Postado em 11 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
As elites conservadoras dos Estados Unidos jogaram abertamente seu futuro com o das legiões de descontentes da extrema-direita. Elas deram apoio explícito e poder às legiões para que ajam como um braço político nas ruas americanas, apoiando ameaças físicas e a intimidação de trabalhadores, liberais e autoridades que se neguem a defender seus [das elites] interesses políticos e econômicos. Chegamos. Estamos estacionados exatamente no lugar onde nossos melhores especialistas dizem que o fascismo nasce. O artigo é de Sara Robinson, do blog For Our Future. Leia mais…
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Postado em 29 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Em entrevista concedida no Equador, Eduardo Galeano fala sobre o significado do projeto de instalação de bases militares norte-americanas na Colômbia e sobre o atual momento da América Latina. Ao mesmo tempo em que região vive um tempo aberto de esperança, diz o escritor uruguaio, a independência ainda é um projeto inacabado. “Há uma espécie de renascimento que é digno de celebração em países que não chegaram ainda a ser independentes, apenas começaram um pouquinho a sê-lo. A independência é uma tarefa pendente para quase toda a América Latina”, afirma. Leia mais na Carta Maior…
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Postado em 30 dEurope/London julho dEurope/London 2009
By Paul Krugman
Right now the fate of health care reform seems to rest in the hands of relatively conservative Democrats – mainly members of the Blue Dog Coalition, created in 1995. And you might be tempted to say that President Obama needs to give those Democrats what they want. Op-Ed Columnist
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Postado em 13 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Virgílio Arraes*
Nos últimos anos da Guerra Fria, a América Central destacou-se no cenário internacional por causa da emergência de movimentos políticos populares opostos à tradicional atuação norte-americana naquela área. A referência a Cuba como símbolo de resistência desde os anos 1960 aos ditames da política externa estadunidense era obrigatória, porque a partir do fim da Guerra Hispano-Americana, em agosto de 1898, Washington passou a considerar aquela região como uma zona de intervenção exclusivamente sua, ao amparar-se na Doutrina Monroe.
Entre todas as organizações atuantes nas décadas de 1970 e 1980 naquela área, a de maior relevo foi a da Nicarágua, por intermédio da Frente Sandinista de Libertação Nacional, fundada nos anos 60. Em 1979, os sandinistas apearam do poder o presidente Anastásio Somoza, o maior representante da oligarquia rural. Desde 1937, a família Somoza influenciava diretamente o comportamento sócio-econômico do país, sendo a política externa nicaragüense convergente com os interesses da norte-americana. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Carta Maior
Por Argemiro Ferreira
Na composição atual da Suprema Corte dos EUA, o bloco conservador tem leve vantagem (5×4). Mas mesmo depois de tantos prefeitos e governadores negros, inclusive no sul, e de já ter o país um presidente negro na Casa Branca, até juízes conservadores do tribunal mais alto ainda vêem racismo, ao contrário de ideólogos do jornalismo da elite branca brasileira, como Ali (“não somos racistas”) Kamel, que negam a realidade. A análise é de Argemiro Ferreira.

Em decisão quase unânime (8×1) na última semana a Suprema Corte dos EUA manteve intacta a Lei de Direito de Voto que em 1965 estendeu esse direito à população negra do sul. A lei foi aprovada um século depois do assassinato do presidente Lincoln e da vitória da União na guerra civil gerada pela obsessão da elite branca sulista de não abrir mão da escravidão negra – e, depois, da segregação racial.
Na composição atual da Suprema Corte o bloco conservador tem leve vantagem (5×4). Mas mesmo depois de tantos prefeitos e governadores negros, inclusive no sul, e de já ter o país um presidente negro na Casa Branca, até juízes conservadores do tribunal mais alto ainda vêem racismo, ao contrário de ideólogos do jornalismo da elite branca brasileira, como Ali (“não somos racistas”) Kamel, que negam a realidade. Leia o resto do artigo »
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Postado em 16 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.41, ano 2 – 10/06/2009 a 16/06/2009
Economia
Política
Internacional
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Postado em 15 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Por Adriano Benayon *
Barack Obama anunciou programa para gerar “mais de 600 mil empregos”, sendo 135 mil na educação. Seriam investidos US$ 787 bilhões por agências federais em obras de parques nacionais, aeroportos, estradas, escolas e centros médicos para veteranos.
Parece impressionante, mas há que avaliar o plano nos contextos da depressão econômica, eufemisticamente chamada de recessão, e do caos financeiro. Este é alimentado: 1) pelos derivativos e outros títulos podres, que não param de surgir; 2) pelas desbragadas emissões monetárias; 3) pela dívida federal que ascende a US$ 15,5 trilhões este ano.
A depressão tende a ser mais profunda que a dos anos 30, a menos que: 1) se reedite nos EUA algo parecido com a 2ª Guerra Mundial, quando se mobilizaram 14 milhões de homens; ou, 2) a menos que se realize a desconcentração do sistema financeiro e da indústria e que o Estado use seu direito de criar moeda para financiar nova infra-estrutura e estruturas tecnológica e industrial para produzir bens e serviços capazes de atender ao bem-estar da sociedade em seu conjunto. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Virgílio Arraes
A chamada Terceira Revolução Industrial, tendo por base a microeletrônica na primeira metade dos anos 70, auxiliou sobremodo a derrocada política dos países do Leste europeu na década de 80, em decorrência da sua incapacidade de acompanhar o mesmo grau de produtividade do eixo norte-atlântico, a partir dos Estados Unidos.
Muitas das inovações propiciadas por ela originaram-se do financiamento maciço da Casa Branca, ao direcioná-las de início para o setor público. Destaque-se que este posicionamento de Washington não era novo, dado que, no final da Segunda Guerra Mundial, o governo Truman amadureceu o projeto de associação tecnológica entre o Estado e o segmento privado.
O local escolhido para abrigar a maior parte dos programas foi a Califórnia – estima-se que 1/5 do produto interno bruto do estado, atualmente o mais rico do país, derive destas parcerias. Leia o resto do artigo »
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