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Blog do Desemprego Zero

Entrevista na Caros Amigos de dezembro!

Postado em 24 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

DELEGADO PROTÓGENES QUEIROZ

ENTREVISTADORES: Mylton Severiano, Marcos Zibordi, Camila Martins, Fernando Lavieri, Palmério Dória, Wagner Nabuco, Renato Pompeu, Bruno Versolato e Amancio Chiodi.

O delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz nos deu uma entrevista de seis horas, de 14h30 a 20h30, e saiu lamentando que faltou contar mais coisas, por exemplo falar mais sobre a máfia russa e o magnata Boris Berezovsky. Por meia hora, ainda conversou conosco enquanto esperava o táxi. Discorreu que Daniel Dantas, o banqueiro, pode mandar muito, mas é apenas um “braço” de algo mais poderoso – quem sabe o Citigroup? Gravado mesmo, contou histórias arrepiantes. Algumas frases dele ao acaso colhidas dão idéia: “É muita picaretagem!” “A mentira perdura pouco, a verdade é eterna.” “Você vai investigando, vai dar nas construtoras, na concorrência pública, e nos políticos.” E sobre um dos casos cabulosos que investigou ficou este diálogo bastante sugestivo:

Protógenes: Querem essa história?

Todos: Sim!

Protógenes – Vocês não vão dormir direito…

Para conhecer as várias histórias quentes contadas por Protógenes, inclusive a que conta como Fernando Henrique enriqueceu só na edição de dezembro da Caros Amigos, já nas bancas!

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O pacto político-financista

Postado em 14 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008

Luís Nassif

Esse tema levantado pelo delegado Protógenes merece ser aprofundado. Existem muitos funcionários do Banco Central, já aposentados, que poderão contribuir para esclarecer uma das páginas fundamentais da história do Brasil: o grande pacto financeiro em cima dessas operações externas de conversão de dívidas.

Foi o primeiro episódio na longa lista de medidas obscuras tomadas pelo Banco Central em sucessivos governos – mas sempre operados pelo mesmo grupo – que permitiram a consolidação do grande pacto economistas do Real/financistas dos anos 80 e a criação das novas grandes fortunas formadas ao longo da década.

É longa a relação de manobras do período. Lembro algumas, de cabeça:

1. A conversão da dívida para aplicação interna, mencionada pelo Protógenes. Bancos estrangeiros que não conseguiram a boquinha passaram a recorrer a intermediários cooptados nas equipes econômicas. É importate notar que, pouco antes, Mailson matou a possibilidade de uma solução institucional para a dívida externa, que era a proposta Bresser-Pereira de securitização da dívida externa – que beneficiaria fundamentalmente as contas públicas. Posteriormente essa proposta se transformou no Plano Brady.

2. A compra de dívidas de estatais por grupos ligados aos Cruzados.

3. A compra de títulos da Siderbrás e da Telebrás por mixaria, ainda no governo Sarney, operação conduzida por Daniel Dantas para o Citigroup.

4. O uso de “moedas podres” na privatização, no governo Collor. Aliás, se não me engano, fui eu quem criou a expressão “moedas podres”, na primeira coluna que escrevi na volta à Folha, em 1991. Essa movimento permitiu a geração de fortunas, daqueles grupos que adquiriram os papéis antecipadamente, por valores irrisórios.

5. O vazamento recorrente de indicadores da FGV e da Receita – que balizavam operações no mercado futuro.

6. As regras de conversão dos contratos em mercados futuros, a cada plano econômico.

7. A apreciação do Real em 1994, conforme descrevo no meu livro “Os Cabeças de Planilha” que permitiu ganhos extraordinários a grupos informados sobre esse movimento.

8. A intenção de Gustavo Franco, quando Diretor da Área Internacional do Banco Central, de adquirir títulos da dívida brasileira. O anúncio provocou uma elevação imediata do valor dos títulos. O Garantia adquiriu papéis antecipadamente e seria o grande beneficiário. Acabou se estrepando com a crise da Rússia, que explodiu no mesmo período. Foi o que determinou a decisão de Jorge Paulo Lehmann de vender o banco e se concentrar em empreendimentos da economia real.

9. A decisão do Banco Central de permitir as contas CC5 e conferir o quase monopólio das transações em Foz do Iguaçu ao Banco Araucária.

Repito, há que se ter todo o cuidado na avaliação das denúncias do Protógenes contra o ex-presidente FHC. Mas, ao mencionar essa operação de conversão de dívida, ele pegou na veia o início do processo, o pacto – que descrevo no meu livro – que junta financistas, economistas, partidos políticos, que possibilita a maior transferência de renda da história do país. Essa transferência se dá no âmbito dos juros do BC e da dívida pública.

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Entrevista de Bautista Vidal

Postado em 6 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Publicado em Terra Magazine

Você vai sair desta entrevista com a cabeça cheia de interrogações, a par de acachapado. O físico e engenheiro José Walter Bautista Vidal, conhecedor, como pouquíssimos, do chão, da gente, do poder (ele esteve lá) e dos problemas brasileiros, faz afirmações impressionantes. Com números, mostra que o Brasil só não é uma grande potência porque não quer. Que o Brasil está cada vez mais à mercê dos especuladores internacionais porque quer. Que é dependente por escolha dos que o governam. Que a moeda que circula no mundo é falsa, não passa de papel pintado, e os países desenvolvidos estão à beira da falência. Que a era do petróleo – energia que move o mundo – está com os dias contados e eles não têm alternativa a não ser se apropriar das fontes energéticas que a natureza legou a outras nações. E a mais rica delas todas, disparadamente, é o Brasil, “porque foi premiado com um reator a fusão nucelar particular – o sol, que é a grande fonte de todas as formas de energia usadas pelo homem até agora e dentro de bilhões de anos”. E o Brasil, como “grande continente tropical do planeta”, terá por isso um poder inimaginável, “desde que conte com dirigentes à altura desse papel histórico”. Sim, porque o que determina os rumos da história é a política. E esse físico e professor tem a cabeça política.

Chico Vasconcellos – O senhor foi secretário de Tecnologia Industrial do governo Geisel. Como se deu isso?

Bautista Vidal – Bom, fiz minha pós-graduação em física nuclear na Universidade de Stanford. Só que resolvi voltar para a minha Bahia, e quando cheguei disse para mim mesmo: “Que diabos vou fazer com a física nuclear na Bahia, com esse sol e esse mar?” Aí resolvi mudar para geofísica, e, como diretor do Instituto de Física da Universidade da Bahia, fundei o Centro de Geofísica. Durante três anos treinei os primeiros 67 geofísicos brasileiros que descobriram a bacia de Campos e criaram para a Petrobrás a plataforma continental, até então considerada inviável. Fundei ainda o Instituto de Física e cerca de trinta instituições de tecnologia no país. Aí, aos 28 anos, fui chamado pelo governador da Bahia, Luís Viana Filho, para ser secretário de Ciência e Tecnologia, primeira secretaria do gênero do país. Foi uma fase muito rica, participei decisivamente da criação do Pólo Petroquímico de Camaçari, e ali saí da redoma da ciência, onde vivia, era um físico teórico, e fui jogado num puteiro. (risos) Foi um choque. Eu tinha falado ao governador, quando me chamou: “Mas a ciência, governador, é incompatível com a política”. E ele: “Você quer dizer politicalha. Pois, se eu não tivesse condições de fazer a secretaria, não a faria e nem o teria chamado”. Cumpriu, jamais permitiu qualquer ingerência. Mas veja minha ingenuidade de achar que ciência se faz fora do poder! Fui constatar isso depois. Aí criamos o complexo petroquímico, o centro tecnológico, para ser um dos maiores do mundo, mas a participação japonesa, francesa e alemã, mesmo minoritária, jamais permitiu que o centro existisse, porque, se ele vingasse, passaria para mãos brasileiras o controle do processo petroquímico, que hoje terminou na mão desses… bom, deixa pra lá. Quer dizer, teria sido montada a indústria petroquímica autônoma.

Chico Vasconcellos – Na mão desses… quem?

Bautista Vidal – Foi privatizado, fala-se da Odebrecht, não sei se ela é testa-de-ferro, petroquímica é questão de poder mundial, área estratégica.

Georges Bourdoukan – Está na mão de quem, hoje?

Bautista Vidal – Basicamente, dos americanos, japoneses e alemães, cada um jogando para o seu próprio time. Os japoneses começaram dependendo dos outros dois e ganharam autonomia, o que podíamos ter feito até com melhores condições, mas faltou fibra ao governo brasileiro e à própria Petrobrás.

Georges Bourdoukan – Por que fugiu das mãos dela?

Bautista Vidal – Essa conjuntura política retirou das empresas estatais o poder de autonomia que elas tinham, a partir da chamada abertura. Repare que os militares preservaram essa autonomia. Um ministro de Minas e Energia, na minha época, não conseguia reunir os presidentes das suas empresas estatais porque eles tinham total autonomia, funcionavam realmente como empresas independentes, dentro dos interesses do país.

Georges Bourdoukan – Foi no governo Fernando Henrique que se deu isso?

Bautista Vidal – Não, o processo neoliberal começou em 1979. Antes, no governo Geisel, o Brasil havia conseguido criar a sua própria indústria de bens de capital, que era o sonho de Getúlio Vargas. O Getúlio dizia que o país que consegue construir as suas próprias máquinas é um país vitorioso. Pois, no governo Geisel, montou-se um programa que não só ia transformar o Brasil em um país completamente autônomo em combustível, como na maior potência energética do planeta, o Programa do Álcool, que é a pontinha de um imenso icerberg inexplorado, de energia. Leia o resto do artigo »

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Os tiros sobre Gilmar

Postado em 16 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Fonte: Projeto Brasil

Fiquei o dia inteiro no Seminário de FGV e só agora – alertado por um comentarista – fui ler a seção de Opinião de “O Globo”. Pelo visto, nenhum jornal está conseguindo resistir mais à avalanche de protestos de seus leitores.

Leia o artigo, que rompe com o pacto de silêncio em defesa de Gilmar:

Súmula não é lei

KLEBER COUTO

A proibição do uso de algemas pelo Supremo Tribunal Federal por meio de uma súmula merece uma abordagem mais reflexiva. O STF não proíbe nada, até mesmo porque não lhe cabe fazê-lo. Ninguém pode ser obrigado a fazer ou deixar de fazer algo senão em virtude de lei, e súmula não é lei.

A súmula não tem o peso e a importância que lhe quer dar o STF, em sua postura invasiva e pouco democrática. É mera declaração de um entendimento sobre uma controvérsia jurídica, e não há qualquer divergência nos tribunais que justifique sua expedição. Há, sim, uma polêmica anulação de um julgamento de um acusado por ter sido algemado em plenário do júri. A sua condição de pedreiro, sabemos, não será inútil ao STF nos futuros julgamentos de banqueiros.

Por essa visão técnica a referida súmula caracteriza-se como flagrante lesão constitucional.

Não se discute que o aspecto nocivo das prisões da PF está em transformá-las em humilhante espetáculo.

Mas, quando um policial vende ou vaza informes sobre a prisão a ser efetuada está em flagrante abuso de sua atividade. A vítima do abuso, com ou sem algemas, sempre teve meios próprios para buscar o ressarcimento de suas lesões, e a lei também já prevê as punições necessárias. Ou seja, não precisava o Judiciário indicar o que já foi claramente dito pelo Legislativo.

A questão de fundo é saber por que a súmula foi expedida. O STF não a expediu em seu conceito jurídico.

Na verdade, o seu presidente bradou com raiva e arrogância uma ameaça a todos pela segunda prisão do banqueiro Daniel Dantas.

O desejo de buscar a severa punição para o magistrado que a determinou só não foi adiante em razão da corajosa resistência da magistratura e do MP de todo o país. Mudou a estratégia. Preferiu exigir a queda da cúpula da Abin (Agência Brasileira de Inteligência).

A natureza política dessa súmula que revela a delicadeza do momento político do STF faz surgir a indagação: como e quando surgem no processo de privatização das teles Daniel Dantas e o ministro Gilmar Mendes, à época advogado-geral da União no governo Fernando Henrique? Vale uma reflexão à parte.

Comentário

Falta, agora, os jornais romperem com esse corporativismo que está desgastando a todos e cobrar da Veja a apresentação das provas sobre o suposto grampo em Gilmar Mendes.

Se houver uma pesquisa nas redações, garanto que a maioria absoluta dos jornalistas dirá que sua convicção é que o tal grampo foi armado pela revista.

Até quando a mídia vai varrer esse elefante para baixo do tapete, pagando em conjunto pelas manipulações de uma revista?

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FHC, o filho bastardo e a Rede Globo

Postado em 7 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Fonte: Tribuna da Internet

A edição deste mês da revista RG Vogue traz matéria sobre o filho bastardo do Fernando Henrique Cardoso com a Miriam Dutra, jornalista da Globo que foi despachada para Europa há 15 anos para abafar o caso.

O garoto tem hoje 15 anos, chama-se Tomáz Dutra Schmidt (ou seja, sem o sobre nome de FH) e tem como padrinho nada menos que Alberico de Souza Cruz, na época o ex-todo poderoso da Globo.

Dois trechos interessantes da reportagem: “(…) não precisa ser um grande analista político para observar que, diante de tal situação, o presidente da República se tornou refém do jornalismo global”.

“(…) gente maldosa garante que foi graças à existência do pequeno Tomáz que FHC foi tão bonzinho com as empresas de comunicação durante o seu governo, perdoando dívidas e liberando verbas do BNDES. Em contrapartida, os grandes jornais e revistas não tocaram no assunto do filho bastardo, com a desculpa de que isso era assunto particular do presidente”.

Em tempo: há mais ou menos dez anos, a Caros Amigos soltou como manchete a matéria do filho bastardo de FHC. Demorou todo esse tempo para outro veículo tocar no assunto.

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Governo FHC e Lula: História se repetindo como farsa, por JOSÉ LUÍS FIORI – Há dez anos atrás

Postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008

As crises tornam-se cíclicas e, na sociedade, a vigência de duas verdades marca a distância entre os de cima e os de baixo.

JOSÉ LUÍS FIORI

Fonte: CartaCapital, n.81, set/1998.

“O que se vê forma mais aguda é a maneira pela qual essa forma de gestão da moeda induz a um ajustamento à globalização que só pode ser feito com alto custo social, baixo crescimento e diminuição da margem de manobra dos governos.”

UM ANO DEPOIS, O QUE FOI QUE MUDOU e o que se pode prever para eventual segundo mandato do presidente Cardoso? A direção econômica é essencialmente a mesma e as tendências de médio prazo de aumento do desequilíbrio externo, do déficit e das dividas, assim como do declínio do crescimento e do aumento do desemprego, se mantiveram ou foram apenas aceleradas pela “crise asiática”. Mas algumas decisões tomadas, neste último ano, aprofundaram ainda mais a submissão do governo e da sociedade à gestão da sua moeda, cada vez mais fictícia. Primeiro, foi a “crise mexicana”, depois a asiática, logo a “crise russa” e assim sucessivamente, mas este governo se mantém inabalável, aplicando doses cada vez mais fortes da mesma terapia e caminhando em direção à “morte anunciada”. Porque essas crises não são fatos excepcionais ou isolados, ao contrário do que nossas autoridades insistem em fazer crer. Elas vieram para ficar e se repetirão, de forma cada vez mais extensa, porque são um componente essencial e cíclico da dinâmica da globalização financeira.

Os países, como o Brasil, dependentes de capitais externos abundantes e baratos para equilibrar suas contas externas e sustentar sua estabilização monetária, enquanto não mudarem sua estratégia e política econômica, deverão repetir, periodicamente, novos ajustamentos cambiais e fiscais de natureza recessiva. Portanto, nada de novo por ai, nem no horizonte previsível. Leia o resto do artigo »

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Dossiê FHC-Dilma: Digitais tucanas nas crises do governo petista

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Um traço marcante das crises do governo Lula é a presença marcante das digitais tucanas. A primeira, a “Máfia dos Hemoderivados ou dos Vampiros” surgiu de uma investigação da Polícia Federal a pedido do ministro da Saúde da época, Humberto Costa (PT). O esquema teve início no governo Collor, em 1990, mas só foi desmantelada em 2004. Eram desviados anualmente cerca de R$ 120 milhões dos cofres públicos por meio de licitações fraudulentas. A oposição e a mídia caíram de pau no governo, mesmo não tendo realizado sequer uma licitação de compra de hemoderivados. É o governo sendo atacado justamente por fazer o seu dever: investigar e prender fraudadores de dinheiro público. A mídia na época definiu seu padrão de cobertura com relação ao governo, numa completa e incrível inversão dos fatos. 

Durante todo o governo tucano a máfia dos vampiros agiu impunemente, a despeito de relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) apontando irregularidades nas compras. Os quatros anos da gestão de José Serra na Saúde conviveram com a máfia do sangue. Com a descoberta do esquema criminoso, a mídia e os tucanos partiram pra cima do ministro Humberto Costa (PT). A justificativa era que um dos presos na operação foi trazido para o ministério por ele. O que houve na verdade foi proteção de um grão tucano, José Serra, que corria risco de ser arrastado no escândalo. O PSDB e os aliados do ex-ministro José Serra nunca explicaram porque pagavam 41 centavos de dólares, enquanto o mesmo medicamento foi comprado por 12 centavos de dólares. E trata-se de uma despesa relevante do Ministério da Saúde. É o início de uma série em que o governo é vítima de seu sucesso investigativo no combate às fraudes. Leia o resto do artigo »

Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, Política Brasileira | 1 Comentário »