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Blog do Desemprego Zero

Usinas da era FHC estão paradas

Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Fonte: Valor

Por Josette Goulart

Dez usinas hidrelétricas licitadas no governo Fernando Henrique Cardoso, com capacidade de gerar cerca de 2.200 megawatts (MW) de energia, não saíram até hoje do papel por falta de licenciamento ambiental. Mesmo assim, as empresas que venceram os leilões terão que pagar pelo chamado uso do bem público algo em torno de R$ 170 milhões por ano, a partir de 2012. Sem perspectiva de ver o empreendimento de pé até lá, os autoprodutores de energia, por meio de sua associação, estão tentando alterar a legislação e prorrogar o prazo. Leia o resto do artigo »

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Boletim semanal:Política monetária pós-Plano Real, Redução do IPI x Emprego, FHC, Pré-sal, Bernanke

Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.52, ano 2 – 03/09/2009 a 08/09/2009 

Economia

Política monetária pós-Plano Real:história de sucesso ou episódio trágico?

Redução do IPI manteve entre 50 mil e 60 mil empregos

Recuperação é mera reposição de estoque e não vai durar, diz Wade

Política

Lula lembra dos tempos do pensamento subalterno, da Petrobrax

Pré-sal é a nova etapa da luta do “Petróleo é Nosso”. FHC traiu o tio, o pai e a si próprio

A campanha e a rotina engolem a crise 

Internacional

A esquerda é burra?

Till Debt Does Its Part

One Hand Clapping for Ben Bernanke

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O Custo do Apagão de FHC dava para construir 6 hidrelétricas de Jirau

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Fonte: Newsgroups.derkeiler

Auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) apurou o custo do apagão elétrico, produzido pelo governo tucano de FHC, para os brasileiros:

R$ 45,2 bilhões!

Esse foi o valor retirado diretamente do bolso dos brasileiros através do impacto nas tarifas e através do Tesouro Nacional.

O valor é suficiente para a construção de 6 usinas hidrelétricas do porte de Jirau, uma das maiores em construção.

Não foi incluído no cálculo as perdas indiretas como desacelaração do crescimento econômico (PIB), inibição de investimentos e de geração de empregos.

O apagão ocorreu em 2001 e continuou afetando diretamente a atividade econômica até 2002. O estado mínimo tucano saiu bem mais caro, do que se houvesse, na época, planejamento e investimento estatal.

Postado em Destaques da Semana, Haverá outro APAGÃO?, Política Brasileira | Sem Comentários »

Boletim Semanal: Taxa de Câmbio, Pré-sal, Bolsa Família, CPI da Aneel, FHC

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.49, ano 2 – 05/08/2009 a 11/08/2009   

Economia

Política econômica e democracia política no Brasil

Por que taxa real de câmbio importa?

Imprecisões do pré-sal

Bolsa Família tem portas de saída 

Política

CPI da Aneel ouve economista e contador do BNDES

Os dez estragos de FHC na Petrobras

Por que o câmbio é importante?

Internacional

Averting the Worst

O caminho da economia global

A bolha que ainda não estourou

Postado em Boletim Semanal | Sem Comentários »

Os dez estragos de FHC na Petrobras

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Fonte: Blog do OniPresente

Para refrescar a memória do senador tucano Sérgio Guerra (PSDB-PE) e demais entusiastas da CPI da Petrobrás, o presidente da AEPET (Associação dos Engenheiros da Petrobras), Fernando Leite Siqueira, selecionou dez estragos produzidos pelo Governo FHC no Sistema Petrobrás, que seguem:

1993 – Como ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso fez um corte de 52% no orçamento da Petrobrás previsto para o ano de 1994, sem nenhuma fundamentação ou justificativa técnica. Ele teria inviabilizado a empresa se não tivesse estourado o escândalo do orçamento, envolvendo vários parlamentares apelidados de `anões do orçamento`, no Congresso Nacional, assunto que desviou a atenção do País, fazendo com que se esquecessem da Petrobrás. Todavia, isto causou um atraso de cerca de 6 meses na programação da empresa, que teve de mobilizar as suas melhores equipes para rever e repriorizar os projetos integrantes daquele orçamento; Leia o resto do artigo »

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Verbas para cultura…

Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2009

O iFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso) conseguiu aprovação do Ministério da Cultura em 2004 (PRONAC n. 045808), para digitalizar o acervo do ex-presidente com incentivos fiscais da Lei Rounet (dinheiro público dos impostos).

Com isso captou R$ 5,7 milhões, em empresas que deixaram de pagar esse valor ao Imposto de Renda (legalmente), incluindo a SABESP.

O valor consumido já é quase 5 vezes maior do que usado pela Fundação José Sarney (PRONAC n. 052866) para fazer o mesmo trabalho.

O projeto de digitalização tem prazo para terminar em dezembro desse ano, tendo sido aprovada a captação desde dezembro de 2004.

O iFHC anuncia um futuro portal do acervo em construção, mas passados 4 anos e meio, a digitalização do acervo de FHC que encontra-se disponível na Internet é apenas 9 fotos (até o momento em que esta nota foi escrita – confira no link aqui, e a tela capturada no dia 13 de julho de 2009).

Repetindo: após 4 anos e meio, apenas 9 fotos digitalizadas estão disponíveis para consulta na Internet.

Faltam meses de seis meses para encerrar o prazo.

Nesse meio tempo o dinheiro do iFHC andou circulando pelo Fundo Opportunity de Daniel Dantas. Leia mais…

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O que dirá o Instituto FHC sobre as aplicações no Opportunity?

Postado em 1 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Se o Instituto de um ex-presidente aproveitasse da sua “amizade” com o dono de um fundo off-shore para fazer aplicações com alta rentabilidade seria ilegal? Seria, porque o instituto é uma entidade sem fins lucrativos e como tal não paga imposto de renda nem um sem número de outros impostos.

Agora, uma empresa brasileira, com fins lucrativos pode aplicar nessa mesma off-shore? Não! Também seria ilegal, pois não é recolhido impostos aqui.

Vejam então um caso em que um Instituto criado aqui aplica no fundo off-shore do Opportunity, cometendo assim inúmeros crimes.

Leia mais no Conversa Afiada…

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O aval de cima

Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2009

Luís Nassif

No final da entrevista dada a Kennedy Alencar, na TV!, Fernando Henrique, de fato, se refere assim a três personagens polêmicos:

Gilmar Mendes: corajoso.

Protógenes: amalucado.

Daniel Dantas: “não conheço bem, mas dizem que é brilhante”.

Nada mais disse, nem seria necessário.

O elogio a Dantas, a não menção a nenhuma das acusações contra o banqueiro, comprovam que, a partir de um certo momento, na história do Brasil, política e crime organizado passaram a caminhar juntos.

E não se está falando dos cabeças-de-bagre do governo Collor, nem do clube dos amigos do Sarney. Os esquemas anteriores – apesar de personagens notórios, como os irmãos Martinez e Canhedo (caso Collor), Machline e Saulo Ramos (Sarney) – eram esquemas individuais, pouco articulados, valendo-se mais do compadrio com autoridades de outros poderes e da falta de institucionalidade dos sistemas de controle do Estado.

Depois, ganhou escala. Essas alianças criminosas tornaram-se parte efetiva do jogo de controle do Estado, com relações muito mais orgânicas do crime organizado com mídia, bancadas políticas, Judiciário e Executivo .

Esbocei alguns desses processos no meu “Os Cabeças de Planilha”.

Um dia, a história ainda cobrará de FHC a responsabilidade plea montagem desse modelo.

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