Postado em 5 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de São paulo
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, propôs adicionar uma representação dos países pobres e em desenvolvimento ao G-20, formado pelas grandes economias avançadas e emergentes. Com isso, o foro passaria a ter porta-vozes de todas as classes de países. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Peer Steinbrück
Fonte: Valor
O ministro alemão sugere um imposto para pagar a crise que não onere os países mais pobres
O que deu errado nos mercados financeiros mundiais? Em poucas palavras: a implosão do admirável mundo novo das finanças modernas e a consequente crise econômica tiveram raízes na ideia de que os mercados de capitais livres e sem regulamentação sempre funcionam em prol do bem público e são suficientes para a prosperidade econômica. O prólogo para a crise foi a combinação do custo barato do dinheiro, da desregulamentação e de uma corrida dos executivos por retornos cada vez maiores, sem levar em conta os riscos associados.
Quando a bolha imobiliária estourou e os mercados financeiros desmoronaram, o crescimento caiu por todo o mundo, como não se via desde a Grande Depressão. O Produto Interno Bruto (PIB) nas economias avançadas deverá encolher cerca de 4% neste ano. As perdas do setor financeiro nesses países giram em torno de US$ 1,6 trilhão e o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que perdas superiores ao dobro disso ainda estão por vir. Os cortes de empregos continuarão. As gerações futuras estão sendo sobrecarregadas com a explosão das dívidas públicas. Levará anos até nos recuperarmos totalmente. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.39, ano 2 – 27/05/2009 a 02/06/2009
Economia
Política
Internacional
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Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Fonte: Jornal Os Economistas
Por Reinaldo Gonçalves
O G-20 foi criado em 1999 e tem como países membros a locomotiva do sistema econômico internacional, as sublocomotivas, bem como os vagões de 1ª classe e classes inferiores (ver Quadro 1).2
São 19 países e a União Européia tem representação própria. A análise do comunicado fi nal do G-20 de 2 de abril de 2009 mostra que há poucas diferenças marcantes em relação ao comunicado da reunião de 11 denovembro de 2008. Entretanto, há compromissos específicos de fortalecimento de organizações multilaterais retrógradas e imposição a alguns países em desenvolvimento do compartilhamento dos custos de contenção da crise global.
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Postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2009
Por Adriano Benayon *
G-20, G-7 e FMI
O saqueio mundial prossegue na depressão, como antes dela. A recente reunião do G-20 confirma que os povos do mundo – e menos ainda os de países como o Brasil – nada têm a esperar de positivo de qualquer sistema financeiro adotado sob a supremacia da finança britânica e norte-americana, a qual dirige o G-7. Japão, Alemanha, França, Itália e Canadá não passam de linha auxiliar do Reino Unido e dos EUA.
Do G-20 fazem parte, além dos sete, mais doze países e a União Européia. São a Rússia, a China e a Índia e mais nove com menor peso político: África do Sul, Arábia Saudita, Austrália, Argentina, Brasil, Coréia do Sul, Indonésia, México e Turquia.
* Adriano Benayon é Doutor em Economia. Autor de “Globalização versus Desenvolvimento”, editora Escrituras. abenayon@brturbo.com.br
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Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Fonte: Blog do José Paulo Kupfer
À parte o show do presidente Lula, a reunião do G-20, hoje, em Londres, não fugiu demais ao roteiro previsível. O comunicado final trouxe, sim, algo de concreto além do que se esperava: a formação de um fundo de US$ 1 trilhão, para reforçar o caixa – e o moral – do FMI e o anúncio da disponibilização global de US$ 5 trilhões, em estímulos fiscais, até 2010. Maiores também do que esperado, apesar de não terem avançado nem uma gota além da retórica, foram as menções aos males do protecionismo, e, mais ainda, a reafirmação do compromisso com um acordo conclusivo para a Rodada Doha.
Tudo o mais foram promessas de boas intenções, cuja execução, em seus detalhes, ainda deverá ser desenhada e definida por comissões. Incluem-se nesse caso a maior regulação dos mercados financeiros – incluindo fundos de hegde e paraísos fiscais -, uma reforma não estrutural em organismos como o FMI e o Banco Mundial e até restrições aos bônus de executivos de empresas privadas. Há alguns prazos para revisar e consolidar os eventuais progressos dos pontos do acordo de hoje, com uma nova cúpula antes do fim do ano. Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
Publicado em: Portal Vermelho
Lula lembrou que esta foi a primeira vez que 20 lideranças de países que representam mais de 85% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial se reuniram para discutir uma crise econômica que teve início no setor financeiro nos Estados Unidos, que se espalhou pela Europa e que já começou a ser sentida em diversos outros países por causa do crédito.
O presidente reforçou ainda o compromisso firmado durante o encontro de, até o final deste ano, retomar as negociações da Rodada Doha. Para ele, um acordo sobre o tema é um sinal importante para que o mundo saiba que os dirigentes políticos estão agindo com responsabilidade, preocupados e tomando decisões.
Leia abaixo a íntegra do programa desta segunda-feira: Leia o resto do artigo »
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