Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Fonte: Valor
Por Josette Goulart
Dez usinas hidrelétricas licitadas no governo Fernando Henrique Cardoso, com capacidade de gerar cerca de 2.200 megawatts (MW) de energia, não saíram até hoje do papel por falta de licenciamento ambiental. Mesmo assim, as empresas que venceram os leilões terão que pagar pelo chamado uso do bem público algo em torno de R$ 170 milhões por ano, a partir de 2012. Sem perspectiva de ver o empreendimento de pé até lá, os autoprodutores de energia, por meio de sua associação, estão tentando alterar a legislação e prorrogar o prazo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Newsgroups.derkeiler
Auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) apurou o custo do apagão elétrico, produzido pelo governo tucano de FHC, para os brasileiros:
R$ 45,2 bilhões!
Esse foi o valor retirado diretamente do bolso dos brasileiros através do impacto nas tarifas e através do Tesouro Nacional.
O valor é suficiente para a construção de 6 usinas hidrelétricas do porte de Jirau, uma das maiores em construção.
Não foi incluído no cálculo as perdas indiretas como desacelaração do crescimento econômico (PIB), inibição de investimentos e de geração de empregos.
O apagão ocorreu em 2001 e continuou afetando diretamente a atividade econômica até 2002. O estado mínimo tucano saiu bem mais caro, do que se houvesse, na época, planejamento e investimento estatal.
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Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.49, ano 2 – 05/08/2009 a 11/08/2009
Economia
Política
Internacional
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Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Blog do OniPresente
Para refrescar a memória do senador tucano Sérgio Guerra (PSDB-PE) e demais entusiastas da CPI da Petrobrás, o presidente da AEPET (Associação dos Engenheiros da Petrobras), Fernando Leite Siqueira, selecionou dez estragos produzidos pelo Governo FHC no Sistema Petrobrás, que seguem:
1993 – Como ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso fez um corte de 52% no orçamento da Petrobrás previsto para o ano de 1994, sem nenhuma fundamentação ou justificativa técnica. Ele teria inviabilizado a empresa se não tivesse estourado o escândalo do orçamento, envolvendo vários parlamentares apelidados de `anões do orçamento`, no Congresso Nacional, assunto que desviou a atenção do País, fazendo com que se esquecessem da Petrobrás. Todavia, isto causou um atraso de cerca de 6 meses na programação da empresa, que teve de mobilizar as suas melhores equipes para rever e repriorizar os projetos integrantes daquele orçamento; Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2009
O iFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso) conseguiu aprovação do Ministério da Cultura em 2004 (PRONAC n. 045808), para digitalizar o acervo do ex-presidente com incentivos fiscais da Lei Rounet (dinheiro público dos impostos).
Com isso captou R$ 5,7 milhões, em empresas que deixaram de pagar esse valor ao Imposto de Renda (legalmente), incluindo a SABESP.
O valor consumido já é quase 5 vezes maior do que usado pela Fundação José Sarney (PRONAC n. 052866) para fazer o mesmo trabalho.
O projeto de digitalização tem prazo para terminar em dezembro desse ano, tendo sido aprovada a captação desde dezembro de 2004.
O iFHC anuncia um futuro portal do acervo em construção, mas passados 4 anos e meio, a digitalização do acervo de FHC que encontra-se disponível na Internet é apenas 9 fotos (até o momento em que esta nota foi escrita – confira no link aqui, e a tela capturada no dia 13 de julho de 2009).
Repetindo: após 4 anos e meio, apenas 9 fotos digitalizadas estão disponíveis para consulta na Internet.
Faltam meses de seis meses para encerrar o prazo.
Nesse meio tempo o dinheiro do iFHC andou circulando pelo Fundo Opportunity de Daniel Dantas. Leia mais…
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Postado em 1 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Se o Instituto de um ex-presidente aproveitasse da sua “amizade” com o dono de um fundo off-shore para fazer aplicações com alta rentabilidade seria ilegal? Seria, porque o instituto é uma entidade sem fins lucrativos e como tal não paga imposto de renda nem um sem número de outros impostos.
Agora, uma empresa brasileira, com fins lucrativos pode aplicar nessa mesma off-shore? Não! Também seria ilegal, pois não é recolhido impostos aqui.
Vejam então um caso em que um Instituto criado aqui aplica no fundo off-shore do Opportunity, cometendo assim inúmeros crimes.
Leia mais no Conversa Afiada…
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Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2009
Luís Nassif
No final da entrevista dada a Kennedy Alencar, na TV!, Fernando Henrique, de fato, se refere assim a três personagens polêmicos:
Gilmar Mendes: corajoso.
Protógenes: amalucado.
Daniel Dantas: “não conheço bem, mas dizem que é brilhante”.
Nada mais disse, nem seria necessário.
O elogio a Dantas, a não menção a nenhuma das acusações contra o banqueiro, comprovam que, a partir de um certo momento, na história do Brasil, política e crime organizado passaram a caminhar juntos.
E não se está falando dos cabeças-de-bagre do governo Collor, nem do clube dos amigos do Sarney. Os esquemas anteriores – apesar de personagens notórios, como os irmãos Martinez e Canhedo (caso Collor), Machline e Saulo Ramos (Sarney) – eram esquemas individuais, pouco articulados, valendo-se mais do compadrio com autoridades de outros poderes e da falta de institucionalidade dos sistemas de controle do Estado.
Depois, ganhou escala. Essas alianças criminosas tornaram-se parte efetiva do jogo de controle do Estado, com relações muito mais orgânicas do crime organizado com mídia, bancadas políticas, Judiciário e Executivo .
Esbocei alguns desses processos no meu “Os Cabeças de Planilha”.
Um dia, a história ainda cobrará de FHC a responsabilidade plea montagem desse modelo.
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