prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Para economista do FMI, obsessão com inflação prejudicou combate à crise

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, sugeriu que países desenvolvidos limitaram suas opções para lidar com a crise econômica global ao se preocuparem muito em manter metas inflacionárias baixas. Clique aqui para ler mais.

Postado em Destaques da Semana, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

O Brasil e o FMI

Postado em 15 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

O Brasil aplicará, nos próximos dias, US$ 10 bilhões em títulos do Fundo Monetário Internacional (FMI), tornando-se credor da instituição, anunciou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. A decisão é possibilitada pela solidez das contas externas e atende à conveniência de diversificar as reservas cambiais, que atingiram US$ 204,6 bilhões em 9 de junho. O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, enfatizou que “o Brasil mais uma vez reafirma seu forte papel de liderança entre as economias emergentes”.

Com o anúncio, o País cumpre compromisso assumido na reunião de cúpula do G-20, em Londres, em abril. O FMI deverá receber aportes de US$ 750 bilhões para enfrentar a crise e financiar a retomada, sobretudo do comércio global. Do montante total, US$ 500 bilhões deverão ser aportados pelos países-membros do G-20. No grupo dos Brics, a China comprometeu-se a aplicar US$ 50 bilhões e a Rússia, US$ 10 bilhões, mas a Índia ainda não anunciou o montante. Os Estados Unidos se comprometeram a destinar US$ 108 bilhões ao FMI, mas o Congresso ainda não aprovou a aplicação dos recursos. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Brasileira, Política Econômica | 1 Comentário »

G-20 e Saqueio global

Postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Adriano Benayon *

G-20, G-7 e FMI

O saqueio mundial prossegue na depressão, como antes dela. A recente reunião do G-20 confirma que os povos do mundo – e menos ainda os de países como o Brasil – nada têm a esperar de positivo de qualquer sistema financeiro adotado sob a supremacia da finança britânica e norte-americana, a qual dirige o G-7. Japão, Alemanha, França, Itália e Canadá não passam de linha auxiliar do Reino Unido e dos EUA.

Do G-20 fazem parte, além dos sete, mais doze países e a União Européia. São a Rússia, a China e a Índia e mais nove com menor peso político: África do Sul, Arábia Saudita, Austrália, Argentina, Brasil, Coréia do Sul, Indonésia, México e Turquia.

* Adriano Benayon é Doutor em Economia. Autor de “Globalização versus Desenvolvimento”, editora Escrituras. abenayon@brturbo.com.br

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

 

Postado em Adriano Benayon | Sem Comentários »

Emergentes não podem ‘baixar a guarda’ (entrevista com Paulo N. Batista Jr.)

Postado em 27 dEurope/London abril dEurope/London 2009

O DIRETOR-executivo de Brasil e mais oito países de América Latina e Caribe no FMI, Paulo Nogueira Batista Jr., afirma que os emergentes não podem “baixar a guarda” após os avanços que vêm obtendo no processo para aumentar sua participação em decisões globais. “Essas vitórias são parciais e ainda precárias, não são irreversíveis. Os setores que defendem o atual estado das coisas são muito fortes ainda. Estão talvez enfraquecidos pela crise, mas em um momento seguinte podem querer restabelecer o passado”, diz.

Fonte: Luís Nassif (blog)

Leia a seguir os principais trechos da entrevista de Paulo Nogueira Batista Jr. à Folha de SP:

FOLHA – A reunião do FMI deste ano trouxe vários retornos positivos em relação às aspirações dos países emergentes. Você diria que foi a crise que mudou o Fundo?

PAULO NOGUEIRA BATISTA JR. – Mudou. Está mudando. A crise abriu oportunidades que não existiam. A profundidade e o alcance da crise são tais que propostas que poderiam ser consideradas sonhadoras há pouco tempo agora ou estão na mesa ou até já foram implementadas. É evidente que a crise por si só não produz mudanças. Tem de haver ação dos interessados. Na questão das cotas, por exemplo, a estrutura decisória do Fundo é muito desequilibrada. Os países em desenvolvimento não têm representação satisfatória. Com o agravamento da crise em setembro de 2008, o ambiente se transformou e há maior disposição de encarar esse déficit democrático no FMI e Banco Mundial. A realidade é que os países em desenvolvimento têm um peso muito maior hoje na economia mundial do que na época da criação do Fundo (em 1945). Agora está decidido que o trabalho para a implementação das cotas começa já para chegarmos preparados na data-limite para a revisão, em janeiro de 2011. Isso é importante por dois motivos. Como o FMI é baseado em cotas, a forma de aportar recursos permanentes no Fundo é via cotas. Outros mecanismos que estão sendo criados agora para colocar dinheiro no Fundo, como por meio de “bonds” [títulos], seriam mecanismos temporários, uma ponte para financiar o Fundo até a reforma das cotas. Por outro lado, a mudança nas cotas promoverá um realinhamento no poder de votos dos países no FMI. Há vários países menores hoje, principalmente europeus, com um peso desproporcional na estrutura decisória do FMI em relação a alguns emergentes. Há desequilíbrios gritantes. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

2009: crise do capitalismo generalizará e aprofundará a barbárie

Postado em 8 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Correio da Cidadania 

Escrito por Valéria Nader   

2009 inicia-se sem o costumeiro frescor característico dos anos novos. A explosão da crise financeira mundial em setembro de 2008, ainda que não tenha sido uma surpresa para economistas e analistas que acompanhavam a realidade com seriedade, deixou a todos estupefatos com a velocidade pela qual se propagou do epicentro da crise nos EUA para outros países centrais e emergentes. Em nosso país, encerrou-se precocemente nesse setembro um ciclo de crescimento de 4 anos, aproveitando-se de uma conjuntura internacional extremamente favorável e após longo período de taxas medíocres de evolução de nossa economia  

É enorme a quantidade de interrogações a respeito do que reserva este momento para as populações de todo o planeta, que iniciam o ano sob a angústia da incerteza quanto à duração e profundidade da mais severa crise econômica desde os anos 30 do século passado. Para discutir essa crise e os seus possíveis desdobramentos, o Correio da Cidadania entrevistou o historiador Mário Maestri.  

Para ele, apesar de o Brasil ter conseguido crescer em outros momentos de crise profunda, como na 2ª Guerra, desta vez a história deve ser distinta. O país se equivoca ao apostar no mercado externo, em detrimento do interno, para evitar a anunciada retração econômica.  

Mais do que nunca, o momento seria de retomar a consciência da classe trabalhadora no sentido de se recuperar a unidade perdida no passado, o que tanto a alienou. Porém, tal processo não encontra as melhores possibilidades dentro do Brasil, obrigando os movimentos e o proletariado a ficarem atentos ao perigo de se reafirmarem novas derrotas populares.  

Crítico da esquerda, que parece cada vez mais capitular ao jogo institucional burguês, Maestri acredita que se “deve construir uma nova política, que favoreça a constituição do mundo do trabalho como sujeito social central”, alertando que tempos de dureza para o povo não necessariamente alavancam revoluções populares e libertárias, como atestam diversos casos do século 20.

 Correio da Cidadania: Em entrevista ao Correio da Cidadania em fins de 2007, você afirmava que a economia mundial avançava puxada fortemente pelo consumo dos EUA e da China, já sob o signo de uma próxima crise geral. Na sua opinião, a crise mundial que vivemos é apenas do modelo neoliberal ou do próprio capitalismo?  

Mário Maestri: Em dezembro de 2007, lembrava que a expansão da economia brasileira se instalara tardiamente, em relação às nações ditas emergentes, devido à submissão do governo Lula da Silva ao capital financeiro. A economia brasileira incorporou-se, timidamente, apenas em 2006 ao grande boom expansivo geral de 2002. Em 2005, o PIB do Brasil empacava em 2,3%, para avançar timidamente, em 2006, para 3,7%, enquanto países como Argentina, China, Índia, Venezuela dobravam, havia anos, aquela taxa.  

Naquele então, os membros e apologistas do governo neoliberal de Lula da Silva declaravam que o atraso da economia nacional em despegar devia-se à construção consciente de bases econômicas “sólidas” e “responsáveis” que garantiriam anos de expansão “auto-sustentada”. E não à ditadura dos banqueiros e do pagamento incondicional da dívida.  

Após o crescimento do PIB em 2007 em 5,4%, que deve se repetir em 2008, o Brasil se prepara para expansão entre 2 e 3% em 2009, deixando o altaneiro “vôo de águia” pomposamente anunciado pelo senhor Lula da Silva, em agosto, para retornar ao velho “vôo de galinha” espavorida, no melhor dos casos. Em verdade, começamos mal equipados nossa viagem ao coração da tempestade, que se afigura como crise geral da economia capitalista, e não mero solavanco neoliberal.   Leia o resto do artigo »

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | 1 Comentário »

Forte, pero no mucho (entrevista com Paulo Nogueira Batista Jr.)

Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Márcia Pinheiro

Fonte: Carta Capital, n. 486

Paulo Nogueira Batista Jr. é representante do Brasil e de mais oito países latino-americanos e caribenhos no Fundo Monetário Internacional (FMI). Considerado um desenvolvimentista, ele defende maior regulação e supervisão do sistema financeiro, como reação à crise nos Estados Unidos. Critica a atuação das agências de classificação de riscos, que fecharam os olhos para os bônus podres, e o sistema no qual os executivos das instituições financeiras não são punidos, quando vão além dos limites prudenciais. Nos países em desenvolvimento, aconselha controles de capitais e taxação de fluxos especulativos. Admite que o Brasil hoje está mais forte para enfrentar reveses, mas alerta para os possíveis efeitos perversos sobre o balanço de pagamentos. A seguir, os principais trechos da entrevista que concedeu à CartaCapital.

CartaCapital: A crise do subprime acabou por precipitar uma discussão sobre a necessidade de regulação do sistema financeiro. Isso é apenas uma reação temporária ou o senhor acredita em avanços? Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Internacional, O que deu na Imprensa, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 1 Comentário »

País não aceita “migalhas” em acordo no FMI, diz Nogueira Batista, diretor do Brasil no FMI.

Postado em 3 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

A Folha de São Paulo de 31/12/07 publicou uma entrevista com o polêmico Paulo Nogueira Batista Jr. Criticado por sua atuação no Fundo e pelo estilo tido como “abrasivo”, o economista afirma que a efetiva mudança no FMI demanda pressões dos países em desenvolvimento.

A negociação sobre o sistema e as cotas de participação dos países no FMI, que passa por revisão, está sendo discutida no âmbito do G20 financeiro. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Internacional | Sem Comentários »