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Blog do Desemprego Zero

I Encontro Internacional da Associação Keynesiana Brasileira

Postado em 27 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Período: 16 a 18 de abril de 2008.

Local: Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Campinas-SP.

Alguns economistas acadêmicos, identificados com a matriz teórica keynesiana, interessados em discutir a dinâmica macroeconômica e os rumos da política econômica nos países emergentes, em especial o Brasil, resolveram criar uma Associação Keynesiana Brasileira e realizar um encontro internacional para discutir, teórica e empiricamente, problemas inerentemente relacionados ao funcionamento de economias monetárias e globalizadas, tais como instabilidades financeiras, crises cambiais, volatilidades de fluxos de capitais e crises de demanda efetiva e de desemprego. Leia o resto do artigo »

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Focus (15/02/2008) – Banco Central do Brasil

Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Relatório de mercado do BC brasileiro prevê déficits em conta corrente para 2008 e 2009, além de crescimento econômico inferior ao de 2007. Certamente algo muito constrangedor para os mais ardorosos defensores do PAC, um conjunto desarticulado de obras públicas que combina o atendimento de demandas políticas locais com importantes projetos de infra-estrutura, como é o caso da ferrovia transnordestina.

A taxa Selic, por sua vez, deverá ser mantida na casa dos dois dígitos. Câmbio apreciado e a contenção das expansões das forças produtivas e do trabalho formal serão provavelmente as conseqüências vividas no Brasil.

bacen-focus-15-02-08.pdf 

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‘NO ESPELHO DA CHINA’ – artigo de Antonio Barros de Castro.

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

A escolha das transformações a serem priorizadas requer a elaboração de visões do futuro. Estas, ainda quando abertas a correções e aperfeiçoamentos, e desde que acompanhadas de propostas consistentes, persuasivas, privilegiadas por políticas eficazes, e amparadas por revisões da regulação, tendem a coordenar, potenciar e dar rumo às transformações.

no-espelho-da-china1.pdf

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Investimentos do exterior no Brasil e brasileiro no exterior

Postado em 14 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

 Por Carlos Lessa

Fonte: Valor Econômico (13/2/2008)

De forma esquemática e simplificada, quando o exterior investe no Brasil gera empregos e, por conseguinte, alimenta compras internas – e, ao obter lucros, pode tomar a decisão de remetê-los para fora ou reinvesti-los no Brasil. Esta segunda modalidade transfere para um outro momento a remessa de lucros para o exterior. Ela é legítima, mas é uma saída de recursos do país. A linha de defesa clássica do investimento estrangeiro sublinha que ele eleva o investimento no país, acima da poupança nacional. Teria o mérito adicional de transferir tecnologia e eventualmente desenvolvê-la. Finalmente, se exportasse, a filial estrangeira estaria gerando divisas e, se substituísse importações, auxiliando o Brasil nas transações externas. Quando brasileiros, pessoas jurídicas ou físicas, investem no exterior, em tese, por simetria, estariam gerando empregos lá fora e capturando rendimentos e dividendos para os residentes no Brasil. É óbvio, o melhor para o país acontece quando empresários e pessoas físicas nacionais investem aqui, pois seriam geradas rendas pelo emprego e capital que alimentariam virtuosamente a dinâmica nacional. 

O Banco Central informa que, em 2006, o Brasil recebeu investimentos estrangeiros de US$ 22,2 bilhões. A parcela virtuosa seria na indústria (US$ 8,7 bilhões). A surpresa está no investimento em atividades primárias, que deve estar associado à elevação do preço da terra agrícola. A maior parcela (US$ 12,1 bilhões) ocorreu no setor terciário e isto é um imbróglio que vai desde investimentos em instituições financeiras até aplicações em comércio, prestação de serviços, transporte etc. 

Em contraponto, desde 2003 cresce velozmente o investimento de brasileiros fora do Brasil. Saíram daqui US$ 1,4 bilhão em 2003; em 2005, US$ 10,1 bilhões; em 2006, a aceleração foi assustadora, atingindo US$ 32,3 bilhões, quase 50% a mais que os estrangeiros investiram no Brasil. É óbvio que não falta poupança aqui. Falta apetite dos empresários brasileiros para investirem em nosso país.  Leia o resto do artigo »

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PAC…iência?

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Fonte: Valor Econômico (06/02/2008)

David Kupfer é professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do Grupo de Indústria e Competitividade (GIC-IE/UFRJ. Escreve mensalmente às quartas-feiras. www.ie.ufrj.br/gic E-mail: gic@ie.ufrj.br) 

Por razões que vão desde o aquecimento do mercado interno, que animou as empresas a ampliarem as fábricas, à apreciação cambial, que barateou o preço dos equipamentos, o ano de 2007 foi extremamente positivo para a formação de capital na economia brasileira. As estimativas dão conta de que, para um avanço do PIB da ordem de 5,2%, o investimento total terá crescido 12%, puxado pela expansão de 19,5% da produção e de 35% das importações de bens de capital, e também pelo desempenho recorde da construção residencial. No entanto, esse dinamismo do investimento não parece estender-se aos setores da infra-estrutura física, mesmo tendo sido eles o eixo central do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, principal iniciativa econômica do governo no ano recém-encerrado. 

Lançado há um ano como reflexo da generalização do consenso sobre a urgência em se recuperar e ampliar a infra-estrutura física do país, o PAC previa a aplicação de R$ 503,9 bilhões nas áreas de energia, transporte, habitação, saneamento e recursos hídricos entre 2007 e 2010. Desse valor, R$ 68 bilhões devem vir diretamente do orçamento da União, enquanto os recursos restantes devem ser alocados por empresas estatais (R$ 219 bilhões) e privadas (R$ 216,9 bilhões). No entanto, em termos concretos, de acordo com o balanço do primeiro ano publicado pelo governo, dos R$ 16,5 bilhões de recursos do orçamento que deveriam ter sido gastos em 2007, apenas R$ 5,4 bilhões – menos de um terço do previsto – foram efetivamente desembolsados. Quanto aos investimentos empresariais, não há ainda uma contabilidade que permita aferir o ritmo com que contribuíram para as obras de infra-estrutura ao longo de 2007. Um indicador sugestivo de que, também nas empresas, houve uma assimetria entre o comportamento do investimento total e em infra-estrutura é dado pela estatística de ingresso de investimentos externos diretos: para uma entrada total de capital externo para investimentos em 2007 de US$ 34,3 bilhões, recorde histórico, a parcela destinada aos setores de infra-estrutura limitou-se a cerca de US$ 3 bilhões, valor 32,5% abaixo do verificado em 2006 e que constitui o pior resultado observado nessa série desde 1996. Leia o resto do artigo »

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Conceição volta a rugir

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

A professora Maria da Conceição Tavares volta a conversar com o presidente Lula e adverte que o Brasil cometerá um erro crasso se vier a subir os juros diante da crise americana.

Fonte: IstoÉ Dinheiro (08/02/2008)

A aguerrida professora Maria da Conceição Tavares completará 78 anos no dia 30 de abril, está afastada da vida pública, mas nem de longe aposentou seu raciocínio cortante como uma faca. Não só se mantém atenta a tudo que acontece com a economia brasileira como dá sua opinião sempre que surge uma oportunidade. Foi o que fez no dia 31 de janeiro, quando aproveitou rápida passagem por Brasília para agendar uma visita ao presidente Lula. “Encontrei-o com uma cara ótima e de bem com a vida. Pareceu-me tranqüilo com a economia”, disse ela à DINHEIRO, na véspera do Carnaval. Conceição gostou do que viu e saiu do Palácio do Planalto confiante de que o governo não vai recuar no ritmo de seus investimentos. “Não estou pessimista. Gostei de ver os investimentos em infra-estrutura. O PAC vai muito bem, nas mãos competentes dessa menina Dilma Rousseff.” Leia o resto do artigo »

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México. Brasil. Argentina. México de novo. Tailândia. Indonésia. Argentina mais uma vez. E agora os EUA.

Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

NYT, 18/01/2008.

Paul Krugman

A história se repetiu várias vezes nos últimos trinta anos. Investidores globais, decepcionados com os retornos recebidos, buscam por alternativas. Eles acreditam que encontraram o que procuram em um país ou outro. O dinheiro migra rapidamente.

Mas, no final, se torna claro que as oportunidades de investimento não eram o que pareciam, e o dinheiro rapidamente vai embora mais uma vez, com péssimas conseqüências para o ex-favorito financeiro. Essa é a história das múltiplas crises financeiras na América Latina e na Ásia. E também o que aconteceu nos EUA junto com a bolha imobiliária e de crédito. Nesses dias, estamos vivendo o que normalmente acontece com economias do terceiro mundo. Leia o resto do artigo »

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Desenvolvimento: uma perspectiva brasileira

Postado em 10 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Versão do artigo publicado na Revista Intellectus (http://www.intellectus.uerj.br/).

Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc. (Reggen/Unesco)     

Discutir o tema desenvolvimento nunca foi uma tarefa simples no Brasil. Desde os calorosos debates entre desenvolvimentistas e monetaristas na década de 1950, este tema tem sido alvo de polêmicas entre progressistas e conservadores. No entanto, houve épocas em que a temática do desenvolvimento ganhou os corações e as mentes de brasileiros e brasileiras: o governo democrático de JK (1956-1961), que soube elevar a auto-estima nacional ao nível dos desafios da época, é um exemplo de sinergia gerada entre os diversos setores da vida nacional.

A eleição presidencial de 2002 marcou, de certa forma, no Brasil, a retomada da idéia de projeto democrático nacional de desenvolvimento. O Estado nacional tem um papel importante no desenvolvimento do País. Todos os quatro principais candidatos, inclusive o do governo FHC, recusaram o modelo adotado na década de 1990: “mercados são bondes condutores da prosperidade, deixem apenas que eles funcionem!” Não é necessário divagar muito para ver que o agravamento da questão social no Brasil traz riscos à ordem democrática.

A precarização das relações de trabalho - desemprego e subemprego -, o aumento da violência e a ausência de perspectivas dos jovens são fatores que geram instabilidade social. Um indivíduo que caminhe pelas principais cidades do País pode facilmente constatar que a vida em uma nação com brutais desníveis socioeconômicos não pode ser tranqüila. Contrariando a lógica hegemônica, os quatros principais presidenciáveis daquele tempo convergiram na campanha para a importância do papel do Estado na promoção do bem-estar da nação. O Estado, por exemplo, deve formular e implementar políticas ativas para desenvolver regiões, gerando renda e ajudando a integrar os diversos mercados internos, de forma a criar sinergia entre os diversos elos das cadeias produtivas.

Buscar-se-á refletir de forma contextual e global sobre o tema desenvolvimento democrático a partir de uma perspectiva brasileira. Leia o resto do artigo »

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