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Blog do Desemprego Zero

O Banco Central recusa-se a acatar os princípios de transparência e promove encontros secretos com o mercado.

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Diretores do BC se encontram às escondidas com o “mercado”.

E a denúncia de Carta Capital?

Publicado originalmente no Blog Entrelinhas

O Brasil é um país engraçado: há coisas que “pegam” e outras que simples passam batido, ninguém dá a menor bola. É assim até com as leis do País e também com certas denúncias bombásticas que aparecem na mídia sem provocar a menor repercussão. Pode ser o caso da matéria reproduzida abaixo, que está na revista Carta Capital. Até agora, nenhum grande veículo repercutiu a denúncia e os envolvidos também não se manifestaram sobre o teor do que foi publicado. Em alguns blogs, há gente comentando o assunto, mas o fato concreto, como diria o presidente Lula, é que a história está passando batida. Não deixa de ser engraçado lembrar que um episódio muito semelhante ao denunciado na revista derrubou, em 1999, o economista Francisco Lopes do cargo que hoje é de Henrique Meirelles. A diferença talvez esteja na oposição: naquela época, o PT não hesitava em partir para a jugular do presidente do Banco Central, sem dó nem piedade. Hoje, PSDB e PFL se revezam no Congresso para defender o “bom senso” de Meirelles e só lhe fazem críticas de mentirinha, quando querem jogar para a torcida. PSOL e PSTU à parte, ninguém no país parece querer a substituição de Meirelles. Portanto, o que Carta Capital denuncia – e a íntegra da matéria está abaixo – simplesmente “não vai pegar”.

A República distante

Por Márcia Pinheiro e Sergio Lirio

Fonte: CartaCapital, 28/03/07.

O Banco Central recusa-se a acatar os princípios de transparência e promove encontros secretos com o mercado.

Quinta-feira 15 e sexta 16. Dois diretores do Banco Central encontraram-se, sigilosamente, com executivos de instituições financeiras para discutir economia. Foram três reuniões em São Paulo (escalonadas de duas em duas horas, a partir das 11 da manhã) e uma no Rio, nas sedes regionais do BC, prédios públicos. Estavam presentes 20 participantes, em cada encontro, aproximadamente, o que em um cálculo rápido daria 80 privilegiados, que foram se atualizar sobre as planilhas dos representantes do BC: o diretor de Política Econômica e Estudos Especiais, Mario Mesquita (ex-ABN Amro e ING), e o diretor de Política Monetária, Rodrigo Azevedo (ex-Credit Suisse First Boston e Garantia). O presidente do BC, Henrique Meirelles, compareceu somente ao evento no Rio, mas não falou.

Cento e dezoito anos depois do gesto do marechal Deodoro da Fonseca, proclamando a República, eternizado em quadro do pintor Benedito Calixto, uma série de instituições brasileiras recusa-se a entrar na era da República. Falar em valores republicanos, nos dias de hoje, causa urticária em meia dúzia de aclamados pensadores e escribas da vida cotidiana, como se o conceito tivesse perdido o sentido.

Seria bom que os críticos do debate sobre o republicanismo no Brasil e os que acham moderno grafar estado com letra minúscula consultassem os ideólogos que moldaram a civilização ocidental. Encontrariam, por exemplo, um ensinamento de Montesquieu, na obra O Espírito das Leis, de 1745: “Quando, numa república, o povo como um todo possui o poder soberano, trata-se de uma Democracia. Quando o poder soberano está nas mãos de uma parte, trata-se de uma Aristocracia”. Leia o resto do artigo »

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Tesouro perde com alta dos juros

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Alex Ribeiro

Fonte: Valor Econômico ( 15/04/2008 )

O Tesouro Nacional vai perder cerca de R$ 10 bilhões nos próximos dois anos caso o Banco Central leve adiante um aperto monetário na duração e magnitude esperados pelo mercado financeiro. Mas, ao contrário do que costumava acontecer, os bancos desta vez não têm nada a ganhar com uma taxa básica mais alta. Hoje, eles estão aplicados em juros prefixados e apostam as suas fichas na expansão do crédito.

O Tesouro sai perdendo porque um bom pedaço de sua dívida é vinculada à taxa Selic – justamente aquela que, nas contas dos analistas do mercado financeiro, será elevada pelo BC dos atuais 11,25% ao ano para 12,75% ao ano até o fim do ano.

A dívida líquida do setor público somava R$ 1,157 trilhão em fevereiro, dos quais 52,4% são indexados à Selic. Os encargos dessa dívida serão tanto maiores quando maior for a taxa Selic média. Nas últimas quatro semanas, depois da sinalização feita pelo BC de que irá elevar os juros, a Selic média projetada pelo mercado para 2008 subiu de 11,25% ao ano para 12,09% ao ano. Caso se confirme essa alta na Selic, o gasto com encargos da dívida em 2008 será R$ 5,1 bilhão maior. Para 2009, os analistas do mercado subiram sua projeção para a Selic média de 10,69% ao ano para 11,52% ao ano, o que tende a ampliar os encargos com juros em R$ 5 bilhões. Leia o resto do artigo »

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Dívida já custa 9 meses de trabalho, indica estudo

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Fonte: Agência Estado (13/04/2008)

O brasileiro precisa trabalhar cada vez mais para quitar dívidas de financiamentos. Hoje são necessários mais de nove meses de trabalho para pagar empréstimos. Em 2004, essa conta era inferior a seis meses, revela estudo do consultor para o sistema financeiro e economista pela Universidade de Brasília, Humberto Veiga. O aumento de 60% no comprometimento da renda com empréstimos em três anos é resultado do ritmo de crescimento do crédito ao consumidor, muito superior à massa de salários.

É exatamente esse descompasso entre o crédito e a massa salarial que deve funcionar como um freio no consumo daqui para frente. “Nem precisava subir os juros para arrefecer a economia”, diz Veiga. Em reunião marcada para esta semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deve elevar a taxa básica de juros, a Selic, hoje em 11,25% ao ano. A expectativa do mercado é de um acréscimo de 0,25 ponto porcentual. Mas há quem espere alta de até 0,5 ponto nos juros por causa do aumento da inflação. Leia o resto do artigo »

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Quando o livre mercado pede socorro

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Valor Econômico, 11/04/2008

Por Cristiane Perini Lucchesi

“Agora somos todos keynesianos”. A famosa frase – dita pelo monetarista Milton Friedman em 1965 à revista “Time” e pelo ex-presidente americano Richard Nixon ao acabar com o padrão ouro, em 1971 – está de volta à ordem do dia. Afinal, o livre e desregulamentado mercado dá sinais de fraqueza inconteste e tem pedido cada vez mais a ajuda do Estado. A inadimplência nas hipotecas americanas gerou uma crise de solvência entre os bancos dos países ricos que foram, pouco a pouco, socorridos pelos diversos governos.

A necessidade de ampliação dos gastos públicos para evitar uma recessão maior passou a ser defendida por personalidades tão díspares quanto o presidente americano George W. Bush, passando por seu secretário do Tesouro, Henry Paulson, pelo diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, e pelos candidatos democratas à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton e Barack Obama. Bancos centrais, governos e até mesmo instituições financeiras privadas passaram a discursar em favor de mudanças na regulamentação para o sistema financeiro e de melhorias na atuação de entidades regulatórias em todo o mundo.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, e o ministro da Economia, Alistair Darling, tiveram de explicar a nacionalização do Northern Rock em fevereiro, após o socorro público ao banco, com empréstimos que chegaram a 55 bilhões de libras esterlinas (US$ 109 bilhões). O presidente do Fed, Ben Bernanke, teve de ir ao Congresso na semana passada para justificar o empréstimo de US$ 30 bilhões feito para o JPMorgan comprar o quebrado Bear Stearns, aceitando como garantia justamente títulos chamados de “lixo tóxico”, vinculados a hipotecas. Leia o resto do artigo »

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Perspectivas econômicas da recauchutagem do continuísmo

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Rodrigo Loureiro Medeiros*

O relatório de mercado do Banco Central do Brasil, o Boletim Focus (20/03/2008), vem apontando tendências preocupantes. Segundo as estimativas, há perspectivas de déficits em transações correntes para 2008 (US$-9,75 bilhões) e 2009 (US$-13,00 bilhões). O ritmo de crescimento econômico, por sua vez, deverá sofrer desaceleração nos próximos tempos, 4,5% para 2008 e 4,0% para 2009. Abaixo, portanto, dos 5,4% de 2007.

Onde estariam os efeitos multiplicadores do PAC?

Quanto à Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, o respectivo relatório aponta para 12,00%a.a., em 2008, e 11,75%a.a., em 2009. Profecias auto-realizáveis? Parece até um reforço, uma espécie de tropa de choque, para Meirelles manter elevada a taxa básica de juros brasileira. Não se pode deixar de notar que as médias das taxas básicas nominais dos países estão na casa de um dígito há algum tempo. Quando se descontam as respectivas inflações nacionais, há taxas básicas reais negativas. Leia o resto do artigo »

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Lula e Meirelles – Janus da parceria insossa

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Rodrigo L. Medeiros*

Conta o renomado historiador econômico David Landes, em ‘Dinastias’ (Elsevier, 2007), que John D. Rockefeller (1839-1937) começou a fazer caridade para limpar o nome da família da má fama de predadores adquirida pelos barões ladrões do capitalismo norte-americano. No entanto, o norte-americano médio ficara desconfiado no primeiro momento das reais intenções de Rockefeller.

O governador de Wisconsin, Robert La Follette disse: “Li ontem que Rockefeller compareceu novamente a um círculo de orações; amanhã, estará fazendo doações a alguma universidade. Ele dá com duas mãos, mas rouba com muitas” (FOLLETE apud LANDES, op. cit, p.231). Não se precisa gastar muito tempo para perceber que o capitalismo brasileiro não contou com os sentimentos de co-responsabilidade de um Rockefeller, que apesar de jogar duro na arena econômica, reconhecia a necessidade de serem criados bens públicos para sua sociedade. Leia o resto do artigo »

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Convergências entre PT e PSDB?

Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008

Nilton Monteiro diz que acordo entre petistas e tucanos em BH faz parte do esquema corrupto montado em Furnas, em 2002. 

Fonte: Novo Jornal, 14/03/2008.

Nome bastante temido por integrantes do PSDB e do DEM, que tentam desesperadamente desqualificá-lo, o consultor de empresas Nilton Monteiro agora parte para cima do PT.

Monteiro declarou que vai impedir a aliança entre PT e PSDB na sucessão municipal em Belo Horizonte.

“Mando um recado para o prefeito Fernando Pimentel e para o governador de Minas Gerais: em breve vou revelar fatos gravíssimos envolvendo nomes importantes que atualmente articulam esta vergonhosa aliança entre petistas e tucanos. Portanto, abandonem essa idéia. Essa parceria é o trunfo que eu tenho nas mãos. Ela começou no final de 2002, em Furnas. Isto é resultado do esquema sujo que funcionou em Furnas”, afirmou.

O consultor de empresas disse que vai expor parte da gigantesca gama de informações e documentos que acumulou nos últimos anos da prática de atos ilícitos ocorridos a partir do final de 2002, em Furnas, a fim de provar que a inusitada aliança eleitoral na capital está ligada com a corrupção na estatal. Leia o resto do artigo »

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Renascimento Desenvolvimentista e Integração Econômica na América Latina

Postado em 29 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Rodrigo Loureiro Medeiros (?)

Fonte: OBSERVATORIO IBEROAMERICANO DEL DESARROLLO LOCAL Y LA ECONOMÍA SOCIAL.

Resumo:

O artigo em questão aborda o renascimento do pensamento desenvolvimentista na América Latina. Suscitam releituras dos intelectuais desenvolvimentistas os fracassos das políticas neoliberais em fornecer respostas satisfatórias aos dilemas da região. A escola cepalina passa a ser um ponto de passagem intelectual obrigatório para se debater novos projetos. Como não existem soluções prontas ou mesmo transplantáveis, as sociedades latino-americanas enfrentam os desafios da experimentação institucional. Questões associadas a projetos de integração regional integram o escopo desse artigo.

Palavras-chave: pensamento desenvolvimentista; América Latina; novos projetos; experimentação; integração regional.

(?) Doutor em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ, pesquisador associado à REGGEN/UNESCO e membro da rede EFE do Levy Economics Institute of Bard College.

artigooidlesrmedeiros2008.pdf

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