Postado em 26 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Paulo Nogueira Batista Jr.
Dúvidas crescentes quanto à sustentabilidade das contas públicas devem forçar os governos a iniciar o ajuste fiscal.
A crise econômica mundial, que começou no sistema financeiro em 2007, ameaça converter-se em crise fiscal. Refiro-me principalmente aos países desenvolvidos. Na maioria dos países de mercado emergente, o quadro é mais favorável. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Paulo Nogueira Batista Jr.
Não iria tão longe; mas não há dúvida de que a crise abalou as doutrinas econômicas tradicionais
O FMI divulgou, nos últimos dias, dois trabalhos que indicam mudanças significativas nas análises e nas recomendações da instituição. Parece existir agora disposição de rever e até abandonar algumas ortodoxias antigas e arraigadas, que vinham sendo criticadas pelo Brasil e por outros países em desenvolvimento. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 4 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Ben Bernanke, rejeitou na quinta-feira a ideia de que as taxas de juro baixas dos EUA estavam ajudando a alimentar a especulação externa e potencialmente inflando perigosas bolhas de novos ativos. Respondendo a perguntas em sua audiência de confirmação no Comitê Bancário do Senado, Bernanke disse efetivamente que se outros países estavam preocupados com o caso, que era problema deles. “Não é responsabilidade dos Estados Unidos assegurar que não haja distorções nas economias de todo o mundo”, disse Bernanke. “Eu acho que é preciso ser entendido que a política monetária dos Estados Unidos se destina a tratar problemas tanto financeiros como econômicos nos Estados Unidos”. No início deste mês, um alto funcionário chinês acusou o compromisso do Fed de manter as taxas dos EUA baixas por um longo período, juntamente com o dólar fraco, de estar criando um “novo risco sistêmico” para a economia global. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por MICHAEL PETTIS
Da Folha (03/12/2009):
Os países que não puderem desvalorizar suas moedas para se manter competitivos vão reagir com protecionismo
A DECISÃO do Vietnã de desvalorizar sua moeda em 5%, a fim de se proteger contra a subvalorização do yuan, e a resposta da Tailândia e de outros países asiáticos sugerem que talvez já se tenha tornado impossível impedir um conflito comercial mundial. Enquanto um grupo de países tenta ganhar ou manter vantagem comercial via manipulação da taxa de câmbio, os precedentes históricos sugerem que as nações que não forem capazes de promover desvalorização reagirão por meio de protecionismo -e, como consequência, o comércio mundial sofrerá.
Nos anos 30, muitas das grandes economias, mas não todas, impuseram restrições draconianas ao comércio internacional, que resultaram em uma severa contração dos intercâmbios comerciais e quase certamente retardaram a recuperação mundial. Já se sabia que o colapso do comércio internacional só agravaria a crise, mas ainda assim os países adotaram um comportamento que foi pior para todos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
By PAUL KRUGMAN
Op-Ed Columnist
Should we use taxes to deter financial speculation? Yes, say top British officials, who oversee the City of London, one of the world’s two great banking centers. Other European governments agree – and they’re right.
Unfortunately, United States officials – especially Timothy Geithner, the Treasury secretary – are dead set against the proposal. Let’s hope they reconsider: a financial transactions tax is an idea whose time has come.
The dispute began back in August, when Adair Turner, Britain’s top financial regulator, called for a tax on financial transactions as a way to discourage “socially useless” activities. Gordon Brown, the British prime minister, picked up on his proposal, which he presented at the Group of 20 meeting of leading economies this month. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
By Robert Shiller
NEW HAVEN – The International Monetary Fund’s October World Economic Outlook proclaimed that, “Strong public policies have fostered a rebound of industrial production, world trade, and retail sales.” The IMF, along with many national leaders, seem ready to give full credit to these policies for engineering what might be the end of the global economic recession.
National leaders and international organizations do deserve substantial credit for what has been done to bring about signs of recovery since the spring. The international coordination of world economic policies, as formalized in the recent G-20 statement, is unprecedented in history. Read more…
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Postado em 10 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira (website)
Estamos ficando para trás dos países asiáticos, e os países ricos também. Eles porque acabaram sendo vítimas da globalização nós, porque dependentes. Quando, no início do século XIX, os países da América Latina alcançaram a independência, foi pela metade. Já quando a China e a Índia se tornaram independentes após a Segunda Guerra Mundial, foi para valer.
Neste ano, devido à crise global, as taxas de crescimento dos países ricos serão fortemente negativas, as da América Latina serão moderadamente negativas e os países asiáticos continuarão a crescer, ainda que a taxas um pouco menores. Não há novidade nesse fato. Como os países asiáticos contam com nações e elites independentes, que adotam políticas econômicas segundo seus interesses nacionais e não segundo a recomendação dos países ricos, desde o fim da Segunda Guerra crescem muito mais que o Brasil e a América Latina. Leia o resto do artigo »
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