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Blog do Desemprego Zero

Empresas de energia reconhecem que cobram a mais

Postado em 30 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Erro ocorre desde 2002 e prejuízos acumulados pelos cidadãos pode variar entre R$ 1 bilhão e R$ 10 bilhões

Fonte: Agência Câmara

BRASÍLIA – As empresas de energia elétrica reconheceram nesta quinta-feira, 29, que, com base em brechas na legislação, cobraram em suas contas de luz valores superiores aos que deveriam ter sido pagos pelos consumidores. O erro ocorre desde 2002 e o cálculo dos prejuízos acumulados pelos cidadãos pode variar entre R$ 1 bilhão e R$ 10 bilhões de reais.

Aneel sob suspeição

O problema é que, na opinião dos parlamentares da CPI e dos integrantes do Ministério Público e da OAB que compareceram à audiência, a Aneel também está sob suspeição.

O promotor de Defesa do Consumidor de Pernambuco, Maviel Silva, chegou a afirmar que a agência, cujos funcionários só comparecem quando obrigados pelas CPIs, está sempre na defesa das empresas e contra os interesses dos cidadãos.

O presidente da CPI, deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), concordou com o promotor. Ele lembrou que a comissão quebrou nesta semana o sigilo bancário da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) para investigar as movimentações financeiras da empresa, que, na opinião do parlamentar, nunca tratou os consumidores do estado com respeito. “A prepotência e a arrogância da Celpe foi um empurrão e tanto para que essa questão ganhasse uma CPI federal para mudar o tratamento que essas empresas dão a seus consumidores.” Leia o resto do artigo »

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Folha esconde que privatização prejudicou os mais pobres

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Revista Forum

Por Dennis de Oliveira 

No domingo, dia 19 de julho, o jornal Folha de S. Paulo publicou uma boa reportagem sobre a diferença do preço da energia elétrica que favorece as regiões mais ricas e prejudica as mais pobres. Resultado: quem ganha menos paga mais e quem ganha mais paga menos. Mais ainda: as localidades mais carentes que necessitariam de mais investimentos pouco atraem as empresas operadoras de energia elétrica. 

A explicação dos economistas e mesmo de representantes de empresas é clara: é mais caro para uma empresa a operação de distribuir energia elétrica em locais com menor consumo (portanto, lugares mais carentes) do que aqueles em que há um maior adensamento e potencial de aumento de consumo. Daí que regiões metropolitanas ricas, como a de São Paulo, contam com uma tarifa proporcionalmente menor que do Maranhão, por exemplo. Leia o resto do artigo »

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Brascan estima queda no lucro de três grandes distribuidoras do País

Postado em 14 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil  

Por Roberta Scrivano 

Com exceção da AES Tietê, a Brascan Corretora prevê queda no lucro líquido do primeiro trimestre de 2009 das principais distribuidoras de energia elétrica do País. A CPFL Energia, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a Companhia Paranaense de Energia (Copel), segundo previsões da corretora, devem registrar recuo de 19,1%, 6,5%, 0,7%, respectivamente, nos resultados apurados para o período, em relação ao mesmo intervalo do ano passado, enquanto a AES Tietê terá ganhos 8,3% superiores aos computados nos primeiros três meses de 2008.

Uma das razões que explicam os menores ganhos das três distribuidoras no primeiro trimestre, segundo estudo da Brascan, foi a desaceleração da economia brasileira, que reduziu o consumo de eletricidade no setor industrial.

O principal fator para o aumento do lucro da AES Tietê, afirma o estudo, foi o “reajuste tarifário de 13,4% aplicado em julho de 2008″. Segundo estima da corretora, a paulista AES Tietê terá ganhos de R$ 187,2 milhões de janeiro a março deste ano, ante R$ 172,8 milhões verificados no mesmo período do ano passado.

O Ebitda (resultados antes dos juros, impostos e amortizações) da distribuidora deve atingir R$ 315,5 milhões, incremento de 0,5% sobre os R$ 313,9 milhões registrados no primeiro trimestre de 2008. A alta no Ebitda, segundo a Brascan, é “em função de menores despesas com a aquisição de energia elétrica” no período verificado. Leia o resto do artigo »

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