Secretaria de Segurança do Supremo, comprovou que a montagem do factóide, o vazamento do relatório sigiloso – e inconsistente – à Veja, foi tramado no próprio gabinete da presidência do STF. E isso dias depois de Mendes almoçar na Editora Abril.

5. Montou um sistema de inteligência no Supremo, cujas atividades jamais foram explicadas e cujo principal contratado era diretamente ligado a Hugo Chicarone, o homem que tentou corromper o Policial Federal. O consultor foi demitido, depois do escândalo, mas jamais foi cobrado do Gilmar uma explicação sequer para essa ação nebulosa de montar um serviço de inteligência próprio, com pessoas desse quilate. Leia o resto do artigo »

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Comandante do conjunto

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Wálter Fanganiello Maierovitch

Fonte: CartaCapital

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, é muito prestigiado pelos demais chefes de poder, apesar de sempre se posicionar acima deles e ministrar lições sobre os mais diversos temas a todo momento. Algo a causar agitações nos espólios de John Locke e do barão de Montesquieu, formuladores e cultores do poder tripartido que a nossa Constituição adotou.

Não faz muito tempo, Mendes chamou Lula às falas. Do presidente da República exigiu o afastamento do diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), em decorrência do episódio do suposto grampo em seus telefones, até hoje sem comprovação de materialidade. Mesmo sem nunca ter ouvido o áudio e, tendo admitido, posteriormente, não ter sequer a certeza de que a conversa com o senador Demóstenes Torres tenha sido gravada ou que a autoria pudesse ser atribuída à Abin, o ministro não teve dúvidas em exigir a cabeça de Paulo Lacerda, delegado com currículo sem máculas e com bons serviços prestados ao governo Lula quando esteve à frente da Polícia Federal.

Mendes também notabilizou-se pelo mau hábito de prejulgar. Hábito, aliás, que um juiz não deve cultivar e serve como indicativo seguro de inaptidão funcional. O prejulgamento por magistrado, grosso modo, é de gravidade igual à do sacerdote que aponta o “pecador” e conta os segredos revelados por ele no confessionário. Sobre antecipações de juízos, Mendes teceu considerações fora de autos sobre financiamentos aos sem-terra e sobre a revisão da Lei de Anistia, feita para a autoproteção de torturadores. A respeito, a legitimidade da Lei de Anistia também foi defendida pelo atual advogado-geral da União, José Antonio Toffoli, fortíssimo candidato a uma vaga no Supremo Tribunal Federal com apoio de José Dirceu.

No exercício da presidência do STF e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Mendes estabeleceu e sedimenta uma ditadura judiciária nunca vista no País – esta, real e ameaçadora ao equilíbrio da República, ao contrário do que se apregoa a respeito do factóide que teima em apontar a existência de um “Estado policial”.

Exemplos da ação do presidente do Supremo: o ministro dilatou a competência do órgão de cúpula que preside, de maneira a transformar o STF numa casa legislativa, onde emprego de algemas em diligências policiais, em vez de lei, virou súmula, sem as precedentes jurisprudências exigidas para a sua edição. Do Supremo nada escapa e, sob a aparência de controle da legalidade, são revistos atos administrativos, cuja conveniência e oportunidade não lhe estão afetos. Basta conferir o julgamento e as condições impostas, sem ser por lei, aos índios da reserva Raposa-Serra do Sol. Leia o resto do artigo »

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STF: “Espetacularização” contra pobre pode…

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2009

A lei, então, não vale para todos ?

Por Paulo Henrique Amorim

Fotos de O Globo (24/03/09) contradizem Gilmar Mendes

Na sabatina da Folha, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, afirmou que não sabia de alguma desobediência à súmula das algemas. E que se orgulha muito dela. Como, na mesma sabatina, ele disse que acorda cedo, lê e responde a e-mails, e lê jornais, fica uma pergunta: O ministro não lê O Globo?

Pois na página 11 da edição do jornalão dos Marinho (com quem Gilmar teria almoçado ontem) temos estas duas fotos a seguir, que mostram claramente que a súmula das algemas só está valendo para os de sempre, os ricos. Os pobres continuam tratados assim, algemados, cabeça para baixo, e até com a botina do milico sobre a cabeça, como na foto maior.

PMs do Rio algemam e pisam na cabeça de presos.

Leia mais…Gilmar na Folha de S.Paulo

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Um retrato de Gilmar Mendes

Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2009

 

A foto bem-apessoada acima (ver no blog) está na galeria de presidentes do site do Supremo Tribunal Federal. Trata-se do ministro Gilmar Ferreira Mendes, 52, mato-grossense de Diamantino que já passou por vários cargos importantes até galgar ao escalão máximo dos juristas – e conceder dois habeas corpus em menos de uma semana ao banqueiro Daniel Dantas.

É o retrato dele que vou traçar agora. Nem sempre bem-apessoado, como veremos.

Impeachment

Na sexta-feira passada, sindicalistas da CUT protocolaram pedido de impeachment de Gilmar Mendes no Senado.

Antes disso, um abaixo-assinado virtual, escrito por alguém que se identifica como Luiz Augusto Barroso, exige a mesma coisa:

“Nós, cidadãos brasileiros, estarrecidos pelos acontecimentos da última semana, quando vários criminosos, entre eles DANIEL DANTAS, foram liberados graças à intervenção do Ministro GILMAR MENDES, do Supremo Tribunal Federal, exigimos a saída do Ministro GILMAR MENDES DO STF”.

Ainda antes, 42 procuradores da República, mais de 100 juízes federais e a associação de delegados da Polícia Federal protestaram contra decisões de Gilmar Mendes durante a Operação Satiagraha. Leia o resto do artigo »

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Quem é Gilmar Mendes?

Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por João Quartim de Moraes * 

A questão comporta múltiplas respostas, a mais enfática das quais provém do jurista Dalmo Dallari no artigo “Degradação do Judiciário”, publicado na Folha de São Paulo em 8 de maio de 2002, em que reage com indignação à notícia “de que o presidente da República” (FHC, o da herança maldita), “com afoiteza e imprudência muito estranhas encaminhou ao Senado uma indicação para membro do Supremo Tribunal Federal” (a indicação foi noticiada antes que se formalizasse a abertura da vaga), “que pode ser considerada verdadeira declaração de guerra do Poder Executivo federal ao Poder Judiciário, ao Ministério Público, à Ordem dos Advogados do Brasil e a toda a comunidade jurídica”. O indicado em questão, “alto funcionário do Executivo, especializou-se em ‘inventar’ soluções jurídicas no interesse do governo.

Ele foi assessor muito próximo do ex-presidente Collor, que nunca se notabilizou pelo respeito ao direito. Já no governo Fernando Henrique, o mesmo dr. Gilmar Mendes, que pertence ao Ministério Público da União, aparece assessorando o ministro da Justiça Nelson Jobim, na tentativa de anular a demarcação de áreas indígenas. Alegando inconstitucionalidade, duas vezes negada pelo STF, ‘inventaram’ uma tese jurídica, que serviu de base para um decreto do presidente Fernando Henrique revogando o decreto em que se baseavam as demarcações. Mais recentemente, o advogado-geral da União, derrotado no Judiciário em outro caso, recomendou aos órgãos da administração que não cumprissem decisões judiciais”. Leia o resto do artigo »

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