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Blog do Desemprego Zero

A evolução do setor de serviços

Postado em 31 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

A Pesquisa Anual de Serviços, do IBGE, demora para ser divulgada, mas é um retrato confiável do emprego, do salário e da renda no setor que mais contribui para o PIB (65,8%). Na que saiu agora, de 2007, o IBGE se valeu de dados de 1 milhão de empresas, que empregavam 8,7 milhões de pessoas e obtiveram receita operacional de R$ 580,6 bilhões.

Nela, o IBGE comparou dados de 2003 com os de 2007, período em que a massa salarial paga pelas empresas pesquisadas evoluiu de R$ 61 bilhões para R$ 106,8 bilhões.

A participação da folha de salários no valor adicionado caiu de 51,8%, em 2003, para 47,4%, em 2007. É um indício de que mais recursos foram destinados para pagamento de tributos ou para aumentar os lucros das companhias. Leia o resto do artigo »

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Boletim semanal:Emprego, Plano Real, Socialismo, Inovação, Honduras, China

Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.44, ano 2 – 01/07/2009 a 07/07/2009  

Economia

Uma ameaça ao emprego

Os 15 anos do Real

Socialismo para ricos

Política

Produção industrial em maio de 2009: recuperação gradual

Inovação e desenvolvimento em tempos de crise

Informação é a arma da burocracia 

Internacional 

América Latina: aprofundamento ou restauração?

Persistente racismo no sul dos Estados Unidos

Negócios com a China, mas não um “negócio da China”

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Uma ameaça ao emprego

Postado em 6 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Numa sessão marcada por discursos emocionais e pelas manifestações de 700 sindicalistas, uma comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de redução da semana de trabalho de 44 para 40 horas normais. Pelo mesmo projeto, uma proposta de emenda à Constituição (PEC), a hora extra passará a custar 75% a mais que a hora normal de trabalho. Atualmente o adicional é de 50%. Segundo defensores da proposta, em tramitação desde 1995, a redução do tempo de trabalho deverá elevar a qualidade de vida dos assalariados e propiciar a criação de empregos. De acordo com o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro Neto (PTB-PE), as duas medidas causarão aumento de 10% a 15% nas empresas com grande uso de mão de obra e tornarão mais difícil criar empregos. Leia o resto do artigo »

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POR QUE 80% DOS EMPREGOS GERADOS NO BRASIL SÃO DE APENAS E TÃO SOMENTE DE ATÉ 2 SALARIOS MÍNIMOS?

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009

 Por Geraldo Serathiuk*

              Ao ler informações do movimento sindical sobre a situação dos salários no Brasil, proponho uma reflexão. A elite brasileira impôs historicamente um projeto de desenvolvimento para o Brasil baseado na exportação de matéria-prima (açúcar, farelo, madeira, minério, carne in natura etc.), sem transformação e agregação de valor aos nossos produtos, o que nos colocou muito mal na divisão internacional do trabalho e ainda nos trouxe degradação ambiental, concentração da terra, migração para as grandes cidades e criminalidade.

          Por isso para o povo brasileiro: “80% dos empregos gerados no Brasil são de no máximo 2 salários mínimos ou para os que não conseguem um emprego, o Estado como caixa de compensação e de estabilização do setor produtivo, que usa da mais alta rotatividade de mão de obra do mundo para pagar baixos salários, oferece uma bolsa compensatória ou assistencial,  para manter este modelo de exclusão e concentração da riqueza, e caso não se aceite, polícia e presídios, para os que seguem outro caminho”.  Leia o resto do artigo »

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Emprego formal reage, mas saldo na crise ainda é negativo

Postado em 24 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Folha de S. Paulo 

TODOS OS SETORES VOLTARAM A CONTRATAR NO MÊS PASSADO; INDÚSTRIA TEM A REAÇÃO MAIS LENTA, COM SALDO POSITIVO DE APENAS 700 EMPREGOS 

Apesar do crescimento na criação de vagas pelo 4º mês consecutivo, total de postos de trabalho fechados desde novembro supera 500 mil 

Por Juliana Rocha 

A geração de empregos de maio foi a maior desde o agravamento da crise financeira, em setembro de 2008. No mês passado, foram gerados 131,6 mil postos de trabalho com carteira assinada, no saldo de contratações e demissões. Apesar de a criação de novos empregos ter crescido pelo quarto mês consecutivo, ainda não foi suficiente para compensar as demissões feitas nos três meses em que a crise afetou o mercado de trabalho no Brasil. De novembro do ano passado a janeiro deste ano, foram fechados 797,5 mil empregos formais. De fevereiro a maio, foram criados 281,8 mil postos. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho. O economista Fábio Romão, especializado em mercado de trabalho, afirma que as demissões feitas no auge da crise só serão zeradas em setembro, ou seja, a geração de empregos será igual aos postos de trabalho fechados. Os cálculos levam em consideração as variações sazonais, como a alta do desemprego em dezembro. O ministro Carlos Lupi (Trabalho) disse que em junho a criação de vagas será ainda maior que a de maio e deverá ficar próxima de 200 mil postos. Ele acredita que a indústria de transformação e a construção civil puxarão as contratações com carteira assinada. Lupi cobrou dos colegas de governo medidas que continuem incentivando a economia e, consequentemente, o aumento do emprego. “Precisamos continuar com a redução de juros, as medidas de estímulo ao crédito, as ações anticíclicas para estimular o consumo.” Leia o resto do artigo »

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“Ou o Brasil se desenvolve ou vira mero produtor de commodities”

Postado em 18 dEurope/London junho dEurope/London 2009

“E enquanto não tivermos industrialização os empregos gerados continuaram sendo de no maximo 2 salarios minimos ” – Requião

Governador do Paraná defende investimento maciço no setor produtivo para transpor os efeitos da crise econômica internacional

Fonte: Brasil de Fato Brasil de Fato

Por Mário Augusto Jakobskind

O Governador do Paraná, Roberto Requião, acredita que o Brasil está numa encruzilhada: ou se fazem fortes e maciços investimentos industriais, criando condições para o desenvolvimento real, ou “selamos a nossa história como meros produtores de commodities agrícolas, consolidando augusta presença no mundo subdesenvolvido, do atraso, da periferia”. E, se isso acontecer, acrescentou, o Brasil se reduzirá a espaço para as plantationsdas multinacionais”.

Essa opinião foi apresentada por Requião no seminário “Alternativas para o Brasil enfrentar a crise”, evento realizado na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, e organizado por dez entidades, entre as quais o Conselho Regional de Economia, além do jornal Monitor Mercantil.

No entender de Requião, uma das medidas para se enfrentar a crise financeira cada vez mais presente no setor produtivo da economia brasileira é a estatização do crédito. O governador defende que, em vez de repassar dinheiro para os bancos investirem em títulos do Tesouro, o Estado deve conduzir uma política de financiamento extremamente agressiva, forçando também o sistema bancário a abrir linhas de crédito para ao empresariado brasileiro, especialmente para a indústria. Requião cobrou a efetivação de uma política industrial, que nunca sai do papel, e lembrou o que considerou óbvio, ou seja, que “sem industrialização não há desenvolvimento”. Leia o resto do artigo »

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O Programa de Emprego nos EUA

Postado em 15 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Por Adriano Benayon *

Barack Obama anunciou programa para gerar “mais de 600 mil empregos”, sendo 135 mil na educação.  Seriam investidos US$ 787 bilhões por agências federais em obras de parques nacionais, aeroportos, estradas, escolas e centros médicos para veteranos.

Parece impressionante, mas há que avaliar o plano nos contextos da depressão econômica, eufemisticamente chamada de recessão, e do caos financeiro. Este é alimentado: 1) pelos derivativos e outros títulos podres, que não param de surgir; 2) pelas desbragadas emissões monetárias; 3) pela dívida federal que ascende a US$ 15,5 trilhões este ano.

A depressão tende a ser mais profunda que a dos anos 30, a menos que: 1) se reedite nos EUA algo parecido com a 2ª Guerra Mundial, quando se mobilizaram 14 milhões de homens; ou, 2) a menos que se realize a desconcentração do sistema financeiro e da indústria e que o Estado use seu direito de criar moeda para financiar nova infra-estrutura e estruturas tecnológica e industrial para produzir bens e serviços capazes de atender ao bem-estar da sociedade em seu conjunto. Leia o resto do artigo »

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LANÇAMENTO

Postado em 31 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Novo livro de Pochmann

Em 2000, o Brasil ocupava o terceiro lugar no ranking do desemprego mundial, apesar de contar com a quinta maior população do globo. Na época, apenas 54% dos ocupados brasileiros recebiam salários. Em novo livro, Marcio Pochmann analisa políticas econômicas que alimentaram esse quadro e propõe alternativas.

Fonte: Agência Carta Maior

SÃO PAULO – Partindo de dados alarmantes sobre o aumento do desemprego no Brasil, em 2002, Marcio Pochmann – atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) – faz uma análise criteriosa da relação entre a falta de trabalho e a adoção de políticas econômicas desfavoráveis ao país, em seu novo livro, O emprego no desenvolvimento da nação, lançado pela Boitempo.

Em 2000, o Brasil ocupava o terceiro lugar no ranking do desemprego mundial, apesar de contar com a quinta maior população do globo. Na época, apenas 54% dos ocupados brasileiros recebiam salários. Em 1980, dois em cada três trabalhadores recebiam salários e, dentre eles, 70% tinham emprego formal.

Entender os fatores que possibilitaram tais transformações é o principal objetivo de Pochmann em seu novo livro. Além disso, ele reflete sobre a possibilidade de uma alternativa econômica que leve em conta as características e as necessidades do Brasil e, principalmente, apresente políticas de estímulo ao emprego e melhor divisão de renda.

O autor propõe o abandono do que chama de economia do bonsai, baseada na condenação do investimento público e na manutenção de um salário mínimo baixo, e a adoção da economia da jabuticaba, brasileira na essência, que combinaria democracia com crescimento econômico sustentado. Em O emprego no desenvolvimento da nação, Marcio Pochmann apresenta uma importante contribuição para a discussão de aspectos fundamentais relacionados à dinâmica do emprego no Brasil.

Sobre o autor

Marcio Pochmann é economista, doutor em Ciência Econômica pela Unicamp, universidade onde é professor livre-docente. Preside, desde 2007, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). É autor do livro O emprego na globalização, também publicado pela Boitempo.

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